<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949</id><updated>2011-07-07T16:42:35.507-07:00</updated><category term='DIG NÃO AO PL 5003/2001 - PCL 122/2006'/><title type='text'>MOVIMENTO DE APOIO</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>325</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4846672137506083797</id><published>2008-03-07T01:44:00.000-08:00</published><updated>2008-03-07T01:47:33.855-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>www.abraceh.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas mensagens estão sendo postadas no site da ABRACEH-ASSOCIAÇÃO DE APOIO AO SER HUMANO E À FAMÍLIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aguardamos a sua visita.&lt;br /&gt;No amor de Jesus,&lt;br /&gt;Rozangela Justino&lt;br /&gt;Presidente da ABRACEH&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4846672137506083797?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4846672137506083797/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4846672137506083797' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4846672137506083797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4846672137506083797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2008/03/www.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-8097803834929496111</id><published>2008-01-26T05:29:00.000-08:00</published><updated>2008-01-26T05:32:01.281-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Conselho Tutelar estuda adoção irregular por casal homossexual &lt;br /&gt; PARANÁ | MARINGÁ 23/01/2008 - 00h15 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por ANDYE IORE - GAZETA DO POVO&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um menino de 2 anos e dez meses de idade foi encaminhado para um abrigo pelo Conselho Tutelar em Maringá, no Noroeste do Paraná, enquanto é apurado o caso de adoção irregular e uma denúncia de um suposto abuso sexual. A criança estava com um casal de homossexuais, que nega o abuso e já acionou um advogado para obter a guarda definitiva do menino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, o presidente do Conselho Tutelar de Maringá, Vandré Fernando, ouviu a mãe biológica e os homossexuais que estavam com a criança. “O menino foi para o abrigo porque não há nenhum documento oficializando a adoção”, afirmou Fernando. Segundo ele, a denúncia de abuso foi feita por meio do Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes, o Disque 100. O caso foi repassado ao Conselho Tutelar no último dia 11, e uma psicóloga foi até a residência onde a criança vivia para avaliar a situação. A criança passou por um exame no Instituto Médico-Legal (IML) na última sexta-feira e o resultado deverá sair em fevereiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Fernando, a mãe da criança teria tido outros dois filhos, que também não vivem com ela e estariam com avós. Ela seria da região de Campo Mourão e não teria endereço residencial fixo. O menino está sob os cuidados do Programa Sentinela, que trabalha com crianças e adolescentes envolvidos em denúncias de abuso sexual, e o caso seria encaminhado ontem para a Promotoria da Vara da Infância e da Juventude. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/parana/conteudo.phtml?id=731589&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-8097803834929496111?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/8097803834929496111/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=8097803834929496111' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8097803834929496111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8097803834929496111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2008/01/conselho-tutelar-estuda-adoo-irregular.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-241019487114409369</id><published>2008-01-26T05:25:00.000-08:00</published><updated>2008-01-26T05:29:05.533-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Carnaval de Pernambuco terá “kit sexo“ gratuito&lt;br /&gt;(24/1/2008)&lt;br /&gt;FSP&lt;br /&gt;Prefeitura de Recife vai distribuir “pílula do dia seguinte“ &lt;br /&gt;FÁBIO GUIBU&lt;br /&gt;DA AGÊNCIA FOLHA, EM RECIFE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Prefeitura de Recife (PE) irá distribuir gratuitamente durante o Carnaval deste ano o anticoncepcional de emergência conhecido como “pílula do dia seguinte“.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto prevê a entrega gratuita da pílula em dois postos de saúde móveis que funcionarão apenas durante as noites e as madrugadas da festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ter acesso ao medicamento, as mulheres terão que declarar apenas ao médico de plantão que mantiveram relação sexual sem proteção, que os métodos tradicionais de prevenção falharam ou que foram vítimas de violência sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após avaliação médica, a “pílula do dia seguinte“ será entregue em um kit, que contará ainda com um preservativo masculino, um feminino e um folheto com informações sobre o uso do produto e um alerta de que o método não previne doenças sexualmente transmissíveis, como a Aids.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pílula, usada para evitar a gravidez, tem de ser administrada até 72 horas após a relação. O índice de falha aumenta com o tempo decorrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que faremos é garantir os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres também no período carnavalesco“, diz a gerente de Atenção à Saúde da Mulher da Secretaria da Saúde de Recife, Benita Spinelli.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo ela, desde 2003 o contraceptivo de emergência está disponível na rede pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Spinelli diz que não há estimativa de quantos kits deverão ser distribuídos durante a folia. “Para nós, não importa a quantidade. Não queremos fazer fila para a entrega.“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria da Saúde complementará o projeto com um programa que prevê a distribuição nas ruas de 1,04 milhão de preservativos masculinos a partir da segunda, durante os eventos pré-carnavalescos. Em Paulista (a 50 km de Recife), a prefeitura também distribuirá a “pílula do dia seguinte“.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desserviço“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Igreja Católica, a medida é um “desserviço“. A Arquidiocese de Olinda e Recife diz que pode entrar na Justiça, caso a prefeitura não recue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A posição da Igreja é clara: ela é contra, porque trata-se de um método abortivo“, afirma o coordenador da pastoral da saúde da arquidiocese, Vandson Holanda. “Além disso, a distribuição do medicamento estimula a cultura desenfreada do sexo e da violência.“&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CRM (Conselho Regional de Medicina) de Pernambuco diz que solicitará mais dados sobre o projeto e que acompanhará a distribuição do medicamento durante o Carnaval.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Trata-se de um assunto que gera polêmica, mas não adianta fechar os olhos“, diz a dirigente da instituição, Nair Cristina Nogueira de Almeida. “O que não pode é haver distribuição maciça, sem um rígido controle de saúde. A ação não pode ser arbitrária nem aleatória.“&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2401200826.htm&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudo questiona ações antiaids no carnaval&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(24/1/2008)&lt;br /&gt;Estado de São Paulo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Trabalho mostra não haver aumento de casos da doença depois da folia &lt;br /&gt;Clarissa Thomé &lt;br /&gt;Pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF), com base nos registros de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) no setor de atendimento gratuito da instituição, põe em xeque a relação entre sexo e carnaval e questiona a estratégia do Ministério da Saúde de realizar campanhas durante a folia. Segundo o estudo, não há aumento de casos de DSTs no período posterior ao carnaval - o que mostraria que a festa não influencia o comportamento das pessoas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não houve aumento de gravidez não planejada -- os pesquisadores analisaram números de partos e abortos. “Não há indicativo de que as pessoas façam mais sexo nesse período. E a campanha não é eficiente porque não temos redução no número de pacientes no pós-carnaval”, afirma a médica Wilma Nancy Campos Arze, autora do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa foi contestada pelo chefe da unidade de DST do Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde, Valdir Pinto. “A pesquisa foi feita pelo ambulatório de uma universidade em um bairro de Niterói. Não se pode inferir que o resultado valha para todo o Brasil.” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele também lembrou que há programas de prevenção além das duas campanhas nacionais no carnaval e em 1º de dezembro, dia mundial de combate ao HIV. “Não faria sentido campanha nacional para o Festival de Parintins, que só ocorre no Amazonas, mas há campanhas locais e isso ocorre em outras regiões”, disse. Pinto também discorda que as pessoas não fazem tanto sexo no carnaval. “O carnaval é uma festa popular grande, em que as pessoas bebem mais, saem do cotidiano e estão mais vulneráveis.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wilma Arze revisou 10.337 prontuários de pacientes que chegaram ao serviço pela primeira vez entre 1993 e 2005. Foram selecionados os que tinham os tipos mais comuns e curáveis de DSTs - sífilis, gonorréia e tricomoníase. Junho, julho e agosto concentravam o maior número de casos e não o mês seguinte ao carnaval, passado o tempo de incubação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A médica também usou dados do Sistema Único de Saúde (SUS) de nascimentos e abortos. Em Niterói, Estado do Rio e Brasil, maio concentra o pico dos partos (as crianças foram geradas em agosto). “Se carnaval e sexo tivessem tanto a ver, teríamos aumento de partos em outubro, o mês com menor número de nascimentos em todo o País”, disse Mauro Romero Leal Passos, orientador do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24 de Janeiro de 2008 - 08h10 - Última modificação em 24 de Janeiro de 2008 - 08h10 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Têm início debates para organizar 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agência Brasil&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasília - Começam hoje (24) os debates destinados a organizar a 11ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos, prevista para dezembro em Brasília, com o objetivo de revisar e atualizar o Programa Nacional de Direitos Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República promove uma oficina que discutirá a conferência. O encontro será na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e terá participação do Fórum de Entidades Nacionais de Direitos Humanos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Depois desse encontro, serão divulgadas as datas das conferências nos estados, o texto-base e as ações de mobilização, segundo informou a assessoria de imprensa da coordenação da Conferência Nacional dos Direitos Humanos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Programa Nacional de Direitos Humanos foi implantado em 1996, ano da 1ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos. Parte das propostas apresentadas na conferência foram incorporadas ao PNDH e outras tornaram-se referências para seu aperfeiçoamento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/01/24/materia.2008-01-24.1579343659/view&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-241019487114409369?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/241019487114409369/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=241019487114409369' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/241019487114409369'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/241019487114409369'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2008/01/carnaval-de-pernambuco-ter-kit-sexo.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-6158916395460317290</id><published>2007-10-27T09:48:00.000-07:00</published><updated>2007-10-27T09:50:26.824-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PLC 122/2006 - continua manifesto e Grã Bretanha transformando cristianismo em crime&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha". &lt;br /&gt;(Palavra do Senhor, evangelho de Lucas 11:23)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não vamos deixar acontecer no Brasil, o que já ocorre na Grã-Bretanha, Europa e países onde o cristianismo já se tornou crime! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Brasil,  levante a sua voz! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Leia até o final e veja o que aconteceu com a Grã-Bretanha, país onde Leis como o PLC 122/2006 e 6418/2005 passaram.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Primeiro, vamos às notícias do Senado:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Senadora Fátima Cleide, relatora do PLC 122/2006,  mostra sinais  de cansaço e certa desorganização -  este foi o relato das pessoas que estiveram no dia da votação do PLC 122/2006, anunciado para o dia 24 de outubro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Planejaram fazer a votação de forma que a oposição não tivesse tempo hábil para se mobilizar, mas isto não deu certo. Em Brasília-DF, nos dias 23/24 não se falava em outra coisa, a não ser no absurdo que é o PLC 122/2006 e na grande mobilização nacional contra este Projeto de Lei!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tal mobilização não tem sido somente por parte de religiosos, mas também de estudantes e professores de direito -  os  juristas  já observaram a aberração jurídica que é este PLC! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No entanto, posicione-se!  Não subestime a capacidade dos ativistas do movimento pró-homossexualismo de se reposicionarem. Eles estão assessorando a Senadora Fátima Cleide!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O  Senador Crivela conseguiu adiar a  votação para a semana que vem, possivelmente ocorrerá na terça ou quarta-feira (dias 30 ou 31) por ter recorrido ao Regimento Interno do Senado, pois não recebeu o comunicado do dia da votação em tempo hábil. Com isso, ganhamos mais tempo para quem não se manifestou fazê-lo e para aqueles que se manifestaram reforçarem o seu manifesto!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Continuemos a orar pela Senadora Fátima Cleide e pelos Senadores da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para que Deus dê entendimento aos Senadores acerca desta lei e, que acima de tudo,  que a SALVAÇÃO de Jesus Cristo chegue aos  Senadores que ainda não tiveram um encontro com o Deus vivo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Incentive pessoas a continuarem os seus manifestos!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Envie faxes, telefonemas e e-mails -  eles  estão funcionando!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pastores de diversos Estados brasileiras devem continuar indo ao DF para falar com a Senadora.  Se toda semana tiver um grupo de pastores no DF será uma benção! Isto funciona mesmo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Pastores de Rondônia e do Espírito Santo estiveram no Senado e na Câmara dos Deputados  na  terça e quarta-feira - isto mecheu com os Senadores e com os Deputados da bancada evangélica! O povo deve trabalhar junto com as autoridades para que, juntos,  consigamos alcançar os nossos objetivos! Precisamos deste canal de comunicação com os parlamentares!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Os Deputados dos nossos Estados também precisam ser mobilizados para se posicionarem não somente enquanto parlamentares, como também enquanto cidadãos brasileiros - eles estão diariamente no DF. Não deixe de visitá-los quando for ao DF e cobre deles um posicionamento quanto às leis que tramitam na Câmara e Senado contra o ser humano, a família e os princípios cristãos!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Senadora Fátima Cleide solicitou à bancada católica e evangélica as suas considerações, e estas lhe foi entregue na sexta-feira. Isto é sinal de que ela já está percebendo que precisa nos ouvir, que não vamos deixar este PLC passar facilmente. Deus está no controle da situação! &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Senadora está percebendo a insatisfação do povo de Deus com estes Pls da Homofobia. Isto é fantástico!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diga não à mordaça gay! Não permita que sejam aprovadas leis que instituam no Brasil o delito de opinião e a criminalização do cristianismo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Orientação da VINACC:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1. Colocar seu nome, RG e endereço do domicílio eleitoral; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. É importantíssimo se personalizar cada carta, evitando-se enviar o e-mail ou FAX no formato de mala-direta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Envie um a um, é trabalhoso, mas é mais pessoal e seguro.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se você pegou no site da VINACC o modelo de abaixo-assinado apresse em enviá-lo e recolha as assinaturas o mais breve possível. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Se você ainda não entrou em contato com o ALÔ SENADO, use também este recurso: ligue para 0800 61 22 11 e  peça para todos os Senadores,  os da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa,  os do seu Estado,   votarem CONTRA o PLC 122/2006. Também envie e-mails. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Não se esqueça de ler sobre a criminalização do cristianismo na Grã Bretanha, no final de toda esta mensagem.&lt;br /&gt;E que o Senhor nos abençoe, em nome de Jesus! Rozangela&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;RELAÇÃO DOS SENADORES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;1) PRESIDENTE: Senador Paulo Paim - RS: paulopaim@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-5227/5232&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-5235&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;2) VICE-PRESIDENTE: Senador Cícero Lucena - PB: cicero.lucena@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.5800 5808&lt;br /&gt;Fax: 61) 3311.5809&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;3) FÁTIMA CLEIDE - RO: fatima.cleide@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2391 a 2397 Fax: (61) 3311-1882 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;4) PATRÍCIA SABOYA GOMES - CE: patricia@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2301/2302&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2865&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;5)  INÁCIO ARRUDA - CE: inacioarruda@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61)3311-5791 / (61)3311-5793 Fax: (61)3311-5798  Inácio Arruda&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;6) LEOMAR QUINTANILHA - TO: leomar@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2073 a 2078 Fax: (61) 3311-1773 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;7) GERALDO MESQUITA JÚNIOR - AC:  geraldo.mesquita@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1078/1278/1279 Fax: (61) 3311-3029&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;8) PAULO DUQUE - RJ: paulo.duque@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: 61- 3311.2431 a 2437 Fax: 61-3311.2736&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;9) WELLINGTON SALGADO DE OLIVEIRA - MG: wellington.salgado@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2244/2245 Fax: (61) 3311-1830&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;10) GILVAM BORGES - AP:  gilvamborges@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1717 1719 1720 Fax: (61) 3311-1723&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;11) CÉSAR BORGES - BA : cesarborges@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2212 a 2217&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2982&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;12) ELISEU RESENDE - MG:  eliseuresende@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.4621 / 4791&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311.2746&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13) ROMEU TUMA - SP:  romeu.tuma@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2051/2057 Fax: (61) 3311-2743 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;14)  JONAS PINHEIRO - MT:  jonaspinheiro@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2271/2272 Fax: (61) 3311-1647&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;15) ARTHUR VIRGILIO - AM: arthur.virgilio@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1413/1301 Fax: (61) 3311-1659 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;16) CRISTOVAM BUARQUE - DF: cristovam@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2281 Fax: (61) 3311-2874 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;17) JOSÉ NERY - PA :  josenery@senador.gov.br &lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2104 Fax: (61) 3311-1635&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;18) SERYS SLHESSARENKO - MT: serys@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2291/2292&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2721&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19) EDUARDO SUPLICY - SP: eduardo.suplicy@senador&lt;br /&gt;Tel: (61) 3311-3213/2817/2818&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2816&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20) SÉRGIO ZAMBIASI - RS: sergio.zambiasi@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1207/1607&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2944&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21) SIBÁ MACHADO - AC: siba@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2184 a 2189&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2859&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;22) IDELI SALVATTI - SC: ideli.salvatti@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2171/2172&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2880&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;23) MÃO SANTA - PI: maosanta@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2333/2335&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-5207&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24) ROMERO JUCÁ - RR: romero.juca@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: 311- 2111 a 2117&lt;br /&gt;Fax: (61) 311-1653&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;25) VALTER PEREIRA - MS: valterpereira@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2222/2224&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-1750&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;26) JARBAS VASCONCELOS - PE: jarbas.vasconcelos@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-3245&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311- 1977&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27) EDISON LOBÃO - MA: edison.lobao@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2311 a 2313&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2755&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;28) HERÁCLITO FORTES - PI: heraclito.fortes@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2131 a 2134&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2975&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;29) JAYME CAMPOS - MT: jayme.campos@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.4061 / (61) 3311.1048&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311.2973&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;30) MARIA DO CARMO ALVES - SE : maria.carmo@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1306/4055&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2878&lt;br /&gt;31) MÁRIO COUTO - PA: mario.couto@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-3050&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2958&lt;br /&gt;32) LÚCIA VÂNIA - GO: lucia.vania@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2035/2844&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2868&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;33) PAPALÉO PAES - AP:  papaleo@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-3253/3258/3262/3277&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-3293&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;34) FLÁVIO ARNS - PR: flavioarns@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311- 2402 a 2405 Fax: (61) 3311-1935 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;35) Magno Malta – ES: magnomalta@senador.gov&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-4161/5867&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-1656&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;36) Marcelo Crivella - RJ: crivella@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-5225/5730&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2211&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MODELOS DE CARTAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prezado (a) Senador (a): [(Colocar o nome do Senador (a)] PERSONALIZAR &lt;br /&gt;Assunto: PLC Nº. 122/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho por meio deste solicitar seu apoio, tendo vossa excelência como membro do Senado da República, CONTRA A PROVAÇÃO do Projeto de Lei 122/2006, que se  encontra na CDH e deverá ser votado em breve. A relatora do Projeto é a Senadora Fátima Cleide. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Sou contra a aprovação do PLC 122/2006, porque este, ao criminalizar toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, fere o direito fundamental que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social. A Constituição Federal garante a todos, como mandamento jurídico inviolável, o direito de se posicionar, a favor ou contrariamente, em relação a qualquer fato social ou comportamento humano. Vivemos sob a égide de um sistema constitucional que estabelece, ainda, como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil a construção de uma sociedade livre, justa e plural, sem espaço para qualquer tipo de discriminação, inclusive a religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque este cerceia o direito constitucional fundamental que temos de liberdade de consciência, crença e culto. Ao afirmarem que toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo – incluindo aqui sermões e textos bíblicos que se posicionam contra as práticas homossexuais – constitui-se em crime de homofobia – isto é, violência contra os homossexuais – o Projeto está a estabelecer no Brasil o mais terrível tipo de legislação penal, típica de Estados totalitários, os Crimes de Mera Opinião. Repudiamos, veementemente, tal tentativa de censura e limitação das liberdades individuais e coletivas, pois manifestar-se contrariamente – sem violência – a respeito de um comportamento nada mais é do que o exercício constitucional, legítimo e legal do direito de liberdade de consciência e crença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque a Constituição Federal nos afirma e estabelece que, ao contrário do que se quer realizar – isto é, tornar crime manifestações religiosas, filosóficas, científicas e políticas reprovando as práticas homossexuais – “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política” (CF, art. 5º, VIII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque tais proposições legislativas, por serem de natureza penal e não simplesmente civil, demonstra-nos que o objetivo não é combater a violência contra os homossexuais, mas sim impor tal condição a todos e torná-la imune de críticas ou de posicionamentos contrários. A idéia das proposições legislativas referidas não é conscientizar ou incluir; a idéia é “colocar na cadeia” qualquer do povo que seja contrário ao homossexualismo e manifesta essa sua posição moral e de consciência. Isso nos resta claro, tendo em vista os projetos de lei serem de natureza criminal. Se assim não o fosse, nós nos solidarizaríamos e apoiaríamos tal iniciativa legislativa, porque também somos contra toda e qualquer tipo de violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque entendemos que o nosso Ordenamento Jurídico – seja através da Constituição Federal, seja através das demais leis ordinárias ou complementares deste país, já contemplam as reivindicações de proteção que os adeptos do PLC 122/2006 busca implementar. Por exemplo, se qualquer cidadão sofrer contra si um ato de violência, seja ela física, psicológica ou moral, já temos leis penais suficientes para serem usadas num caso como esse. Por qual razão, então, se querer privilegiar, concedendo super-direitos, verdadeiros privilégios, a um grupo específico? Todos são iguais perante a lei! E se há necessidade de maior proteção a um grupo específico que se criem políticas públicas de atendimento e não leis penais que visam colocar o restante da sociedade na cadeia! &lt;br /&gt; .....................................................................................&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Grã-Bretanha está transformando o Cristianismo em crime&lt;br /&gt;http://www.gospelmais.com.br/noticias/2532/a-grabretanha-esta-transformando-o-cristianismo-em-crime.html &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;17 de Outubro de 2007 às 11:11:49 &lt;br /&gt;Quanto tempo levará até que o Cristianismo se torne ilegal na Grã-Bretanha? Essa não é mais uma questão inteiramente absurda ou ofensiva quanto poderia parecer. Um militante cristão evangélico, Stephen Green, foi preso e processado na semana passada sob a acusação de palavras ou comportamento ameaçador, abusivo ou insultuoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, qual foi o seu comportamento? Apenas tentar pacificamente distribuir folhetos em uma manifestação gay em Cardiff. E o que estava impresso naqueles folhetos que eram ameaçadores, abusivos ou insultuosos que poderiam atrair a plena força da Lei? Nada mais, nada menos que as palavras majestosas da Bíblia Edição King James, de 1611. &lt;br /&gt;O problema foi que eram passagens da Bíblia que falam da homossexualidade. Os panfletos também exortavam os homossexuais: "Deixem os seus pecados e serão salvos". Mas, para a imprensa secular da cultura dos direitos humanos, o único pecado é dizer que a homossexualidade é um pecado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Admitamos que o Sr. Green não seja alguém popular; outros cristãos podem considerá-lo um extremado. Mas a nossa sociedade agora está tão de cabeça para baixo que pelo fato de o mesmo ter sustentado uma crença fundamental do cristianismo, ele foi tratado como um criminoso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, ao mesmo tempo, a Polícia está ainda relutante em agir contra islamistas zelotas que, abusando da liberdade britânica, pregam o ódio e incitam contra o Ocidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preconceito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia é o código moral que sustenta a nossa civilização. Mas a lógica da ação da Polícia contra o Sr. Green seguramente nos leva à inescapável conclusão de que a Bíblia é em si mesma um "discurso odiento" e deve ser banida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este bizarro estado de coisas tem chegado a esse ponto graças a nossa cultura de direitos humanos, que automaticamente defende as minorias contra as maiorias. Como resultado ninguém pode tecer nenhum comentário negativo acerca de uma minoria sem que seja acusado de preconceito ou discriminação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema para o Cristianismo é que ele sustenta que a homossexualidade é errada. Isso, contudo não é mais permitido dizer porque se estaria referindo à prática de uma minoria como pecaminosa. Assim ninguém pode mais sustentar um princípio de sua própria fé sem ser acusado de preconceito. Esse dilema está presentemente desagregando a própria Igreja da Inglaterra. Mas está, também, invertendo a nossa própria noção de justiça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora Lynett Burrows recebeu uma advertência da polícia metropolitana meramente por sugerir que pessoas gays não seriam ideais como pais adotivos. O antigo líder do Conselho Mulçumano da Grã-Bretanha, Sir Ikbal Sacranie também sofreu o mesmo tratamento quando disse que a homossexualidade era perigosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar, neste último caso a acusação foi suavemente retirada. Se há uma coisa que apavora o nosso aparato policial ainda mais do que ser chamado de homofóbico é ser chamado de islamofóbico - mesmo que os fundamentalistas islâmicos sejam uma real ameaça aos direitos das pessoas gays. Se isso não fosse tão atemorizante, seria hilário. Os cristãos, em contraste recebem um tratamento muito diferente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos de criminalização &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um idoso pregador evangélico, Harry Hammond, foi considerado culpado de ofensa a ordem pública após ter carregado um pôster pedindo o fim da homossexualidade, da lesbianidade e da imoralidade. Embora ele tenha sido vítima de ataques físicos quando à multidão jogou detritos e água sobre ele, somente ele foi processado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Lancashire os aposentados Joe e Helen Roberts foram interrogados pela polícia durante 80 minutos acerca do seu ponto de vista "homofóbico" porque simplesmente tinham pedido a sua Câmara Municipal para expor literatura cristã nos mesmos prédios públicos onde se expunham panfletos pelos direitos dos gays. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atemorizar o Cristianismo está rapidamente se tornando o credo que não ousa dizer o seu nome. Isto está sendo elaborado a partir de um script nacional de ideologias que estão buscando promover o seu desaparecimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 10 de setembro, o prefeito de Londres Ken Livingstone disse em uma entrevista radiofônica que a Grã-Bretanha "não é mais um país cristão", porque as pessoas não vão mais à igreja. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As autoridades locais e os corpos governamentais estão sistematicamente atentando para riscar o Cristianismo de sua existência por se recusar a liberar verbas para grupos voluntários cristãos sob o argumento que ser cristão significa que eles não estão comprometidos com a "diversidade". &lt;br /&gt;Desse modo, o governo local e central tem-se recusado a continuar subsidiando o programa de treinamento vocacional do Centro Highfields Happy Hands, em Derbyshire, para jovens infratores e alunos expulsos de escolas, a despeito do seu impressionante sucesso, simplesmente porque ele é dirigido com um claro ethos cristão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aversão à palavra cristão &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara Municipal de Norfolk objetou a inclusão da palavra "cristão" nos estatutos da Casa Barnabé que abriga jovens sem-teto em Kingslynn, Norfolk. E a Corporação de Habitação, a maior financiadora da Associação Cristã de Moços de Ronfort, em Essex, que cuida de dezenas de jovens necessitados, objetou o fato de que apenas cristãos eram membros da diretoria - que significa, disseram, que a ACM não era capaz de "diversidade", embora ela seja aberta a pessoas de qualquer fé ou de nenhuma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A agenda da diversidade, em outras palavras, é uma justificativa para um ataque ao Cristianismo. E para culminar tudo isso nem sequer poderemos esperar apoio do futuro monarca na linha de sucessão, pois o Príncipe Charles disse que quando se tornar rei, não vai mais ser o Defensor da Fé, mas o "Defensor das Crenças". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Cristianismo ainda é a religião oficial desse país. Todas as suas instituições, a sua história, e sua cultura estão permeadas por ele; a Grã-Bretanha perderia sua identidade, seus valores, e sua coesão sem ele. Mas os direitos das minorias agora estão sendo contra ele como uma pedra destruidora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que começou como um recomendável desejo de se banir o ódio contra a minoria gay tem se metamorfoseado contra a maioria cristã. Comportamentos que eram previamente como transgressões morais às normas da Bíblia, estão agora, ao contrário, se tornando a norma - e os valores bíblicos estão sendo tratados como algo aquém de uma pálida aceitação de comportamento. Isso não é acidental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sagrada doutrina dos direitos humanos - que se explicita a si mesmo como sendo a religião para uma era sem Deus - é um meio pelo qual o secularismo está sistematicamente solapando as raízes cristãs da nossa civilização, sob o argumento que a religião é inerentemente obscura, preconceituosa e divisiva. O Cristianismo tem sido destronado como o credo governante desse país sob o argumento de que a igualdade requer status igual para as crenças minoritárias e o secularismo. Como resultado, ele está sendo marginalizado e transformado em não mais do que uma relíquia de curiosidade cultural. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofensivo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso é um processo diante do qual a Igreja da Inglaterra não tem estado mais de joelhos, mas seguindo a onda do colapso moral e cultural, de acordo com a doutrina do multiculturalismo - e ainda se perguntam porque as suas igrejas estão tão vazias, enquanto aquelas formadas por evangélicos determinados como o Sr. Stephen Green estão superlotadas até o teto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um resultado o Cristianismo está sendo progressivamente removido da esfera pública. Várias Câmaras têm banido o Natal sob o argumento de que ele é "demasiado cristão" e, em conseqüência, "ofensivo" às pessoas de outras crenças, e o estão substituindo por "festivais de inverno" sem conteúdo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse ataque ao Cristianismo não é algo que está acontecendo lá em Alice no País das Maravilhas. E não é apenas uma ameaça à liberdade de expressão e à liberdade religiosa. Ele é um ataque frontal à identidade nacional e aos valores desse país - e como tal irá destruir aquelas liberdades que o próprio Cristianismo criou". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Folha Cristã&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;LEIA OUTRAS NOTÍCIAS NO BLOG MOVIMENTO DE APOIO: http://movimentodeapoio.blogspot.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-6158916395460317290?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/6158916395460317290/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=6158916395460317290' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6158916395460317290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6158916395460317290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/plc-1222006-continua-manifesto-e-gr.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7418079660621426437</id><published>2007-10-27T09:14:00.000-07:00</published><updated>2007-10-27T09:19:07.171-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Fonte: http://roberto-cavalcanti.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia os artigos deste blog:    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Governo patrocina filme de apologia à prostituição... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais 4 ótimos artigos jurídicos sobre a "lei anti-... &lt;br /&gt;Parecer jurídico do PLC 122/2006 - a lei "anti-hom... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luiz Mott: Pedofilia já! 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Paulo Paim, Senadora Fátima Cleide, demais parlamentares, distintos debatedores e platéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Honrado pelo convite feito, mais uma vez para colaborar na discussão do tema relevante, ressalto que enfatizarei, apenas, o aspecto jurídico, constitucional e regimental de acordo com a boa técnica legislativa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurarei ser pontual aos tópicos do PL 122/2006, manifestando apenas o aspecto jurídico, sem nenhum juízo de valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira análise do referido PL, farei um histórico de sua tramitação na Câmara dos Deputados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história do projeto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- O Projeto de Lei 5001/01 de autoria da Dep. Iara Bernardi PT/SP apresentado em 7/8/2001, sendo designado relator o Dep. Bispo Rodrigues que devolveu sem manifestação em 18/12/2002, a matéria foi arquivada em fevereiro de 2003. Desarquivado no início da legislatura foi designado relator o Dep.Bonifácio de Andrada que devolveu sem manifestação em 24/03/2004. Depois designado novo relator o Dep. Aloysio Nunes Pereira que também devolveu sem manifestação. Em 17/03/05, foi designado o relator Deputado Luciano Zica que apresentou o parecer em nome da CCJC com substitutivo. Foram apensados o PL 5/2003 da própria Iara Bernardi, o PL 381/2003 do Dep. Maurício Rabelo, PL 3143/2004 da Dep. Laura Carneiro, o PL 3770/2004 do Dep. Eduardo Valverde e o PL 4243/04 do Dep. Edson Duarte. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- Por incrível que pareça não foram apresentadas emendas ao substitutivo, e a matéria foi aprovada sem maiores ressalvas na CCJC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3- Estranho ressaltar que no despacho inicial do então Presidente da Câmara dos Deputados Dep. Aécio Neves, não enviou projeto para a Comissão de Direitos Humanos como prevê o art. 32, XVI do Regimento Interno prejudicando a discussão do mérito, diferente do que faz agora o Senado. O PL iniciou já com flagrante desrespeito regimental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4- Em 20/04/2006 foi apresentado requerimento do líder do PFL Dep. Rodrigo Maia pedindo regime de urgência à matéria, que só foi apreciado 7 meses depois em Novembro de 2006, em plena quinta-feira, dia que normalmente não há votações de projetos polêmicos, e a matéria foi aprovada sem discussão e votação simbólica, sem nenhuma emenda de plenário nem destaques, sob protesto solitário do Dep. Pedro Ribeiro. Ao chegar ao Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na segunda audiência pública aqui no Senado apresentei 16 considerações sobre o texto do PL 122/2006 que foram entregues a Senadora Fátima Cleide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2- FERIMENTO DOS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso da Presidência da República, acarretará uma convulsão social sem precedentes em nosso país. Vejamos: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno ("manifestação de afetividade") (art. 7°), fato já previsto aos heterossexuais no Código Penal com penas menores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conduta de um sacerdote que, em uma homilia, tratar do assunto condenando poderá ser enquadrada no artigo 8°, ("ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica"). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno é prevista pena para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, as conseqüências acima não são o principal motivo pelo qual o PLC 122/2006 deve ser rejeitado. O cerne da questão não está nas perseguições que hão de vir caso a proposta seja convertida em lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é pela flagrante inconstitucionalidade e injuridicidade e má técnica legislativa conforme descreveremos:&lt;br /&gt;A prática do homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O toxicônomo, o bêbado e a prostituta têm direitos como pessoas, mas não por causa da toxicomania, embriaguez ou prostituição. Mas pelo simples fatos de serem pessoas!! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.1 DO PRINCÍPIO DA IGUALDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto, ao invés de mitigar preconceitos e discriminações (que seria o seu objetivo), contraditoriamente, labora em sentido diametralmente oposto. Uma vez retirado de seu texto o direito à não preterição (o que se traduz em igualdade), mas incriminando quem discorde de comportamentos que a franca maioria da sociedade brasileira não aceita, cria o preconceito de certa superioridade, de acordo com a linguagem utilizada, de alguns "gêneros" e discrimina essa mesma maioria ou quem adverse com esses modelos de conduta e pensamento. Não apenas fomenta, mas, efetivamente, erige uma classe, por assim dizer, de iguais, mais iguais que os demais (a franca maioria da população). Uma classe de brasileiros, mais brasileiros que a maioria dos demais brasileiros, além da perniciosa idéia de que a minoria, traduzidos em certos "gêneros", está e é mais certos que os outros, porquanto não admita qualquer tipo de contraste, pasmem-se, "de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica", ferindo o princípio da isonomia e de outras garantias constitucionais fundamentais, eis que o projeto de lei em discussão não admite a diversidade de pensamento e, nem no foro mais íntimo, de crença. A polícia, tanto ideológica, quanto à repressiva, serve, segundo o texto do projeto de lei, particularmente para a moral, a ética, a filosofia e a psicologia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura, cabe inquirir: o que se pretende com a inclusão da não discriminação quanto à orientação sexual, na Lei n.º7.716/89, que disciplina o preconceito de raça ou de cor ao invés de regulá-la em diploma autônomo, tal a proposição original? Equiparação da condição ou orientação sexual à raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional? Coroar os chamados crimes de homofobia de imprescritibilidade e inafiançabilidade, reservadas aos crimes de discriminação racial, chega a ser data vênia uma aberração jurídica a ser contestada por qualquer acadêmico de Direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação sexual de um indivíduo não quadra no conceito de raça, nem tampouco de cor, etnia, religião ou procedência nacional, a menos que se queira, por força de lei, impingi-las como tais à população brasileira. A condição homossexual não é raça, nem tampouco a bissexual é etnia ou o travestismo é religião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impede, de qualquer forma, deixar bem esclarecido que a orientação sexual quer heterossexual, quer de "gênero", não forma preconceito, mas conceito, porque diz respeito a comportamento. Coisa diversa é o preconceito, que não tem uma justificativa racional, independentemente de qualquer juízo de valor. Assim é o chamado preconceito de raça ou de cor: reputar alguém inábil ou incapaz para exercitar tal ou qual atividade, exclusivamente, em função de sua origem étnica ou da cor da sua pele. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equívoca, portanto, e absolutamente inadequada à inserção da matéria contra a discriminação da orientação sexual, na Lei n.º7.716/89, definidora dos crimes de preconceito de raça ou de cor, uma vez que de preconceito não se trata, mas de conceito formado de comportamentos, não cabendo aqui dizer se certos ou errados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.2 PRINCIPIO DA LEGALIDADE CONSTITUCIONAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Carta Política no art.5 º, XXXIX, reclama a clareza e objetividade dos tipos penais. Ao revés estar-se-ia dando margem à discricionariedade, por intermédio do uso de conceitos indeterminados e elásticos nos textos legais geram leis vazias, simbólicas, que tão-somente se destinam a colocar em cena a diligência na luta contra certas formas de criminalidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 PRINCÍPIO DA ISONOMIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que direciona a governabilidade do povo brasileiro é a isonomia, ou seja, todos são governados pela mesma lei, sendo todos iguais perante ela, assegurado como princípio constitucional. Os direitos que devem ser garantidos aos "gêneros" são aqueles mesmos que devem ser garantidos a todas as pessoas; e não, criar super direitos para tal ou qual grupo de pessoas, tornando-a imune a críticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inconstitucionalidade do PLC 122/2006 é patente e manifesta, pois nele estão inseridos artigos (8º A e 8º B) que, na realidade, procuram conferir aos chamados "gêneros" maiores direitos e melhores condições de tratamento do que aqueles dispensados ao povo brasileiro de um modo geral, conforme determinam os princípios constitucionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.3 LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É livre a manifestação de pensamento (art. 5º, IV CF), inviolável a liberdade de consciência (art. 5º, VI CF), do mesmo modo que são invioláveis a intimidade, a honra, a imagem e a vida privada das pessoas (art. 5º, X CF). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Artigo 8° do PLC 122/06, que altera o art. 20 da Lei 7716/89, pela redação aprovada, é crime praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de orientação sexual e identidade de gênero. O disposto no art. 20 engloba a prática de qualquer tipo de ação capaz de produzir algum constrangimento de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. Com tal legislação o Brasil estaria instituindo o chamado delito de opinião, o que é inadmissível. É a face mais horrenda do totalitarismo: o Estado decretando uma suposta "verdade absoluta" – e qualquer proibição ou oposição a esse corolário de "verdade" (é passível de prisão), nada importando que a oposição seja de cunho moral, ético, filosófico ou religioso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.4 LIBERDADE DE LIVRE EXPRESSÃO DO PENSAMENTO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao pretender a livre expressão e manifestação de afetividade em geral em locais públicos ou privados abertos ao público, o projeto em tela está contrariando a Constituição Federal e os mais elementares princípios de moralidade e de pudor público, que são bens jurídicos protegidos e tutelados pela lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sujeito ativo desta ação pode ser qualquer pessoa, independente do sexo, enquanto que o sujeito passivo é a coletividade. A ação tipificada é praticar ato obsceno, isto é, ato que ofenda o pudor público, objetivamente, considerando- se o sentimento comum vigente no meio social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referido projeto de lei viola frontalmente os princípios de liberdade de pensamento e a liberdade religiosa previstos na Constituição Federal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem os Senhores, terem que aceitar, por exemplo, a demonstração de afetividade homossexual, que se apresente exagerada até mesmo para os padrões heterossexuais, dentro de uma Igreja, de um hospital, de um metrô, praças e vias públicas por onde circulam nossas famílias, especialmente crianças e adolescentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.5 PRINCÍPIO DA ISONOMIA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que direciona a governabilidade do povo brasileiro é a isonomia, ou seja, todos são governados pela mesma lei, sendo todos iguais perante ela, assegurada como princípio constitucional. Os direitos que devem ser garantidos aos "gêneros" são aqueles mesmos que devem ser garantidos a todas as pessoas; e não, criar super direitos para tal ou qual grupo de pessoas, tornando-a imune a críticas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inconstitucionalidade do PLC 122/2006 é patente e manifesta, pois nele estão inseridos artigos (8º A e 8º B) que, na realidade, procuram conferir aos chamados "gêneros" maiores direitos e melhores condições de tratamento do que aqueles dispensados ao povo brasileiro de um modo geral, conforme determinam os princípios constitucionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.6 PRINCÍPIO DA PESSOALIDADE DA PENA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impedimento de ingresso de uma pessoa determinada em certo estabelecimento, em razão da discriminação, levará à suspensão de suas atividades e vedação a benefícios tributários, o que resultará em prejuízos para o restante da coletividade, que também será penalizada pela paralisação das atividades empresariais, mormente se se tratarem de serviços públicos, como pretende o parágrafo 2º do dispositivo do projeto de lei. Os empregados correm risco de perder seus empregos, consumidores deixarão de ter à disposição determinado produto ou serviço e o próprio mercado, que poderá ser atingido o caráter concorrencial, violando outrossim o PRINCÍPIO DA LIBERDADE DE INICIATIVA, previsto texto constitucional, que visa resguardar o livre funcionamento dos mercados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.7 PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE DO SERVIÇO PÚBLICO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Direito Penal Democrático como ensina Prof.Fernando Paulo Capez, Curso de Direito Penal, Vol. 1, não pode conceber uma incriminação que traga mais temor, mais ônus, mais limitação social do que benefício à coletividade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, fogem ao bom senso os efeitos anexos da condenação previstos nos incisos IV, V e principalmente do parágrafo 2º, do art. 8º, que tratam da extinção do contrato de concessão e permissão de serviço público, o que violaria o princípio da continuidade do serviço público, mesmo em existindo o instrumento da ocupação, dado o ônus que terá de ser suportado pela Administração Pública, em face de uma conduta pontual, contra a qual se afigura suficiente a aplicação de sanção privativa de liberdade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.8 DIREITO À EDUCAÇÃO DOS FILHOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O art. 227, da Constituição Federal, assegura à criança e ao adolescente o direito à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito prescreve o Art. 1634 incisos I e VII do Código Civil Brasileiro in verbis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 1634 – Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;I – dirigir-lhes a criação e educação;&lt;br /&gt;............ ......... ......... ......... ......... .&lt;br /&gt;VII – exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e condição....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez concedida a "liberdade" pretendida pelo PLC 122/06, fica a pergunta – De que forma os pais poderão cumprir o que lhes é determinado pela Legislação Vigente? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Estatuto da Criança e do Adolescente prevê a doutrina da proteção integral, baseada no reconhecimento de direitos especiais e específicos de todas as crianças e adolescentes, decorrentes da condição peculiar de pessoas em desenvolvimento, em consonância com a Convenção sobre os Direitos da Criança, adotada pela Assembléia Geral das Nações Unidas, em 20.11.1989, e assinada pelo Governo Brasileiro em 26.01.1990, cujo texto foi aprovado pelo Decreto Legislativo n.º28, de 14.09.1990 e promulgado pelo Decreto Presidencial n.º 99.710, de 21.11.1990, de acordo com o que dispõe os artigos 227 a 229. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este diploma legal prescreve em seus artigos 5º, 17 e 18:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 5º - Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 17 – O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 18 – É dever de todos velar pela dignidade da criança ou adolescente, PONDO-OS A SALVO de qualquer tratamento desumano, violento, aterrorizante, VEXATÓRIO OU CONSTRANGEDOR. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se vê, a obrigatoriedade de por a salvo as crianças e adolescentes de qualquer tratamento vexatório ou constrangedor, entre outros, está estampada na Lei e em nossa Carta Magna, que não podem e não devem ser contrariadas com a abertura de precedentes a uma classe de pessoas, que, sob o escudo da palavra "preconceito", pretende na realidade é que seus hábitos, tidos como excepcionais à vida normal, sejam pacificamente aceitos por uma sociedade norteada pelos bons costumes. Na verdade, o que querem com este projeto, que é em todos os seus termos uma aberração legislativa, é a evidência e obtenção de privilégios, sobrepondo a dignidade, deveres e direitos da sociedade brasileira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.9 DIREITO DE PROPRIEDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não menos inconveniente é a pretensão contida no Artigo 7º-A, neste, onde também quer impor pena de prisão àquele a quem é garantido o direito de propriedade, conforme dispõe o artigo 5º, inciso XXII, da Constituição Federal. O proprietário de um imóvel ser obrigado a locá-lo, tendo em vista exclusivamente a orientação sexual da pessoa que se apresenta como interessada na locação, ainda que em detrimento de comezinhas normas comerciais (renda, garantia, cadastro, etc.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe o Artigo 1228, § 2º, do Código Civil Brasileiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 1228 – O proprietário tem a faculdade de usar, gozar e dispor da coisa, e o direito de reavê-la do poder de quem quer que injustamente a possua ou detenha. &lt;br /&gt;§ 1º........... ......... ......... ......... .....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;§ 2º São defesos os atos que não trazem ao proprietário qualquer comodidade, ou utilidade, e sejam animados pela intenção de prejudicar outrem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigo 2035........ .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parágrafo Único – Nenhuma convenção prevalecerá se contrariar preceitos de ordem pública, tais como os estabelecidos por este Código para assegurar a função social da propriedade e dos contratos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2.10 LIBERDADE DE RELIGIÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre de Moraes, douto constitucionalista, em sua obra Direito Constitucional, 17ª edição. O seguinte, literis: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A conquista constitucional da liberdade religiosa é verdadeira consagração de maturidade de um povo, pois, como salientado por Themístocles Brandão Cavalcanti, é ela verdadeiro desdobramento da liberdade de pensamento e manifestação....... O constrangimento à pessoa humana de forma a renunciar a fé representa o desrespeito à diversidade democrática de idéias, filosofias e a própria diversidade espiritual ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ONU na célebre Declaração Universal dos Direitos Humanos, assim dispôs:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 18 "Todo homem tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância isolada ou coletivamente, em público ou em particular ".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As manifestações relativas à religiosidade atuam não somente com relação ao pensamento, mas também quanto à liberdade de culto e divulgação de suas idéias, comportamento social e administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição assevera a liberdade de consciência e de crença bem como a proteção aos locais de culto e liturgias, considerado o rito, doutrina e os dogmas. A propósito da entrada em vigor do Código Civil, o texto discute a proibição de estabelecer normas que tenham como conteúdo restrição ou supressão a direitos constitucionalmente estabelecidos e a realidade do ordenamento jurídico no Brasil, no que se refere ao direito à liberdade religiosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto do projeto avilta em alguns artigos a liberdade de expressão de presbíteros em proclamar aquilo que crêem e professam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art.5 º. Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo -se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: &lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;VI –é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias; [...]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - DA MÁ TÉCNICA LEGISLATIVA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ementa do PL trata da definição dos crimes em caso de discriminação. Percebemos, no texto do projeto, que, em vários artigos, não há a manifestação clara da conduta penal, na Lei Complementar nº 95 de 1988, que dispõe sobre a boa técnica legislativa define, claramente, que o primeiro artigo da lei deve conter de maneira inequívoca, o rol de crimes e as sanções previstas, oferecendo sua significação, fixando condutas, tornando conhecido o que diz o texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No art. 2º falta o conceito de definição do tipo penal, já no art. 4º não elenca se o agente agirá por ação ou omissão, ou falta esclarecer em que circunstâncias e hipóteses ocorrerão à proibição da ação no 8º- B. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multa preceituada no inciso V, de 10 mil UFIR é equivocada já que ela foi extinta em decorrência do §3º do Art. 29 da Medida Provisória 2095-76, portanto deve o texto referir-se a unidade atual de valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No art. 20 parágrafo segundo in fine, há uma sofrível redação, já que a expressão Brasil refere-se ao espaço geográfico. O melhor é a República Federativa do Brasil, que é o nome oficial do Estado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 - FERIMENTO DE INJURIDICIDADE NOS ASPECTOS PENAIS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista estritamente penal, o PL 122/06 que tipifica como crime algumas condutas tidas como discriminatórias, destaca-se pela grande generalidade na tipificação das normas penais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale destacar a utilização de termos vagos e ambíguos, para definir os diversos tipos penais previstos já na ementa do Projeto e no seu art. 1º, por exemplo, prevê que "Esta Lei altera a Lei (...) definindo os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o que exatamente significa isso? Para os militantes da causa são conceitos amplamente conhecidos, mas no Direito Penal, aprende-se que a norma penal não pode se valer de termos vagos, ambíguos ou imprecisos, uma vez que a conduta prevista na norma deve se encaixar como uma luva na conduta praticada pelo agente e o bem juridicamente protegido deve ser reconhecido, sob pena de se estabelecer a opressão do cidadão frente aos interesses do Estado ou de seus agentes. Sendo assim, como é que se pode incriminar alguém por preconceito de "gênero" ou crime contra a "identidade de gênero" se o juiz ou tribunal não sabe exatamente o que isso significa? Isso pode gerar inúmeras interpretações, dificultando a própria aplicação da lei, o que fará uma pessoa ser enquadrada no tipo penal em razão de uma simples interpretação subjetiva de quem acusa ou julga, o que é absolutamente inadmissível no direito penal. O próprio policial, ao abordar um suspeito homossexual, pode ter sua atitude interpretada como discriminatória. Vão dizer: "isso é preconceito de gênero, pois, o policial só abordou o cidadão porque ele é homossexual". Tudo isso, porque não há uma definição legal do que possa ser "gênero" ou "identidade de gênero". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Professor Damásio de Jesus páginas 478 e 479 Livro de Direito Penal, lembra com muita prudência o fato que motivou o legislador a inovar na modalidade delituosa da injúria, pois chamar alguém de "japinha"; "baianão", "libanesinho", desde que com animus injuriandi referente à raça, cor etnia, religião ou origem, sujeita o agente à pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa. Portanto, crimes que são mais graves como aborto art. 124 tem pena mais branda. Então, vejamos o disparate da projeto de lei, se alguém ofender um homossexual a pena será de 2 a 5 anos de reclusão , se matá-lo culposamente detenção de 1 a 3 anos sendo afiançável. Outro dado comparativo, se alguém der um tapa numa lésbica lesão corporal simples 3 meses a 1 ano ou multa, se xingá-la 1 a 3 anos ou multa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5- DA DESPROPORCIONALIDAD E DAS PENAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Direito Penal zela pela luta em favor do bem geral, deve ser parcimonioso, adequado e sempre de bom senso, tendo como base o princípio da intervenção mínima e da proporcionalidade. Em relação às penas cominadas aos tipos penais, estas se mostram excessivas. Outro ponto crucial do PL é a absoluta desproporcionalidade no tocante às penas. Imaginemos que um homicídio culposo pode acarretar pena máxima de 03 anos ao agente. No caso de uma lesão corporal dolosa, ou seja, com a inequívoca vontade de agredir, o criminoso pode pegar de 03 três meses a 1 ano de prisão. Contudo, se o mencionado PL for aprovado, a simples manifestação pública de discordância com o homossexualismo, ainda que de forma puramente filosófica ou científica, pode ensejar pena de 02 a 05 anos e multa! Ou seja, por exemplo, aplicar uma surra no homossexual à pena é menor do que simplesmente dizer que não concorda com o homossexualismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há um excesso na aplicação de penas secundárias. Não bastasse ser preso por simplesmente manifestar uma opinião contrária ao homossexualismo, o cidadão pode ter sua atividade empresarial fechada por até 3 meses, ter o crédito negado, ser impedido de participar de concorrência pública, sofrer imposição de multa ou mesmo ser exonerado de função pública que exerce (art. 8º). Tudo isso por exercer um direito constitucionalmente assegurado, que é o da livre manifestação do pensamento! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por fim, deve-se lembrar que o Direito penal é a "ultima ratio" vale dizer, só deve ser chamado a agir quando estiver em risco bens jurídicos de altíssima relevância e cuja proteção não possa ser garantida por outros ramos do direito. No caso em tela, a honra, a dignidade, a integridade e a liberdade sexual dos homossexuais já são plenamente tuteladas, e a violação aos seus direitos já acarretam conseqüências ao infrator, sendo eficazmente reprimida por sanções administrativas ou civis. Assim, a sanção penal é desnecessária e, por isso, abusiva. Nota-se que o que se pretende com o chamado projeto de lei da homofobia não é garantir direitos, mas sim dar aos homossexuais mais direitos do que já têm. É certo que os homossexuais devem ter sua dignidade e seus direitos respeitados, não em razão de sua orientação sexual, mas por serem cidadãos; e isso já é garantido pela lei. Mas o PL 122/06 transforma os homossexuais em uma classe de privilegiados, sendo o Direito Penal seu instrumento de opressão, o que é inadmissível face ao principio da isonomia previsto na Constituição Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro tópico é a chamada "demonstração de afeto", (Art. 8º), pois o termo, assim como foi formulado, poderia abranger uma variedade de comportamentos que vão do menos ao mais obsceno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isso, um tipo de comportamento "obsceno" em lugar público, poderia ofender qualquer pessoa, seja que se trate de um ato "homossexual" ou "heterossexual". "Nem os heterossexuais possuem direito irrestrito de demonstrar afeto em público" (KRAUSE, Paul Medeiros. Jus Navigandi, Teresina, ano 11, n.1269, 22 dez.2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A "redação do artigo 4-A ' Praticar o empregador ou seu preposto ato de dispensa direta ou indireta', falta à explicação e a definição do tipo penal: por ação ou por omissão? "Deve ser feita a ressalva de que, por justa causa, pode ser dispensado do emprego a qualquer momento, senão criaremos uma nova figura jurídica da "vitaliciedade trabalhista por conduta sexual". Constato que a penalidade aplicada foge às regras da dosiometria penal, por exemplo, a pena de infanticídio, que é de 2 a 6 anos de reclusão ou, ainda, o crime de redução análoga a trabalho escravo, cuja a pena é de 2 a 8 anos, creio que a pena sugerida mínima também de 2 anos afronta o princípio da razoabilidade e o de proporcionalidade, lembrando que, em nenhum momento, é utilizada a expressão "injustamente" ou "sem justa causa". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No art. 16, I, que trata dos efeitos da condenação, está colocada de maneira genérica, no Regime Jurídico dos Servidores, na Lei 8112/90, no art. 132, elencam-se os casos de pena de demissão: improbidade administrativa, aplicação irregular do dinheiro público, dilapidação do patrimônio público e corrupção. Já, no art. 117, prevê-se o recebimento de propina, de presentes ou de vantagens (casos plenamente graves e repugnantes). Equipá-los-á aos crimes de discriminação não é muito sensato. A lei prevê advertência , suspensão temporária e, como pena mais grave, a demissão. Por analogia , o mesmo deve ser aplicado aqui . Além disso, tal pena não será aplicada ao empregado privado e não estará discriminando o servidor público com penas tão altas? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Art. 16, VI: suspender a atividade laboral de uma empresa por três meses é estender a pena à sua família e aos seus dependentes. Um cidadão, dono de um pequeno negócio num açougue, por exemplo, sua família será condenada também pelo fechamento do estabelecimento? Passarão por privações por isso? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No artigo 20-A, III parece-nos que falta a legitimidade, para agir e a capacidade postulatória de entidades, para ajuizarem ações penais ou administrativas. O mais razoável seria o representante do parquet, como fiscal da lei, fazê-lo, em analogia aos casos com crianças, com adolescentes e com os portadores de necessidades especiais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo 20, parágrafo 5º, como foi observado pelo ínclito jurista Célio Borja, ex-Ministro do STF e Presidente da Câmara dos Deputados, em artigo publicado em 15 de março, mostrou que os juízos morais, os filosóficos ou os psicológicos já não podem ser externados, embora, contrariando frontalmente o escopo constitucional, temos, então, o impedimento dos pais de educarem seus filhos, de acordo com o que entendem ser o comportamento mais adequado e, socialmente, próprio. Diz o renomado jurista que o texto do substitutivo "para os fins de interpretação e aplicação da lei, serão observados, sempre que forem mais benéficas, em favor da luta anti-discriminatória, as diretrizes traçadas pelas Cortes Internacionais de Direitos Humanos, devidamente reconhecidas pelo Brasil. Ora, nenhuma lei pode incitar ou compelir pessoas a se engajarem em qualquer tipo de luta, a não ser a guerra externa e declarada". Ocorre , então, um conflito, pois as normas de Direito interno e internacional são reguladas pela Constituição, não sendo objeto de lei ordinária. Outro aspecto é a ressalva de que muitos tratados internacionais cabem adendos quando da sua aprovação do decreto legislativo pelo Congresso, o que não foi citado no texto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos argumentos mais usados para defender a criação de leis contra a "homofobia" é a questão dos homossexuais assassinados. Ninguém é a favor de assassinatos e todos são a favor de leis para impedir assassinatos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro projeto de lei poderia ser alterado diretamente o art. 129 (lesão corporal) e o art. 121 (homicídio) do Código Penal, para incluir neles a motivação em razão de orientação sexual.&lt;br /&gt;Desse modo, não se pode conceber que crimes que teoricamente seriam de maior gravidade, a exemplo do homicídio culposo, do aborto (art. 124), do infanticídio, da lesão corporal, o legislador tenha cominado penas mais brandas. Admitir-se a aprovação da norma da maneira como está enfocada, seria entender proporcional, a título demonstrativo, que uma pessoa que simplesmente impeça a entrada de um homossexual em um restaurante receba pena mais severa do que uma pessoa que lhe bata na cara. Ou, ainda, quem vier a matar culposamente um homossexual teria pena mais branda do que aquele que impedisse um gesto de carinho entre homossexuais em local público. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PLC considera que MATAR UM SER HUMANO, inclusive homossexual, merece pena mais branda que discriminá-lo? Isto é muito sério! A discriminação apontada neste PLC é mais séria do que o homicídio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Dr. Miguel Guskow ex-Subprocurador Geral da República comenta que o PL 122 viola os princípios de liberdade de iniciativa, e faz referência ao autor Fernando Capez: "Um Direito Penal Democrático não pode conceber uma incriminação que traga mais temor, mais ônus, mais limitação social do que benefício à coletividade". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o Dr. Miguel Guskow conclui que o legislador do PLC 122/2006 cometeu o equívoco do malferimento dos princípios da legalidade penal no aspecto Lex certa e da proporcionalidade.&lt;br /&gt;O Art. 4 º, por sua vez, trata da vedação à dispensa direta ou indireta, em função da discriminação, o que, se não corrigido, pode ensejar contradições na interpretação da norma, criando a figura da estabilidade e vitaliciedade em virtude orientação sexual. A única hipótese em que poderia considerar-se haver o dolo específico do empregador na demissão do empregado, em face do preconceito, seria a dispensa direta sem justa causa. A justa causa condiz sempre com uma hipótese de demissão terminante, já autorizada por lei. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No direito trabalhista a liberdade de contratação de uma empresa não empregar uma pessoa que vivencia a homossexualidade, por exemplo, pode ser acusada de não fazê-lo devido a sua orientação sexual. Demitir alguém que esteja homossexual também pode ser enquadrado sob a mesma alegação. Isto poderá levar pessoas a se passarem por homossexuais para conseguirem a vitaliciedade nos empregos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a aprovação deste PLC, professores, colegas de trabalho poderão ser prejudicados e os servidores públicos poderão perder os seus empregos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6 - DO PARECER: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo exposto, e por tudo o mais do que foi relatado nosso parecer é pela inconstitucionalidade, injuridicidade e má técnica legislativa, sem análise do mérito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasília, 23 de maio de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Paulo Fernando Melo da Costa&lt;br /&gt;Melo Advogados Associados&lt;br /&gt;Brasília – DF&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1779588581220420556?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1779588581220420556/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1779588581220420556' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1779588581220420556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1779588581220420556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/parecer-jurdico-do-plc-1222006-lei-anti.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-2516645686941466428</id><published>2007-10-27T09:10:00.000-07:00</published><updated>2007-10-27T09:11:08.450-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Campanha com "bebê gay" gera polêmica na Itália&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma campanha institucional contra a discriminação sexual que mostra a imagem de um recém-nascido com uma pulseira de identificação onde, em lugar do nome, se lê "homossexual" reabriu na Itália o debate sobre a ética na publicidade.&lt;br /&gt;A região da Toscana é a responsável pela campanha, patrocinada pelo Ministério de Igualdade de Oportunidades, e que recebeu o apoio de associações de homossexuais e parte da esquerda, assim como críticas dos conservadores, que a consideram "horrorosa".&lt;br /&gt;A fotografia, cedida gratuitamente pela fundação canadense Emergence, aparecerá em outdoors e postais da região sob o lema "A orientação sexual não é uma escolha".&lt;br /&gt;Esta também será a imagem de um evento contra a discriminação sexual que será realizado em Florença, capital da região, nos dias 26 e 27, dentro um festival de criatividade.&lt;br /&gt;A ministra de Igualdade de Oportunidades, Barbara Pollastrini comparecerá ao festival, no qual também estará o fotógrafo italiano Oliviero Toscani, que, dias atrás, levantou polêmica com uma campanha publicitária contra a anorexia que mostrava uma modelo nua e que sofre da doença.&lt;br /&gt;O responsável regional que escolheu a imagem, Agostino Fragai, explicou hoje ao jornal Corriere della Sera que a campanha não pretende entrar na origem do homossexualismo, mas ressaltar que ele "não é um vício e, por isso, não deve ser condenado, marginalizado ou pior ainda, perseguido".&lt;br /&gt;O presidente da associação homossexual italiana Arcigay, Aurelio Mancuso, disse que a campanha está "totalmente na vanguarda" na defesa dos direitos dos gays e afirmou que a Itália deveria "se adequar" à visão da Toscana sobre o assunto.&lt;br /&gt;A imagem do bebê também tem opositores, como o líder da conservadora União de Democratas Cristãos na Câmara Baixa, Luca Volonté, que classificou a campanha de "horrorosa".&lt;br /&gt;Para Volonté, "utilizar recém-nascidos para dar a idéia de que os impulsos homossexuais são uma característica inata das crianças é uma desculpa vergonhosa do ponto de vista científico, político e social".&lt;br /&gt;O partido de Silvio Berlusconi, o Forza Italia, disse à imprensa local que "para afirmar um modelo alternativo de sociedade, na qual domina a indeterminação sexual, a região Toscana não vacila em utilizar um recém-nascido de forma instrumental e ideológica". &lt;br /&gt;EFE &lt;br /&gt;Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.&lt;br /&gt;function abre(url,janela,larg,alt,scroll){ if (!scroll) { scroll='auto' } window.open(url,janela,"toolbar=no,location=no,directories=no,status=no,menubar=no,scrollbars="+scroll+",resizable=no,copyhistory=no,width="+larg+",height="+alt); } &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Recém-nascido usa uma pulseira em que se lê: "homosseuxual" &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sexta-feira, 13 de Julho de 2007&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-2516645686941466428?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/2516645686941466428/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=2516645686941466428' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2516645686941466428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2516645686941466428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/campanha-com-beb-gay-gera-polmica-na.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-5196459852000242241</id><published>2007-10-27T09:08:00.000-07:00</published><updated>2007-10-27T09:10:00.366-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Para que pedir desculpas?&lt;br /&gt;Os cristãos estão confundindo ser humilde com ser fraco&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tristan Emmanuel&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Esta semana foi de modo particular uma semana ruim para o Cristianismo na América do Norte.&lt;br /&gt;Os tapados covardes se manifestaram publicamente aos montes, fazendo pedidos de desculpas por coisas que não eram para eles pedir desculpas e por de modo geral baterem em retirada da guerra cultural. &lt;br /&gt;O primeiro exemplo de covardia veio do arcebispo católico de San Franciso. No domingo passado, o arcebispo George Niederauer estava celebrando missa na Igreja do Santíssimo Redentor. Os membros que estavam comungando haviam feito fila para participar. Então entraram na fila dois caras vestidos com roupas de freira. Ficou logo evidente que eles eram membros do grupo militante “Irmãs do Vício Perpétuo” — um grupo de ativistas gays cujo lema é: “Vá em frente e peque mais”.&lt;br /&gt;Os espectadores devotos ficaram imóveis e impotentes enquanto os dois homens permaneciam na fila. Eles até deram um no outro um beijo de deboche antes de receber a hóstia do arcebispo.&lt;br /&gt;A intrusão foi tão rude que o promotor público municipal de San Francisco — uma cidade famosa por não ter simpatia alguma para com o Cristianismo — indicou que ele estaria disposto a iniciar um processo. Mas o arcebispo recusou processar. Aliás, ele não só recusou a assistência, mas nem mesmo emitiu uma nota condenando o ultraje.&lt;br /&gt;Em vez disso, o arcebispo fez um pedido de desculpas.&lt;br /&gt;Não é brincadeira, não.&lt;br /&gt;Ele pediu desculpas à sua congregação porque ele alega que não percebeu quem eram os homens, embora assistindo-se ao vídeo online seja difícil entender como ele conseguiria ter confundido os militantes com outra coisa qualquer.&lt;br /&gt;O segundo incidente desta semana envolve Ann Coulter e a legião de comentaristas “conservadores” covardes que “bravamente” ecoaram manifestações dos liberais condenando-a.&lt;br /&gt;Se você não teve oportunidade de assistir, Ann Coulter estava num programa de entrevista de TV na semana passada, e o apresentador lhe perguntou como seria para ela o país ideal. Entre outras coisas, Coulter disse que seria habitado por cristãos. Quando o apresentador lhe perguntou acerca da inclusão dos americanos judeus, Coulter disse que eles precisavam “se aperfeiçoar” se tornando cristãos.&lt;br /&gt;Barbara Simpson, que escreve na coluna “Babe in the Bunker” de WND, respondeu dizendo que o comentário de Coulter a tornou pior do que um liberal. Ela escreveu: “Com amigos como ela, quem precisa de inimigos?”&lt;br /&gt;Por que motivo Simpson confrontou Coulter? Porque Ann crê que os judeus só podem ir para o céu se crerem que “Cristo morreu por nossos pecados”. Em outras palavras, Coulter crê no Cristianismo básico.&lt;br /&gt;Simpson disse: “Com toda a sua formação educacional e experiência nos meios de comunicação, Ann Coulter se mostra uma cristã santarrona, de mente estreita, do pior tipo”.&lt;br /&gt;Ao que tudo indica, certos “conservadores” não acham admissível expressar publicamente a convicção de que a razão está com a espiritualidade que seguimos. Porque, de acordo com Simpson, essa noção dá “uma péssima fama a todos os cristãos e católicos equilibrados e cultos”.&lt;br /&gt;Mas em minha avaliação o pior tipo de covardia nesta semana foi um pedido de desculpas que Mocidade para Cristo fez para uma escola em Willmar, em Minnesota.&lt;br /&gt;MPC havia recebido solicitação para providenciar uma palestrante para a assembléia de uma escola secundária. A palestrante veio a ser Tina Marie, escritora, atriz e — imaginem isso — cristã. Entre outras coisas, Marie disse aos estudantes que quase “metade de sua geração” se perdeu para o aborto. Ela também compartilhou que a maioria das músicas, filmes e revistas de adolescentes diz mentiras acerca da promiscuidade e homossexualidade.&lt;br /&gt;O representante de MPC Bob Poe disse que os comentários de Marie podiam ser interpretados como ofensivos.&lt;br /&gt;“A questão… era que a palestrante indicou uma posição pró-vida na questão do aborto, e na questão da homossexualidade ela poderia ser interpretada como antigay”.&lt;br /&gt;Por isso, ele fez um pedido de desculpas à escola.&lt;br /&gt;Com toda essa onda de pedidos de desculpas, sinto-me compelido a fazer meu próprio pedido de desculpas.&lt;br /&gt;Peço desculpas porque a maioria dos cristãos não sabe discernir entre ser humilde e ser fraco. &lt;br /&gt;Peço desculpas porque confundimos virtudes como compaixão com motivações inferiores como covardia.&lt;br /&gt;Peço desculpas porque os ativistas gays podem debochar de ritos cristãos sagrados na presença de cristãos devotos, enquanto todos nós sabemos muito bem que eles não escapariam com vida se tentassem as mesmas façanhas pervertidas em alguma mesquita.&lt;br /&gt;Peço desculpas porque alguns “conservadores” sentem que precisam empilhar condenações em cima de Ann Coulter simplesmente porque eles não gostam do estilo dela, ou porque ela teve a coragem de dizer o que a Igreja Cristã vem dizendo por mais de 2.000 anos.&lt;br /&gt;E peço desculpas profundas por impostores como Bob Poe, que alegam falar no nome do “Cristianismo” quando realmente são uma vergonha para a fé cristã. Para que pedir desculpas porque alguém teve a coragem de se levantar e dar exatamente o tipo de mensagem que os adolescentes precisam ouvir hoje?&lt;br /&gt;Peço desculpas, sim.&lt;br /&gt;Em vez de defenderem e avançarem um Cristianismo coerente, um número grande de líderes “cristãos” está tornando o problema muito pior.&lt;br /&gt;Estou convencido de que o problema não é que os liberais seculares têm uma estratégia brilhante para “assumir o controle da sociedade”.&lt;br /&gt;Não, os secularistas não estão ganhando o combate.&lt;br /&gt;Os cristãos é que estão perdendo o combate propositadamente.&lt;br /&gt;Os cristãos é que estão descansando.&lt;br /&gt;Os cristãos é que estão se entregando.&lt;br /&gt;E os cristãos são culpados de atirar em sua própria espécie — criticando e atacando o número muito pequeno de cristãos que estão combatendo o bom combate.&lt;br /&gt;Por isso, quero fazer meu pedido de desculpas.&lt;br /&gt;A todos os secularistas da América do Norte:&lt;br /&gt;Em nome dos muitos cristãos covardes, peço desculpas.&lt;br /&gt;Peço desculpas porque vocês não têm suficientes oponentes dignos do combate.&lt;br /&gt;Peço desculpas porque Ann Coulter geralmente tem de fazer tudo sozinha.&lt;br /&gt;Peço desculpas, e prometo que farei mais para combater o bom combate.&lt;br /&gt;Peço desculpas de coração.&lt;br /&gt;E já que estamos no assunto de os cristãos não serem covardes, aproveito para dizer que os muçulmanos precisam também se converter para Cristo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Tristan Emmanuel fundou e é presidente do ECP Centre — Equipping Christians for the Public-Square. Ele apresenta “No Apologies”, um programa online de rádio semanal dedicado a ilustrar o absurdo das idéias politicamente corretas, e é autor dos livros “Christophobia: The Real Reason Behind Hate Crime Legislation”e “Warned: Canada’s Revolution Against Faith, Family and Freedom Threatens America”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: WND&lt;br /&gt;...........................................................................................................&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-5196459852000242241?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/5196459852000242241/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=5196459852000242241' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5196459852000242241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5196459852000242241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/para-que-pedir-desculpas-os-cristos.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-1412691043056379208</id><published>2007-10-27T09:06:00.000-07:00</published><updated>2007-10-27T09:08:20.590-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>LEI DA MORDAÇA GAY JÁ FOI APROVADA NO ESTADO DE SÃO PAULO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assunto: Lei Estadual 10.948/01, lei ‘anti-homofóbica’ do Estado de São Paulo. Autor: deputado Renato Simões, do PT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimados amigos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enquanto estamos lutando para que projetos anti-homofobia não sejam aprovados, nem percebemos que o movimento homossexual já conquistou importantes avanços. Leis anti-homofobia já foram aprovadas sem que ninguém alertasse ou protestasse.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O artigo abaixo, de um site gay, mostra como o governo do Estado de São Paulo está começando a tomar medidas nessa área, porque em 2001 o ex-governador Geraldo Alckmin aprovou lei de favorecimento ao homossexualismo!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Talvez tenhamos acordado tarde demais. Os ativistas gayzistas não estão conseguindo avançar porque são fortes demais. Pelo contrário, os cristãos é que estão sendo fracos demais nessa luta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Logo abaixo do artigo gay está cópia da lei JÁ APROVADA EM 2001.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Julio Severo&lt;br /&gt;www.juliosevero.com.br&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Postado no site gay:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;SP: estado, prefeitura e defensoria juntos contra homofobia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por Redação&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, órgão ligado ao governo estadual, a Defensoria Pública&lt;br /&gt;e a Secretaria Especial para Participação e Parceria, órgão da Prefeitura de São Paulo, irão assinar na próxima quarta-feira, 24/10, termo de cooperação para oferecer apoio jurídico e psicossocial a pessoas que sofrem discriminação em razão da orientação sexual. Á assinatura do termo seguirá uma explicação das obrigações assumidas pelos parceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O acordo permitirá que a Defensoria Pública, por intermédio de seu Núcleo Especializado de Cidadania e Direitos Humanos, disponibilize orientação e assistência jurídica gratuita aos cidadãos nos casos de processos administrativos abertos a partir de denúncias à Comissão Processante Especial (CPE), da Secretaria da Justiça. A parceria ainda prevê suporte psicossocial às vítimas pela Coordenadoria de Assuntos de Diversidade Sexual, ligada à Prefeitura de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Há que se destacar a participação da Defensoria nos processos tutelando os interesses dos vitimados, pois os denunciados, via de regra, compareciam com advogados constituídos e as vítimas sem defensor. A partir de agora haverá igualdade na relação processual", destaca o Secretário Adjunto da Justiça e Defesa da Cidadania, Izaias José de Santana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CPE funciona na Secretaria da Justiça desde 2002 e tem por atribuição instaurar e julgar processos referentes à Lei Estadual 10.948/2001, que prevê a punição de pessoas e estabelecimentos que discriminem cidadãos em função de sua orientação sexual ou identidade de gênero.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/11_101_63751.shtml&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lei Estadual 10.948/01, lei ‘anti-homofóbica’ do Estado de São Paulo. Autor: deputado Renato Simões, do PT.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Será punida, nos termos desta lei, toda manifestação atentatória ou discriminatória praticada contra cidadão homossexual, bissexual ou transgênero.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Artigo 2º - Consideram-se atos atentatórios e discriminatórios dos direitos individuais e coletivos dos cidadãos homossexuais, bissexuais ou transgêneros, para os efeitos desta lei:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;I – praticar qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;II – proibir o ingresso ou permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;III – praticar atendimento selecionado que não esteja devidamente determinado em lei;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;IV – preterir, sobretaxar ou impedir a hospedagem em hotéis, motéis, pensões ou similares;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;V – preterir, sobretaxar ou impedir a locação, compra, aquisição, arrendamento ou empréstimo de bens móveis ou imóveis de qualquer finalidade;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VI – praticar o empregador, ou seu preposto, atos de demissão direta ou indireta, em função da orientação sexual do empregado;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VII – inibir ou proibir a admissão ou o acesso profissional em qualquer estabelecimento público ou privado em função da orientação sexual do profissional;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VIII – proibir a livre expressão e manifestação de afetividade, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos.&lt;br /&gt;...................................&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1412691043056379208?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1412691043056379208/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1412691043056379208' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1412691043056379208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1412691043056379208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/lei-da-mordaa-gay-j-foi-aprovada-no.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-8906651471343676170</id><published>2007-10-22T12:02:00.000-07:00</published><updated>2007-10-22T12:35:35.976-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PLC 122/2006 será votado dia 24/10. quarta-feira!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PLC 122/06, que criminaliza a homofobia será apreciado na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa - CDH do Senado no próximo dia 24/10.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O projeto, dentre outras coisas, institui no Brasil o delito de opinião.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda havia outras três audiências públicas marcadas para a análise do projeto, mas a relatora decidiu passar por cima da agenda da comissão e colocar o assunto em discussão assim mesmo.  Eles têm pressa em aprovar este PLC, mas nós podemos orar e agir rapidamente, fazendo a nossa parte!&lt;br /&gt;Disseram-me que o manifesto tem melhor efeito através de FAX e telefonemas para o gabinete dos Senadores. Use todos os recursos, mas quem tiver FAX utilize-o! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final,  temos vários modelos de cartas retirados do site da VINACC - Visão Nacional para a Consciência Cristã. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A orientação da VINACC é :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Colocar seu nome, RG e endereço e domicílio eleitoral; &lt;br /&gt;2. É importantíssimo se personalizar cada carta, evitando-se enviar o e-mail ou FAX no formato de mala-direta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envie um a um, é trabalhoso, mas é mais pessoal e seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atente-se para o Senador do seu Estado - deixe bem claro para ele que você está atento ao seu movimento no SENADO, pois ele depende do seu voto - foi você quem o colocou no Senado. O poder é seu - ele está lá para aprovar as leis do seu interesse e não para trabalhar contra você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você pegou no site da VINACC o modelo de abaixo-assinado apresse em enviá-lo e recolha as assinaturas o mais breve possível. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você ainda não entrou em contato com o ALÔ SENADO, use também este recurso: ligue para 0800 61 22 11 e  peça para todos os Senadores,  os da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa,  os do seu Estado,   votarem CONTRA o PLC 122/2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também envie e-mails.  E que o Senhor nos abençoe, em nome de Jesus! Rozangela&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;RELAÇÃO DOS SENADORES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) PRESIDENTE: Senador Paulo Paim - RS: paulopaim@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-5227/5232&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-5235&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) VICE-PRESIDENTE: Senador Cícero Lucena - PB: cicero.lucena@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.5800 5808&lt;br /&gt;Fax: 61) 3311.5809&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) FÁTIMA CLEIDE - RO: fatima.cleide@senadora.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2391 a 2397 Fax: (61) 3311-1882  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) PATRÍCIA SABOYA GOMES - CE: patricia@senadora.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2301/2302&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2865&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5)  INÁCIO ARRUDA - CE: inacioarruda@senador.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61)3311-5791 / (61)3311-5793 Fax: (61)3311-5798  Inácio Arruda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 6) LEOMAR QUINTANILHA - TO: leomar@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2073 a 2078 Fax: (61) 3311-1773  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) GERALDO MESQUITA JÚNIOR - AC:  geraldo.mesquita@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1078/1278/1279 Fax: (61) 3311-3029 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) PAULO DUQUE - RJ: paulo.duque@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: 61-3311.2431 a 2437 Fax: 61-3311.2736 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 9) WELLINGTON SALGADO DE OLIVEIRA - MG: wellington.salgado@senador.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2244/2245 Fax: (61) 3311-1830 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) GILVAM BORGES - AP:  gilvamborges@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1717 1719 1720 Fax: (61) 3311-1723  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11) CÉSAR BORGES - BA : cesarborges@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2212 a 2217&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2982&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12) ELISEU RESENDE - MG:  eliseuresende@senador.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.4621 / 4791&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311.2746&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;13) ROMEU TUMA - SP:  romeu.tuma@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2051/2057 Fax: (61) 3311-2743 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14)  JONAS PINHEIRO - MT:  jonaspinheiro@senador.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2271/2272 Fax: (61) 3311-1647 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15) ARTHUR VIRGILIO - AM: arthur.virgilio@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1413/1301 Fax: (61) 3311-1659 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 16) CRISTOVAM BUARQUE - DF: cristovam@senador.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2281 Fax: (61) 3311-2874  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17) JOSÉ NERY - PA :  josenery@senador.gov.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2104 Fax: (61) 3311-1635 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18) SERYS SLHESSARENKO - MT: serys@senadora.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2291/2292&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2721&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19) EDUARDO SUPLICY - SP: eduardo.suplicy@senador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel: (61) 3311-3213/2817/2818&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2816&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20) SÉRGIO ZAMBIASI - RS: sergio.zambiasi@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1207/1607&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2944&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21) SIBÁ MACHADO - AC: siba@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2184 a 2189&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2859&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22) IDELI SALVATTI - SC: ideli.salvatti@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2171/2172&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2880&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23) MÃO SANTA - PI: maosanta@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2333/2335&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-5207&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24) ROMERO JUCÁ - RR: romero.juca@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: 311-2111 a 2117&lt;br /&gt;Fax: (61) 311-1653&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25) VALTER PEREIRA - MS: valterpereira@senador.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-2222/2224&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-1750&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26) JARBAS VASCONCELOS - PE: jarbas.vasconcelos@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-3245&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311- 1977&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27) EDISON LOBÃO - MA: edison.lobao@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2311 a 2313&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2755&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28) HERÁCLITO FORTES - PI: heraclito.fortes@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2131 a 2134&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2975&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29) JAYME CAMPOS - MT: jayme.campos@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311.4061 / (61) 3311.1048&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311.2973&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30) MARIA DO CARMO ALVES - SE : maria.carmo@senadora.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-1306/4055&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2878&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31) MÁRIO COUTO - PA: mario.couto@senador.gov.br&lt;br /&gt; Tel.: (61) 3311-3050&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2958&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;32) LÚCIA VÂNIA - GO: lucia.vania@senadora.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2035/2844&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2868&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;33) PAPALÉO PAES - AP:  papaleo@senador.gov.br&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-3253/3258/3262/3277&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-3293&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34) FLÁVIO ARNS - PR: flavioarns@senador.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-2402 a 2405 Fax: (61) 3311-1935 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;35) Magno Malta - ES :magnomalta@senador.gov&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-4161/5867&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-1656&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;36) Marcelo Crivella - RJ: crivella@senador.gov.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: (61) 3311-5225/5730&lt;br /&gt;Fax: (61) 3311-2211&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MODELOS DE CARTA&lt;br /&gt;Prezado (a) Senador (a): [(Colocar o nome do Senador (a)] PERSONALIZAR &lt;br /&gt;Assunto: PLC Nº. 122/2006&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos por meio deste solicitar seu apoio, tendo vossa excelência como membro do Senado da República, CONTRA A PROVAÇÃO do Projeto de Lei 122/2006, que se  encontra na CDH e deverá ser votado em breve. A relatora do Projeto é a Senadora Fátima Cleide. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Sou contra a aprovação do PLC 122/2006, porque este, ao criminalizar toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferem o direito fundamental que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social. A Constituição Federal garante a todos, como mandamento jurídico inviolável, o direito de se posicionar, a favor ou contrariamente, em relação a qualquer fato social ou comportamento humano. Vivemos sob a égide de um sistema constitucional que estabelece, ainda, como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil a construção de uma sociedade livre, justa e plural, sem espaço para qualquer tipo de discriminação, inclusive a religiosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque estes cerceiam o direito constitucional fundamental que temos de liberdade de consciência, crença e culto. Ao afirmarem que toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo – incluindo aqui sermões e textos bíblicos que se posicionam contra as práticas homossexuais – constitui-se em crime de homofobia – isto é, violência contra os homossexuais – o Projeto está a estabelecer no Brasil o mais terrível tipo de legislação penal, típica de Estados totalitários, os Crimes de Mera Opinião. Repudiamos, veementemente, tal tentativa de censura e limitação das liberdades individuais e coletivas, pois manifestar-se contrariamente – sem violência – a respeito de um comportamento nada mais é do que o exercício constitucional, legítimo e legal do direito de liberdade de consciência e crença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque a Constituição Federal nos afirma e estabelece que, ao contrário do que se quer realizar – isto é, tornar crime manifestações religiosas, filosóficas, científicas e políticas reprovando as práticas homossexuais – “ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política” (CF, art. 5º, VIII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque tais proposições legislativas, por serem de natureza penal e não simplesmente civil, demonstra-nos que o objetivo não é combater a violência contra os homossexuais, mas sim impor tal condição a todos e torná-la imune de críticas ou de posicionamentos contrários. A idéia das proposições legislativas referidas não é conscientizar ou incluir; a idéia é “colocar na cadeia” qualquer do povo que seja contrário ao homossexualismo e manifesta essa sua posição moral e de consciência. Isso nos resta claro, tendo em vista os projetos de lei serem de natureza criminal. Se assim não o fosse, nós nos solidarizaríamos e apoiaríamos tal iniciativa legislativa, porque também somos contra toda e qualquer tipo de violência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Sou contra a aprovação dos PLC 122/2006, porque entendemos que o nosso Ordenamento Jurídico – seja através da Constituição Federal, seja através das demais leis ordinárias ou complementares deste país, já contemplam as reivindicações de proteção que os adeptos do PLc 122/2006 busca implementar. Por exemplo, se qualquer cidadão sofrer contra si um ato de violência, seja ela física, psicológica ou moral, já temos leis penais suficientes para serem usadas num caso como esse. Por qual razão, então, se querer privilegiar, concedendo super-direitos, verdadeiros privilégios, a um grupo específico? Todos são iguais perante a lei! E se há necessidade de maior proteção a um grupo específico que se criem políticas públicas de atendimento e não leis penais que visam colocar o restante da sociedade na cadeia!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-8906651471343676170?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/8906651471343676170/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=8906651471343676170' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8906651471343676170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8906651471343676170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/plc-1222006-ser-votado-dia-2410.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4037858848494463715</id><published>2007-10-18T12:10:00.000-07:00</published><updated>2007-10-18T12:11:46.355-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>UNICEF en campaña con la ONU para imponer el aborto y controlar la población mundial.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;de Samantha Singson&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;(en  &lt;http://www.svipop.org/sezioniTematicheArticolo.php?idArt=258&gt;&lt;br /&gt;http://www.svipop.org/sezioniTematicheArticolo.php?idArt=258)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Una nueva iniciativa global, lo cual incluye una invitación a legalizar el&lt;br /&gt;aborto, ha sido lanzada en Nueva York la semana pasada por diversas agencias&lt;br /&gt;de la ONU y por Organizaciones no gubernamentales (ONGs). Entre los&lt;br /&gt;patrocinadores de la iniciativa -denominada&lt;br /&gt;&lt;http://www.who.int/pmnch/activities/delivernow/en/index.html&gt; Deliver Now&lt;br /&gt;for Women and Children (Actúa ahora para las mujeres y los niños)– está&lt;br /&gt;también el Fondo de las Naciones Unidas para los Niños (UNICEF), una agencia&lt;br /&gt;que oficialmente sigue negando todo apoyo propio al aborto bajo cualquiera&lt;br /&gt;de sus formas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Presentada como una campaña que forma parte de los Objetivos del Milenio&lt;br /&gt;para el Desarrollo (promulgados por la ONU en el 2000) para sensibilizar&lt;br /&gt;sobre la salud de las mujeres y de los niños, el programa Deliver Now prevé&lt;br /&gt;entre otras cosas una invitación al «aborto seguro», lo cual es sinónimo de&lt;br /&gt;aborto legal. La campaña es coordinada por  &lt;http://www.who.int/pmnch/en/&gt;&lt;br /&gt;Partnership for Maternal, Newborn &amp; Child Health [Sociedad para la Salud&lt;br /&gt;maternal, neonata e infantil] dirigida por Kul Gautam, vice director&lt;br /&gt;ejecutivo de UNICEF y asistente del Secretario general de la ONU, incluye&lt;br /&gt;entre sus miembros a: la Fundación Bill &amp; Melinda Gates, la International&lt;br /&gt;Planned Parenthood Federation (IPPF) [Federación Internacional de&lt;br /&gt;Planificación Familiar], las Agencias para el Desarrollo de Estados Unidos,&lt;br /&gt;del Reino Unido, de Canadá y Bangladesh, además de la Organización Mundial&lt;br /&gt;de la Salud (OMS) y el Fondo de la ONU para Población (UNFPA).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;La campaña detalla un número de enfermedades graves que tienen consecuencias&lt;br /&gt;sobre la salud materna y concluye en que «la mayor parte de las muertes&lt;br /&gt;podrían ser prevenidas si las mujeres tuviesen acceso a atención&lt;br /&gt;profesional». Deliver Now considera entre las «quality care» (atención&lt;br /&gt;cualificada) los «servicios antes y durante el embarazo, durante el período&lt;br /&gt;post-parto, al igual que el aborto seguro».&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;El sitio web de Deliver Now presente este fortísimo slogan: «más de 10&lt;br /&gt;millones de muertes al año. Demasiadas para poder ignorarlas». Esta enorme&lt;br /&gt;cifra es la síntesis de dos datos: el número de bebés muertes cada año por&lt;br /&gt;cualquier causa (alrededor de 10 millones) y el número de mujeres muertas&lt;br /&gt;por causas ligadas a la maternidad, una cifra altamente sospechosa que&lt;br /&gt;distintas organizaciones de la ONU fijan en 500 mil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Según la Organización Mundial de la Salud (OMS), la mortalidad infantil está&lt;br /&gt;calculada a partir de fuentes oficiales que incluyen los datos de&lt;br /&gt;nacimientos y muertes obtenidos de registros, censos y/o relevamientos en&lt;br /&gt;las familias. Por otra parte, en el mejor de los casos, las estadísticas&lt;br /&gt;sobre la mortalidad materna son estimaciones cuanto menos discutibles. Según&lt;br /&gt;la OMS –la fuente principal de las estadísticas sobre mortalidad materna-&lt;br /&gt;«los datos sobre la mortalidad materna y otras causas de muerte no están&lt;br /&gt;disponibles muchas veces o, cuando están disponibles, no son confiables, a&lt;br /&gt;causa de la deficiencia en los sistemas de registro de datos». Joseph&lt;br /&gt;Chemie, ex jefe de la División Demográfica de la ONU (organismo estadístico&lt;br /&gt;oficial), afirma que la cifra de 500 mil utilizada para las muertes maternas&lt;br /&gt;no puede ser verificada, por eso rechaza recurrir a ella.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Las ONGs pro-familia en la ONU temen que la atención desproporcionada&lt;br /&gt;prestada al aborto seguro, basada en datos no confiables respecto a la&lt;br /&gt;mortalidad materna, distraiga la atención y los recursos respecto a los&lt;br /&gt;verdaderos riesgos que afectan a la salud de las mujeres encintas en los&lt;br /&gt;países en vías de desarrollo, que –según los expertos- son las hemorragias,&lt;br /&gt;la eclampsia y el travaglio obstruido. La misma UNFPA admite en el Informe&lt;br /&gt;del 2004  que los medios más importantes para reducir la mortalidad materna&lt;br /&gt;no son el acceso a los anticonceptivos y al aborto legal, sino la presencia&lt;br /&gt;de personal sanitario preparado y el acceso a las curaciones obstétricas de&lt;br /&gt;emergencia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Los patrocinadores del aborto vinculan muchas veces el «aborto inseguro» y&lt;br /&gt;la mortalidad materna, para impulsar la legalización del llamado aborto&lt;br /&gt;«seguro». Los críticos hacen notar que en Polonia, donde el aborto ha sido&lt;br /&gt;drásticamente limitado en 1993, el país ha mostrado desde entonces un rápido&lt;br /&gt;descenso en la tasa de abortos y también de la mortalidad materna. En&lt;br /&gt;Irlanda, donde el aborto es todavía ilegal, se registra una de las tasas más&lt;br /&gt;bajas de mortalidad materna en el mundo. Por el contrario, en Estados&lt;br /&gt;Unidos, donde desde 1973 es posible el aborto a petición, ha habido este año&lt;br /&gt;un aumento de la mortalidad materna.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;La próxima cita de la campaña Deliver Now es la «Women Deliver Conference»&lt;br /&gt;[Conferencia para la Acción de las Mujeres] que se desarrollará en Londres,&lt;br /&gt;desde el 18 al 20 de octubre, centrada principalmente en los derechos al&lt;br /&gt;aborto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  [Traducción del original en italiano por José Arturo Quarracino]&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;josequarracino@yahoo.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4037858848494463715?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4037858848494463715/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4037858848494463715' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4037858848494463715'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4037858848494463715'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/unicef-en-campaa-con-la-onu-para.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-629521817140891228</id><published>2007-10-18T11:44:00.000-07:00</published><updated>2007-10-18T11:47:19.577-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Como as ativistas pró-aborto analisam a pesquisa do Datafolha&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.mulheresdeolho.org.br/&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aborto: problema moral ou questão política&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Folha de S. Paulo publicou no domingo, 7 de outubro, o caderno especial “Família Brasileira – retrato falado” (acesso exclusivo a assinantes). Em caprichada edição de 74 páginas, a revista trouxe opiniões, valores morais e características da família brasileira hoje, a partir de mais uma pesquisa nacional Datafolha em que foram ouvidas 2093 pessoas com 16 anos ou mais, de 211 municípios. Com uma margem de erro de 2%, o resultado é comparado com pesquisa semelhante feita em 1998, esta considerada pela editoria da Folha como “o mais amplo levantamento sociocomportamental sobre a família brasileira realizado até então”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A temática é ampla, abarcando principalmente sexualidade, gravidez, aborto, namoro, arranjos familiares, fidelidade, responsabilidade sobre a prole, homossexualidade, uso de drogas e alguns aspectos relacionados a trabalho e renda. O resultado é um panorama que mostra transformações e ambigüidades abrindo muitos campos para discussão, como a distância entre opinião e comportamento, a moral diferenciada frente às mulheres e aos homens, as diferenças de opinião de acordo com o nível de renda e escolaridade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Selecionamos alguns aspectos para abordar aqui. Comparando os resultados de 1998 e 2007, a edição mostra que cresceu a importância atribuída à religião e que, paradoxalmente, a sociedade brasileira está mais tolerante na sexualidade. Algumas perguntas formuladas na pesquisa exploraram a opinião das pessoas sobre o eventual comportamento de filhos e filhas. O resultado mostra que já não se cobra tanto a virgindade das meninas e diminuiu a rejeição à filha solteira grávida (as duas perguntas feitas apenas com relação às filhas mulheres). Cresceu a tolerância em relação a dormir com o namorado/a em casa, sendo esta liberalidade 11% maior quando se trata dos meninos. Já quanto a sair de casa sem se casar a tolerância aumentou em torno de 5% para filhos e filhas, mantendo-se a mesma discrepância de 12% registrada em 1998 no caso de serem filhos (tolerado por 31%) ou filhas (tolerado por apenas 19%).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre homossexualidade a opinião evoluiu 20 pontos percentuais. Na pergunta “Se você soubesse que um filho homem está namorando um homem, você consideraria um problema muito grave, mais ou menos grave, pouco grave ou não consideraria um problema?” Em 1998, 77% dos entrevistados achavam que essa situação seria “muito grave”. Hoje só 57% teriam essa reação. Se o “problema” ocorresse com uma filha, os níveis de tolerância não se alterariam significativamente: 55% dos entrevistados não achariam “muito grave” se ela namorasse outra garota. No grupo de perguntas sobre o que se considera moralmente aceitável ou errado de forma geral, a média nacional é de 21% de aceitação do comportamento homossexual. Mas a revista aponta a maior tolerância entre pessoas com mais de 20 salários mínimos, segmento em que esta porcentagem sobre para 31%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Diminuiu o preconceito racial nos namoros, subindo de 76% para 92% o índice de pessoas que não considerariam um problema se o filho namorasse uma pessoa de outra cor. Já com a filha a porcentagem de tolerância está em 85%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A consulta não apontou mudança significativa na opinião sobre uso da maconha pelo filho ou filha. Houve pequena oscilação nas respostas “muito grave”, sendo que no caso de filhos caiu de 78% para 72%, e no caso das filhas oscilou de 80% para 78%. Mas as opiniões mudam com o recorte de renda: entre as pessoas que ganham mais de 20 salários mínimos são 50% os que hoje consideram muito grave fumar maconha.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O resultado mostra o conservadorismo na opinião sobre mulheres e trabalho. O grupo opinando que as mulheres devem deixar de trabalhar fora para cuidar dos filhos corresponde a 1/3 da amostra (33%), o que é uma porcentagem alta considerando a evolução das opiniões em outros temas e, conforme a própria revista coloca, que 29.2% dos lares são chefiados por mulheres. Mas estes 33% baixam para 19% quando se analisa apenas as respostas do segmento com ensino superior.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Cresceu numa média de 3.5% o julgamento de “muito grave” em cima de certas atitudes de filhos e filhas, como realizar pequenos furtos (dentro e fora de casa), fazer parte da gangue violenta, beber todos os dias, abandonar a escola ou fazer programas com homens para ganhar dinheiro (esta pergunta só foi feita com relação às mulheres com um resultado de 75% de “muito grave” nas duas pesquisas). Entretanto, a intolerância é sempre maior quando se trata das mulheres, chagando a uma variação de 7% como no caso de beber todos os dias, em que, com relação ao filho, a porcentagem de “muito grave” estava em 75% em 1998 e assim permaneceu em 2007, mas com a filha passou de 76% para 82% em 2007.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Aborto ainda uma pedra no sapato - No caso do aborto a questão se acentua. No grupo de perguntas sobre o que se considera moralmente aceitável ou errado, apenas 3% das pessoas entrevistadas opinaram como “moralmente aceitável” a interrupção da gravidez, 6% afirmam não ser essa “uma questão moral” e 87% consideram “moralmente errado”. Este índice cai a 69% para o segmento que recebe mais de R$ 7.600 reais ao mês, uma queda de significativos 18%.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A prática do aborto pelas filhas foi considerada “muito grave” por 61% das pessoas entrevistadas em 1998. Em 2007 esse número subiu 10 pontos percentuais, passando para 71%, com discrepâncias regionais da seguinte ordem: no Sul e Sudeste 69%, no Nordeste 72% e no Norte e Centro-oste 78%. Parece não ter sido considerada a hipótese de medir a reação quando um filho aborta.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Neste tema (assim como na questão mulher e trabalho), a Folha de S.Paulo trouxe a opinião de feministas. Todas consideraram que uma coisa é a opinião e outra a prática no cotidiano, em que “as condições deixam de ser universais e passam a ser circunstanciadas”, segundo depoimento da antropóloga Maria Luiza Heilborn, coordenadora do Clam.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para Debora Diniz (antropóloga, professora de bioética da UnB e diretora da ONG Anis), em pesquisas de opinião sobre assuntos de ordem moral as respostas tendem para “um julgamento moral compartilhado, que não necessariamente representa práticas individuais. (…) “Nunca se falou tanto sobre aborto quanto nos últimos anos. Ele passou a ser uma bandeira de afirmação de que lado você está. No confronto, a posição compartilhada dos valores morais se reforça”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A coordenadora do Prosare, Margareth Arilha, destacou a escolaridade e renda como fatores que alteram as opiniões, sublinhando que a resposta “moralmente errado” foi dada por 90% dos que têm ou cursam ensino fundamental e por 77% dos de ensino superior. Na renda familiar mensal, a diferença foi de 87% (até dez salários mínimos) a 69% (mais de 20). Para ela,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    “Ter acesso a um nível maior de informação é fundamental para problematizar esse assunto, que é muito delicado. Está impregnada no imaginário social a idéia de que é um gesto de desamor, egoísta, esquecendo-se de que a mulher que aborta é a mesma que tem filhos”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Opinião versus conduta: Mulheres de Olho captou reações&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Conversamos com Telia Negrão (jornalista e secretária executiva da Rede Nacional Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos) que fez a seguinte afirmação sobre o resultado das respostas sobre aborto na pesquisa Datafolha:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    “É mais fácil fazer declarações morais amplamente aceitas. No entanto, a decisão pela realização da interrupção voluntária da gravidez se dá frente a um fato concreto, como o de decidir sobre levar ou não a gestação até o final. As circunstâncias de uma decisão não raro superam as opiniões da própria mulher. (…) não há espaço sequer para que o julgamento moral ou ético, no campo pessoal, seja considerado, pois essas situações não vêm a público para serem discutidas entre os grupos. No máximo ficam no âmbito familiar”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para ela os dados da pesquisa revelam o peso das tradições, capaz de ocultar “problemas sociais gravíssimos”. Lembra que entre as gestações indesejadas na adolescência no Brasil, 30% resultam em abortamento, estando os abortos inseguros entre a segunda e quarta causa de morte materna no país, num quadro que é mais grave nas regiões mais pobres e com menor nível de escolaridade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mas a revista não ignora estes dados. Aponta que 250 mil mulheres se internam anualmente por complicações derivadas de abortos espontâneos ou voluntários e que meninas de até 15 anos aparecem com maior peso nos números de mortalidade, respondendo por 14% dos óbitos por aborto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A pesquisadora Ana Paula Portella (ONG SOS Corpo/ Recife) elogiou o fato da revista ter incluído a fala do Ministério da Saúde, que trouxe relevância à questão de classe. Afinal, diz ela, o aborto é um problema moral pelo qual ninguém quer passar, mas milhares de mulheres pobres vivem esta experiência e as políticas públicas precisam olhar para elas.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A socióloga Fátima Pacheco Jordão tocou no ponto de que esta é uma pesquisa de opinião – área em que por sinal é especialista –, e não de conduta. Assim, posições ideológicas conservadoras não significam que, na prática, as pessoas se movam segundo sua opinião. Para ela, o crescimento da rejeição ao aborto “se deu porque o tema está exposto e a sociedade responde mais sob efeito da censura das opiniões, e de acordo com o ambiente em que estão vivendo, que é conservador”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sonia Corrêa, do Observatório Sexualidade e Política, considera que o crescimento dos discursos conservadores é uma tendência global e não apenas nacional, lembrando que antes de 2000 havia mais abertura e vivíamos outra atmosfera. Para ela, o conservadorismo está em alta e relacionado à insegurança frente à violência: “Estamos em guerra, mais intensamente do que há três anos”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto à diminuição da rejeição à homossexualidade, concorda com a revista que atribui este crescimento à ação do movimento GLBTT:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    “Mesmo que o clima seja conservador, a mudança favorável na homossexualidade sugere que não estamos diante de uma rejeição definitiva ou insuperável. As paradas gay reuniam seis mil pessoas e hoje reúne milhões. Isto é sinal de um movimento que está em plena mobilização, e produzindo imagens, imaginário, posições, se engajando com mais facilidade. Está super vivo este movimento”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para Ana Paula Portella, há uma questão grave a ser resolvida sobre o aborto no campo da política e do direito. A entrevistada menciona o desafio que está posto para o feminismo considerando a pergunta sobre aborto uma armadilha:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    “Nosso desafio é retirar a discussão do plano da moral. O modo como as perguntas são colocadas, o foco da pesquisa, nos deixa muito longe do plano dos direitos e da democratização da sociedade. (…) não dá para negar que o aborto seja uma questão moral. Trata-se, sim, de uma questão moral, diretamente vinculada à liberdade individual e à garantia do direito de exercê-la. Também não dá para dizer que não é grave! Justamente por isso queremos a legalização: porque é um problema, porque incomoda, porque provoca dor e sofrimento. A legalização e a segurança dos procedimentos podem reduzir tudo isso, criar condições para que esta situação grave seja vivida de outra forma. Ou seja, dizer que é moralmente errado e grave não nos aproxima do problema, ao contrário, afasta o olhar da realidade concreta das mulheres”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Lacunas metodológicas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No site do Observatório da Imprensa, o jornalista Alberto Dines escreveu sobre o caderno especial da Folha sugerindo ser uma “grande sopa de números enganosos e inexatos” que carece de proximidade com a realidade. Queixa-se de que a matéria não aponta que tendência se pode extrair da quantidade de dados coletados, e indaga “onde estão os 62% que não acham moralmente errado o sexo fora do casamento?”&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mais ou menos na mesma direção, Sonia Corrêa disse que há enigmas não explicados, e deu o exemplo da tabela que trata do que é considerado mais importante no casamento (fidelidade, amor, honestidade etc).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Somente 2% dizem que a vida sexual satisfatória é a coisa mais importante no casamento. Entretanto, 38% colocam a fidelidade em primeiro lugar. Seria então uma fidelidade em relação a quê? Este seria um ponto a merecer maior avaliação. Para Corrêa, a pesquisa é interessante, mas as perguntas requereriam uma metodologia de pesquisa fina para achar um resultado mais perto da experiência real. Ela considera que faltou explicitar aspectos metodológicos como, por exemplo, em que circunstâncias foram feitas as perguntas: em casa, na rua, no trabalho?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Mais democracia, maior aceitação ao aborto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Para Telia Negrão, o debate sobre o aborto só se legitima “sob o viés da democracia ou da justiça de gênero”. Ou seja, manter a discussão no campo moral já seria uma premissa equivocada. “Discutir o aborto sob concepções morais que inclui as mulheres como sujeitas dessa decisão”, afirma ela.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sobre o aspecto da ligação entre direito ao aborto e democracia, vale à pena explorar a análise noticiada pela jornalista Daniela Lot, no ComCiência (11/10). A repórter relata análise feita pela cientista política Rachel Meneguello (Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp) sobre os dados do latinobarômetro (2006). Rachel mostra que há uma correspondência entre a percepção dos indivíduos sobre a democracia e a aceitação do aborto. Pelo exemplo do Uruguai, onde a percepção sobre a democracia se mostrou maior, a aceitação do aborto também foi mais alta do que nos outros países observados (Brasil entre eles).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Reações de leitores&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ao longo da semana, apenas duas das cartas de leitor publicadas pela Folha trataram do caderno especial Família Brasileira. É bem verdade que a semana foi tomada pelo debate Luciano Huck vs Ferréz (violência urbana), CPMF e Renan Calheiros.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma das cartas, publicada no dia 14 e escrita por Mônica Bara Maia (BH/ MG), elogia o suplemento mas considera simplista, ou equivocada, a declaração de Jurandir Freire Costa (pg. 29) dizendo que o rechaço ao aborto “acena para uma maior sensibilidade à vida”. A leitora lembra que a Folha noticiou, em 8 de abril de 2007, levantamento do mesmo Datafolha mostrando que 55% dos brasileiros são favoráveis à pena de morte (com aumento de quatro pontos percentuais em relação ao ano passado), e cita que “ser a favor do direito da mulher decidir se interrompe ou não uma gravidez indesejada não está no registro da ‘sensibilidade à vida’, mas sim da sua dignidade e autonomia”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Angela Freitas&lt;br /&gt;------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Edir Macedo em pauta&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A “guerra” entre a TV Globo e a Rede Record foi matéria de capa da Veja na semana passada (ed. 2029 / ano 40/ n. 4010). O Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), detém 90% do capital da Rede Record, comprada por ele em 1989. Sua mulher detém os outros 10%. Hoje a Record ultrapassou o SBT (Silvio Santos) em todas as faixas de horário, para ocupar o segundo lugar em audiência nacional, com programação variada e um núcleo de produção de novelas (o Recnov) que conta com altos investimentos. O primeiro lugar, da Rede Globo, corresponde a três vezes mais pontos de ibope do que a Rede Record (média diária nas maiores capitais entre 7 da manhã e meia noite). A meta da Record é ultrapassar esta marca.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com discursos afinados e tendo como alvo o monopólio nas comunicações, o presidente Lula e o bispo Edir Macedo estiveram juntos no dia 27 de setembro, na inauguração do Record News, primeiro canal inteiramente noticioso da TV aberta brasileira.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com tiragem de 700 mil exemplares - segundo a Veja a maior tiragem que já se viu no mercado editorial brasileiro, foi lançado ontem “O Bispo - A História Revelada de Edir Macedo” (editora Larousse), biografia autorizada escrita por Douglas Tavolaro, diretor de jornalismo da Record, e por Christina Lemos, repórter da emissora.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A favor do aborto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sem deixar de ser conservadora em questões de moral e comportamento, a Iurd vem se diferenciando das posições conservadores de outras igrejas evangélicas e da Igreja Católica. Logo após a recente visita do papa ao Brasil, a Rede Record colocou no ar um programa afirmando sua posição pró-aborto. A partir de então, o canal tem veiculado uma vinheta que fala dos direitos de escolha das mulheres, inclusive o direito de decidir por um aborto. Em entrevista à Veja, o bispo licenciado Honorilton Gonçalves, vice-presidente da Record, disse que esta foi uma orientação direta de Edir Macedo “que nos pediu que conscientizássemos a sociedade da importância da mulher poder decidir sobre seu próprio destino”. Segundo ele, a programação evangélica que vai ao ar nas madrugadas “atende seu propósito, que é mostrar que a Igreja Universal [4.748 templos e 9.660 pastores] tem a mente aberta. Está preparada para discutir qualquer assunto: aborto, planejamento familiar, adoção de crianças por homossexuais”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Iurd admite o aborto e o divórcio nos casos previstos em lei por considerar que são questões de foro íntimo. Segundo reportagem publicada neste sábado (13/10) na Folha de S. Paulo, parlamentares ligados à Iurd - hoje 7 deputados federais e 1 senador - defendem que o direito ao aborto seja estendido aos casos de comprovação de anencefalia do feto e são favoráveis ao planejamento familiar e aos métodos de contracepção. Macedo fala do tema abertamente e defende a legalização:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    Sou favorável à descriminalização do aborto por muitas razões. Porém, aí vão algumas das mais importantes: 1) Muitas mulheres têm perdido a vida em clínicas de fundo de quintal. Se o aborto fosse legalizado, elas não correriam risco de morte; 2) O que é menos doloroso: aborto ou ter crianças vivendo como camundongos nos lixões de nossas cidades, sem infância, sem saúde, sem escola, sem alimentação e sem qualquer perspectiva de um futuro melhor? E o que dizer das comissionadas pelos traficantes de drogas? 3) A quem interessa uma multidão de crianças sem pais, sem amor e sem ninguém? 4) O que os que são contra o aborto têm feito pelas crianças abandonadas? 5) Por que a resistência ao planejamento familiar? Acredito, sim, que o aborto diminuiria em muito a violência no Brasil, haja vista não haver uma política séria voltada para a criançada.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em mais uma demonstração de que pretende se diferenciar por suas posições menos conservadoras do que a de seus pares, Macedo afirmou que não rejeitaria um filho homossexual “de forma alguma”. “Tentaria ajudá-lo da melhor forma possível. Porque, se Deus respeita a livre opção de vida da criatura humana, por que não o faria eu?”, disse.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Na mesma entrevista, concedida ao jornal Folha de S. Paulo, Macedo também defendeu o uso de embriões humanos pela medicina e rejeitou a dependência que a TV Record teria da Iurd, afirmando acreditar que a emissora sobreviva sem os recursos da Universal.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Angela Freitas&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Não feliz com o quanto a mídia apóia o aborto, o ministro quer agora horario gratuito para melhor promovê-lo...&lt;br /&gt;-------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Temporão quer espaço na TV para a saúde&lt;br /&gt;(17/10/2007)&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estado de São Paulo&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defendeu ontem que nas discussões sobre renovações das concessões de canais de TVs, as emissoras sejam obrigadas a abrir espaço gratuito em horário nobre para a divulgação de informações que o governo “considere relevante do ponto de vista da saúde pública”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;http://www.ccr.org.br/a_noticias_detalhes.asp?cod_noticias=1584&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-629521817140891228?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/629521817140891228/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=629521817140891228' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/629521817140891228'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/629521817140891228'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/10/como-as-ativistas-pr-aborto-analisam.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4789898164164877230</id><published>2007-09-29T05:48:00.000-07:00</published><updated>2007-09-29T05:51:27.310-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O “discreto” apoio da Rede Globo aos projetos anti-homofobia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto o governo do rei Lula Acabe está pronto para usar todo o aparelho repressor do Estado para combater os que se opõem ao homossexualismo, Globo e afins estão prontos para dar cobertura estratégica, manipulando suas audiências em atitudes intolerantes e preconceituosas aos cristãos e seus valores. &lt;br /&gt;Julio Severo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos cristãos, sem nenhum apoio, estão se mobilizando para derrotar os infames projetos de lei andiscriminação (que vêm recheados de armadilhas para apanhar cristãos que discordam das depravações homossexuais), porém os ativistas gayzistas estão avançando com o apoio de inescrupulosos grupos internacionais, governo federal e, naturalmente, a mídia liberal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que o governo Lula dá seu apoio aos projetos anti-homofobia? Implementando seu próprio programa Brasil Sem Homofobia em todas as esferas do governo e sociedade, inclusive as escolas, para que todos sejam doutrinados a ver o homossexualismo como normal e a ver como anormalidade toda oposição, inclusive bíblica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil Sem Homofobia representa uma grande iniciativa estatal pró-sodomia de lavagem cerebral em massa. Com o Brasil Sem Homofobia em ação, em poucos anos a população, os deputados e os legisladores já estarão programados para aprovar qualquer lei a favor do homossexualismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, os liberais não podem esperar tanto tempo assim. Por isso, eles estão agindo para que os objetivos pró-sodomia do governo federal sejam acelerados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como é que os meios de comunicação dão seu apoio à quase onipresente propaganda anti-homofobia do governo? Educando seu público de telenovelas e outros programas. É uma educação que — em nome da neutralidade, diversidade, pluralidade e uma infinidade de outros termos de fachada puramente artística — trata as audiências como estúpidas mentes bovinas, que assimilam tudo o que lhes é mostrado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suas mentes são vistas como meros computadores, que precisam de troca de programas conforme a mania do momento. A redes de televisão se enxergam então no papel de reprogramadores das opiniões sociais, ora conduzindo o público à determinada direção de comportamento, ora a outras. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na novela da Rede Globo das 20h, de 28 de julho de 2007, o episódio mostrou algumas moradoras de um prédio que, sabendo que a síndica era preconceituosa, fizeram uma armação para que ela se enganasse com a Rogéria (pensando que fosse uma senhora em vez de homem travestido). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a síndica descobre, expulsa o travesti do prédio aos berros e insultos. As vizinhas chamam a polícia e testemunham o preconceito e a situação vexatória. A síndica vai parar na delegacia por “constrangimento ilícito”. Depois, quando a filha da síndica volta da delegacia com a mãe, ela diz que houve perseguição! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personagem da síndica, que foi usada no papel de preconceituosa, já é conhecida por suas chatices em nome da moral e dos bons costumes. É uma caracterização pré-estabelecida para insultar, denegrir e desacreditar quem tenha posições morais diferentes das doutrinas globais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, em 30 de agosto de 2007, o programa “Entre Aspas”, também da Globo, tratou de questões homossexuais, e sua apresentadora citou o projeto de lei contra a homofobia, dizendo: “Torcemos por sua aprovação!” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, a Globo está usando o público devoto de suas novelas e programas para passar sua “discreta” doutrinação anti-homofobia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome da ideologia antipreconceito, governo Lula e mídia liberal se aliam numa guerra santa contra os cristãos e seus valores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai de quem ousar discordar da sagrada sodomia! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leitura recomendada: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lobo em pele de ovelha: O Estado policial e sua ameaça de leis antidiscriminação &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://juliosevero.blogspot.com/2007/09/lobo-em-pele-de-ovelha-o-estado.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A favor do preconceito seletivo: Quando as leis anti-discriminação tornam alguns mais sagrados do que Deus &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/favor-do-preconceito-seletivo.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso e abuso gay da palavra preconceito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://juliosevero.blogspot.com/2006/05/o-uso-e-abuso-gay-da-palavra.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4789898164164877230?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4789898164164877230/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4789898164164877230' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4789898164164877230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4789898164164877230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/o-discreto-apoio-da-rede-globo-aos.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-6056520202703193740</id><published>2007-09-22T08:21:00.000-07:00</published><updated>2007-09-22T12:48:36.981-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Um alerta contra a instrumentalização da Igreja face aos interesses dos comunistas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo de Azevedo, consultor da Congregação do Clero, em assuntos de catequese junto à Santa Sé , professor de Filosofia e Teologia, e reitor do Seminário Cristo Rei de Cuiabá (MT) denuncia as influências materialistas do marxismo cultural no mundo Ocidental com o objetivo de "descristianizar" a sociedade. Alerta para o perigo de uma leitura sociológica da Bíblia em função dos interesses do comunismo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : O que é o marxismo cultural?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: Marxismo cultural é um movimento ideológico que pretende implantar a revolução marxista. Não através dos meios armados ou de uma movimentação de violência, mas por meio da transformação da cultura ocidental. Na verdade, o Ocidente é uma cultura que está toda baseada, desde o tempo dos antigos filósofos gregos, principalmente depois do Cristianismo, na espiritualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Por que muitos pensam que o comunismo desapareceu totalmente, após a queda da União Soviética?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: O que desapareceu foi o comunismo real, no entanto, os ideais marxistas continuam de pé e muito vivos, basta lermos os programas dos partidos políticos no Brasil e veremos que aquilo que se pretende com o marxismo continua sendo o ideal de toda uma movimentação política. Só que esses adeptos da cultura marxista estão convencidos de que não conseguirão implantá-la aqui se antes não destruírem a cultura, que há no país, toda baseada na espiritualidade, o que é típico do Ocidente como já foi dito. Trocando em miúdos, o marxismo é materialista e para implantá-lo é necessário que as pessoas estejam convencidas do materialismo. Então, eles, aos poucos, vãos desmontando a cultura ocidental, que é espiritual, cristã, filosófica e metafísica, e implantando o materialismo pagão, que é contra a metafísica e que só é a favor daquilo que é experimental, que se pode palpar, aquilo que podemos experimentar no dia-a-dia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Como esta ideologia comunista mais afeta nossa vida de Igreja e influencia nosso pensamento? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: Ela afeta justamente pelo fato de que a teologia da libertação, aqui no Brasil e na América Latina, tem como ideal a implantação de uma sociedade parecida com aquela que os socialistas e comunistas esperavam, ou seja, uma sociedade igualitária, em que as pessoas sejam todas iguais. Por meio dessa teologia, esse tipo de leitura da Bíblia e da realidade bastante socializante e materialista foram entrando aos poucos em nossa maneira de ver o mundo e da visão da Igreja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Como combatê-la e se dar conta de que se trata de uma 'ideologia marxista', mesmo que disfarçada?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: A primeira coisa é compreendermos que, através da ideologia marxista, se tende a ler tudo a partir da sociologia. Então, quando, por exemplo, encontramos uma pessoa que começa ler a Bíblia e em todas as suas passagens tira alguma aplicação social, esse é um indício, um sinal bastante claro de que, talvez, ela esteja seguindo esse tipo de pensamento marxista. Sabemos que a Sagrada Escritura tem uma lição social, mas nós não podemos extrair dela apenas uma mensagem social. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Quais os principais meios utilizados pelos militantes do marxismo cultural para difundir suas idéias? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: O primeiro ponto é que eles agem em dois campos muito distintos. O primeiro campo mais importante para eles são as universidades, onde, basicamente, quase todos os professores, de alguma forma, foram influenciados por esse tipo de pensamento materialista e socializante . Já o segundo são os meios de comunicação. Através das novelas e noticiários, eles vão influenciando e montando a mentalidade do povo de uma forma contraria à do Cristianismo e à visão espiritual da realidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Como padre, na sua história de vida, o senhor percebe que foi alguma vez instrumentalizado pelos pensadores do marxismo cultural? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: Sem dúvida nenhuma. Quando eu era um jovem estudante de Filosofia, eu seguia aquilo que os professores ensinavam em sala de aula, dentro da universidade. E, sem perceber, ia escorregando para esse tipo de leitura sociológica, uma leitura socializante da Bíblia. Mas graças a Deus e pela providência divina, eu fui encontrando livros que, aos poucos, foram me abrindo os olhos e é por isso que, hoje, quero prestar esse serviço para as pessoas, ajudando-as também a encontrar o caminho de saída desse tipo de pensamento que esvazia o Evangelho. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Em qual aspecto os católicos devem ficar mais atentos para não serem 'inocentes úteis' nas mãos dos intelectuais do comunismo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: A primeira coisa que nós temos de notar é que somos a maioria, só que, infelizmente, somos uma maioria inconsciente, ou seja, nós não temos consciência daquilo que deveríamos fazer. Enquanto eles são uma minoria muita bem treinada. Por exemplo: no jornal Folha de São Paulo foi veiculada uma pesquisa afirmando que 47% dos eleitores brasileiros, portanto, a esmagadora maioria de acordo com a pesquisa, são bastante conservadores em termos de moralidade, portanto, os brasileiros são contra o aborto, o casamento homossexual e todo esse tipo de coisa. &lt;br /&gt;Mas os adeptos da cultura marxista procuram passar toda uma programação a favor do aborto e do casamento gay, porque pretendem desmontar a moral cristã para implantar uma mentalidade materialista.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, se nós somos a maioria, por que é que eles conseguem nos dominar? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque eles dominaram os meios de comunicação. Existe, na verdade, uma minoria falante que está dominando uma maioria muda. A primeira coisa que nós devemos fazer é parar de ser mudos e começar a falar, a protestar e a dizer: "Não, eu não estou de acordo com isso! Não é assim!" E se formos chamados de conservadores, não importa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que um católico precisa realmente ter consciência - diante do fenômeno do marxismo cultural - é de que nós iremos ser policiados por eles, naquilo que eles chamam de "patrulhamento ideológico", mas não temos de nos importar com isso, porque assim como os primeiros cristãos sofreram perseguições, nós também as sofreremos, mas estas serão de forma ideológica.   Devemos lutar para levar a verdade do Evangelho para frente! Não podemos ceder e "barateá-lo" a uma nova agenda cultural que está nos sendo imposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : O que o Papa Bento XVI significa em todo esse contexto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: O Papa Bento XVI, quando era professor na Alemanha, sofreu bastante com esse tipo de movimentação do marxismo cultural, porque este movimento não está presente apenas na Igreja do Brasil, mas também na Alemanha. E muitos teólogos tentavam adaptar o Evangelho ao marxismo, de modo que foram eles que mais criaram problemas para ele. Quando ele foi eleito cardeal em Roma, logo começou a combater a teologia da libertação marxista, tentando mostrar justamente que se tratava de um desequilíbrio e de uma traição ao Evangelho.   Agora que é papa, nós vemos claramente que Deus se manifestou ao escolher este homem para ajudar a Igreja do Brasil e do mundo inteiro a sair desta situação de querer ler o Evangelho através de uma visão sociológica e de uma agenda política que não tem nada a ver com o Cristianismo. Então, podemos dizer que a eleição de Bento XVI é a virada. Ele é, de alguma forma, o homem da providência e nós agradecemos a Deus por ter nos dado esse homem providencial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;cancaonova.com : Teremos uma sociedade ideal, harmônica, igualitária, neste mundo um dia, ou nossa meta de vida perfeita é para a 'pátria celeste'? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Padre Paulo Ricardo: Sem dúvida nenhuma, nós temos de ser realistas. Somos imperfeitos, por isso não somos capazes de gerar, nesse mundo, uma sociedade perfeita. Todos aqueles que quiseram implantar um paraíso, aqui, na terra, a única coisa que conseguiram produzir foi o inferno. Todas as ideologias do século XX, que propunham fazer um paraíso na terra, foram as que causaram mais mortes. Nós não podemos agir assim, temos de tentar melhorar a sociedade sim, lutar para a justiça, mas o próprio Papa Bento XVI nos recorda na encíclica "Deus Caritas Est": "Não é possível implantar o paraíso aqui na terra, o que nós devemos esperar é que tenhamos forças morais aqui na terra, suficientes para lutar contra o mal", mas essa luta irá durar enquanto o mundo for mundo. Somente no final dos tempos é que nós veremos o reino dos céus vir como um dom de Deus e não como a realização de uma obra humana. Entraremos na Jerusalém celeste, sim, mas como diz o livro do Apocalipse: "Ela é a esposa q&lt;br /&gt; ue desce do alto e não aquela que sobe da terra, porque quem sobe da terra, é a prostituta".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato: www.padrepauloricardo.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-6056520202703193740?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/6056520202703193740/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=6056520202703193740' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6056520202703193740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6056520202703193740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/um-alerta-contra-instrumentalizao-da.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4130503972022654639</id><published>2007-09-15T13:00:00.000-07:00</published><updated>2007-09-15T13:02:57.566-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>UMESE DEBATE O PL 122/2006 E SUBSTITUTIVO AO PL 6.418/2005,  NO PLENÁRIO DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como programado, realizou-se,  hoje, dia 13 de setembro, pela manhã, no Plenário da Assembléia Legislativa do Estado, Sessão Especial, para Debate do Tema: A Importância das Igrejas Evangélicas no Combate à Violência.&lt;br /&gt;Esta Sessão, requerida pelo Deputado Armando Batalha, a pedido da Umese, foi mais um marco histórico. Pois o foco do debate foi o PL 122/2006 e o substitutivo ao PL 6.418/2005.&lt;br /&gt;Os expositores, convidados pela Umese, Irmão Uziel Santana, Professor da UFS e Mestes;  Pastor Valdemar Alves de Araujo Filho, Primeiro Vice-Presidente da Umese e Paulo Roberto Matos, Presidente Nacional do PHS, discorreram com muita propriedade firmeza e segurança, sobre os malefícios dos PLs, perante Deputados, Vereadores, Pastores, Líderes, membros de Igrejas e  imprensa. Seguindo-se o debate com a participação dos  presentes no  plenário.&lt;br /&gt;Consideramos, este evento,  um grande avanço, pois a cultura, a tradição e a prática das Igrejas e Pastores Evangélicos é muita para dentro de si mesma. Como si diz: " dentro das quatro paredes". Más estamos em processo de mudança. Os desafios são grandes. Dentre os pastores presentes tivemos colegas de Igrejas Históricas e muito estratégicas em  Sergipe. Na verdade podemos afirmar que foi grande benção.&lt;br /&gt;Nós falamos na abertura  e no encerramento da Sessão.&lt;br /&gt;Continuaremos na luta, com outras estratégias.&lt;br /&gt;Pr Arivaldo José dos Santos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4130503972022654639?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4130503972022654639/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4130503972022654639' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4130503972022654639'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4130503972022654639'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/umese-debate-o-pl-1222006-e.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-3676223674814157983</id><published>2007-09-15T12:47:00.000-07:00</published><updated>2007-09-15T12:59:38.252-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>NITERÓI: LEI DA HOMOFOBIA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estivemos com o Prefeito Godofredo, mas infelizmente ele manteve a passeata gay. Crianças e adolescentes nas ruas em meio à bebida alcoólica e  cenas que sugerem atentato violento ao pudor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Notícia de site gay:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Niterói: Vereadores aprovam Dia de Combate à Homofobia&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;GDN informa: Em sessão nesta quarta-feira, 22/08, a Camâra dos Vereadores de Niterói aprovou o Projeto de Lei do vereador Leonardo Giordano (PT), que institui o dia Municipal de Combate à Homofobia (24 de janeiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O PL foi lido e aprovado no plenário e agora aguarda sanção do prefeito da cidade, Godofredo Pinto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A 3a. Parada do Orgulho GLBT de Niterói acontece neste domingo, 26/08. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia na íntegra o Projeto:&lt;br /&gt;PROJETO DE LEI "DIA MUNICIPAL DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA EM NITERÓI"&lt;br /&gt;Projeto de lei nº XX DE 2007 &lt;br /&gt;(Vereador Leonardo Giordano)&lt;br /&gt;Institui o Dia Municipal de Luta contra a Homofobia em Niterói&lt;br /&gt;Art. 1º - Fica instituído, no Município de Niterói, o Dia de Luta contra a Homofobia, a ser comemorado anualmente a cada 24 de janeiro.&lt;br /&gt;Art. 2º - A presente Lei não revoga outras comemorações ou festividades, instituídas para a mesma data.&lt;br /&gt;Art. 3º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUSTIFICATIVA&lt;br /&gt;Cada vez mais é possível perceber os avanços da luta do Movimento GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) no Brasil e no Mundo. Quem poderia imaginar, há dez anos atrás, que o debate sobre o respeito à diversidade, igualdade e tolerância à orientação sexual seria objeto de projetos de lei e de políticas públicas como ocorrera no Rio Grande do Sul, onde o Poder Judiciário reconhece União Civil entre pessoas do mesmo sexo. Aqui no Rio de Janeiro, homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais contam, desde 1999, com o serviço do Disque Defesa Homossexual (DDH) e com a lei que penaliza estabelecimentos, com multa e até interdição, por discriminação sexual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Niterói foi criada, em 2005, a Frente pela Livre Expressão Sexual e em novembro do ano passado foi aprovada a lei que garante benefícios previdenciários aos servidores municipais que são parceiros civis do mesmo sexo. Desde 2004, ano de fundação do Grupo Diversidade Niterói (GDN), ONG que organiza a Parada do Orgulho GLBT do município, a discussão sobre direitos da população GLBT e vem ganhando espaço na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bandeiras de luta como Direitos sexuais são direitos humanos, Sou cidadão, sou igual a você, Brasil em campo contra a Homofobia e União Civil Já! Levaram milhares de pessoas às ruas nas Paradas do Orgulho GLBT por todo Brasil e resultaram em consideráveis avanços, como a aprovação na Câmara Federal da Lei que criminaliza a Homofobia. O Brasil hoje é o país com o maior número de Paradas do Orgulho GLBT, sendo a Parada de São Paulo a maior do mundo e a de Niterói é a maior entre as realizadas fora das grandes capitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros países, como na Espanha e na Colômbia, além da União Civil, o Estado reconhece oficialmente a identidade assumida pelos travestis e transexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na contramão da história, percebemos uma realidade onde a intolerância, a violência e a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero ainda expõe este segmento a uma sociedade injusta e desigual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo dados do DDH, no ano de 2006 quarenta e cinco pessoas foram assassinadas no Estado do Rio de Janeiro, vítimas da homofobia. Os últimos dados nacionais são ainda piores: desde o inicio de 2007 quarenta homossexuais já foram assassinadas em todo o Brasil, segundo pesquisa do Grupo Gay da Bahia (GGB).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso oferecer condições seguras de vida a esta população, garantindo seus direitos à formação cidadã plena, seu bem-estar social a partir da conscientização de toda a sociedade. Daí a importância de incluir no calendário da cidade o 24 de janeiro como o Dia Municipal de Luta contra a Homofobia. A idéia deste projeto de lei nasceu junto com a fundação do GDN, da qual participei como membro fundador. Desde então, nesta data vêm sendo desenvolvidas atividades pela cidadania da população GLBT e já é perceptível à mudança de cultural que este trabalho vem gerando em Niterói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005, o GDN lançou no Plenário desta Casa Legislativa o programa do Governo Federal "Brasil Sem Homofobia". Esta foi à primeira vez que a Câmara de Niterói recebeu uma atividade do movimento GLBT. A Frente Parlamentar Pela Livre Expressão Sexual da cidade também foi criada com a participação do GDN.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo ano, o grupo realizou a I Parada do Orgulho GLBT de Niterói, que em sua primeira edição reuniu mais de 30 mil pessoas na Praia de Icaraí. Esta primeira Parada além de contar com o apoio de diversos vereadores e do Governo Municipal, contou com forte presença de heterossexuais apoiando a causa. Niterói entrou no calendário nacional do movimento GLBT e passou a discutir abertamente a questão de orientação sexual e identidade de gênero.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/11_101_62195.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-3676223674814157983?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/3676223674814157983/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=3676223674814157983' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3676223674814157983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3676223674814157983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/niteri-lei-da-homofobia-estivemos-com-o.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-8117834723386831617</id><published>2007-09-15T12:46:00.000-07:00</published><updated>2007-09-15T12:47:44.552-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Grupos gays brasileiros lançam múltiplas ações legais para silenciar a oposição cristã &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendaval de processos é tentativa de impedir críticas ao movimento homossexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matthew Cullinan Hoffman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 29 de agosto de 2007 (LifeSiteNews.com) — Nas semanas recentes, grupos homossexuais do Brasil vêm tentando silenciar seus oponentes com um vendaval de processos que se aproveitam do clima político pró-homossexualismo do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 5 de agosto, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) entrou com uma queixa criminal contra vários sites por desmascararem o fato de que o líder do movimento homossexual do Brasil, Luiz Mott, promove a pedofilia e a pederastia (veja a recente cobertura de LifeSiteNews em http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites Mídia Sem Máscara, Ministério Apologético Cacp e JesusSite são acusados de “charlatanismo, infâmia, difamação e calúnia”, por terem citado numerosas declarações de Mott aprovando sexo com crianças e adolescentes. A ABGLT está solicitando processos criminais e também indenizações financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, a ABGLT também entrou com uma ação contra Rozangela Alves Justino, uma psicóloga brasileira que oferece terapia aos homossexuais que desejam mudar sua orientação. O Conselho Federal de Psicologia do Brasil decidiu que os psicólogos estão proibidos de realizar terapia reparativa na área da homossexualidade, e a ABGLT está solicitando que a licença de Rozangela seja revogada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização se queixa de que Rozangela é “adversária do movimento de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, e tem se destacado no cenário nacional por apoiar e desenvolver programas de ‘reversão’ e/ou ‘resgate’ da homossexualidade à heterossexualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a ABGLT também solicitou que Silas Malafaia, um famoso psicólogo e pastor brasileiro, seja investigado por comentários que ele fez num programa de TV se opondo à conduta homossexual, ao aborto e às pesquisas com células-tronco. De acordo com o site homossexual brasileiro gay1.com.br, Malafaia “retrata a homossexualidade e a luta dos homossexuais pela igualdade de direitos de maneira claramente discriminatória”. A ABGLT solicita que os procuradores determinem medidas a serem tomadas contra Malafaia e as estações de TV que transmitiram o programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho, editor do Mídia Sem Máscara e colunista de jornais brasileiros, diz que os processos são uma tentativa de intimidar os oponentes do movimento homossexual do Brasil e desviar a atenção de uma investigação criminal contra Mott e outros líderes homossexuais por defenderem a pederastia e o abuso sexual de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carvalho disse para LifeSiteNews que ele vê a busca de poder do movimento homossexual como um dos componentes do movimento socialista do Brasil, que está buscando mais e mais poder. “Creio que eles realmente querem muito poder, porque o movimento homossexual não é independente. É parte da máquina esquerdista. E a esquerda agora no Brasil tem poder quase que total. Eles controlam tudo. Eles são mais poderosos do que o próprio Estado brasileiro, e isso não é o suficiente para eles. Eles querem mais e mais e mais, e o movimento homossexual é um instrumento dessa estratégia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora uma lei proibindo críticas ao homossexualismo tenha sido proposta, ainda não foi aprovada. Apesar disso, muitos juízes brasileiros simplesmente agem como se tal proibição já existisse. “Eles estão procedendo como se a lei existisse… Eles querem forçar o Congresso a aprovar a lei, de modo que agem como se a lei já tivesse sido aprovada. Muitos brasileiros crêem que essa lei realmente existe. É um tipo de fraude psicológica”, disse Carvalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homossexuais brasileiros conquistaram vitórias no passado com essa estratégia. O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente da Associação Pró-Vida de Anápolis, foi legalmente obrigado a pagar uma multa de 6.000 reais em 2005 por chamar a antropóloga pró-aborto Débora Diniz Rodrigues “pró-aborto”. O juiz que presidiu o caso considerou o rótulo “ofensivo”. O Pe. Lodi apelou, mas a decisão foi sustentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho deste ano, uma coalizão de grupos protestantes, a Visão Nacional para uma Consciência Cristã (VINACC), foi legalmente obrigada a parar sua campanha em defesa dos valores da família contra o ativismo homossexual. Eles receberam ordens de remover outdoors e anúncios de sua campanha, e de cancelar um evento público já programado, porque, de acordo com o tribunal, a campanha deles era “homofóbica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, nem todas as tentativas de intimidar e silenciar os oponentes da conduta homossexual tiveram êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 29 de maio deste ano, um pastor luterano da cidade brasileira de Rancho Queimado, o Rev. Ademir Kreutzfeld, foi submetido a uma investigação criminal quando foi acusado de telefonar para estabelecimentos comerciais locais num esforço para informá-los de que um jornal que eles estavam patrocinando estava promovendo a agenda homossexual. O ativista homossexual que possui o jornal entrou com queixa contra o pastor por “difamação”. Contudo, em 29 de agosto, Kreutzfeld alegremente anunciou que depois de uma breve audiência que foi “muito bem conduzida” pela juíza, o queixoso desistiu das acusações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho observa que no atual clima político, tal decisão pode prosseguir numa ou outra direção, dependendo totalmente da filosofia do juiz escolhido. “É impossível predizer essas coisas porque tudo depende de qual juiz julgará a queixa, e isso é imprevisível porque a seleção do juiz é feita a esmo… nunca sabemos… pode acontecer qualquer coisa”, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo original encontra-se aqui: http://www.lifesite.net/ldn/2007/aug/07083007.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigos anteriores de LifeSiteNews:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leader of Brazil Homosexual Movement Under Investigation for Pedophilia&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brazilian Priests Could Face Jail-time for Saying that Homosexuality is A Sin&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2007/mar/07031904.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAZIL ELECTS PRO-ABORTION, ANTI-FAMILY PRESIDENT&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2002/oct/02102803.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-8117834723386831617?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/8117834723386831617/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=8117834723386831617' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8117834723386831617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8117834723386831617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas_15.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-5038852840607819349</id><published>2007-09-15T12:38:00.000-07:00</published><updated>2007-09-15T12:42:44.854-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>NITERÓI: Triste notícia!&lt;br /&gt;O pior é que este cidadão foi de igreja evangélica e concluiu o seminário teológico, além de muitos crentes em Jesus terem votado nele. Veja abaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícia de site gay:&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Niterói: Diário Oficial publica Dia da Luta contra Homofobia&lt;br /&gt;Foi publicada nesta terça-feira, 10/09, no Diário Oficial do município de Niterói, a entrada em vigor da lei proposta pelo vereador Leonardo Giordano (PT), que institui o dia 24 de janeiro como o "Dia Municipal de Luta contra a Homofobia". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade é um dos pólos de avanço na questão de políticas públicas que favorecem a população GLBT municipal. Em 2005, foi criada a Frente pela Livre Expressão Sexual e em novembro do ano passado foi aprovada a lei que garante benefícios previdenciários aos servidores municipais que são parceiros civis do mesmo sexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://mixbrasil.uol.com.br/mp/upload/noticia/11_101_62747.shtml&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-5038852840607819349?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/5038852840607819349/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=5038852840607819349' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5038852840607819349'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5038852840607819349'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/niteri-triste-notcia-o-pior-que-este.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7253780787864546810</id><published>2007-09-03T12:45:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T12:52:36.155-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>De: "pastorarivaldo" &lt;pastorarivaldo@uol.com.br&gt;&lt;br /&gt;PARA: &lt;serys@senadora.gov.br&gt;; &lt;patricia@senadora.gov.br&gt;; &lt;fatima.cleide@senadora.gov.br&gt;; &lt;wilson.matos@senador.gov.br&gt;; &lt;romeu.tuma@senador.gov.br&gt;; &lt;paulopaim@senador.gov.br&gt;; &lt;paulo.duque@senador.gov.br&gt;; &lt;mercadante@senador.gov.br&gt;; &lt;magnomalta@senador.gov.br&gt;; &lt;josenery@senador.gov.br&gt;; &lt;jonaspinheiro@senador.gov.br&gt;; &lt;inacioarruda@senador.gov.br&gt;; &lt;gilvamborges@senador.gov.br&gt;; &lt;flavioarns@senador.gov.br&gt;; &lt;eliseuresende@senador.gov.br&gt;; &lt;cristovam@senador.gov.br&gt;; &lt;cicero.lucena@senador.gov.br&gt;; &lt;cicero.lucena@senador.gov.br&gt;; &lt;cesarborges@senador.gov.br&gt;; &lt;cesarborges@senador.gov.br&gt;; &lt;augusto.botelho@senador.gov.br&gt;; &lt;antval@senador.gov.br&gt;; &lt;almeida.lima@senador.gov.br&gt;; &lt;adelmir.santana@senador.gov.br&gt;; &lt;wellington.salgado@senador.gov.br&gt;; &lt;valterpereira@senador.gov.br&gt;; &lt;siba@senador.gov.br&gt;; &lt;sergio.zambiasi@senador.gov.br&gt;; &lt;romero.juca@senador.gov.br&gt;; &lt;papaleo@senador.gov.br&gt;; &lt;maria.carmo@senadora.gov.br&gt;; &lt;crivella@senador.gov.br&gt;; &lt;lucia.vania@senadora.gov.br&gt;; &lt;jarbas.vasconcelos@senador.gov.br&gt;; &lt;ideli.salvatti@senadora.gov.br&gt;; &lt;heraclito.fortes@senador.gov.br&gt;; &lt;geraldo.mesquita@senador.gov.br&gt;; &lt;eduardo.suplicy@senador.gov.br&gt;; &lt;edison.lobao@senador.gov.br&gt;; &lt;arthur.virgilio@senador.gov.br&gt;; &lt;mario.couto@senador.gov.br&gt;; &lt;maosanta@senador.gov.br&gt;; &lt;jayme.campos@senador.gov.br&gt;; &lt;leomar@senador.gov.br&gt;&lt;br /&gt;Cc: &lt;ussant@terra.com.br&gt;; &lt;jonatas@ufs.br&gt;; &lt;pastorpaixao@veloxmail.com.br&gt;; &lt;pastorgmiranda@hotmail.com&gt;; &lt;pastormarcos@vidarenovada.com.br&gt;; &lt;luantosilva@msn.com&gt;; &lt;prjosecarlos@pibb.org.br&gt;; &lt;jorgeitamara@yahoo.com.br&gt;; &lt;herivando@hotmail.com&gt;; &lt;pr.heldermachado@yahoo.com.br&gt;; &lt;pastoreuder@vinacc.org.br&gt;; &lt;prelizeurocha@gmail.com&gt;; &lt;edvilanova@yahoo.com.br&gt;; &lt;presidenciaormiban@cbn.org.br&gt;; &lt;douglas@portasabertas.org.br&gt;; &lt;sosfamilia@bol.com.br&gt;; &lt;prcarlosrocha@hotmail.com&gt;; &lt;pastorarivaldo@uol.com.br&gt;; &lt;aicosta@secrel.com.br&gt;; &lt;drcamara@ambr.com.br&gt;; &lt;pademirk@yahoo.com.br&gt;; &lt;ozzaoliveira@gmail.com&gt;; &lt;juliosevero@gmail.com&gt;; &lt;jcabral1945@gmail.com&gt;; &lt;rjustino@urbi.com.br&gt;; &lt;janmo@sergipenet.com.br&gt;; &lt;zenobadv@uol.com.br&gt;; &lt;jflawley@hotmail.com&gt;; &lt;eudesalencar@hotmail.com&gt;&lt;br /&gt;Assunto: O GLBT pressiona Senador.&lt;br /&gt;Data: domingo, 2 de setembro de 2007 14:03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AOS SENHORES E SENHORAS SENADORES DA REPÚBLICA - TITULARES E SUPLENTES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS - CDH.&lt;br /&gt;Estamos chegando ao caos. A impressão que temos é a de que todos estamos sendo vigiados e policiados  pela A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais),quanto  às palavras que pronunciamos, os  gestos que fazemos e as ações que praticamos.&lt;br /&gt;"Caçam-se Homofóbicos"&lt;br /&gt;No artigo anexo, publicado na FolhaOline, deste sábado, dia 01 de setembro, temos uma demonstração desta  triste verdade.&lt;br /&gt;Por causa do uso da palavra " boneca" e de um gesto considerado depreciativo, o Senador  Tasso Gereissati, em uma discussão com o Senador Almeida Lima,  a quem conheço pessoalmente, aqui em nosso Estado de Sergipe,  recebeu um oficio da ABGLT, cobrando explicações e sentenciando as penas para " remissão dos pecados cometidos contra os homossexuais:  "A nossa idéia é que o senador precisa se redimir". diz o Presidente.&lt;br /&gt;CONDENAÇÃO SUMÁRIA E PENAS.&lt;br /&gt;1 - Repreensão, por ter usado o termo "boneca".&lt;br /&gt;"o presidente da entidade diz que Tasso não deveria ter usado a expressão durante a discussão com o peemedebista. "O senhor foi infeliz ao utilizar-se de um termo denotando a homossexualidade como forma de menosprezar outro parlamentar"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Assinatura do Manifesto a favor da Aprovação do Projeto 122/2006. "  o presidente da entidade sugere que Tasso assine manifesto em apoio ao projeto de lei que criminaliza e estabelece penas a atos homofóbicos";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Integrar a Frente Parlamentar do Senado, pró-gay." A entidade também pede que Tasso integre a frente parlamentar pela Cidadania BGLT -uma vez que outros senadores já fazem parte do movimento, como Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Ideli Salvatti (PT-SC)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que não é verdade, más este fato prova que pessoas visiveis ou invisíveis ou um sistema de espionagem, está em lugares estratégicos para censurar e julgar as palavras e os gestos dos políticos, como já aconteceu com a fala do Presidente Lula, em Pelotas - RGS e futuramente, se aprovada a lei da mordaça, PL 122/2006,  nas empresas, nas repartições públicas federais, estaduis e municipais, nas igrejas católicas e evangélicas, nos restaurantes, nos bares, nas prais e em todos os lugares, para julgar, condenar e apenar os "homofóbicos"&lt;br /&gt;Ressalva-se que não estamos aprovando os discursos vazios de políticos.&lt;br /&gt;O que me estarrece, SENHORES SENADORES(A) é a ausadia, a audácia, o atrevimento do movimento GLBTT, que se reveste de uma autoridade não delegada,  como se os seus integrantes fossem pessoas especiais, donos da verdade, da pureza, da dignidade, da honra, da moral, da ética, da santidade, seres superiores, divinos.&lt;br /&gt;Quem está por trás de tudo isso? Organizações Internacionais? O Poder Econômico Mundial? Partidos Políticos? O Governo através do Programa "Brasil sem Homofobia? Quem ? A onde vamos parar?&lt;br /&gt;O  artigo publicado na FolhaOline está anexado.&lt;br /&gt;Pr Arivaldo José dos Santos.&lt;br /&gt;Pastor Batista Nacional&lt;br /&gt;Presidente da União dos Ministros Evangélicos do Estado de Sergipe.&lt;br /&gt;Vice-Presidente da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas da Universidade Federais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GLTBS PRESSIONA SENADOR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AOS SENHORES E SENHORAS SENADORES DA REPÚBLICA - TITULARES E SUPLENTES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS - CDH.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos chegando ao caos. A impressão que temos é a de que todos estamos sendo vigiados e policiados  pela A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais),quanto  às palavras que pronunciamos, os  gestos que fazemos e as ações que praticamos.&lt;br /&gt;"Caçam-se Homofóbicos"&lt;br /&gt;No artigo anexo, publicado na FolhaOline, deste sábado, dia 01 de setembro, temos uma demonstração desta  triste verdade.&lt;br /&gt;Por causa do uso da palavra " boneca" e de um gesto considerado depreciativo, o Senador  Tasso Gereissati, em uma discussão com o Senador Almeida Lima,  a quem conheço pessoalmente, aqui em nosso Estado de Sergipe,  recebeu um oficio da ABGLT, cobrando explicações e sentenciando as penas para " remissão dos pecados cometidos contra os homossexuais:  "A nossa idéia é que o senador precisa se redimir". diz o Presidente.&lt;br /&gt;CONDENAÇÃO SUMÁRIA E PENAS.&lt;br /&gt;1 - Repreensão, por ter usado o termo "boneca".&lt;br /&gt;"o presidente da entidade diz que Tasso não deveria ter usado a expressão durante a discussão com o peemedebista. "O senhor foi infeliz ao utilizar-se de um termo denotando a homossexualidade como forma de menosprezar outro parlamentar"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 - Assinatura do Manifesto a favor da Aprovação do Projeto 122/2006. "  o presidente da entidade sugere que Tasso assine manifesto em apoio ao projeto de lei que criminaliza e estabelece penas a atos homofóbicos";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 - Integrar a Frente Parlamentar do Senado, pró-gay." A entidade também pede que Tasso integre a frente parlamentar pela Cidadania BGLT -uma vez que outros senadores já fazem parte do movimento, como Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Ideli Salvatti (PT-SC)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece que não é verdade, más este fato prova que pessoas visiveis ou invisíveis ou um sistema de espionagem, está em lugares estratégicos para censurar e julgar as palavras e os gestos dos políticos, como já aconteceu com a fala do Presidente Lula, em Pelotas - RGS e futuramente, se aprovada a lei da mordaça, PL 122/2006,  nas empresas, nas repartições públicas federais, estaduis e municipais, nas igrejas católicas e evangélicas, nos restaurantes, nos bares, nas prais e em todos os lugares, para julgar, condenar e apenar os "homofóbicos"&lt;br /&gt;Ressalva-se que não estamos aprovando os discursos vazios de políticos.&lt;br /&gt;O que me estarrece, SENHORES SENADORES(A) é a ausadia, a audácia, o atrevimento do movimento GLBTT, que se reveste de uma autoridade não delegada,  como se os seus integrantes fossem pessoas especiais, donos da verdade, da pureza, da dignidade, da honra, da moral, da ética, da santidade, seres superiores, divinos.&lt;br /&gt;Quem está por trás de tudo isso? Organizações Internacionais? O Poder Econômico Mundial? Partidos Políticos? O Governo através do Programa "Brasil sem Homofobia? Quem ? A onde vamos parar?&lt;br /&gt;O  artigo publicado na FolhaOline está anexado.&lt;br /&gt;Pr Arivaldo José dos Santos.&lt;br /&gt;Pastor Batista Nacional&lt;br /&gt;Presidente da União dos Ministros Evangélicos do Estado de Sergipe.&lt;br /&gt;Vice-Presidente da Federação Nacional das Associações de Aposentados e Pensionistas da Universidade Federais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7253780787864546810?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7253780787864546810/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7253780787864546810' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7253780787864546810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7253780787864546810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/de-pastorarivaldo-para-cc-assunto-o.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7747393335502008573</id><published>2007-09-03T12:32:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T12:45:00.411-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mais um defensor do homossexualismo e da pedofilia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coincidência? Mais um defensor do homossexualismo e da pedofilia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente, o "filósofo" Paulo Ghiraldelli Jr defende o homossexualismo em seu &lt;br /&gt;artigo "Gays - uma revolução semântica". Agora, no artigo abaixo, ele &lt;br /&gt;defende a pedofilia! Depois, não venham me dizer que associo o &lt;br /&gt;homossexualismo à pedofilia. Primeiramente, leiam o que professores &lt;br /&gt;universitários como Denílson Lopes, Luiz Mott e Paulo Ghiraldelli dizem &lt;br /&gt;sobre amor entre homens e meninos. Com professores desse tipo, as &lt;br /&gt;universidades brasileiras formam muito mais do que meros imbecis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vejam e confiram: começou a campanha homossexual em favor da &lt;br /&gt;"liberação" sexual das crianças!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que nunca nosso país precisa de um programa governamental "Brasil &lt;br /&gt;Sem Sodomia".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Julio Severo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amor e sexo entre pequenos e grandes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Ghiraldelli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nossa história está repleta de exemplos de uniões com êxito - legitimadas &lt;br /&gt;por épocas, locais e culturas correspondentes - entre pessoas de idades &lt;br /&gt;diferentes. A nossa história registra casos em que relações sexuais, até &lt;br /&gt;mesmo com certa violência, não deixaram marcas físicas e psicológicas em &lt;br /&gt;nenhuma das pessoas que estiveram envolvidas com isso na infância (lembrem &lt;br /&gt;de suas infâncias, leitores). A nossa história tem nos ensinado, também, &lt;br /&gt;que não são poucas as crianças que fantasiam experiências com adultos e &lt;br /&gt;que, uma vez perguntadas se foram "abusadas" sexualmente, dizem sim - com &lt;br /&gt;orgulho, de acordo com a expectativa dos que perguntam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses três itens, se bem observados, já seriam o suficiente para que a &lt;br /&gt;"caça às bruxas" que nossa sociedade ocidental tem desenvolvido &lt;br /&gt;recentemente contra o que classifica de "pedofilia" fosse repensado. &lt;br /&gt;Todavia, parece que as pessoas que descobriram esse filão - a denúncia da &lt;br /&gt;pedofilia - já não estão mais interessadas em desenvolver esse tipo de &lt;br /&gt;reflexão que eu levo adiante, pois elas temem perder o emprego. Sim, &lt;br /&gt;infelizmente, a denúncia da pedofilia virou menos um dever de cidadão e &lt;br /&gt;mais um emprego. E eis que nossa sociedade começa a se aproveitar de um &lt;br /&gt;rousseuísmo perverso, disseminado entre nós, para condenar toda e qualquer &lt;br /&gt;prática de relacionamento que não se enquadre nos padrões que elas acham o &lt;br /&gt;correto. O resultado parece ser algo pouco saudável. O resultado nos coloca &lt;br /&gt;na busca de uma comunidade asséptica, que ao fim e ao cabo deverá punir &lt;br /&gt;todos os que não fazem sexo no estilo "papai e mamãe", isto é, de pijama, &lt;br /&gt;só depois da novela e, enfim, rigorosamente com parceiros heterossexuais e &lt;br /&gt;de mesma idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não é só hipocrisia. Isso não é só cegueira ideológica e, quem sabe, &lt;br /&gt;religiosa. Isso é nazismo. Tudo que destoa de um padrão que não é de fato &lt;br /&gt;padrão, pois ninguém segue, mas que é adotado como padrão por funcionários &lt;br /&gt;públicos e pessoas mal amadas, é transformado em crime. Começamos o retorno &lt;br /&gt;a um clima de Inquisição: todos são pecadores, todos são pedófilos, pois em &lt;br /&gt;algum momento entraram em um site - e tiveram tal atividade registrada no &lt;br /&gt;seu PC - que continha algum tipo de foto considerada por esses &lt;br /&gt;especialistas como "fora da lei". Aos poucos, pais que tomam banhos com &lt;br /&gt;filhos começam a ser vistos como pervertidos. O terrorismo em uma sociedade &lt;br /&gt;pode ser feito de diversas maneiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso é incentivado pela "denúncia anônima", que é um perigo - todos &lt;br /&gt;sabemos. Cada um pode pegar seu telefone e denunciar o comunista de hoje em &lt;br /&gt;dia, ou seja, o "pedófilo". Junto com o pai que não paga pensão, com o &lt;br /&gt;ladrão de galinha e com aquele que realmente nunca fez nada de errado mas &lt;br /&gt;tem inimigos, o pedófilo é agora o "top de linha". Já ganha, de longe, para &lt;br /&gt;o suposto marido que agride a esposa. É o inimigo número 1 da nação. Pobre &lt;br /&gt;nação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, na busca de conseguirmos uma sociedade melhor, em que pessoas &lt;br /&gt;que possam ser violentas sejam coibidas, damos passos largos para a criação &lt;br /&gt;de uma sociedade que ampliará a criminalização a um ponto de enfrentarmos &lt;br /&gt;os mesmos problemas que a sociedade americana enfrenta. Qual? Hoje, os &lt;br /&gt;Estados Unidos possuem um número de presos que é proporcionalmente o dobro &lt;br /&gt;do de outros países campeões nessa modalidade. Visivelmente isso não é &lt;br /&gt;Justiça; é isso que os americanos discutem atualmente. Eles se perguntam: &lt;br /&gt;em que momento de nossa história demos o passo errado e criamos um &lt;br /&gt;monstrengo que faz com que todo e qualquer cidadão possa ter uma ficha &lt;br /&gt;policial com alguma infração? E pior: em que momento entulhamos nosso &lt;br /&gt;aparato judiciário de modo que os crimes que realmente prejudicam a &lt;br /&gt;sociedade como um todo foram deixados de lado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou longe de querer deixar crimes impunes. E mais longe ainda de fazer a &lt;br /&gt;defesa de algo como a pedofilia. Mas não concordo com a forma como a nossa &lt;br /&gt;sociedade está julgando várias pessoas, sem levar em conta nossa tradição &lt;br /&gt;cultural, sem considerar o que de fato consideramos correto no Ocidente, e &lt;br /&gt;o que é e o que não é "abuso sexual" com crianças e jovens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso tudo há uma falta completa de reflexão filosófica. E as pessoas que &lt;br /&gt;estão envolvidas em órgãos que buscam coibir a pedofilia, nem sempre se &lt;br /&gt;mostram preparadas para entender situações que só com mais esclarecimento &lt;br /&gt;intelectual e mais vivência poderíamos entender. Uma coisa que essas &lt;br /&gt;avaliações não levam em conta é que crescer e se tornar adulto não é uma &lt;br /&gt;tarefa fácil. Nem todos conseguem. Talvez, até, possamos dizer: poucos &lt;br /&gt;conseguem. Parece natural nascer e crescer e ficar adulto. Mas não é &lt;br /&gt;natural. É um processo social e histórico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso os que estão envolvidos em estudos sobre pedofilia, abuso sexual, &lt;br /&gt;relacionamento familiar, violência doméstica etc. quiserem começar a pensar &lt;br /&gt;seriamente, podem iniciar pelo filme "Little Children" ("Pecados íntimos", &lt;br /&gt;no Brasil). Ele esteve em nossos cinemas, e agora já está disponível nas &lt;br /&gt;locadoras. Não prestem atenção somente no pedófilo do filme. Prestem &lt;br /&gt;atenção em todos os personagens. Cada um deles, em um determinado momento, &lt;br /&gt;ainda está preso em sua própria infância ou em uma situação em que a &lt;br /&gt;infância ainda não se tornou coisa do passado em sua vida. Apesar de todos &lt;br /&gt;serem oficialmente adultos e de todos tentarem cumprir, como nós, suas &lt;br /&gt;obrigações sociais, todos os personagens são um pouco ... infantis. Cada um &lt;br /&gt;de nós, de algum modo, é um daqueles personagens. Cada um de nós não &lt;br /&gt;cresceu tudo que queria ou tudo que deveria. Somos "pequenas crianças". E &lt;br /&gt;as crianças, muitas vezes, sabem disso. No limite, às vezes é mais fácil &lt;br /&gt;uma criança levar na brincadeira - e não ficar traumatizada - um jogo &lt;br /&gt;sexual proposto por um adulto do que vermos tal jogo ser aceito entre dois &lt;br /&gt;adultos que estão marcados por outros traumas. Os olhos dos adultos é que &lt;br /&gt;ficam marcados, e não por terem sido atacados, quando crianças, por &lt;br /&gt;supostos pedófilos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso precisa ser levado em conta para analisar cada caso, e ver a diferença &lt;br /&gt;entre alguém que precisa de um tratamento por ser pedófilo e alguém que &lt;br /&gt;está propondo práticas - que no limite não serão malévolas - que são as &lt;br /&gt;possíveis de serem propostas segundo uma série de fatores culturais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que quando se fala de sexo, há pessoas que ficam de cabelo em pé. &lt;br /&gt;As mesmas pessoas que não se chocam com a morte bárbara de uma mulher &lt;br /&gt;esfaqueada ficam horrorizadas se uma outra mulher morreu em um estupro. A &lt;br /&gt;faca na garganta não tem importância. Mas um apertão no pescoço em uma luta &lt;br /&gt;de abuso sexual, esta sim, é crime bárbaro e um pecado. Um bandido que dá &lt;br /&gt;um tiro na cabeça de uma criança deve ir para a cadeira elétrica ou pegar &lt;br /&gt;prisão perpétua, dizem muitos. Mas dizem, às vezes, sem ódio. Agora, um &lt;br /&gt;bandido que estupra uma menina de 10 anos, nem pode ter sua identidade &lt;br /&gt;revelada, as pessoas não querem esperar qualquer julgamento, querem &lt;br /&gt;linchá-lo e, principalmente, terem o prazer de cortar o pênis do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse segundo tipo de desejo, o de castrar pessoas, deve ser observado e &lt;br /&gt;estudado. As pessoas que desejam castrar o estuprador ou o que chamam de &lt;br /&gt;pedófilo, não raro, são tão ou mais perigosas que o pedófilo. Ele, &lt;br /&gt;pedófilo, se de fato é alguém que quer abusar de crianças à força, ataca &lt;br /&gt;individualmente. Os que querem castrá-lo são pessoas com sentimentos &lt;br /&gt;tendentes à direita, e podem atacar coletivamente. Podem incentivar o &lt;br /&gt;fascismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto não entendermos que é difícil ficar adulto, e que isso deve ser &lt;br /&gt;estudado, não iremos nos transformar em uma sociedade civilizada. Temos de &lt;br /&gt;compreender melhor o que o somos, para podermos saber quem de nós precisa &lt;br /&gt;ou não de ajuda, quem não está conseguindo crescer, ficar adulto, e quem &lt;br /&gt;pensa que está fazendo isso melhor do que outros. Não vamos chegar a bom &lt;br /&gt;termo criminalizando várias práticas sociais que até bem pouco tempo, &lt;br /&gt;havíamos elogiado. O amor entre pessoas de idades diferentes foi e, em &lt;br /&gt;alguns lugares ainda é, é uma prática incentivada no Brasil. E visivelmente &lt;br /&gt;desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas de nossas avós casaram com homens bem mais velhos, quando ainda eram &lt;br /&gt;meninas. Não foram infelizes. Muitas meninas atraem propositalmente homens &lt;br /&gt;mais velhos, e isso não é o fim do mundo. Muitos relacionamentos &lt;br /&gt;homossexuais se dão de modo melhor quando há grande diferença de idade, e &lt;br /&gt;isso não traumatiza ninguém. Regras rígidas e sem uma base de estudo podem &lt;br /&gt;nos conduzir a criar um Brasil como prisão coletiva ou simplesmente uma &lt;br /&gt;sociedade infeliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paulo Ghiraldelli Jr. - O filósofo da cidade de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAULO GHIRADELLI JR., doutor e mestre em filosofia pela USP; doutor e &lt;br /&gt;mestre em filosofia da educação pela PUC-SP, livre docente e titular pela &lt;br /&gt;UNESP, pós-doutor em medicina social pela UERJ. Diretor do Centro de &lt;br /&gt;Estudos em Filosofia Americana - www.pragmatismo.com . Editor da &lt;br /&gt;Contemporary Pragmatism de New York. Site pessoal: www.ghiraldelli.pro.br &lt;br /&gt;Editor do Portal Brasileiro da Filosofia: www.filosofia.pro.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;br /&gt;http://ghiraldelli.blogspot.com/2007/08/amor-e-sexo-entre-pequenos-e-grandes.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7747393335502008573?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7747393335502008573/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7747393335502008573' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7747393335502008573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7747393335502008573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/mais-um-defensor-do-homossexualismo-e.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-1914521160216133782</id><published>2007-09-03T12:27:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T12:32:25.148-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Grupo gayzista pede providências contra o programa de TV “Vitória em Cristo” do Pr. Silas Malafaia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;por Julio Severo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) formalizou dia 27 de agosto, junto ao Ministério Público Federal, pedido de tomada de providências referente à edição do Programa do Pastor Silas Malafaia, “Vitória em Cristo”, veiculado pela Rede Bandeirantes e pela Rede TV no dia 4 de agosto, e atualmente disponível na Internet, no endereço http://prsilasmalafaia.com.br/. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição em questão do programa trata de “Homossexualismo, aborto e células-tronco”, e retrata a homossexualidade de acordo com os ensinamentos da Bíblia. A ABGLT vê essa pregação como claramente discriminatória e como agressão à luta dos militantes gayzistas pela implementação de sua agenda na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ABGLT solicitou ao Ministério Público que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Averigúe a infração da legislação referente a emissoras de televisão pela Rede Bandeirantes e pela Rede TV, com a aplicação das medidas cabíveis, bem como a concessão do direito a resposta pela ABGLT.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Promova ações contra atitudes contrárias ao homossexualismo, tanto por parte das duas emissoras quanto por parte do próprio Pastor Malafaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma solicitação de tomada de providências foi encaminhada para o serviço de Ouvidoria do Ministério das Comunicações e também para o sistema de denúncias da Campanha Ética na TV, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa ação contra o pastor e psicólogo Silas Malafaia segue outras ações da mesma entidade. No dia 3 de agosto, a ABGLT entrou com uma representação junto à Procuradoria da República no Estado da Bahia em defesa do líder máximo do movimento homossexual brasileiro, Luiz Mott e em desfavor dos criadores dos sites evangélicos Jesussite e Ministério Apologético Cacp e o site de informação Mídia Sem Máscara. Cada um desses sites publica, há muitos anos, artigos de Julio Severo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com óbvia meta de perseguição, a representação gayzista pede aos promotores federais que apurem “o crime de curandeirismo, charlatanismo, infâmia, difamação” e calúnia praticados pelos sites religiosos, além da abertura de uma ação penal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ABGLT também entrou com uma representação no dia 21 de agosto contra a psicóloga Rozangela Alves Justino, no Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro. Outros 71 psicólogos pró-homossexualismo assinaram a ação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O argumento da ABGLT é que a psicóloga evangélica “apóia e desenvolve programas de ‘reversão’ e/ou ‘resgate’ da homossexualidade à heterossexualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que as ações da ABGLT são uma tentativa de silenciar oficialmente as vozes cristãs que ousam dizer exatamente o que a Bíblia ensina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais serão as próximas ações da ABGLT e outras entidades de militantes gayzistas? Entrar com pedido de providências contra as passagens da Bíblia que de maneira clara e inequívoca condenam o ato de homens fazerem sexo com homens? Deverão essas passagens ser removidas das Bíblias? Ou será que a produção e distribuição de Bíblias deverá ser legalmente proibida?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1914521160216133782?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1914521160216133782/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1914521160216133782' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1914521160216133782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1914521160216133782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/grupo-gayzista-pede-providncias-contra.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7243069899740679275</id><published>2007-09-03T12:16:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T12:26:38.829-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Grupo gay pede explicações a Tasso sobre uso da expressão "boneca" em bate-boca &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sábado, 01 de setembro de 2007 &lt;br /&gt;31/08/2007 - 19h11 GABRIELA GUERREIRO da Folha Online, em Brasília A ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais) encaminhou hoje ofício ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) com pedido de explicações sobre a expressão "boneca" utilizada ontem pelo parlamentar durante discussão com o senador Almeida Lima (PMDB-SE), no Conselho de Ética do Senado. A entidade cobra que Tasso esclareça se tem preconceitos contra os homossexuais e os motivos que o levaram a chamar Almeida Lima de "boneca". No ofício, o presidente da entidade diz que Tasso não deveria ter usado a expressão durante a discussão com o peemedebista. "O senhor foi infeliz ao utilizar-se de um termo denotando a homossexualidade como forma de menosprezar outro parlamentar. Desta forma, o senhor reforçou o preconceito à homossexualidade, atitude pouco condizente com o decoro parlamentar", diz o ofício assinado pelo presidente da ABGLT, Toni Reis. Além do pedido de explicações, o presidente da entidade sugere que Tasso assine manifesto em apoio ao projeto de lei que criminaliza e estabelece penas a atos homofóbicos. "A nossa idéia é que o senador precisa se redimir, falar que não é preconceituoso", disse Toni Reis à Folha Online. A entidade também pede que Tasso integre a frente parlamentar pela Cidadania BGLT --uma vez que outros senadores já fazem parte do movimento, como Arthur Virgílio (PSDB-AM) e Ideli Salvatti (PT-SC). "A gente sabe que no calor da discussão as pessoas soltam preconceitos. Já questionamos outros políticos que, depois, reconheceram que falharam. O próprio presidente Lula se explicou quando disse, em Pelotas (RS), que lá era terra de veados", disse Reis. Procurada pela Folha Online, a assessoria de Tasso informou que ele não iria comentar o ofício encaminhado pela ABGLT ao senador. Bate-boca Em uma intensa discussão no Conselho de Ética nesta quinta-feira, Tasso e Lima quase trocaram agressões físicas durante o debate sobre o sistema de votação do relatório contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A oposição pediu que Lima abrisse mão do seu relatório em que absolve Renan no processo por quebra de decoro parlamentar. Irritado com as críticas de Tasso --que chegou a bater na mesa acusando Lima de "palhaço" e "vendido" a Renan --Lima reagiu afirmando que o tucano não venceria a discussão no grito. Tasso, em seguida, fez gestos afeminados e afirmou: "calma boneca". Em resposta, Lima disse não acreditar que o tucano tivesse aquele "trejeito". Acompanhe as notícias em seu celular: digite wap.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7243069899740679275?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7243069899740679275/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7243069899740679275' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7243069899740679275'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7243069899740679275'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/grupo-gay-pede-explicaes-tasso-sobre.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-1555238426848526774</id><published>2007-09-03T12:14:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T12:16:47.243-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Requião assina manifesto da Igreja em favor da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Manifesto foi lançado pelo padre Reginaldo Manzotti e&lt;br /&gt;  já colheu mais de 750 mil assinaturas&lt;br /&gt;  http://www.bemparana.com.br/jornal/&lt;br /&gt;  AEN&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  O governador do Paraná Roberto Requião assinou o manifesto lançado&lt;br /&gt;  pelo padre Reginaldo Manzotti, presidente da Associação Evangelizar é&lt;br /&gt;  Preciso, contra a legalização do aborto. O manifesto "Mobilização: um&lt;br /&gt;  Grito pela Vida; Diga não ao Aborto", obteve apoio da grande maioria&lt;br /&gt;  dos prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e secretários municipais que&lt;br /&gt;  participam do primeiro encontro da edição 2007-2008 do Programa de&lt;br /&gt;  Estudos Avançados para Líderes Públicos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  "Não consigo imaginar que um problema econômico possa levar uma&lt;br /&gt;  família ao assassinato de uma criança não nascida, que pode vir a ser&lt;br /&gt;  um Einstein, um santo e até mesmo um gênio que encaminhe a redenção de&lt;br /&gt;  momentos históricos importantes na vida do município, do Estado, do&lt;br /&gt;  País e do planeta. Assim, este abaixo-assinado, que será encaminhado&lt;br /&gt;  ao presidente Lula e ao Congresso Nacional, leva a minha assinatura e&lt;br /&gt;  do vice-governador Orlando Pessuti", afirmou Requião.&lt;br /&gt;  "Eu os convido para formar conosco um movimento de resistência à&lt;br /&gt;  banalização da vida, à supressão absoluta de princípios éticos que&lt;br /&gt;  devem dirigir a nossa conduta. Alguém poderia perguntar: e o caso de&lt;br /&gt;  uma mulher doente, cuja gravidez coloca em risco a sua vida e a da&lt;br /&gt;  criança? Não há nenhuma dúvida, quem decide isso é o Judiciário. Mas a&lt;br /&gt;  banalização do assassinato de uma criança deve receber uma resistência&lt;br /&gt;  de nossa parte", disse o governador ao justificar sua adesão ao&lt;br /&gt;  manifesto.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Segundo o padre Reginaldo Manzotti, o manifesto pela vida já conta com&lt;br /&gt;  mais de 750 mil adesões na luta contra a lei nº 1135/91, em tramitação&lt;br /&gt;  no Congresso Nacional, e que permite a interrupção da gestação até o&lt;br /&gt;  nono mês de gravidez, sem qualquer restrição. "O apelo que fizemos aos&lt;br /&gt;  prefeitos e líderes municipais é que abracem esta causa, que é muito&lt;br /&gt;  mais do que religiosa ou partidária. É uma causa ecumênica e&lt;br /&gt;  humanitária, enfim, um apelo para que todas as autoridades brasileiras&lt;br /&gt;  pensem um pouco mais sobre o valor da vida".&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  Em sua opinião, esta é uma luta não só de padres, pastores e líderes&lt;br /&gt;  religiosos. "É uma luta que envolve todas as pessoas de bem. Pessoas&lt;br /&gt;  que acreditam nos valores universais e que acreditam que existem&lt;br /&gt;  valores inegociáveis, como a vida. Portanto, lutem pela vida assinando&lt;br /&gt;  e até ajudando na coleta de outras assinaturas, para que esta lei não&lt;br /&gt;  seja aprovada no Congresso Nacional", afirmou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  O padre Manzotti disse que o movimento, liderado pelo arcebispo&lt;br /&gt;  metropolitano de Curitiba e presidente da CNBB Regional Sul II, Dom&lt;br /&gt;  Moacyr José Vitti, e pela presidente da Sociedade Protetora dos&lt;br /&gt;  Nascituros Imaculada Conceição de Maria, Regina Turchenski, já&lt;br /&gt;  conseguiu a adesão de adventistas, luteranos e outras denominações&lt;br /&gt;  evangélicas. "E o que me deixa feliz é saber do apoio de faculdades de&lt;br /&gt;  Direito e Medicina, bem como de escolas de ensino secundário, que&lt;br /&gt;  estão promovendo estudos, fórum de debates e concursos de cartazes e&lt;br /&gt;  redação sobre o tema da vida. Estamos fazendo com que as pessoas olhem&lt;br /&gt;  para a vida com um olhar singular e que discutam o tema". analisou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;  No documento assinado pela grande maioria dos participantes do&lt;br /&gt;  encontro, a Igreja ressalta que a vida humana é um direito natural,&lt;br /&gt;  anterior ao Estado, e que o mesmo deve reconhecê-la como direito&lt;br /&gt;  fundamental. "Por isso, sua garantia é a consagração da própria&lt;br /&gt;  democracia. Não de trata de direito constituído pelo Estado e,&lt;br /&gt;  portanto, nenhum grupo social poderá decidir quando outros devem&lt;br /&gt;  morrer. É ainda um direito inquestionável, conforme preceitua o artigo&lt;br /&gt;  5 da Constituição Federal e o artigo 2 do Código Civil Brasileiro".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1555238426848526774?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1555238426848526774/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1555238426848526774' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1555238426848526774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1555238426848526774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/requio-assina-manifesto-da-igreja-em.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-2492107664077641705</id><published>2007-09-03T11:21:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T11:24:24.566-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mulheres: Congresso aprova descriminalização do abortoPRESIDENTE LULA, DESISTA DE LEGALIZAR O ABORTO ! &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ao PL 1135/91 que libera o Aborto no Brasil&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.pt.org.br/sitept/index_files/noticias_int.php?codigo=2991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As discussões em torno da emenda “Por um Brasil de Mulheres e Homens Livres e Iguais”, apresentada pela Secretaria Nacional de Mulheres do PT, abriram espaço para um dos mais acalorados debates no plenário do 3º Congresso. O tema polêmico dizia respeito ao aborto.&lt;br /&gt;A disputa se deu não só entre quem se revezava aos microfones, para defender seus pontos de vista, mas também entre os delegados. Por fim, o parágrafo que fazia a menção à “legalização” do aborto foi substituído, consensualmente, pela defesa da “descriminalização do aborto e da regulamentação do atendimento de todos os casos no serviço público”.&lt;br /&gt;A ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria Especial de Política de Promoção da Igualdade Racial deu ênfase, em seu pronunciamento, à certeza de que “nenhuma mulher neste país ou neste mundo gosta de fazer aborto. Mas nossa defesa é para que elas não morram em abortos clandestinos, não morram vítimas do descaso no sistema de saúde”. E lembrou que a legalização do aborto havia sido aprovada por aproximadamente 3 mil mulheres na 2ª Conferência Nacional das Mulheres.&lt;br /&gt;A deputada Iriny Lopes compartilhou a mesma defesa. “O direito de escolher não pode ser cerceado. Nosso estado é laico. Não é possível que o PT não vá compreender que aqui está expressa a vontade das mulheres”, disse, em nova alusão à Conferência.&lt;br /&gt;Adair Cunha, deputado federal, defendeu que o partido não deveria tomar posição sobre a polêmica. “Não podemos aprovar algo que violente aqueles que não concordam com o aborto. Não podemos impor”. Vaias e aplausos se misturaram em seguida.&lt;br /&gt;A mesma posição foi defendida pela delegada Ângela Guadagnin. “Um feto com três meses já tem sexo definido, impressões digitais formadas. Já é uma vida completa. Eu defendo a vida, das mulheres inclusive”, disse. &lt;br /&gt;Neste momento, várias delegadas, de mãos dadas, fizeram uma corrente diante da mesa que dirigia os debates.  Parte do plenário bradava: “Partido, partido, é das Trabalhadoras”.&lt;br /&gt;Outros pontos da resolução foram aprovados com facilidade. Destaque para a defesa do controle social da mídia para garantir o respeito à imagem da mulher nos meios de comunicação e dos Planos Nacionais de políticas para as mulheres, de combate à violência contra a mulher, e da equiparação salarial e da garantia de creches para todas as trabalhadoras.&lt;br /&gt;Cotas&lt;br /&gt;No item relativo à organização partidária da mesma resolução, foi aprovado o estabelecimento de cota de no mínimo30% de mulheres nas delegações aos encontros e mulheres de partido.&lt;br /&gt;O mesmo percentual, de acordo com o texto, valerá para a eleição das direções partidárias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-2492107664077641705?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/2492107664077641705/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=2492107664077641705' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2492107664077641705'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2492107664077641705'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/mulheres-congresso-aprova.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-3092878278910562582</id><published>2007-09-03T11:20:00.000-07:00</published><updated>2007-09-03T11:21:47.472-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>QUEM FINANCIA O ABORTO CLANDESTINO NO BRASIL &lt;br /&gt;PRESIDENTE LULA, DESISTA DE LEGALIZAR O ABORTO ! &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ao PL 1135/91 que libera o Aborto no Brasil&lt;br /&gt;   ================================ &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Repare a pergunta: não é quem financia a legalização do aborto no Brasil, mas quem, com a conivência do governo federal, está financiando a prática do aborto clandestino. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;========================================= &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Está novamente para ser votado na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados em Brasília um projeto de lei que tramita sob o nome de PL 1135/91. De autoria do governo Lula, o projeto pretende legalizar no Brasil o aborto, por qualquer motivo, durante todos os nove meses da gravidez. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O projeto, que pretende legalizar o aborto de modo a transformá-lo em um direito e torná-lo totalmente livre para qualquer caso durante todos os nove meses da gravidez, foi elaborado pela Comissão Tripartite organizada pelo governo do presidente Lula na primeira metade do ano de 2005. Por cusa da pressão da sociedade brasileira que se posicionou contra ao mesmo, o projeto não conseguiu ser votado em 2005, foi desarquivado no início de 2007 a pedido do deputado José Genoíno e será votado nas próximas semanas no Congresso Nacional. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No dia 27 de junho de 2007 foi realizada na Câmara dos Deputados uma audiência pública sobre o PL 1135/91 na qual &lt;br /&gt;foram ouvidos duas autoridades a favor da vida e duas autoridades a favor do aborto. O resultado foi vergonhoso para os que tentaram defender o aborto mas, como sempre, nada foi publicado pela imprensa. A favor do aborto estavam a ex-deputada Jandira Feghali, relatora anterior do projeto em discussão que pretende legalizar o aborto durante todos os nove meses da gravidez até o momento do parto, e o Dr. Adson França, falando em nome do Ministro da Saúde. A favor da vida estavam a Dra. Zilda Arns, médica pediatra, ex-candidata ao prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho junto à Pastoral da Criança, e a Dra. Marli Virgínia Nóbrega, médica obstetra na rede pública de Brasília. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Contestando o Ministro da Saúde, que afirma que o problema do aborto é um problema de saúde pública, a Dra. Marli denunciou que a imposição do aborto é na realidade uma questão de controle demográfico que está sendo planejado por organizações externas ao Brasil. Após mostrar em um gráfico as projeções populacionais da ONU para o ano de 2300, uma das quais prevê uma redução populacional de 6 bilhões de habitantes para apenas 2 bilhões, o que não poderia supor-se que se daria espontaneamente, sendo uma projeção que pressupõe um trabalho de implantação do aborto e do controle da natalidade, a Dra. Marli afirmou que a pressão para a legalização do aborto existe por causa de "ações que tem origens principalmente externas ao Brasil que visam a redução da população brasileira independentemente da opinião pública do Brasil e dos deputados que estarão votando as leis. Trata-se de uma imposição externa de políticas de controle populacional sobre uma população que é contrária à sua prática. Não é, de modo algum, planejamento familiar, [nem uma questão de &lt;br /&gt;saúde pública]. Os organismos que estão trabalhando internacionalmente pela aprovação do aborto são as fundações [que &lt;br /&gt;planejam e financiam as ações] e as organização não governamentais [que as executam] e que promovem tudo isto com enormes somas de dinheiro, como as Fundações Ford e Rockefeller entre as fundações e a Rede Feminista de Direitos Sexuais e Reprodutivos, a Benfam e o IPAS, entre as ONGs". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A Dra. Marli acrescentou que deseja-se legalizar o aborto para acabar com o aborto clandestino, que seria a causa das mortes maternas que supostamente querem ser diminuídas. "Mas quais são as causas do aborto clandestino no Brasil?", perguntou a Dra. Marli. "Quando estudamos a documentação referente a este assunto", continuou a médica, "verificamos que as instituições que trabalham em favor da legalização do aborto são as mesmas instituições que financiam as clínicas de abortos clandestinos. Primeiro elas financiam a implantação das clínicas. Depois querem legalizar o aborto para acabar com o problema que elas próprias criaram. Isto não é direito reprodutivo!". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Durante o debate que se seguiu entre parlamentares e expositores, a deputada Cida Diogo, que vota a favor da legalização do aborto, afirmou "suspeitar das afirmações de financiamento externo que estão sendo ouvidas no plenário". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Eu sou médica", afirmou a deputada, "fui deputada estadual por dois mandatos e agora deputada federal e em nenhum momento recebi financiamento nem dinheiro de organizações internacionais para defender o direito das mulheres. Acho um absurdo alguém fazer insinuações deste nível, sugerindo que um debate como este esteja sendo financiado por interesses escusos que não o da saúde das mulheres". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O áudio das conferências e debates da audiência pública do dia 27 de junho de 2007 pode ser ouvido abrindo o site &lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/ ou os arquivos de som das duas conferências acima mencionadas podem ser &lt;br /&gt;baixados diretamente destes endereços: &lt;br /&gt;Dra. Zilda Arns: &lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00010167p18p18183752.mp3 &lt;br /&gt;Dra. Marli Virgínia: &lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00010167p45p45183920.mp3 &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O financiamento que a deputada Cida Diogo, por um lamentável e total desconhecimento dos fatos reais ou talvez apenas como um artifício de retórica para confundir o público, afirma ser uma hipótese absurda é uma realidade tão bem conhecida que não pode ser mais ocultada nos dias atuais em que as informações já são amplamente acessiveis a todos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Algumas destas organizações financiadas internacionalmente estavam presentes na segunda audiência pública sobre o PL 1135/91, realizada na quarta feira dia 29 de agosto de 2007 no plenário 2 da Câmara dos Deputados. Neste dia a ONG Católicas pelo Direito de Decidir, que defende o direito ao aborto e a legalização deste infame projeto de lei, admite ela própria que mais de 99% de seu orçamento disponível para promover a difusão e a legalização do aborto não provém de brasileiros, mas de doações de instituições estrangeiras. Os relatórios anuais da Fundação Ford, uma das principais financiadoras mundiais da legalização do aborto, mostram que praticamente todos os anos foram feitas doações da ordem de &lt;br /&gt;diversas centenas de milhares de dólares à sede central das Católicas pelo Direito de Decidir em Washington e às suas filiais &lt;br /&gt;nos países da América Latina. As doações à regional brasileira nunca são inferiores a cem mil dolares ao ano. Em 2003 a sucursal brasileira das Católicas recebeu, apenas da Fundação Ford apenas para o trabalho de um ano, sem mencionar o montante recebido de outras fundações, um total de U$ 430 mil dólares. As Católicas pelo Direito de Decidir foram fundadas em 1993 no Brasil graças ao apoio financeiro da Fundação MacArthur, que durante os anos 90 investiu 36 milhões de dólares na implantação do aborto no Brasil, não incluindo outros programas similares que estavam sendo desenvolvidos pela mesma Fundação no México, na Índia e na Nigéria. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Uma longa entrevista autobiográfica concedida e publicada recentemente por Frances Kissling, fundadora das Católicas pelo Direito de Decidir, mostra em seus numerosíssimos detalhes, a onipresença das fundações que financiam internacionalmente o aborto, e que o fazem movidos por uma ideologia totalmente diferente daquela que anima os próprios agentes que aparecem para o público como sendo os promotores do aborto. São estas fundações internacionais que há décadas traçam as estratégias e financiam os trabalhos que serão realizados pelas organizações locais, as únicas que terão alguma visibilidade &lt;br /&gt;apenas para um reduzido público. Para a grande maioria do povo nem mesmo estas organizações aparecem, apesar de serem contadas em várias centenas no Brasil e em muitos milhares no estrangeiro, e estarem espalhadas por todo o globo em uma rede estrategicamente coesa, coordenada pelo financiamento das grandes Fundações. Para o grande público, no qual estão incluídos a maioria dos políticos e responsáveis pelo destino das nações, a explosão da pressão pela legalização do aborto parece ser um fenômeno natural, conseqüência inevitável do desenrolar da história, da expansão das comunicações ou do desenvolvimento político, contra o qual nada pode ser feito porque nada haveria para ser feito. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Poucos porém conhecem o gigantesco trabalho que esta máquina descomunal desenvolve no Brasil para promover o aborto e o quanto ela penetrou em todas as instâncias estratégicas da política governamental, mesmo contra a opinião da maioria do povo brasileiro, que é esmagadoramente contra não somente a prática como também a legalização do aborto. Muito menor é o número dos que conhecem as Fundações que, sediadas no estrangeiro, elaboram e promovem a estratégia e o trabalho que deverá ser implantado no Brasil. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A entrevista original de Kissling pode ser lida em inglês no site &lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.html &lt;br /&gt;Um condensado em português da mesma pode ser obtido no endereço &lt;br /&gt;http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Kissling.doc &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Após ter abandonado sua vocação religiosa em um convento católico, Frances Kissling foi proprietária de uma clínica de aborto em Nova York. Foi chamada em seguida pelas Fundações que financiam a difusão do aborto no mundo para dirigir-se à Itália e convencer as feministas italianas e o Partido Radical, já responsável na época pela aprovação do divórcio e naquele momento tentando obter a legalização do aborto no país, a aceitar dinheiro americano para o estabelecimento de uma rede de clínicas clandestinas de aborto. Na segunda metade dos anos 70 Kissling também trabalhou para o IPAS, uma ONG atualmente atuando também no Brasil, na abertura de clínicas de aborto clandestino na América Latina. Depois disso, antes de fundar as Católicas pelo Direito de Decidir, Kissling foi ainda diretora dos três principais sindicatos de provedores de abortos nos Estados Unidos. O papel decisivo das Fundações que não aparecem ostensivamente fica evidenciado na &lt;br /&gt;entrevista de Kissling quando esta se viu envolvida no centro de uma disputa entre os vários sindicatos de provedores de aborto dos quais ela já havia sido diretora e como a controvérsia acabou finalmente sendo dirimida não pelo consenso entre os próprios envolvidos, mas pelo fato de que, em um determinado momento, as Fundações, em particular o milionário do petróleo John Rockefeller III, intermediado por Kissling, decidiram financiar pesadamente apenas um dos lados envolvidos, o qual acabou vencendo em poucos meses aos demais. Finalmente Kissling abandonou os sindicatos e resolveu dedicar-se apenas à organização das Católicas pelo Direito de Decidir. O nome é propositalmente enganoso, pois em primeiro lugar &lt;br /&gt;o objetivo da organização não é o de legalizar o aborto, mas principalmente derrubar a moralidade relativa ao aborto, tendo como alvo principal a Igreja Católica, e em segundo lugar o trabalho somente decolou, segundo as próprias palavras de Kissling, não por causa do envolvimento da Igreja Católica, mas após o início do patrocínio financeiro das grandes Fundações. Este iniciou-se através de uma doação, inicialmente simbólica, de 20 mil dólares por parte da Fundação Ford. A doação era insignificante mas, no dizer de Kissling, "isto representou um ponto de virada, isto é, o fato de ter recebido &lt;br /&gt;uma doação da Fundação Ford. Isto significava que tínhamos sido finalmente admitidas naquele [outro] mundo". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo uma reportagem publicada pelo New York Times em 27 de fevereiro de 2007, "hoje o orçamento [anual] das Católicas pelo Direito de Decidir, [apenas da seção norte americana], é de três milhões de dólares, amplamente financiado por Fundações bem conhecidas, entre as quais a Fundação Ford". &lt;br /&gt;[Backing Abortion Rights while Keeping the Faith: &lt;br /&gt;http://www.nytimes.com/2007/02/27/us/27choice.html?pagewanted=2&amp;_r=1]. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Quanto aos próprios objetivos das Católicas, atualmente empenhadas na Europa em uma campanha contra o direito de objeção de consciência à prática do aborto por parte dos médicos, a grande idéia que está por trás de seu trabalho e que granjeou o apoio de tantas fundações, consiste na compreensão de que enquanto os movimentos a favor do aborto &lt;br /&gt;se limitarem apenas à própria legalização do aborto, nenhuma conquista poderá ser definitiva. O direito ao aborto somente será definitiva e irreversivelmente estabelecido entre as mulheres quando, mais do que a legislação, puder ser derrubada a própria moralidade do aborto, e nisto a Igreja Católica não passa apenas de um alvo instrumental. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"A moral católica é a mais desenvolvida", afirma Kissling. "Se você puder derrubá-la, derrubará por conseqüência todas as &lt;br /&gt;outras". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Nas palavras de Kissling: "As pessoas neste país questionaram a legalidade do aborto, mas de tal maneira que não questionaram o tema da moralidade. A incapacidade de tratar esta questão no nível moral é uma grave ameaça para o &lt;br /&gt;sucesso a longo prazo do movimento a favor do aborto. Você nunca realmente irá vencer definitivamente se a questão da moralidade for levantada [tal como ela é apresentada hoje]. Se nós, como movimento, tivermos que tratar de moralidade na questão do aborto, nós perderemos, porque o discurso moral é controlado pelos homens e pela religião, e é construído contra as mulheres. O argumento dos bispos diz que o aborto é um assassinato, que abortar é matar e que a vida começa na concepção. Mas esta perspectiva católica é o lugar certo onde começar o trabalho, porque a posição católica é a mais &lt;br /&gt;desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, você refutou todas as demais. Nenhum dos outros grupos religiosos realmente têm declarações tão bem definidas sobre a personalidade, quando a vida começa, fetos e etc. Assim, se você derrubar a posição católica, você ganha". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O IPAS, para quem Kissling comfessa haver trabalhado na abertura de clínicas clandestinas na América Latina, não é a única organização a favor do aborto que patrocina o aborto clandestino. Provavelmente a maior de todas as organizações que já existiram na promoção do aborto clandestino foi, durante o final dos anos 60 e a década dos anos 70, a própria Agência de Desenvolvimento Internacional do Governo Federal dos Estdos Unidos, também conhecida como USAID. Conforme uma série de relatórios publicados recentemente por Reimert Ravenholt, na época o diretor de programas populacionais da USAID, o órgão utilizou-se de uma verba concedida pelo Congresso americano no montante de um bilhão e trezentos milhões de dólares para deter o crescimento populacional em todo o terceiro mundo. Foi, nas palavras de Ravenholt, o maior programa de "ajuda externa" já desenvolvido pelo governo federal americano em toda a sua história depois do Plano Marshall, através do qual se reconstruiu a Europa após o término da Segunda Guerra Mundial. &lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/population/Foremost.zip &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O plano incluia a promoção do aborto, ilegal ou não, em todo o terceiro mundo. Foram desenvolvidos novos equipamentos para a prática do aborto, distribuidos a milhares de médicos de mais de 70 países do terceiro mundo. Ravenholt estima que hoje, somando os aparelhos para a prática do aborto distribuídos pela USAID durante os anos 70 e depois pelo IPAS que continuou este trabalho a nível mundial, incluisive no Brasil, já teriam sido distribuídos mais de três milhões de equipamentos de aborto em todo o terceiro mundo. A USAID desenvolveu e sustentou em vários países como o Paquistão Oriental, hoje Bangladesh, um país de forte raízes islâmicas e onde o aborto ainda hoje continua ilegal, não apenas os equipamentos, mas também toda a infra estrutura nacional para a prática do aborto. &lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/population/Foremost.zip &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As novas drogas abortivas, que hoje são ilegalmente distribuídas e vendidas em toda a América Latina para a obtenção de abortos por automedicação, segundo os relatórios recentemente publicados por Ravenholt, também foram inicialmente desenvolvidas pela USAID a partir de uma descoberta de médicos suecos. Os riscos da automedicação pouco significavam para a USAID. Ele afirmava que tratava-se "de uma nova penicilina que iria curar a doença da explosão populacional", e nos seus comentários mais recentes, gaba-se de que no Brasil as novas drogas desenvolvidas graças à organização que então presidia estão sendo amplamente usadas, na ilegalidade, para a prática do aborto: &lt;br /&gt;"Este foi o coroamento da definição que havíamos colocado", afirma o ex diretor da USAID. "Estávamos procurando uma &lt;br /&gt;substância efetiva que, quando auto administrada por uma mulher, em uma só dose, assegurasse o retorno do estado não gravídico no final de um ciclo menstrual. Assim, se a mulher descobrisse que sua menstruação estava atrasadas e que ela estava grávida, poderia simplesmente tomar uma pílula. Esta droga, que passou a ser usada nos anos 80, especialmente no Brasil, ainda hoje é eficiente". &lt;br /&gt;[Entrevista de Reimert Ravenholt a Rebecca Sharpless em &lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/ravenholt-trans.html] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ravenholt ainda afirmava, para quem ainda se ilude de que o aborto está sendo promovido por causa da saúde das mulheres, que com os programas desenvolvidos pela USAID nos anos 70 era possível, utilizando a pílula e a esterilização, diminuir significativamente a taxa de crescimento populacional em qualquer país do terceiro mundo em um período de cinco anos, ou em um período de apenas dois anos, caso também fosse utilizado o aborto provocado. &lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/wfs/world.zip &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Com o advento do governo Carter e depois do governo Reagan, a USAID foi proibida de patrocinar o aborto diretamente com o dinheiro do contribuinte norte americano. O trabalho realizado na área do aborto, tanto o legal quanto o ilegal, com o apoio dos diretores da USAID, foi assumido principalmente pela organização não governamental norte americana IPAS. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O IPAS fornece equipamento para a realização do aborto no mundo inteiro e atualmente, com a conivência do governo brasileiro, ministra abertamente cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos médicos por ano no Brasil. Os cursos são anunciados com antecedência no próprio site da instuituição, e são ministrados, em sua maioria, em maternidades do governo. Em janeiro de 2007 o IPAS ministrou um curso de técnicas de abortos em Manaus, na Maternidade Ana Braga. Em fevereiro de 2007 no Rio de Janeiro, no Hospital Fernando de Magalhães no bairro de São Cristóvão, novamente Manaus na Maternidade Moura Tapajós, na Santa Casa de Sobral no Ceará, na cidade de Palmas, capital do Estado de Tocantins, na cidade de São Paulo, no Hospital da UNIC em Cuiabá, e outros dois em Goiânia, um deles na Santa &lt;br /&gt;Casa de Goiânia. Em Março de 2007 foi dado um curso de técnicas de aborto no Hospital da Universidade Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. Em abril de 2007 estavam previstos mais dois cursos no Instituto de Perinatologia da Bahia em Salvador, e em maio de 2007 estava programado outro na própria Secretaria Estadual da Saúde em Boa Vista, em Roraima. Todos estes cursos são anunciados publicamente e com antecedência há mais de dez anos, desde o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique Cardoso, sem que ninguém jamais tivesse tomado nenhuma providência a &lt;br /&gt;respeito, nem na classe médica nem fora dela. Os calendários dos cursos no Brasil podem ser assessados no endereço &lt;br /&gt;http://www.ipas.org.br/agenda.html &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Segundo um estudo publicado pela Universidade de Harvard, os Estados Unidos haviam-se convertido, já nos anos 80, &lt;br /&gt;"na principal fonte mundial de capital para serviços de abortos". O mesmo estudo também afirma que "a maioria das organizações que fornecem fundos para a promoção do aborto operam de maneira cladestina e usualmente ilegal. Uma das &lt;br /&gt;organizações mais agressivas nesta área é o IPAS. Conforme um dos membros de sua equipe afirmou, 'nossa política é, quanto mais o aborto é ilegal, mais ele é atraente, por ser mais necessário'. No momento o IPAS trabalha em três áreas: empréstimos para o estabelecimento de clínicas de aborto, fabricação de equipamentos para a prática de abortos que serão posteriormente distribuídos por outras organizações, como a IPPF e a Fundação Pathfinder, e o gerenciamento direto dos serviços de aborto. A estratégia da organização consiste na identificação de médicos que estejam interessados na prática do aborto, não importanto se ele é legalizado ou não, e em ajudá-los a iniciar novos serviços. No momento o IPAS está financiando clínicas em vinte países, incluindo o México, o Brasil e a Indonésia, países nos quais o aborto é ilegal. O IPAS está também treinando parteiras na prática do aborto nas Filipinas, onde o aborto não somente é ilegal ... como também o método que está sendo ensinado é especificamente banido pelo atual governo". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Ainda no mesmo estudo de Harvard pode-se ler que "A promoção do aborto ilegal pode ser encontrada registrada &lt;br /&gt;inclusive em programas populacionais da ONU rótulada sob títulos como 'aumento do compromisso governamental para programas eficientes de planejamento familiar', 'financiamento seletivo de projetos de planejamento familiar inovadores e de baixo custo em países em desenvolvimento', ou programas de 'atividades nativas em planejamento familiar facilmente expansíveis ou multiplicáveis'. De fato, em muitos países da América Latina as organizações doadoras, ao concederem um empréstimo para uma clínica de aborto, verificam que a doação é rapidamente devolvida e as clínicas passam a auto &lt;br /&gt;multiplicar-se sem neessidade de novos investimentos". &lt;br /&gt;[Donald Warwick, Foreign Aid for Abortion, Harvard Institute &lt;br /&gt;for International Development, &lt;br /&gt;http://links.jstor.org/sici?sici=0093-0334%28198004%2910%3A2%3C30%3AFAFA%3E2.0.CO%3B2-C] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Adrianne Germain, co-fundadora da International Women Health Coalition, a ONG que instrumentalizou a tomada da ONU pelas organizações feministas nas Conferências Internacionais de Cairo e Pequim respectivamente em 1994 e 1995, e após a reunião de Glen Cove em 1996 nos Comitês de Monitoramento de Direitos Humanos da ONU que passaram a pressionar os países latino americanos a legalizarem o aborto, afirma em um depoimento publicado na Internet que em 1984, quando ocupava o cargo de representante da Fundação Ford em Bangladesh, ela mesmo liberou três quartos de milhão de dólares apenas para financiar o aborto clandestino naquele país. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No mesmo depoimento Adrianne afirma também que, alguns anos depois, tendo que viajar diversas vezes ao Brasil para a organização de congressos, sempre trouxe consigo em sua bagagem equipamentos para a realização de abortos, os quais eram distribuídos para clínicas clandestinas brasileiras nos estados de São Paulo e do Amazonas. O mesmo faziam outras colegas da mesma entidade na Colômbia, na Venezuela e no Perú, países onde o aborto é ilegal até hoje. Segundo as palavras de Adrianne, "nós apoiamos pessoas extraordinárias na Colômbia, na Venezuela e no Perú, todas elas ligadas a serviços de aborto seguro ou intermediando estes serviços". &lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/germain-trans.html &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estes dados representam algumas dentre as muitíssimas evidencias disponíveis que revelam que as organizações que promovem a legalização do aborto sob o pretexto de ser impossível controlar o aborto clandestino são as mesmas que promovem o aborto clandestino em todo o mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-3092878278910562582?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/3092878278910562582/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=3092878278910562582' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3092878278910562582'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3092878278910562582'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/quem-financia-o-aborto-clandestino-no_03.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-1142847127744320821</id><published>2007-09-01T08:53:00.001-07:00</published><updated>2007-09-01T08:53:52.528-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Grupos gays brasileiros lançam múltiplas ações legais para silenciar a oposição cristã &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vendaval de processos é tentativa de impedir críticas ao movimento homossexual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matthew Cullinan Hoffman&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brasil, 29 de agosto de 2007 (LifeSiteNews.com) — Nas semanas recentes, grupos homossexuais do Brasil vêm tentando silenciar seus oponentes com um vendaval de processos que se aproveitam do clima político pró-homossexualismo do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 5 de agosto, a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) entrou com uma queixa criminal contra vários sites por desmascararem o fato de que o líder do movimento homossexual do Brasil, Luiz Mott, promove a pedofilia e a pederastia (veja a recente cobertura de LifeSiteNews em http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os sites Mídia Sem Máscara, Ministério Apologético Cacp e JesusSite são acusados de “charlatanismo, infâmia, difamação e calúnia”, por terem citado numerosas declarações de Mott aprovando sexo com crianças e adolescentes. A ABGLT está solicitando processos criminais e também indenizações financeiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na semana passada, a ABGLT também entrou com uma ação contra Rozangela Alves Justino, uma psicóloga brasileira que oferece terapia aos homossexuais que desejam mudar sua orientação. O Conselho Federal de Psicologia do Brasil decidiu que os psicólogos estão proibidos de realizar terapia reparativa na área da homossexualidade, e a ABGLT está solicitando que a licença de Rozangela seja revogada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização se queixa de que Rozangela é “adversária do movimento de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, e tem se destacado no cenário nacional por apoiar e desenvolver programas de ‘reversão’ e/ou ‘resgate’ da homossexualidade à heterossexualidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a ABGLT também solicitou que Silas Malafaia, um famoso psicólogo e pastor brasileiro, seja investigado por comentários que ele fez num programa de TV se opondo à conduta homossexual, ao aborto e às pesquisas com células-tronco. De acordo com o site homossexual brasileiro gay1.com.br, Malafaia “retrata a homossexualidade e a luta dos homossexuais pela igualdade de direitos de maneira claramente discriminatória”. A ABGLT solicita que os procuradores determinem medidas a serem tomadas contra Malafaia e as estações de TV que transmitiram o programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho, editor do Mídia Sem Máscara e colunista de jornais brasileiros, diz que os processos são uma tentativa de intimidar os oponentes do movimento homossexual do Brasil e desviar a atenção de uma investigação criminal contra Mott e outros líderes homossexuais por defenderem a pederastia e o abuso sexual de crianças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carvalho disse para LifeSiteNews que ele vê a busca de poder do movimento homossexual como um dos componentes do movimento socialista do Brasil, que está buscando mais e mais poder. “Creio que eles realmente querem muito poder, porque o movimento homossexual não é independente. É parte da máquina esquerdista. E a esquerda agora no Brasil tem poder quase que total. Eles controlam tudo. Eles são mais poderosos do que o próprio Estado brasileiro, e isso não é o suficiente para eles. Eles querem mais e mais e mais, e o movimento homossexual é um instrumento dessa estratégia”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora uma lei proibindo críticas ao homossexualismo tenha sido proposta, ainda não foi aprovada. Apesar disso, muitos juízes brasileiros simplesmente agem como se tal proibição já existisse. “Eles estão procedendo como se a lei existisse… Eles querem forçar o Congresso a aprovar a lei, de modo que agem como se a lei já tivesse sido aprovada. Muitos brasileiros crêem que essa lei realmente existe. É um tipo de fraude psicológica”, disse Carvalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os homossexuais brasileiros conquistaram vitórias no passado com essa estratégia. O Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, presidente da Associação Pró-Vida de Anápolis, foi legalmente obrigado a pagar uma multa de 6.000 reais em 2005 por chamar a antropóloga pró-aborto Débora Diniz Rodrigues “pró-aborto”. O juiz que presidiu o caso considerou o rótulo “ofensivo”. O Pe. Lodi apelou, mas a decisão foi sustentada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em junho deste ano, uma coalizão de grupos protestantes, a Visão Nacional para uma Consciência Cristã (VINACC), foi legalmente obrigada a parar sua campanha em defesa dos valores da família contra o ativismo homossexual. Eles receberam ordens de remover outdoors e anúncios de sua campanha, e de cancelar um evento público já programado, porque, de acordo com o tribunal, a campanha deles era “homofóbica”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, nem todas as tentativas de intimidar e silenciar os oponentes da conduta homossexual tiveram êxito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 29 de maio deste ano, um pastor luterano da cidade brasileira de Rancho Queimado, o Rev. Ademir Kreutzfeld, foi submetido a uma investigação criminal quando foi acusado de telefonar para estabelecimentos comerciais locais num esforço para informá-los de que um jornal que eles estavam patrocinando estava promovendo a agenda homossexual. O ativista homossexual que possui o jornal entrou com queixa contra o pastor por “difamação”. Contudo, em 29 de agosto, Kreutzfeld alegremente anunciou que depois de uma breve audiência que foi “muito bem conduzida” pela juíza, o queixoso desistiu das acusações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho observa que no atual clima político, tal decisão pode prosseguir numa ou outra direção, dependendo totalmente da filosofia do juiz escolhido. “É impossível predizer essas coisas porque tudo depende de qual juiz julgará a queixa, e isso é imprevisível porque a seleção do juiz é feita a esmo… nunca sabemos… pode acontecer qualquer coisa”, disse ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O artigo original encontra-se aqui: http://www.lifesite.net/ldn/2007/aug/07083007.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Artigos anteriores de LifeSiteNews:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leader of Brazil Homosexual Movement Under Investigation for Pedophilia&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2007/jul/07073011.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Brazilian Priests Could Face Jail-time for Saying that Homosexuality is A Sin&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2007/mar/07031904.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRAZIL ELECTS PRO-ABORTION, ANTI-FAMILY PRESIDENT&lt;br /&gt;http://www.lifesite.net/ldn/2002/oct/02102803.html&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1142847127744320821?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1142847127744320821/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1142847127744320821' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1142847127744320821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1142847127744320821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-3477985484029377148</id><published>2007-09-01T08:48:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T08:49:50.377-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>ABGLT e 71 psicólogos e Psicólogas entram com ação contra Rozangela Justino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=21063&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Psicóloga é alvo de representação com base em resolução do Conselho Federal de Psicologia e Código de Ética Profissional&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No último dia 21 de agosto de 2007, a ABGLT – Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais entrou com uma representação( Protocolo n. 247/07) contra a psicóloga Rozangela Alves Justino (CRP 05/4917) no Conselho Regional de Psicologia da 5ª. Região, jurisdição no Estado do Rio de Janeiro, tendo como base seu desrespeito, no entender da ABGLT, à Resolução CFP nº 01/99 e ao Código de Ética Profissional do Psicólogo. Subscrevendo a ação, há 71 profissionais de psicologia de diferentes Conselhos em todo o Brasil (relação anexa)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizendo-se perseguida pelo Conselho Federal de Psicologia e pelo Conselho Regional de Psicologia da 5ª. Região, Rozangela Alves Justino acusa essas instituições, o Governo Federal e a ONU de aderirem ao “movimento pró-homossexualismo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicóloga, adversária do movimento de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, tem se destacado no cenário nacional por apoiar e desenvolver programas de “reversão” e/ou “resgate” da homossexualidade à heterossexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De formação religiosa evangélica, Justino tem como meta de pacientes os homossexuais e esforça-se em estabelecer associações entre o “homossexualismo” e a prática de abuso sexual da criança e do adolescente, a pedofilia, como também a “transformação do certo em errado” nas áreas da política, economia, educação, saúde, em todos os segmentos sociais, recorrendo a argumentos que têm como pano de fundo elementos religiosos e bíblicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessas ocasiões, age na qualidade de “psicóloga cristã” e, no entender da ABGLT, em total oposição ao consenso científico sobre a questão da homossexualidade e às teorias e práticas clínicas atuais dentro da psicologia, embasadas por pesquisas sérias – sem falar na divulgação de informações errôneas a respeito de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais e que atentam contra o Estado laico, contra o direito à informação e contra a pluralidade e a diversidade que sempre caracterizaram a sociedade brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também tem sido notória a atuação militante de Rozangela Justino contra o Projeto de Lei da Câmara nº 122/2006, que criminaliza a discriminação por gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero, atualmente em pauta para ser votado no Senado Federal, bem como qualquer lei que atenda aos direitos de homossexuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A representação movida pela ABGLT contra a psicóloga conta com 34 itens que justificam o pedido de cassação do registro profissional, devidamente documentados. É a primeira vez que uma entidade de defesa dos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais de abrangência nacional entra com uma ação do tipo, e com o apoio de dezenas de psicólogos de todo o País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não divulgaremos a representação completa respeitando o Art. 29 - O conteúdo do processo ético terá caráter sigiloso, sendo permitida vista dos autos apenas às partes e aos seus procuradores, fornecendo-se cópias das peças requeridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a ABGLT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) foi criada em 31 de janeiro de 1995, com 31 grupos fundadores. Hoje, é uma rede nacional de 203 organizações, sendo 141 grupos de gays, lésbicas, travestis e transexuais e mais 62 organizações colaboradoras voltadas para os direitos humanos e Aids. É a maior rede GLBT na América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A missão da ABGLT é “promover a cidadania e defender os direitos de gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais, contribuindo para a construção de uma democracia sem quaisquer formas de discriminação, afirmando a livre orientação sexual e identidades de gênero”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações Adicionais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toni Reis Presidente da ABGLT 041 9602 8906&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liorcino Mendes Secretário de Comunicação 62 8405 2405&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Alexandre Neves Lima Advogado OAB/RJ 58.60 celular (21) 8824.0000.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Fonte: http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=21063&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________________________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinaturas de psicólogos(as) que concordam com esta representação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Cristina Franchin Martins&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27833-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIDIA NATALIA DOBRIANSKYJ WEBER&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;0774&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mirian Gizele Medeiros Weber&lt;br /&gt;07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09329&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edna Christina de Oliveira&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8055&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAQUES GOMES DE JESUS&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9607&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selma Cristina de Jesus&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64420&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARSILA FLORES&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10449&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PATRÍCIA SAINT-CLAIR DA SILVEIRA&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8566 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAYSON GUSTAVO SEIBEL &lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03451&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura Eliza Tavares Maia &lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3024&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Pereira&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16524&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HÉLIA MARA DE DEUS&lt;br /&gt;04&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariza Angélica Paiva Brito&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1207&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Castilho de Souza&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9648&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karla Christianne Cardoso Batista&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9669&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvana Studart Lins de Albuquerque&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02642&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUVENAL FERNANDES DOS SANTOS&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3391&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glaudston Cordeiro de Lima&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9644&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelus Roberto Wanderley Freire&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3275&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Durce Vieira Leite&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11819&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARISTOTELES RODRIGUES&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2512&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susana Hertelendy&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3900&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Batista Pedrosa&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31768-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALINE BECKMANN DE CASTRO MENEZES&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01867&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THAYS BABO&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23827&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDREA WOLFF&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02182&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Bayeh de Resende&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12250&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliana Isabel de Moraes Hamasaki&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56169-2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicodemos Batista Borges&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70112&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candido Jeronimo Flauzino&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73572&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Chateaubriand Domingues&lt;br /&gt;04&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6914&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANA JANAINA ALVES DE SOUZA&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11750 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JANINE PECY PASKIN R. MARTINS&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7291 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Nunan do Nascimento Silva&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25233&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helton Márcio dos Santos Rodrigues&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15819&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelma Sant' Ana Martins&lt;br /&gt;09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4953&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Gentile Ferreira&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57067-5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Carolina Almeida Conde Cerqueira&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13202&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciano Vecchi&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37490-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILIAM SIQUEIRA PERES&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24237-5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04045&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klecius Borges&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06283-0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosangela Castro&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3069&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio Cana Brasil Souza&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Ferri de Barros&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81348&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Fernandes Gambôa&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77748&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa Hamasaki&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12749&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ananda Levy Carneiro da Cunha&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16549&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Leastro Lemes Santos&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9644&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diana Monte Serrat Titton&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12176&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Ometto&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30622&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WASHINGTON PALANDRI SIGOLO&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12339&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Miranda Barreto&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2160&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLAUDIA AMELIA ANDRADE PRADO&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1439&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Carlos de Oliveira Dantas&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54793-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alberto Jorge Rodrigues da Silva&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7864&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz Adura Martins&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34879&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tania Cristina de Oliveira Tenório&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6553&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivan Stiefelmann&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85576&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiane Ramos de Matos Marçal&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81685&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelma Viggiano&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43956-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Rita Gurgel Pinto de Lemos&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3521&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamila Casimiro Pereira&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86374&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana Santos David&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81314&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiana Rego Freitas&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78606&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANA VIRGÍNIA FIGUEIREDO HEINE &lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23566 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina de Souza Rodriques Torres&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82741&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elizabete Franco Cruz&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29401&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina Rodrigues de Carvalho&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75483&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josyane Borges de Moura Estanislau Martins&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4852&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Magno Lins Soares&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9024&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assinaturas de psicólogos(as) que concordam com esta representação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Cristina Franchin Martins&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27833-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIDIA NATALIA DOBRIANSKYJ WEBER&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;0774&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mirian Gizele Medeiros Weber&lt;br /&gt;07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09329&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edna Christina de Oliveira&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8055&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAQUES GOMES DE JESUS&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9607&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selma Cristina de Jesus&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;64420&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TARSILA FLORES&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10449&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PATRÍCIA SAINT-CLAIR DA SILVEIRA&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8566 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAYSON GUSTAVO SEIBEL &lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;03451&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Laura Eliza Tavares Maia &lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3024&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Pereira&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16524&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HÉLIA MARA DE DEUS&lt;br /&gt;04&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2991&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariza Angélica Paiva Brito&lt;br /&gt;11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1207&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Castilho de Souza&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9648&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Karla Christianne Cardoso Batista&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9669&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvana Studart Lins de Albuquerque&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02642&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JUVENAL FERNANDES DOS SANTOS&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3391&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Glaudston Cordeiro de Lima&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9644&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelus Roberto Wanderley Freire&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3275&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Durce Vieira Leite&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11819&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ARISTOTELES RODRIGUES&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2512&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Susana Hertelendy&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3900&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Batista Pedrosa&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31768-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALINE BECKMANN DE CASTRO MENEZES&lt;br /&gt;10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01867&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;THAYS BABO&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23827&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANDREA WOLFF&lt;br /&gt;12&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02182&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciana Bayeh de Resende&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12250&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eliana Isabel de Moraes Hamasaki&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;56169-2&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nicodemos Batista Borges&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;70112&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Candido Jeronimo Flauzino&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;73572&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roberto Chateaubriand Domingues&lt;br /&gt;04&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6914&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANA JANAINA ALVES DE SOUZA&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11750 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JANINE PECY PASKIN R. MARTINS&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7291 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Nunan do Nascimento Silva&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25233&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Helton Márcio dos Santos Rodrigues&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15819&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelma Sant' Ana Martins&lt;br /&gt;09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4953&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adriana Gentile Ferreira&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;57067-5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Carolina Almeida Conde Cerqueira&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13202&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luciano Vecchi&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;37490-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WILIAM SIQUEIRA PERES&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24237-5&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana Ribeiro de Souza&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;04045&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Klecius Borges&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;06283-0&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rosangela Castro&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3069&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mauricio Cana Brasil Souza&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1005&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Ferri de Barros&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81348&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ricardo Fernandes Gambôa&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;77748&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andréa Hamasaki&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12749&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ananda Levy Carneiro da Cunha&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16549&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Leastro Lemes Santos&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9644&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diana Monte Serrat Titton&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12176&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Ometto&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;30622&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;WASHINGTON PALANDRI SIGOLO&lt;br /&gt;08&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12339&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcia Miranda Barreto&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2160&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLAUDIA AMELIA ANDRADE PRADO&lt;br /&gt;03&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1439&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jean Carlos de Oliveira Dantas&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;54793-3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alberto Jorge Rodrigues da Silva&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7864&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Beatriz Adura Martins&lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;34879&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tania Cristina de Oliveira Tenório&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6553&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ivan Stiefelmann&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;85576&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cristiane Ramos de Matos Marçal&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81685&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelma Viggiano&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;43956-1&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Rita Gurgel Pinto de Lemos&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3521&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jamila Casimiro Pereira&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;86374&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mariana Santos David&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;81314&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabiana Rego Freitas&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;78606&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ANA VIRGÍNIA FIGUEIREDO HEINE &lt;br /&gt;05&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23566 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina de Souza Rodriques Torres&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;82741&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elizabete Franco Cruz&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29401&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carolina Rodrigues de Carvalho&lt;br /&gt;06&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;75483&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Josyane Borges de Moura Estanislau Martins&lt;br /&gt;01&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4852&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nome completo:&lt;br /&gt;Regional (CRP):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alexandre Magno Lins Soares&lt;br /&gt;02&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inscrição:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9024&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-3477985484029377148?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/3477985484029377148/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=3477985484029377148' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3477985484029377148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3477985484029377148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/abglt-e-71-psiclogos-e-psiclogas-entram.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7314331623160800895</id><published>2007-09-01T08:37:00.001-07:00</published><updated>2007-09-01T08:37:47.198-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>QUEM FINANCIA O ABORTO CLANDESTINO NO BRASIL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sdv@pesquisasedocumentos.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note bem qual é a pergunta: não é quem financia a legalização do &lt;br /&gt;aborto no Brasil, mas quem, com a conivência do governo federal, &lt;br /&gt;está financiando a prática do aborto clandestino. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;========================================= &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está novamente para ser votado na Comissão de Seguridade Social e &lt;br /&gt;Família da Câmara dos Deputados em Brasília um projeto de lei que &lt;br /&gt;tramita sob o nome de PL 1135/91. De autoria do governo &lt;br /&gt;Lula, o projeto pretende legalizar no Brasil o aborto, por qualquer &lt;br /&gt;motivo, durante todos os nove meses da gravidez. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, que pretende legalizar o aborto de modo a transformá-lo &lt;br /&gt;em um direito e torná-lo totalmente livre para qualquer caso durante &lt;br /&gt;todos os nove meses da gravidez, foi elaborado pela Comissão &lt;br /&gt;Tripartite organizada pelo governo do presidente Lula na primeira &lt;br /&gt;metade do ano de 2005. Por causa da pressão da sociedade &lt;br /&gt;brasileira que se posicionou contra o mesmo, o projeto não conseguiu &lt;br /&gt;ser votado em 2005, foi desarquivado no início de 2007 a &lt;br /&gt;pedido do deputado José Genoíno e será votado nas próximas semanas &lt;br /&gt;no Congresso Nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 27 de junho de 2007 foi realizada na Câmara dos &lt;br /&gt;Deputados uma audiência pública sobre o PL 1135/91 na qual &lt;br /&gt;foram ouvidas duas autoridades a favor da vida e duas autoridades a &lt;br /&gt;favor do aborto. O resultado foi vergonhoso para os que tentaram &lt;br /&gt;defender o aborto mas, como sempre, nada foi publicado pela imprensa. &lt;br /&gt;A favor do aborto estavam a ex deputada Jandira Feghali, relatora &lt;br /&gt;anterior do projeto em discussão que pretende legalizar o aborto &lt;br /&gt;durante todos os nove meses da gravidez até o momento do parto, e o &lt;br /&gt;Dr. Adson França, falando em nome do Ministro da Saúde. A &lt;br /&gt;favor da vida estavam a Dra. Zilda Arns, médica pediatra, ex &lt;br /&gt;candidata ao prêmio Nobel da Paz pelo seu trabalho junto à Pastoral &lt;br /&gt;da Criança, e a Dra. Marli Virgínia Nóbrega, médica obstetra &lt;br /&gt;na rede pública de Brasília. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contestando o Ministro da Saúde, que afirma que o problema do &lt;br /&gt;aborto é um problema de saúde pública, a Dra. Marli denunciou que &lt;br /&gt;a imposição do aborto é na realidade uma questão de controle &lt;br /&gt;demográfico que está sendo planejado por organizações externas ao &lt;br /&gt;Brasil. Após mostrar em um gráfico as projeções populacionais da &lt;br /&gt;ONU para o ano de 2300, uma das quais prevê uma redução &lt;br /&gt;populacional de 6 bilhões de habitantes para apenas 2 bilhões, o &lt;br /&gt;que não poderia supor-se que se daria espontaneamente, sendo portanto &lt;br /&gt;uma projeção que pressupõe um trabalho de implantação do aborto e &lt;br /&gt;do controle da natalidade, a Dra. Marli afirmou que a pressão para &lt;br /&gt;a legalização do aborto existe por causa de &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"ações que tem origens principalmente externas ao Brasil que visam a &lt;br /&gt;redução da população brasileira independentemente da opinião &lt;br /&gt;pública do Brasil e dos deputados que estarão votando as leis. &lt;br /&gt;Trata-se de uma imposição externa de políticas de controle &lt;br /&gt;populacional sobre uma população que é contrária à sua prática. &lt;br /&gt;Não é, de modo algum, planejamento familiar, [nem uma questão de &lt;br /&gt;saúde pública]. Os organismos que estão trabalhando &lt;br /&gt;internacionalmente pela aprovação do aborto são as fundações [que &lt;br /&gt;planejam e financiam as ações] e as organização não governamentais &lt;br /&gt;[que as executam] e que promovem tudo isto com enormes somas de &lt;br /&gt;dinheiro, como as Fundações Ford e Rockefeller entre as &lt;br /&gt;fundações e a Rede Feminista de Direitos Sexuais e Reprodutivos, &lt;br /&gt;a Benfam e o IPAS, entre as ONGs". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Dra. Marli acrescentou que afirma-se que o projeto de legalizar o &lt;br /&gt;aborto é atribuído ao propósito de acabar com o aborto clandestino, &lt;br /&gt;que seria a causa das mortes maternas que supostamente querem &lt;br /&gt;diminuir-se. "Mas quais são as causas do aborto clandestino no &lt;br /&gt;Brasil?", perguntou a Dra. Marli. "Quando estudamos a &lt;br /&gt;documentação referente a este assunto", continuou a médica, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"verificamos que as instituições que trabalham em favor da &lt;br /&gt;legalização do aborto são as mesmas instituições que financiam as &lt;br /&gt;clínicas de abortos clandestinos. Primeiro elas financiam a &lt;br /&gt;implantação das clínicas. Depois querem legalizar o aborto para &lt;br /&gt;acabar com o problema que elas próprias criaram. Isto não é direito &lt;br /&gt;reprodutivo!". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante o debate que se seguiu entre parlamentares e expositores, a &lt;br /&gt;deputada Cida Diogo, que vota a favor da legalização do aborto, &lt;br /&gt;afirmou &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"suspeitar das afirmações de financiamento externo que estão sendo &lt;br /&gt;ouvidas no plenário". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu sou médica", afirmou a deputada, "fui deputada estadual por &lt;br /&gt;dois mandatos e agora deputada federal e em nenhum momento recebi &lt;br /&gt;financiamento nem dinheiro de organizações internacionais para &lt;br /&gt;defender o direito das mulheres. Acho um absurdo alguém fazer &lt;br /&gt;insinuações deste nível, sugerindo que um debate como este esteja &lt;br /&gt;sendo financiado por interesses escusos que não o da saúde das &lt;br /&gt;mulheres". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O áudio das conferências e debates da audiência pública do dia 27 &lt;br /&gt;de junho de 2007 pode ser ouvido abrindo o site &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ou os arquivos de som das duas conferências acima mencionadas podem ser &lt;br /&gt;baixados diretamente destes endereços: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Zilda Arns: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00010167p18p18183752.mp3 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dra. Marli Virgínia: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://imagem.camara.gov.br/internet/audio/mp3/T00010167p45p45183920.mp3 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O financiamento que a deputada Cida Diogo, por um lamentável e &lt;br /&gt;total desconhecimento dos fatos reais ou talvez apenas como um &lt;br /&gt;artifício de retórica para confundir o público, afirma ser uma &lt;br /&gt;hipótese absurda é uma realidade tão bem conhecido que não pode ser &lt;br /&gt;mais ocultada nos dias atuais em que as informações já são &lt;br /&gt;amplamente acessiveis a todos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas destas organizações financiadas internacionalmente estavam &lt;br /&gt;presentes na segunda audiência pública sobre o PL 1135/91, &lt;br /&gt;realizada na quarta feira dia 29 de agosto de 2007 no plenário 2 &lt;br /&gt;da Câmara dos Deputados. Neste dia ali estava defendendo o projeto &lt;br /&gt;a ONG Católicas pelo Direito de Decidir, conhecida promotora do &lt;br /&gt;direito ao aborto e também da aprovação deste infame projeto de lei, &lt;br /&gt;a qual admite ela própria que mais de 99% de seu orçamento &lt;br /&gt;disponível para promover a difusão e a legalização do aborto não &lt;br /&gt;provém de brasileiros, mas de doações de instituições &lt;br /&gt;estrangeiras. Os relatórios anuais da Fundação Ford, uma das &lt;br /&gt;principais financiadoras mundiais da legalização do aborto, mostram &lt;br /&gt;que praticamente todos os anos foram feitas doações da ordem de &lt;br /&gt;diversas centenas de milhares de dólares à sede central das &lt;br /&gt;Católicas pelo Direito de Decidir em Washington e às suas filiais &lt;br /&gt;nos países da América Latina. As doações à regional brasileira &lt;br /&gt;nunca são inferiores a cem mil dolares ao ano. Em 2003 a sucursal &lt;br /&gt;brasileira das Católicas recebeu, apenas da Fundação Ford e &lt;br /&gt;somente para o trabalho de um ano, sem mencionar o montante recebido de &lt;br /&gt;outras fundações, um total de U$ 430 mil dólares. As &lt;br /&gt;Católicas pelo Direito de Decidir foram fundadas em 1993 no &lt;br /&gt;Brasil graças ao apoio financeiro da Fundação MacArthur, que &lt;br /&gt;durante os anos 90 investiu 36 milhões de dólares na implantação &lt;br /&gt;do aborto no Brasil, este montante não incluindo outros programas &lt;br /&gt;similares que estavam sendo desenvolvidos pela mesma Fundação no &lt;br /&gt;México, na Índia e na Nigéria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma longa entrevista autobiográfica concedida e publicada recentemente &lt;br /&gt;por Frances Kissling, fundadora das Católicas pelo Direito de &lt;br /&gt;Decidir mostra, em seus numerosíssimos detalhes, a onipresença das &lt;br /&gt;fundações que financiam internacionalmente o aborto, e como o fazem &lt;br /&gt;movidos por uma ideologia totalmente diferente daquela que anima os &lt;br /&gt;próprios agentes que aparecem para o público como sendo os promotores &lt;br /&gt;do aborto. São estas fundações internacionais que há décadas &lt;br /&gt;traçam as estratégias e financiam os trabalhos que serão realizados &lt;br /&gt;pelas organizações locais, as únicas que terão alguma visibilidade &lt;br /&gt;e mesmo esta apenas para um público reduzido. Para a grande maioria &lt;br /&gt;do povo nem mesmo estas organizações aparecem, apesar de serem &lt;br /&gt;contadas em várias centenas no Brasil e em muitas milhares no &lt;br /&gt;estrangeiro, e estarem espalhadas por todo o globo em uma rede &lt;br /&gt;estrategicamente coesa, coordenada pelo financiamento das grandes &lt;br /&gt;Fundações. Para o grande público, no qual estão incluídos a &lt;br /&gt;maioria dos políticos e responsáveis pelo destino das nações, a &lt;br /&gt;explosão da pressão pela legalização do aborto parece ser um &lt;br /&gt;fenômeno natural, conseqüência inevitável do desenrolar da &lt;br /&gt;história, da expansão das comunicações ou do desenvolvimento &lt;br /&gt;político, contra o qual nada pode ser feito porque nada haveria para &lt;br /&gt;ser feito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos porém conhecem o gigantesco trabalho que esta máquina &lt;br /&gt;descomunal desenvolve no Brasil para promover o aborto e o quanto ela &lt;br /&gt;penetrou em todas as instâncias estratégicas da política &lt;br /&gt;governamental, mesmo contra a opinião da maioria do povo brasileiro, &lt;br /&gt;que é esmagadoramente contra não somente a prática como também a &lt;br /&gt;legalização do aborto. Muito menor é o número dos que conhecem as &lt;br /&gt;Fundações que, sediadas no estrangeiro, elaboram e promovem a &lt;br /&gt;estratégia e o trabalho que deverá ser implantado no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A entrevista original de Kissling pode ser lida em inglês no site &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/kissling-trans.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um condensado em português da mesma pode ser obtido no endereço &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.pesquisasedocumentos.com.br/Kissling.doc &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter abandonado sua vocação religiosa em um convento católico, &lt;br /&gt;Frances Kissling tornou-se proprietária de uma clínica de abortos &lt;br /&gt;em Nova York. Foi chamada em seguida pelas Fundações que &lt;br /&gt;financiam a promoção do aborto no mundo para dirigir-se à Itália e &lt;br /&gt;convencer as feministas italianas e o Partido Radical, já &lt;br /&gt;responsável na época pela aprovação do divórcio e naquele momento &lt;br /&gt;tentando obter a legalização do aborto no país, a aceitar dinheiro &lt;br /&gt;americano para o estabelecimento de uma rede de clínicas clandestinas &lt;br /&gt;de aborto. Na segunda metade dos anos 70 Kissling também trabalhou &lt;br /&gt;para o IPAS, uma ONG atualmente atuando também no Brasil, na &lt;br /&gt;abertura de clínicas de aborto clandestino na América Latina. &lt;br /&gt;Depois disso, antes de fundar as Católicas pelo Direito de &lt;br /&gt;Decidir, Kissling foi ainda diretora dos três principais sindicatos &lt;br /&gt;de provedores de abortos nos Estados Unidos. O papel decisivo das &lt;br /&gt;Fundações que não aparecem ostensivamente fica evidenciado na &lt;br /&gt;entrevista de Kissling quando esta afirma ter-se visto envolvida no &lt;br /&gt;centro de uma disputa entre os vários sindicatos de provedores de &lt;br /&gt;aborto dos quais ela havia sido diretora e como a controvérsia acabou &lt;br /&gt;finalmente sendo dirimida não pelo consenso entre os próprios &lt;br /&gt;envolvidos, mas pelo fato de que, em um determinado momento, as &lt;br /&gt;Fundações, em particular o milionário do petróleo John &lt;br /&gt;Rockefeller III, intermediado por Kissling, decidiram financiar &lt;br /&gt;pesadamente apenas um dos lados envolvidos, o qual acabou vencendo em &lt;br /&gt;poucos meses aos demais. Finalmente Kissling abandonou os sindicatos &lt;br /&gt;e resolveu dedicar-se apenas à organização da rede internacional das &lt;br /&gt;Católicas pelo Direito de Decidir. O nome é propositalmente &lt;br /&gt;enganoso, pois em primeiro lugar o objetivo da organização não é o &lt;br /&gt;de legalizar o aborto, mas principalmente derrubar a moralidade &lt;br /&gt;relativa ao aborto, tendo como alvo principal a Igreja Católica e, &lt;br /&gt;em segundo lugar, o trabalho somente decolou, segundo as próprias &lt;br /&gt;palavras de Kissling, não por causa do envolvimento da Igreja &lt;br /&gt;Católica ou do engajamento dos católicos, mas após o início do &lt;br /&gt;patrocínio financeiro pesado das grandes Fundações. Este &lt;br /&gt;iniciou-se através de uma doação, inicialmente simbólica, de 20 &lt;br /&gt;mil dólares por parte da Fundação Ford. A doação era &lt;br /&gt;insignificante mas, no dizer de Kissling, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"isto representou um ponto de virada, isto é, o fato de ter recebido &lt;br /&gt;uma doação da Fundação Ford. Isto significava que tínhamos sido &lt;br /&gt;finalmente admitidas naquele [outro] mundo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo uma reportagem publicada pelo New York Times em 27 de &lt;br /&gt;fevereiro de 2007, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"hoje o orçamento [anual] das Católicas pelo Direito de &lt;br /&gt;Decidir, [apenas da seção norte americana], é de três milhões &lt;br /&gt;de dólares, amplamente financiado por Fundações bem conhecidas, &lt;br /&gt;entre as quais a Fundação Ford". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Backing Abortion Rights while Keeping the Faith: &lt;br /&gt;http://www.nytimes.com/2007/02/27/us/27choice.html?pagewanted=2&amp;_r=1]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto aos próprios objetivos das Católicas, atualmente empenhadas &lt;br /&gt;na Europa em uma campanha contra o direito de objeção de consciência &lt;br /&gt;à prática do aborto por parte dos médicos, a grande idéia que está &lt;br /&gt;por trás de seu trabalho e que granjeou o apoio de tantas fundações, &lt;br /&gt;consiste na compreensão de que enquanto os movimentos a favor do aborto &lt;br /&gt;se limitarem apenas à própria legalização do aborto, nenhuma &lt;br /&gt;conquista poderá ser definitiva. O direito ao aborto somente será &lt;br /&gt;definitiva e irreversivelmente estabelecido entre as mulheres quando, &lt;br /&gt;no dizer das Católicas, mais do que a legislação, puder ser &lt;br /&gt;derrubada a própria moralidade do aborto, e nisto a Igreja Católica &lt;br /&gt;não passa apenas de um alvo instrumental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A moral católica é a mais desenvolvida", afirma Kissling. "Se &lt;br /&gt;você puder derrubá-la, derrubará por conseqüência todas as &lt;br /&gt;outras". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras de Kissling: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"As pessoas neste país questionaram a legalidade do aborto, mas de &lt;br /&gt;tal maneira que não questionaram o tema da moralidade. A incapacidade &lt;br /&gt;de tratar esta questão no nível moral é uma grave ameaça para o &lt;br /&gt;sucesso a longo prazo do movimento a favor do aborto. Você nunca &lt;br /&gt;realmente irá vencer definitivamente se a questão da moralidade for &lt;br /&gt;levantada [tal como ela é apresentada hoje]. Se nós, como &lt;br /&gt;movimento, tivermos que tratar de moralidade na questão do aborto, &lt;br /&gt;nós perderemos, porque o discurso moral é controlado pelos homens e &lt;br /&gt;pela religião, e é construído contra as mulheres. O argumento dos &lt;br /&gt;bispos diz que o aborto é um assassinato, que abortar é matar e que a &lt;br /&gt;vida começa na concepção. Mas esta perspectiva católica é o lugar &lt;br /&gt;certo onde começar o trabalho, porque a posição católica é a mais &lt;br /&gt;desenvolvida. Assim, se você puder refutar a posição católica, &lt;br /&gt;você refutou todas as demais. Nenhum dos outros grupos religiosos &lt;br /&gt;realmente têm declarações tão bem definidas sobre a personalidade, &lt;br /&gt;quando a vida começa, fetos e etc. Assim, se você derrubar a &lt;br /&gt;posição católica, você ganha". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPAS, para quem Kissling confessa haver trabalhado na abertura &lt;br /&gt;de clínicas clandestinas de abortos na América Latina, não é a &lt;br /&gt;única organização a favor do aborto que patrocina o aborto &lt;br /&gt;clandestino. Provavelmente a maior de todas as organizações que já &lt;br /&gt;existiram na promoção do aborto clandestino foi, durante o final dos &lt;br /&gt;anos 60 e a década dos anos 70, a própria Agência de &lt;br /&gt;Desenvolvimento Internacional do Governo Federal dos Estdos &lt;br /&gt;Unidos, também conhecida como USAID. Conforme uma série de &lt;br /&gt;relatórios publicados recentemente por Reimert Ravenholt, na época &lt;br /&gt;o diretor de programas populacionais da USAID, o órgão &lt;br /&gt;utilizou-se de uma verba concedida pelo Congresso americano no &lt;br /&gt;montante de um bilhão e trezentos milhões de dólares para deter o &lt;br /&gt;crescimento populacional em todo o terceiro mundo. Foi, nas palavras &lt;br /&gt;de Ravenholt, o maior programa de "ajuda externa" já desenvolvido &lt;br /&gt;pelo governo federal americano em toda a sua história depois do Plano &lt;br /&gt;Marshall, este último sendo o conhecido programa através do qual a &lt;br /&gt;Europa foi economicamente reconstruída após o término da Segunda &lt;br /&gt;Guerra Mundial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/population/Foremost.zip &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O plano de controle mundial da população da USAID nos anos 70 &lt;br /&gt;incluía a promoção do aborto, ilegal ou não, em todo o terceiro &lt;br /&gt;mundo. Foram desenvolvidos novos equipamentos para a prática do &lt;br /&gt;aborto, distribuidos a milhares de médicos de mais de 70 países do &lt;br /&gt;terceiro mundo. Ravenholt estima que hoje, somando os aparelhos para &lt;br /&gt;a prática do aborto distribuídos pela USAID durante os anos 70 &lt;br /&gt;e depois pelo IPAS que continuou este trabalho a nível mundial, &lt;br /&gt;inclusive no Brasil, já teriam sido distribuídos mais de três &lt;br /&gt;milhões de equipamentos de aborto em todo o terceiro mundo. A &lt;br /&gt;USAID desenvolveu e sustentou em vários países como o Paquistão &lt;br /&gt;Oriental, hoje Bangladesh, um país de forte raízes islâmicas e &lt;br /&gt;onde o aborto ainda hoje continua ilegal, não apenas os equipamentos, &lt;br /&gt;mas também toda a infra estrutura nacional para a prática do aborto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/population/Foremost.zip &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As novas drogas abortivas, que hoje são ilegalmente distribuídas e &lt;br /&gt;vendidas em toda a América Latina para a obtenção de abortos por &lt;br /&gt;automedicação, segundo os relatórios recentemente publicados por &lt;br /&gt;Ravenholt, também foram inicialmente desenvolvidas pela USAID a &lt;br /&gt;partir de uma descoberta de médicos suecos. Os riscos da &lt;br /&gt;automedicação pouco significavam para a USAID. Ravenholt &lt;br /&gt;afirmava que tratava-se &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"de uma nova penicilina que iria curar a doença da explosão &lt;br /&gt;populacional", &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e nos seus comentários mais recentes, gaba-se de que no Brasil as &lt;br /&gt;novas drogas desenvolvidas graças à organização que então presidia &lt;br /&gt;estão sendo amplamente usadas, na ilegalidade, para a prática do &lt;br /&gt;aborto: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Este foi o coroamento da definição que havíamos colocado", &lt;br /&gt;afirma o ex diretor da USAID. "Estávamos procurando uma &lt;br /&gt;substância efetiva que, quando auto administrada por uma mulher, em &lt;br /&gt;uma só dose, assegurasse o retorno do estado não gravídico no final &lt;br /&gt;de um ciclo menstrual. Assim, se a mulher descobrisse que sua &lt;br /&gt;menstruação estava atrasadas e que ela estava grávida, poderia &lt;br /&gt;simplesmente tomar uma pílula. Esta droga, que passou a ser usada &lt;br /&gt;nos anos 80, especialmente no Brasil, ainda hoje é eficiente". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Entrevista de Reimert Ravenholt a Rebecca Sharpless em &lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/ravenholt-trans.html] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ravenholt afirma também, para quem ainda se ilude de que o aborto &lt;br /&gt;está sendo promovido por causa da saúde das mulheres, que com os &lt;br /&gt;programas desenvolvidos pela USAID nos anos 70 era possível, &lt;br /&gt;utilizando a pílula e a esterilização, diminuir significativamente a &lt;br /&gt;taxa de crescimento populacional em qualquer país do terceiro mundo em &lt;br /&gt;um período de cinco anos, ou em um período de apenas dois anos, caso &lt;br /&gt;também fosse utilizado o aborto provocado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ravenholt.com/wfs/world.zip &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o advento do governo Carter e depois do governo Reagan, a &lt;br /&gt;USAID foi proibida de patrocinar o aborto diretamente com o &lt;br /&gt;dinheiro do contribuinte norte americano. O trabalho realizado na &lt;br /&gt;área do aborto, tanto o legal quanto o ilegal, com o apoio dos &lt;br /&gt;diretores da USAID, foi assumido principalmente pela organização &lt;br /&gt;não governamental norte americana IPAS. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O IPAS fornece equipamento para a realização do aborto no mundo &lt;br /&gt;inteiro e atualmente, com a conivência do governo brasileiro, &lt;br /&gt;ministra abertamente cursos de técnicas de aborto a mais de mil novos &lt;br /&gt;médicos por ano no Brasil. Os cursos são anunciados com &lt;br /&gt;antecedência no próprio site da instuituição, e são ministrados, &lt;br /&gt;em sua maioria, em maternidades do governo. Em janeiro de 2007 o &lt;br /&gt;IPAS ministrou um curso de técnicas de abortos em Manaus, na &lt;br /&gt;Maternidade Ana Braga. Em fevereiro de 2007 no Rio de &lt;br /&gt;Janeiro, no Hospital Fernando de Magalhães no bairro de São &lt;br /&gt;Cristóvão, novamente Manaus na Maternidade Moura Tapajós, na &lt;br /&gt;Santa Casa de Sobral no Ceará, na cidade de Palmas, capital do &lt;br /&gt;Estado de Tocantins, na cidade de São Paulo, no Hospital da &lt;br /&gt;UNIC em Cuiabá, e outros dois em Goiânia, um deles na Santa &lt;br /&gt;Casa de Goiânia. Em Março de 2007 foi dado um curso de &lt;br /&gt;técnicas de aborto no Hospital da Universidade Federal de Santa &lt;br /&gt;Maria, no Rio Grande do Sul. Em abril de 2007 estavam &lt;br /&gt;previstos mais dois cursos no Instituto de Perinatologia da Bahia em &lt;br /&gt;Salvador, e em maio de 2007 estava programado outro na própria &lt;br /&gt;Secretaria Estadual da Saúde em Boa Vista, em Roraima. Todos &lt;br /&gt;estes cursos são anunciados publicamente e com antecedência há mais &lt;br /&gt;de dez anos, desde o primeiro mandato do presidente Fernando Henrique &lt;br /&gt;Cardoso, sem que ninguém jamais tivesse tomado nenhuma providência a &lt;br /&gt;respeito, nem na classe médica nem fora dela. Os calendários dos &lt;br /&gt;cursos no Brasil podem ser assessados no endereço &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.ipas.org.br/agenda.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo um estudo publicado pela Universidade de Harvard, os &lt;br /&gt;Estados Unidos haviam-se convertido, já nos anos 80, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"na principal fonte mundial de capital para serviços de abortos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mesmo estudo também afirma que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"a maioria das organizações que fornecem fundos para a promoção do &lt;br /&gt;aborto operam de maneira cladestina e usualmente ilegal. Uma das &lt;br /&gt;organizações mais agressivas nesta área é o IPAS. Conforme um &lt;br /&gt;dos membros de sua equipe afirmou, 'nossa política é, quanto mais o &lt;br /&gt;aborto é ilegal, mais ele é atraente, por ser mais necessário'. &lt;br /&gt;No momento o IPAS trabalha em três áreas: empréstimos para o &lt;br /&gt;estabelecimento de clínicas de aborto, fabricação de equipamentos &lt;br /&gt;para a prática de abortos que serão posteriormente distribuídos por &lt;br /&gt;outras organizações, como a IPPF e a Fundação Pathfinder, e &lt;br /&gt;o gerenciamento direto dos serviços de aborto. A estratégia da &lt;br /&gt;organização consiste na identificação de médicos que estejam &lt;br /&gt;interessados na prática do aborto, não importanto se ele é &lt;br /&gt;legalizado ou não, e em ajudá-los a iniciar novos serviços. No &lt;br /&gt;momento o IPAS está financiando clínicas em vinte países, &lt;br /&gt;incluindo o México, o Brasil e a Indonésia, países nos quais o &lt;br /&gt;aborto é ilegal. O IPAS está também treinando parteiras na &lt;br /&gt;prática do aborto nas Filipinas, onde o aborto não somente é ilegal &lt;br /&gt;... como também o método que está sendo ensinado é &lt;br /&gt;especificamente banido pelo atual governo". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda no mesmo estudo de Harvard pode-se ler que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A promoção do aborto ilegal pode ser encontrada registrada &lt;br /&gt;inclusive em programas populacionais da ONU rótulada sob títulos &lt;br /&gt;como 'aumento do compromisso governamental para programas eficientes de &lt;br /&gt;planejamento familiar', 'financiamento seletivo de projetos de &lt;br /&gt;planejamento familiar inovadores e de baixo custo em países em &lt;br /&gt;desenvolvimento', ou programas de 'atividades nativas em planejamento &lt;br /&gt;familiar facilmente expansíveis ou multiplicáveis'. De fato, em &lt;br /&gt;muitos países da América Latina as organizações doadoras, ao &lt;br /&gt;concederem um empréstimo para uma clínica de aborto, verificam que a &lt;br /&gt;doação é rapidamente devolvida e as clínicas passam a auto &lt;br /&gt;multiplicar-se sem neessidade de novos investimentos". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Donald Warwick, Foreign Aid for Abortion, Harvard Institute &lt;br /&gt;for International Development, &lt;br /&gt;http://links.jstor.org/sici?sici=0093-0334%28198004%2910%3A2%3C30%3AFAFA%3E2.0.CO%3B2-C] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adrianne Germain, co-fundadora da International Women Health &lt;br /&gt;Coalition, a ONG que instrumentalizou a tomada da ONU pelas &lt;br /&gt;organizações feministas nas Conferências Internacionais de Cairo e &lt;br /&gt;Pequim respectivamente em 1994 e 1995, e após a reunião de &lt;br /&gt;Glen Cove em 1996 nos Comitês de Monitoramento de Direitos &lt;br /&gt;Humanos da ONU que passaram a pressionar os países latino &lt;br /&gt;americanos a legalizarem o aborto, afirma em um depoimento publicado na &lt;br /&gt;Internet que em 1984, quando ocupava o cargo de representante da &lt;br /&gt;Fundação Ford em Bangladesh, ela mesmo liberou três quartos de &lt;br /&gt;milhão de dólares apenas para financiar o aborto clandestino naquele &lt;br /&gt;país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mesmo depoimento Adrianne afirma também que, alguns anos depois, &lt;br /&gt;tendo que viajar diversas vezes ao Brasil para a organização de &lt;br /&gt;congressos, sempre trouxe consigo em sua bagagem equipamentos para a &lt;br /&gt;realização de abortos, os quais eram distribuídos para clínicas &lt;br /&gt;clandestinas brasileiras nos estados de São Paulo e do Amazonas. O &lt;br /&gt;mesmo faziam outras colegas da mesma entidade na Colômbia, na &lt;br /&gt;Venezuela e no Perú, países onde o aborto é ilegal até hoje. &lt;br /&gt;Segundo as palavras de Adrianne, &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"nós apoiamos pessoas extraordinárias na Colômbia, na Venezuela e &lt;br /&gt;no Perú, todas elas ligadas a serviços de aborto seguro ou &lt;br /&gt;intermediando estes serviços". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.smith.edu/libraries/libs/ssc/prh/transcripts/germain-trans.html &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes dados representam algumas dentre as muitíssimas evidencias &lt;br /&gt;disponíveis que revelam que as organizações que promovem a &lt;br /&gt;legalização do aborto sob o pretexto de ser impossível controlar o &lt;br /&gt;aborto clandestino são as mesmas que promovem o aborto clandestino em &lt;br /&gt;todo o mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7314331623160800895?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7314331623160800895/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7314331623160800895' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7314331623160800895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7314331623160800895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/quem-financia-o-aborto-clandestino-no.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-6512454188504276397</id><published>2007-09-01T08:32:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T08:33:53.892-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>De: Boletin Electronico de VHI&lt;br /&gt;Data: 31/8/2007 12:23:56&lt;br /&gt;Cc: Boletin@vidahumana.org&lt;br /&gt;Assunto: [SPAM] [Boletin Electronico de VHI] Boletín Electrónico de Vida Humana Internacional, Vol. 12, No. 3, 31 de agosto del 2007&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apoye a Vida Humana Internacional &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOLETÍN ELECTRÓNICO DE VIDA HUMANA INTERNACIONAL (VHI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SECCIÓN HISPANA DE HUMAN LIFE INTERNATIONAL (HLI)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; VOL. 12. NO. 3, 31 DE AGOSTO DEL 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. EL TRÁFICO MUNDIAL DE BEBÉS ABORTADOS (II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. CHINA: CONTINÚA LA SALVAJE POLÍTICA DE UN SOLO HIJO POR FAMILIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. LOS ANTAGONISMOS DEL FEMINISMO DE GÉNERO (I).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. URUGUAY: PROYECTO DE LEY DE EUTANASIA “VOLUNTAD ANTICIPADA” (II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. REPÚBLICA DOMINICANA: LOGRAN MOSTRAR LA REALIDAD DEL ABORTO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. PORTUGAL: LOS MÉDICOS SE NIEGAN A PRACTICAR ABORTOS LEGALES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. BOLETINES ANTERIORES: http://www.vidahumana.org/news/prensa_index.html.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. EL TRÁFICO MUNDIAL DE BEBÉS ABORTADOS (II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existen a través del mundo, docenas de “institutos” que ofrecen curas “milagrosas” utilizando células madre de fetos y embriones y transplantes de tejidos fetales. Entre ellas: EmbryoTech (www.embryotech.com); The Kharkov Clinic “Dr.Alex” (www.doctor-alex-ua/e/clinica.html); Stem  Cell Therapy International  (SCTI – www.scticorp.com); StemCure (www.stemcure.com); y Donetsk’s VitaCell (www.vitacell.com.ua). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las investigaciones del Dr. Clowes con respecto al uso de células y tejidos de bebés abortados, lo llevaron a descubrir muchos horrores  más.  A fines del 2006, se enteró de que dos médicos provida de Ucrania : Vadym Lazaryev y Vladymyr Ischenko;  denunciaron  a mediados de la década de los 90,  actividades secretas y horripilantes de este tipo de negocio en Europa del Este. Después de haber recibido numerosas amenazas de muerte y sufrido un intento infructuoso de matarlos, los dos médicos se fugaron a Shannon, Irlanda. El Dr. Clowes fue enviado a dicho país por el Padre Tom Euteneuer, presidente de HLI, para que entrevistara a estos dos médicos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Dr. Lazaryev, quien es médico oncólogo, le contó al Dr.Clowes que él comenzó a preguntarse el por qué les decían a todas las mujeres embarazadas en Ucrania que tenían una gran probabilidad de que sus hijos nacieran con defectos. A su propia esposa Elena le aconsejaron que abortara, lo cual por supuesto no hizo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Dr. Lazaryev descubrió durante sus investigaciones,  que a las mujeres les pagaban entre $200 y $300 – el salario de tres meses – para que continuaran su embarazo hasta su última etapa y dieran a luz bebés vivos durante un parto prematuro forzado, de modo que los órganos de esos bebés pudieran ser extraídos lo más frescos posible. También descubrió que todas las regiones en Ucrania tenían dos instituciones gemelas. Una para llevar a cabo “partos artificiales” en las últimas etapas del embarazo y otra para desmembrar al bebé nacido vivo y vender partes de su cuerpo a compradores que después las venden por mucho más dinero a la red mundial de “clínicas” como el IRM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existen “clínicas” de aborto localizadas en las áreas más pobres de Donetsk y Kharkov en Rusia, donde venden bebés abortados a intermediarios, quienes envían esos cuerpecitos a ciudades como Moscú, donde existen más de 50 salones de belleza que inyectan tejidos de fetos. Una de ellas es la Clínica Cellulite, donde mujeres ricas de Rusia y del mundo occidental acuden para que les eliminen la celulitis de sus muslos, brazos,etc. El costo de cada tratamiento es alrededor de $20,000.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Dr. Lazaryev durante su investigación también encontró en el Internet, varios lugares en Ucrania que vendían partes del cuerpo de bebés abortados en las últimas etapas del embarazo. Uno de ellos es Cell Transplantation, el cual tiene un menú para prácticamente todas las partes del cuerpo de bebés abortados en las primeras y en las últimas etapas: hígados, células neuronas, glándulas del timo y tiroides, ovarios y testículos, ojos, cerebros, espinas dorsales, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo primero que le sucedió al Dr.Lazaryev cuando denunció el ya mencionado tráfico de bebés  fue que le llamaron “traidor” y lo despidieron de su trabajo.  Un investigador visitaba  su hogar semanalmente y lo cuestionaba sobre sus actividades. Cuando el doctor rehusó  ceder a la presión, el imperio de las células madres aumentó ésta. El doctor perdió sus beneficios médicos, lo cual casi le cuesta la vida cuando enfermó gravemente en el 2004. Un funcionario del gobierno lo llamó para informarle que le iba a visitar con unos hampones que le “desprenderían su cabeza del cuerpo”. Entonces comenzó una larga y exhaustiva investigación de su negocio, por parte de la “policía de los impuestos”, la cual finalmente lo cerró. Un funcionario de la SBU (Servicio Ucraniano de Seguridad) lo visitó y le dijo que se deshiciera de toda la evidencia que tenía o su vida estaría en peligro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, cuando el doctor Lazayev y su colega el Dr.Vladymyr Ischenko transitaban por un lugar desierto en camino hacia una reunión en Slavyansk, un omnibus arremetió contra su auto a gran velocidad y se dio a la fuga. Un investigador de la policía dijo que el incidente había sido ocasionado por un experto, porque el omnibus golpeó el tanque de gasolina del auto y logró sacar a éste de la carretera. En septiembre del 2004 los dos doctores finalmente se fugaron de su país natal, sin poder llevar con ellos a sus familias. El Dr. Ischenko, su esposa y sus hijos gemelos, todavía se encuentran en Ucrania (ver www.savethedoctors.org). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No cabe duda alguna en la mente del Dr.Lazaryev, que si vuelve a Ucrania lo matarán porque los inversionistas perdieron dinero. “Me matarán para dar una lección a las personas que algún día decidan elevar sus voces en contra de este mal”, afirma  el doctor. Sin embargo, a pesar de las amenazas de muerte que han recibido en su país natal, Irlanda no les ha otorgado el asilo político al Dr.Lazaryev o al Dr.Ischenko. Segun Kathy Sinnott, miembro irlandés del Parlamento Europeo, aunque verdaderamente son buenos candidatos para recibir el asilo, Irlanda no se lo ha otorgado porque desea ser un líder en el  mercado farmacéutico y no quiere poner límites a las actividades de las compañías farmacéuticas, las cuales desean que los irlandeses “dejen a un lado los problemas de ética” y atraigan a las compañías farmacéuticas para que puedan ganar mucho dinero. En otras palabras, si les concede asilo a estos dos doctores, implícitamente Irlanda condenaría las mismas actividades que quiere lograr atraer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En un ambiente de total corrupción, los que comercian con órganos no tienen por qué dejar de descuartizar a bebés nacidos vivos, en las últimas etapas del embarazo. En el 2005, investigadores del Council of Europe – Consejo de Europa – descubrieron que cientos de bebés recién nacidos habían sido robados de sus madres en ciudades como Kiev y Kharkov en Ucrania. En todos los casos, las mamás eran pobres y no tenían poder alguno. Se les dijo que sus bebés simplemente habían muerto o que “ya no estaban.” Esos investigadores encontraron y desenterraron a muchos de esos bebés.  Les habían cortado las piernas y los brazos, su cavidad torácica estaba vacía y no tenían  cerebro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estos bebés recién nacidos son desmembrados sin anestesia. Afirmó la investigadora Tatiana Zakharova: “Miren, es la mueca de un ser humano llorando, le duele…tiene la expresión de una persona que está gritando..esta es la prueba…estoy diciendo que estaba vivo cuando lo estaban desmembrando.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No puede sorprender a nadie el hecho de que las atrocidades cometidas en Ucrania se estén repitiendo en  Barbados, donde se encuentra el IRM. Después de todo, ¿para qué importar bebés a cinco mil millas de distancia, cuando se pueden obtener en el propio país?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Noticias llegadas de Barbados afirman que a las mujeres les están robando sus bebés en el hospital Queen Elizabeth. Les dicen que ya “no están” o que han muerto y no los vuelven a ver. Quizás no sea una coincidencia el hecho de que uno de los miembros de la junta directiva de ese hospital es George Griffith, quien es director de la Barbados Family Planning Association (www.bfpa.net), el mayor proveedor de abortos de ese país, afiliado a la Federación Internacional de Planificación de la Familia – IPPF por sus siglas en inglés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lo que impulsa la industria de tejidos fetales y de recién nacidos es la cada vez mayor demanda de células madre y órganos. Según el Dr. Bernard Nathanson, se calcula que esta gigantesca conspiración contra la vida requiere anualmente  toneladas de éstas células y órganos y la cantidad de dinero que circula es impresionante.  La industria farmacéutica internacional, las corporaciones, los laboratorios y todas esas falsas clínicas “para el rejuvenecimiento”, exigen una cantidad constante de tejidos embriónicos y fetales. Esto por sí solo hace que estas prácticas inhumanas y faltas de ética continúen, a pesar de las restricciones que puedan establecerse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los órganos de un solo bebé sano abortado en las últimas etapas del embarazo en Ucrania pueden valer hasta $17,000. El cuerpo de un recién nacido vale mucho más. Debido al 1.2 millón de abortos que se practican vemos que es un negocio de millones, quizás billones de dólares anualmente; si solo un pequeño porcentaje de los bebés abortados son utilizados para experimentar o para vender sus órganos o tejidos. En una nación donde el sueldo anual de un médico capacitado es de solo alrededor de $2,500, es obvio hasta dónde llega esa cantidad de dinero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En EEUU podemos aprender una grave lección de Europa Oriental. Estamos en el mismo camino que los ucranianos y los romanianos, solo que vamos más lento. Ya tenemos clínicas que ofrecen bebés a la orden, a través del diagnóstico genético pre-implantación. Se llevan a cabo abortos en las últimas etapas del embarazo en mujeres que están “ligeramente” deprimidas. Permitimos que los bebés que nacen con defectos mueran de hambre y sed. Y también matamos de hambre a aquellos adultos que consideramos “inconvenientes”. ¿Recuerda el caso de Terri Schiavo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos sentimos horrorizados por lo que está ocurriendo en Europa del Este, pero las voces de 50 millones de bebés abortados en EEUU nos dicen, que no tenemos el derecho a juzgarles. Después de todo, si no detenemos la marcha de la cultura de la muerte en nuestro propio país, pronto seremos una parte integral del comercio mundial ilícito con órganos fetales y de recién nacidos. Quizás ya esto está sucediendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queridos amigos, cuando leemos acerca de la depravación a la que el hombre puede llegar, quizás nos sintamos tentados a descorazonarnos. Sin embargo, en lugar de ello, redoblemos nuestros esfuerzos en esta batalla por la vida y hagamos todo lo posible por ayudar a las víctimas de esta salvajada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si desea obtener la versión original completa de este informe (en inglés), la cual incluye toda la documentación, envíe un email (en inglés) al Dr.Brian Clowes: bclowes@hli.org. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. CHINA: CONTINÚA LA SALVAJE POLÍTICA DE UN SOLO HIJO POR FAMILIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La Corte china sentencia a prisión a dos hombres vinculados a refriegas en China sud-occidental respecto a la política de un solo hijo &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La corte del Condado de Bobai en la provincial sudoccidental de Guangxi (China) sentenció a prisión a dos hombres que estuvieron vinculados a recientes refriegas violentas entre la policía local y los residentes, a causa de una campaña que pone en vigencia penalidades, incluyendo multas y abortos forzados, para las parejas que violan la política china de un hijo por familia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La política china de un hijo por familia busca mantener la población del país, ahora con 1.300.000.000 de habitantes, en torno a los 1.700.000.000 para el 2050. Los métodos para poner en vigencia la política, como multas y degradaciones laborales, varían entre las provincias y las ciudades chinas. En abril, docenas de mujeres en el sud-oeste de China informaron haber sido obligadas a someterse a abortos hasta los nueve meses de sus embarazos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunas mujeres de Guangxi dijeron que fueron obligadas a practicarse abortos porque no estaban casadas, mientras que otras mujeres estaban casadas y embarazadas de su segundo hijo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El gobierno del condado de Bobai en Guangxi aumentó recientemente las multas para las personas que violan la política y han estado confiscando o destruyendo las propiedades de personas que no pueden pagar las multas. Algunas personas han dicho que los funcionarios de Guangxi han emitido multas desde 65 dólares hasta 9.000 dólares, a las familias que han quebrantado la política en algún momento desde 1980. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algunas personas dijeron que la multa, denominada «un impuesto social a la concepción de un hijo», fue recolectada pese al hecho de que la mayoría de los violadores de la política ya habían pagado una multa. Si los que quebrantaron la política impuesta no pagan la multa dentro de los tres días, sus hogares son destruidos y sus pertenencias confiscadas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En respuesta a ello, los residentes de Guangxi atacaron recientemente a funcionarios de planificación familiar, volcaron autos y prendieron fuego a edificios gubernamentales. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los dos hombres sentenciados fotocopiaron el encabezamiento y los sellos de documentos de la autoridad del condado en documentos falsificados, reclamando que el gobierno reintegrara el «impuesto de respaldo social» y diera subsidios a los residentes. Los dos hombres hicieron 400 copias del documento falsificado y las distribuyeron para «instigar» a los residentes a demandar el dinero.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los dos hombres –uno de los cuales había tenido que pagar la multa extra- fueron sentenciados a uno y dos años de prisión, respectivamente, por instigar a sublevaciones. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuente: Kaiser Network 25/Jul/07 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta información ha sido traducida y enviada por cortesía de José Arturo Quarracino, Argentina, a quien agradecemos profundamente su valiosísima colaboración. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*******************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. LOS ANTAGONISMOS DEL FEMINISMO DE GÉNERO (I).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;María Osiris Reyes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El feminismo de género, más conocido como feminismo radical, nace en la década de los 60 en EEUU. Tras la Segunda Guerra Mundial, se crean condiciones que empujan a las mujeres a su inserción socio-laboral, ello, aunado a los movimientos feministas vinculados a las ciencias sociales y las políticas liberales, crean las bases para construir un feminismo más agresivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El feminismo de género encuentra sus raíces en el feminismo marxista que establece la dicotomía mutuamente excluyente hombre vs mujer, femenino vs masculino en las afirmaciones de Federico Engels: “El primer antagonismo de clases de la historia coincide con el desarrollo del antagonismo entre hombre y mujer unidos en matrimonio monógamo, y la primera opresión de una clase por otra, con la del sexo femenino por el masculino” [1].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De esta manera, el feminismo de género parte de “la teoría del patriarcado”, para justificar la “victimización” de las mujeres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Otro elemento que definió al feminismo de género fue el pensamiento de S. de Beauvoir, quien afirmó: “la Mujer no nace sino se hace” [2]. Esta definición adquiere un nuevo significado, ya que en su visión existencialista, De Beauvoir, niega la esencia del Ser Mujer y apunta a la construcción del ser en el hacer. Es la misma afirmación Sartriana: “El hombre se crea a sí mismo” [3]. De esta manera se establece una nueva dicotomía excluyente: esencialismo vs constructivismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al mismo tiempo, en el ámbito del psicoanálisis, se discutía sobre el planteamiento que en 1923 había hecho Freud acerca del origen de la diferencia de los sexos y el sexo biológico, como el fundamento para la construcción de la identidad masculina y femenina [4].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A finales de la década de los 60, Stoller (1968) apoyándose en los trabajos de Money, introduce en el psicoanálisis el concepto “núcleo de la identidad de género”, para dar cuenta de la primera identificación masculina y femenina, que niñas y niños, a muy temprana edad, tienen de sí mismos, antes del descubrimiento de la diferencia de los sexos. En su formulación, el sexo se vincula a lo biológico, mientras que el género se inscribe en el componente conductual y social. De esta manera, el concepto de género, como el comportamiento femenino y masculino vinculado a lo social, cobra resonancia en el pensamiento feminista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No es el feminismo quien inventa el concepto de género, pero sí quien lo convierte en un concepto central para la interpretación de las cuestiones relacionadas con las desigualdades entre hombres y mujeres. El feminismo radical, acostumbrado a establecer antagonismos, establece nuevas dicotomías: sexo vs género, naturaleza vs cultura. De esta manera, el género se convierte en la herramienta para resistir la desigualdad de las mujeres por naturaleza y pugnar por la construcción social de la identidad femenina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pero el análisis de esta construcción de la identidad de género no se queda en un discurso que refiere a lo femenino. Judith Butler, en su libro Gender Trouble, problematiza el concepto binario de género femenino/masculino [5], reescribe a Simón de Bouvoir al considerar el género como construcción cultural y el género como elección [6] y retoma a Wittig quien opina que “el sexo se produce de manera discursiva dentro de un sistema heterosexual represivo”. Butler propone una subversión de la identidad sexual que rompa el marco binario femenino/masculino y apunte a la legitimación e inclusión de otras posibilidades de género, como pueden ser los homosexuales, las lesbianas y los bisexuales o a lo que también llama la performatividad del género.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El feminismo de género instaura el debate entre igualdad y diferencia. Presentando la diferencia como la diversidad, término opuesto a la unidad, el debate se amplía a una nueva dicotomía: unidad vs diversidad. No existe unidad, no existe identidad, todo es diverso y relativo. No es la mujer, sino las mujeres, no es la heterosexualidad, sino la diversidad sexual, donde la heterosexualidad es sólo una variable. El extremo plantea que la reconstrucción del género requiere el cuestionamiento radical de las dicotomías, incluida el par sexo/género.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La teoría de género, sostenida por el feminismo radical, como todos los errores, tiene una parte de verdad al plantear las injusticias cometidas hacia la mujer y hacia  la niña  y buscar eliminar su discriminación. Pero se extralimita y no deja de ser heredera de las ideologías totalitarias y las filosofías agnósticas y relativistas, que olvidan que el ser humano está llamado a orientarse a una verdad que lo trasciende. Los promotores de la ideología de género dan soluciones basadas en criterios pragmáticos y de casuística, que alimentan la cadena causal hegeliana de la conciencia/acción, la complejización de la experiencia constantemente reconstruida por el recuerdo y el provenir deseable subjetivo. En lugar de concentrarse en la capacidad que tiene el ser humano para  conocer la verdad, ha preferido alimentar el odio entre hombres y mujeres, la violencia y la discriminación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como veremos, las coordenadas que enmarcan la ideología de género como antagónicas e irreconciliables realmente no lo son, los supuestos antagonismos son en realidad complementarios e incluyentes, se enriquecen mutuamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuará en un próximo boletín.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;María Osiris Reyes es escritora, periodista, comunicadora social, y especialista en temas de bioética y de derechos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[1]. Engels Federico. El origen de la familia, la propiedad y el estado. 1881.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[2]. Cfr. Simone de Beauvoir. El segundo sexo. Buenos Aires, Siglo xx, 1981.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[3]. Cfr. Jean Paul Sartre. Ensayo. El existencialismo es un humanismo. 1946.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[4]. Cfr. Freud, S. “Tres ensayos de teoría sexual”. Obras Completas, vol. VII. Buenos Aires, Amorrortu, 1989 (109-222).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[5]. Butler, “Gender Trouble, Feminist Theory, and Psychoanalytic Discourse”, en Nicholson (ed.), Feminism/Postmodernism; Butler, Gender Trouble.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[6]. J. Butler, “Variaciones sobre sexo y género. Beauvoir, Wittig y Foucault”, en S. Benhabib y D. Cornell (eds.), Teoría feminista y teoría crítica, Generalitat Valenciana, Valencia, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. URUGUAY: PROYECTO DE LEY DE EUTANASIA “VOLUNTAD ANTICIPADA” (II).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falta de espacio, nos limitamos a mencionar dos problemas más. El primero de ellos es que el término “terminal” tampoco está claramente definido en el Proyecto. Es verdad que el Artículo 5 del Proyecto dice:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“El diagnóstico del estado terminal de una enfermedad crónica, incurable e irreversible, deberá ser certificado por el médico tratante y ratificado por un segundo médico en la historia clínica del paciente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sin embargo, al quedar esta determinación en manos de dos médicos y no también sujeta a una definición estándard claramente precisada, la misma puede quedar al margen de una manipulación a favor de la eutanasia, según la mentalidad de los médicos tratantes. Este es precisamente uno de los principales problemas ético-legales de los “testamentos vitales”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los efectos de esta peligrosa ambigüedad se notan ya en el mismo primer Artículo del Proyecto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toda persona mayor de edad y psíquicamente apta en forma voluntaria, conciente y libre, tiene derecho a oponerse a la aplicación de tratamientos y/o procedimientos médicos que prolonguen su vida con dolor, angustia o daño, si se encontrare en el estado terminal de una enfermedad crónica, incurable o irreversible.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los términos “dolor”, “angustia” y “daño”, además del de “terminal”, por mencionar sólo algunos, no están claramente definidos, ni en su contenido intrínseco ni tampoco en su alcance. ¿Cuánto dolor, cuánta angustia? ¿Durante qué tiempo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es cierto que el mismo artículo añade: “Se exceptúa de lo anterior, el derecho de los pacientes a recibir los cuidados paliativos que correspondieren”. Pero entonces, ¿por qué el artículo no habla de dolor o angustia desproporcionados, es decir, aquellos dolores que están más allá de cualquier tratamiento paliativo? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta preocupación nuestra aumenta considerablemente cuando el artículo en cuestión no incluye la palabra clave de “solamente” antes de la frase “prolonguen su vida con dolor, angustia o daño”. ¿Qué pasa si un tratamiento médico prolonga por un breve tiempo la vida con dolor, pero luego logra curar o estabilizar al paciente? Si es evidente que el tratamiento al que está sujeto el paciente sólo sirve para prolongar su vida con dolor, es obvio que hay que retirarlo, para ello ni siquiera se necesita un testamento vital, basta con la apreciación bien considerada de los médicos. Pero al dejar estos términos imprecisos y abiertos completamente (por no incluir el adverbio “solamente”) a cualquier interpretación, quedan vulnerables a la manipulación.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con esta constatación, volvemos al posible voluntarismo del Proyecto. En efecto, tal parece que la decisión de retirar o no suministrar tratamientos médicos queda sujeta en última instancia a la voluntad del paciente, sus representantes legales y los médicos que en ese momento atienden al paciente. Cuando tal decisión debería ser tomada  desde la subjetividad del paciente (porque a fin de cuentas él es el que está sintiendo el dolor), pero al mismo tiempo también desde unos criterios objetivos. Cuando se trata de retirar o no aplicar unos tratamientos médicos, hay que tomar en cuenta el efecto de esos tratamientos en el paciente. De tal manera que la consideración principal no es tanto la calidad de vida del paciente, sino la calidad de los medios en relación con este paciente aquí y ahora. Y esos efectos, si bien tienen un componente subjetivo, también tienen un componente objetivo. Por ejemplo, se sabe que un paciente, aún comatoso, sufre al morir de hambre y sed, si se le retiran el agua y los alimentos, a los cuales tiene absoluto derecho, aunque estos sean suministrados artificialmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al respecto, preocupa también el hecho de que este artículo no precisa qué son los cuidados paliativos a los que el paciente tiene derecho y, peor aún, no menciona su derecho al agua y los alimentos ni a los otros cuidados normales, como la higiene, las condiciones ambientales confortables y los medicamentos necesarios (como antibióticos, etc.). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El segundo y último problema que queremos mencionar es el de la falta de consideración respecto de la familia como co-protagonista en la toma de decisiones médicas. Las presunciones implícitas del Proyecto parecen ser (1) que la familia o seres queridos más allegados estarán más inclinados al encarnizamiento terapéutico, objeto principal de repulsa de este proyecto de ley y (2) que pueda haber en algunos familiares o seres queridos una voluntad contraria, es decir, hacia la eutanasia, debido a intereses económicos o de otros bienes que el paciente haya determinado dejar como herencia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a la primera posible presunción, habría que preguntarse si esa inclinación no la padecen también los médicos y otras personas que rodean al paciente. Lo mismo se puede decir de la segunda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El punto neurálgico aquí es que todo este asunto de la “necesidad” de unos “testamentos vitales” es falsa. Antes, estos problemas se resolvían por medio del diálogo entre el paciente mismo, los médicos, los familiares y los sacerdotes o ministros religiosos, o los tres últimos grupos de personas solamente en el caso de incompetencia por parte del paciente. Pero hoy, existe la tendencia a decir que porque la medicina ha avanzado y se ha complicado que entonces son necesarios estos documentos, para luego dejarle de todas maneras la decisión final, en caso de duda, a una “comisión de bioética”. Francamente, ese argumento no nos parece viable. Más bien nos parece lo contrario. Mientras más complicados y avanzados sean los tratamientos, menos previsibles serán algunos de ellos en cuanto a sus efectos en los pacientes y menos confiables serán, por tanto, unos documentos legales redactados con antelación. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a las famosos “comisiones de bioética”, hay que tener cuidado con ellas. Cuando se deja a la familia y a sus directores espirituales de lado, para darle más importancia al Estado y a estas “comisiones de bioética”, diciendo que “la previsión de existencia y participación de una Comisión de Bioética, es de una importancia tal, que trasciende incluso la relevancia del objeto de este proyecto de ley”, hay razones de sobra para preocuparse, por más que se mencione de labios que el Proyecto “aborda la circunstancia de mayor contenido ... religioso de la relación médico paciente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para empezar, ¿qué garantía hay de que estas “comisiones de bioética” estén compuestas por personas que no tienen una mentalidad a favor de la eutanasia? Nuestra preocupación es más que relevante por las siguientes dos razones:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Estas “comisiones” están siendo establecidas por el gobierno del Uruguay. A continuación de la cita apenas dada, el Informe del Proyecto sigue diciendo: “Nuestra Cámara de Representantes, recientemente ha aprobado el proyecto de ley de creación de la Comisión Nacional de Bioética, actualmente a estudio de la Cámara de Senadores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con todo el respeto que se le debe al gobierno del Uruguay, vemos grandes carencias en la defensa del derecho a la vida. Por ejemplo, el asesoramiento para el uso abortivo del Misoprostol, y el intento de reglamentar el acto de aborto en caso de eximentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Qué garantías entonces nos puede dar el gobierno de que  no va a permitir atentar contra la vida de personas inocentes, que se encuentran cerca del final de sus vidas o muy enfermos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. El Proyecto menciona el establecimiento de las “comisiones de bioética” relacionándolas con temas vinculados al aborto. “El tema abordado por este proyecto de ley, es un claro y notorio ejemplo de cuestión bioética, como lo son los temas de salud reproductiva y de fertilidad asistida”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a la “salud reproductiva”, está más que demostrado que, según la Organización Mundial de la Salud (OMS) de la ONU, este eufemismo se refiere tanto al aborto químico como quirúrgico, incluyendo la legalización de ambos. Además, los intentos por una significativa parte del Parlamento uruguayo de legalizar el aborto, precisamente bajo el disfraz de “salud reproductiva”, demuestran que la mención de este término por parte del proyecto de ley que nos ocupa es posiblemente favorable a una interpretación abortista del mismo. En todo caso, no hay ninguna garantía que las famosas “comisiones de ética” no estén plagadas de personas favorables a dicha interpretación, como lo ha estado el Parlamento del Uruguay.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En cuanto a la fertilidad asistida, se sabe que la fecundación in vitro (FIVET) comporta la destrucción de incontables embriones humanos. Si el Proyecto se está refiriendo de forma favorable a la FIVET, entonces estamos ante otra razón más para desconfiar de sus famosas “comisiones de bioética”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Las alternativas éticamente viables a este Proyecto de “Voluntad Anticipada” son: (1) el dejar la decisión acerca de los tratamientos médicos de un paciente terminal en estado de incompetencia a sus familiares, ministros espirituales y los médicos escogidos por ellos o, en caso de que el gobierno persista en su empecinamiento de exigir los “testamentos vitales”, (2) el asegurarse que dichos documentos contengan definiciones bien precisas, garantías absolutas del suministro de tratamientos paliativos y de los cuidados normales, incluyendo el agua y los alimentos por cualquier vía adecuada y un número suficiente de representantes legales, que incluya los familiares, amistades y/o ministros espirituales escogidos previamente por el propio paciente. En ese caso y debido al clima de “cultura” de la muerte imperante hoy en día, en vez de llamarse “testamento vital” o peor aún “voluntad anticipada”, debería llamarse “Testamento para vivir”. Para un abordaje más detallado y completo de este tipo de testamento provida, lllamados “Testamentos para vivir”, remitimos al artículo que lleva ese título que se encuentra en: http://www.vidahumana.org/vidafam/eutanasia/testamentos.html.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para una exposición completa de nuestro análisis, que incluye las fuentes, visite, en el portal de VHI, http://www.vidahumana.org, la sección sobre la eutanasia, en: http://www.vidahumana.org/vidafam/eutanasia/eutanasia_index.html.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. REPÚBLICA DOMINICANA: LOGRAN MOSTRAR LA REALIDAD DEL ABORTO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dr. Freddy Contín&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En la sesión de vistas públicas que se celebró en el Congreso de nuestro paìs, el Señor nos permitió a todos los grupos provida que asistimos, el poder demostrar primero la unidad de criterios entre nosotros y la presentaciòn de argumentos médicos, jurídicos, éticos, morales y cristianos de peso, que no pudieron rebatir los grupos abortistas. Ellos no esperaban esa gran asistencia de parte de nuestros grupos. El Dr. Gene Antonio logró el permiso para presentar el video "Dura Realidad", lo cual hizo que los grupos feministas proaborto abandonaran la sesión en protesta. Pero, gracias a Dios la Comisión del Congreso permitió su presentación y logramos un buen impacto entre los congresistas, tanto por el video como por las exposiciones. Al final hicimos un sondeo y parece que entre muchos de ellos está el ánimo de rechazar este proyecto de despenalizaciòn.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas formas hay una nueva convocatoria para el 22 de agosto a las 10 de la mañana, para concluir con las presentaciones. Les pedimos sus oraciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Dr. Contín es el presidente de la Asociación de Médicos Católicos de la República Dominicana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentarios de Magaly Llaguno,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Directora Ejecutiva de VHI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El vídeo que menciona el Dr. Contin se elaboró especialmente para la República Dominicana, con la ayuda del Profesor Carlos Burgo (nuestro colaborador también en ese país), utilizando la versión original del vídeo "Dura realidad". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En nuestro portal, http://www.vidahumana.org, hay un enlace a dos versiones de ese video elaboradas por Hispanics for Life de EEUU. Nuestra oficina vende el VHS de la version original. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felicitamos a estos hermanos, incluyendo el gran activista provida norteamericano que reside en República Dominicana con su esposa e hijos, el Dr. Gene de Antonio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. PORTUGAL: LOS MÉDICOS SE NIEGAN A PRACTICAR ABORTOS LEGALES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recientemente Portugal legalizó el aborto, pero una proporción significativa de médicos están previniendo a las mujeres para que no recurran al procedimiento, mostrándose como objetores de conciencia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La nueva ley que autoriza a las mujeres a someterse a abortos durante las primeras 10 semanas de gestación entró en vigencia en julio del 2007. El aborto voluntario también es legal durante las primeras 16 semanas del embarazo en casos de violación, y hasta las 24 semanas si se determina que el feto tiene malformaciones congénitas o una enfermedad incurable. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un día después que la ley entró en vigor, muy pocas mujeres pusieron fin a sus embarazos: muchos hospitales públicos no pueden ofrecer este servicio porque la mayoría de los médicos rehúsan practicar abortos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El Ministerio de Salud reconoció esta semana que el recurso de los médicos a la objeción de conciencia ha dejado al Estado atado de manos, y que la única opción que queda en pie para proveer los servicios de aborto estipulados es contratar médicos por fuera del sistema hospitalario.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vasco Freire, cabeza de Medicos pela Escolha (Médicos para Elegir), uno de los &lt;br /&gt;grupos que trabajó más duramente para aprobar el referéndum, dijo que muchos de sus colegas rehusaron efectuar abortos por motivos morales, «pero en muchos casos su objeción de conciencia se limita a los hospitales estatales y no se aplica en la medicina privada». &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La objeción de conciencia por parte de los médicos está contribuyendo a producir retrasos en hospitales de todo el país, donde las mujeres están en listas de espera por órdenes obligatorias de consejería y por exámenes de ultrasonido para determinar el tiempo de gestación, antes de dar una fecha para el procedimiento, el cual puede llevarse a cabo 15 días más tarde. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;En Madeira, el archipiélago nor-atlántico que es la región de Portugal más religiosa y conservadora, los sentimientos respecto a la controversia están acrecentándose. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El secretario regional para Asuntos Sociales de Madeira, Francisco Jardim Ramos, dijo que Lisboa «no puede comportarse como un poder colonial e imponer a esta región autónoma una ley que el 64% de la población de Madeira rechazó en el referéndum».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fuente: Inter Press Service informado en Push Journal el 25/Jul/07 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta información ha sido traducida y enviada por cortesía de José Arturo Quarracino, Argentina, a quien agradecemos profundamente su valiosísima colaboración. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;********************************************&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. BOLETINES ANTERIORES: http://www.vidahumana.org/news/prensa_index.html.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vida Humana Internacional (VHI) es la Sección Hispana de Human Life International, la organización provida más grande del mundo. La misión de VHI es promover y defender la vida y la familia en todo el mundo hispano en fidelidad al Magisterio de la Iglesia Católica, por medio de la oración, el servicio al prójimo y la educación. Le rogamos que al utilizar nuestra información, cite a Vida Humana Internacional. Vida Humana Internacional, 45 S.W. 7l Avenue, Miami, FL 33144, USA. Tel: (305) 260-0525. Fax: (305) 260-0595. E-mail: vhi@vidahumana.org . Página web: http://www.vidahumana.org &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envíenos noticias cortas sobre las actividades de su organización si desea difundirlas: adolfo@vidahumana.org &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para subscribirse a nuestro boletín electrónico o para retirarse de él, escríbanos a: adolfo@vidahumana.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con mucho gusto puede reproducir gratuitamente nuestros materiales publicados bajo las condiciones que aparecen en Permiso para reproducir nuestra información.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[ Boletín electrónico de noticias ] [ Publicaciones ] &lt;br /&gt;[ Noticias mundiales por tema ] [ Biblioteca ]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-6512454188504276397?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/6512454188504276397/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=6512454188504276397' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6512454188504276397'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/6512454188504276397'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/de-boletin-electronico-de-vhi-data.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4997153178987494359</id><published>2007-09-01T08:24:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T08:31:37.839-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>O VERDADEIRO NÚMERO OFICIAL DE MORTES POR ABORTO PROVOCADO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; PRESIDENTE LULA, DESISTA DE LEGALIZAR O ABORTO ! &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ao PL 1135/91 que libera o Aborto no Brasil&lt;br /&gt;      &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;======================================================== &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Não são milhares, como afirma Temporão à imprensa, nem &lt;br /&gt;115, 152 ou 156, como foi afirmado pela Ministra Nilcéia &lt;br /&gt;em documento oficial entregue ao CEDAW, mas são 6, 7 e 11 &lt;br /&gt;por ano respectivamente em 2002, 2003 e 2004. A fonte é &lt;br /&gt;o Data SUS e o governo Lula sabe disso". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;======================================================== &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Ministro da Saúde mentiu com conhecimento de causa quando, a serviço do governo Lula e para criar um clima favorável à legalização do aborto no Brasil, afirmou no dia 29 de março de 2007 à Folha de São Paulo que milhares de mulheres morrem todos os anos no Brasil por causa do aborto: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;"Existe uma ferida aberta na sociedade brasileira", declarou o Ministro, acrescentando imediatamente em seguida que "são milhares de mulheres que morrem todos os anos por fazerem abortos em situações inseguras. É um problema de saúde pública". http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2903200717.htm &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O governo brasileiro mentiu também para a ONU ao ser sabatinado em agosto de 2007 pelo Comitê do CEDAW sobre o documento entregue em agosto de 2005 em que o governo Lula reconhecia o aborto como um direito humano. Perguntado sobre a situação no Brasil do aborto provocado pelo Relator Especial do Comitê da ONU, situação que, segundo o Relator, &lt;br /&gt;"obriga muitas mulheres brasileiras a submeter-se em segredo a esta prática, colocando sua vida em perigo, o que supõe negar à mulher o direito à saúde", a delegação brasileira, encabeçada pela Ministra Nilcéia Freire, respondeu que "em 2002, 2003 e 2004 ocorreram 115, 152 e 156 mortes anuais provocadas por abortos, o que faz com que o aborto se constitua na quarta causa de mortalidade materna no Brasil". &lt;br /&gt;[Para assessar o relatório, abra o site http://www.un.org/womenwatch/daw/cedaw/39sess.htm, e em seguida clique em Brazil-&gt;Responses-&gt;Spanish] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Estes números são falsos, e a equipe do governo sabe disso. Segundo o Data Sus, 115, 152 e 156 são o número total de &lt;br /&gt;mortes maternas anuais em 2002, 2003 e 2004 por gestações que terminam em quaisquer tipos de aborto, incluindo aí os abortos espontâneos, as rupturas de gestações tubárias, as molas hidatiformes, os produtos anormais de concepção e os abortos não esclarecidos. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;As mortes por falhas de tentativa de aborto provocado, as únicas realmente registradas como tais nos dados do DataSUS, foram, respectivamente nestes anos de 2002, 2003 e 2004, em número de 6, 7 e 11 mortes. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Por que o governo necessita mentir sobre as mortes maternas, multiplicando o número por milhares para o povo e por dezenas para a ONU? Expedientes deste tipo demonstram a fraqueza da argumentação e escondem a existência de outras razões que não convém ao governo mencionar pelas quais deseja-se tanto promover a prática do aborto. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A importância destes dados merece que sejam conferidos. Para conferir os verdadeiros dados do DataSUS, abra o site &lt;br /&gt;www.datasus.gov.br, clique em INFORMAÇÕES DE SAÚDE, depois clique em ESTATÍSTICAS VITAIS - &lt;br /&gt;MORTALIDADE E NASCIDOS VIVOS, depois clique novamente em ÓBITOS MATERNOS - DESDE 1996 e &lt;br /&gt;selecione abaixo deste ítem a opção BRASIL POR REGIÃO E UNIDADE DA FEDERAÇÃO. No quadro maior que se abre selecione os seguintes campos: &lt;br /&gt;Em Linha, selecione: CATEGORIA CID 10 [CID significa Código Internacional de Doenças] &lt;br /&gt;Em Coluna, selecione: TIPO CAUSA OBSTÉTRICA &lt;br /&gt;Em Periodo, selecione: 2002 [depois 2003 e 2004] &lt;br /&gt;Em Seleções disponíveis, selecione: GRUPO CID10 -&gt; GRAVIDEZ QUE TERMINA EM ABORTO &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O Comitê da ONU, ainda em agosto de 2007, respondeu às falsas respostas da sabatina apresentadas pelo governo brasileiro afirmando, no número 30 de outro documento, que "O Comitê encoraja o governo brasileiro a continuar seus esforços em aumentar o nível de acesso à saúde sexual e reprodutiva, de acordo com a Convenção do CEDAW e as recomendações gerais do Comitê. O Comitê recomenda ainda que o governo brasileiro apresse a revisão da legislação que criminaliza o aborto com o objetivo de abolir as medidas punitivas impostas sobre as mulheres que se submetem ao aborto provocado, de acordo com as recomendações gerais deste Comitê e a Plataforma de Ação de Pequim". &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;[Para conferir esta resposta da do Comitê do CEDAW, abra o site http://www.un.org/womenwatch/daw/cedaw/39sess.htm, e clique em Brazil-&gt;Concluding Comments-&gt;English] &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;*****&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4997153178987494359?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4997153178987494359/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4997153178987494359' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4997153178987494359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4997153178987494359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/o-verdadeiro-nmero-oficial-de-mortes.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4941523835104944799</id><published>2007-09-01T08:22:00.000-07:00</published><updated>2007-09-01T08:23:14.236-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Em defesa da vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dom Eugênio Sales,&lt;br /&gt;arcebispo emérito do Rio&lt;br /&gt;Opinião l Al |&lt;br /&gt;JORNAL DO BRASIL&lt;br /&gt;SÁBADO, l ° DE SETEMBRO DE 200?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COM O INTUITO DE DAR MAIS UM PASSO em favor do aborto, grupos organizados, através do Legislativo, reacendem a luta para eximir do crime de homicídio a quem retira a vida de um ser humano: morte de embriões indefesos. Dá-se lugar a uma falsa laicidade para negar à Igreja e seus fiéis o direito de combater pelo sagrado dever de defender a vida, de modo especial dos nascituros, e denunciar o falso direito de sacrificar o feto, alegando o eventual risco da mãe ou deformação do nascituro. A sociedade brasileira e suas tradições estão aterrorizadas por interpretações inaceitáveis. Um sacerdote, que, no cumprimento de sua missão pastoral, b'usca, por meios pacíficos, evitar a morte de um ser, é ameaçado de prisão. Um outro o é também por ter denominado de abortista a quem faz o aborto. Acusa-se a Igreja de intromissão indevida em pretensos assuntos que seriam privativos do Estado.&lt;br /&gt;O Concílio Vaticano II, na Constituição Gaudium et spes (n° 76), diz: "A Igreja que, em razão da sua missão e competência, de modo algum se confunde com a sociedade nem está ligada a qualquer sistema político determinado, é, ao mesmo tempo, o sinal e salvaguarda da transcendência da pessoa humana. Cada uma, comunidade política e Igreja, são independentes e autónomas. Mas, embora por títulos diversos, ambas servem à vocação pessoal e social dos mesmos homens. E tanto mais eficazmente exercitarão este serviço para bem de todos, quanto melhor cultivarem, entre si, uma sã cooperação, tendo igualmente em conta as circunstâncias de lugar e tempo". Por ocasião do centenário, na França, da lei de separação entre Igreja e Estado, datada de 1905, o papa João Paulo II dirigiu uma carta aos bispos da França. Comentava o restabelecimento diplomático entre o Vaticano e aquele país. O Estado é leigo, mas é composto de seres humanos que devem seguir sua consciência, formada por princípios, fundamentados na lei natural. E, se membros da Igreja, também na lei divina. Esse ensinamento de Jesus, o cristão o preserva até o fim dos tempos. Quando existe um respeito mútuo, há a "legítima e sadia laicidade" que não se confunde com "um tipo de laicismo ideológico ou de separação hostil entre as instituições civis e as confissões religiosas" (Exortação Apostólica Ecclesia in Europa, n° 117). Uma valiosa contribuição a esse assunto, encontramos no discurso ao Corpo Diplomático acreditado junto à Santa Sé, por ocasião da tradicional apresentação de bons votos para o Ano Novo, a 12 de janeiro de 2004. Dizia o santo padre João Paulo II aos embaixadores: "O princípio da laicidade, é em si mesmo legítimo quando é compreendida como distinção entre a comunidade política e as religiões. Todavia, distinção não quer dizer ignorância! Laicidade não é laicismo! Ela não é senão o respeito por todos os credos por parte do Estado, que assegura o livre exercício das atividades cultuais, espirituais, culturais e caritativas das comunidades dos crentes. Numa sociedade pluralista, a laicidade é um lugar de comunicação entre as diferentes tradições espirituais e a nação. Pelo contrário, as relações Igre-ja-Estado podem e devem dar lugar a um diálogo respeitoso, por- tador de experiências e de valores fecundos para o futuro de uma nação. Um diálogo sadio entre o Estado e instituições religiosas não são concorrentes, mas colaboradores, e pode, sem dúvida, favorecer o desenvolvimento integral da pessoa humana e a harmonia da sociedade".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acusa-se a Igreja de intromissão indevida em pretensos assuntos que seriam privativos do Estado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para facilitar a compreensão, tomemos um caso concreto, hoje vivido em nosso país. Pela legislação vigente, promover aborto constitui um crime. Pelas leis da Igreja, quem assim procede, comete uma falta grave que acarreta a excomunhão da comunidade eclesial, também para os coopera-dores do aborto. No Brasil, há separação entre Igreja e Estado. O Estado como tal é leigo, mas não é laicista. Assim o cidadão deve seguir sua consciência, formada pêlos ensinamentos de Jesus que foram confiados ao Magistério Eclesial.&lt;br /&gt;A Igreja na sua missão não está sujeita ao Estado. A Congregação para a Doutrina da Fé em sua JVotó doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política, de 24 de novembro de 2002 diz: "A Igreja não pretende exercer um poder político nem eliminar a liberdade de opinião dos católicos em questões contingentes. Entende, ao invés - como é sua função própria - instruir e iluminar a consciência dos fiéis, sobretudo dos que se dedicam a uma participação na vida política, para que o seu operar esteja sempre ao serviço da promoção integral da pessoa e do bem comum. Assim o ensinamento social da Igreja não é uma intromissão no governo de cada país. Não há dúvida, porém, que põe um dever moral de coerência de cada fiel leigo, no interior da sua consciência, que é única e unitária". Insiste que não há na vida dois caminhos paralelos, um da chamada "vida espiritual", outro da "vida secular", ou seja, família, trabalho, empenho político e cultura. A consciência é formada à luz do Evangelho.&lt;br /&gt;Um Estado leigo, mas não laicista, tem um diálogo sadio com todos os credos religiosos e assegura o bem-estar de uma nação. O discurso do papa João Paulo II ao embaixador do México junto à Santa à Sé, Javier Moctezuma Barragán, a 24 de fevereiro de 2004 traz luzes a essa matéria: "Não se deve ceder às pretensões de quem, amparando-se em uma errónea concepção do princípio de separação Igreja-Estado e no caráter do Estado, tenta reduzir a religião à esfera meramente privada do indivíduo".&lt;br /&gt;Concluo com as palavras do papa Bento XVI no discurso ao novo embaixador do México junto à Santa Sé, a 23 de setembro de 2005: "Em um Estado leigo são os cidadãos que, no exercício de sua liberdade, dão um determinado sentido religioso à vida social". (...) "Um Estado moderno há de servir e proteger a liberdade dos cidadãos e também a prática religiosa que eles elejam sem nenhum tipo de restrição ou coação".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4941523835104944799?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4941523835104944799/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4941523835104944799' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4941523835104944799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4941523835104944799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/09/em-defesa-da-vida-dom-eugnio-sales.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-8343337972156807780</id><published>2007-08-30T16:07:00.000-07:00</published><updated>2007-08-30T16:14:02.627-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A Violência Oculta por trás do Aborto&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; www.lapop.org Boletim N.31, 2007  &lt;br /&gt;    &lt;br /&gt; Estimado amigo:&lt;br /&gt;Os pró-abortistas freqüentemente nos acusam de odiar às mulheres, mas em realidade são eles os que promovem este ódio. Leiia como o setor mais radical a favor do aborto encobre deliberadamente uma agenda de violência despersonalizante contra a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Steven W. Mosher&lt;br /&gt;Presidente&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Era uma manhã fria, ao menos para ser abril em Washington DC. Uma fila de estudantes universitários se encontrava de pé, providos de casacos e chapéus, tirando de seus olhos os traços da má noite. Estávamos em uma calçada que percorre a Rua 16 em Washington, DC, sob a fria sombra de uma grande construção de concreto atrás de nós. Diante de nós, ao outro lado da rua, encontrava-se uma clínica abortista. Começamos a rezar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me sinto capaz de descrever cabalmente o que se experimenta ao rezar frente a uma clínica de aborto e ver mulheres adultas e adolescentes esperando ingressar, algumas delas ainda com a inocência da juventude em seus rostos. Os conselheiros de nossa calçada tratavam de ir com elas para lhes dar consolo, mas não era muito o que podiam fazer antes de que a “segurança da clínica” os detivesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes “efetivos de segurança”, cujos rostos refletiam o ódio que sentiam por nós, agarravam às mulheres e virtualmente as lançavam com força através da porta da clínica. Em várias ocasiões fui testemunha de como o pessoal de segurança da clínica bloqueava com seus corpos o ingresso dos conselheiros de nossa calçada e colocavam pela força às jovens que havia, virtualmente jogando-as dentro da clínica. Você pode encontrar aqui o enlace a uma nota que descreve muito bem as confrontações que semana a semana ocorrem entre pro-vidas e pro-abortos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Desafio a todas as pessoas que tenha dificuldade em acreditar o mencionado acima, a dirigir-se à clínica da Rua 16 e ver por si mesmos o que acontece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aborto mata dezenas de milhões de bebês cada ano convertendo-se no pior dos atos de violência que se pode perpetrar. Contudo, oculta por trás deste fato transcendental, se encontra outra realidade, uma verdade mais sutil que as estatísticas demonstraram uma e outra vez. Essa verdade é esta: o aborto gera uma cultura de violência contra a mulher, a mesma violência contra a qual pretendem lutar as feministas. sob a fachada de “opção” e de “liberdade reprodutiva” se esconde uma atitude retrógrada contra as crianças, uma atitude de desdém para as mulheres e fundamentalmente uma indiferença pela dignidade da família humana. Isto se manifesta nos gestos de zombaria e na agressão física mostrada pelos efetivos de segurança das clínicas de abortos. O aborto gera uma atmosfera de violência que é o início do fim de nossa cultura.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;O aborto mata dezenas de milhões de bebês cada ano. Entretanto, oculta por trás deste fato transcendental, se encontra outra realidade: o aborto gera uma cultura de violência contra a mulher. Segundo David C. Reardon, em seu artigo Aborto e Violência Doméstica, existe “uma importante conexão entre a violência no ventre e a violência no lar”.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A cultura do aborto conduz a uma cultura de conveniência que impulsiona a converter em objetos às mulheres e a uma desvalorização da maternidade. Desta maneira as mulheres se chegam a definir por sua boa disposição para aceitar a opção do aborto, e toda interação com homens se converte em parte de uma luta fundamental por dominar. “O assunto de se estiver bem vender-se ou não aos homens é uma colocação falsa”, afirma-se no livro The New Our Bodies, Ourselves. “O verdadeiro assunto está em como vender-se a se mesmas de forma que seja o menos destrutivo para nós mesmas e para as nossas filhas. As prostitutas não necessitam nossa condescendência, o que precisam é aliar-se conosco. E nós as necessitamos também”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta atitude cínica aparenta defender quase exclusivamente o sexo feminino, mas em realidade, fazem justamente o contrário. Reduzem às mulheres a uma simples opção reprodutiva; um objeto que tem como único propósito lutar contra sua natureza. Recentes estudos mostram que as mulheres, cansadas de ser constantemente alvo dos fornecedores de abortos, rebelaram-se contra o estereótipo que impõe que sua principal prioridade é sempre a saúde reprodutiva. As mulheres são seres humanos, não máquinas de fazer bebês. Quem defende o aborto deveria aprender isto. &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;A violência gerada pelo aborto leva aos homens a ter uma atitude despreocupada respeito da sexualidade e psicologia feminina, e freqüentemente conduzem a isto. A violência produz nas mulheres sentimentos de culpa e horror incríveis que com freqüência conduzem à divisão do lar e à alienação dos maridos. &lt;br /&gt;  A violência produzida por este monstruoso ciclo é desumana e profundamente destrutiva. Leva aos homens a ter uma atitude despreocupada respeito da sexualidade e psicologia feminina, e freqüentemente conduzem à violência. Isto produz nas mulheres sentimentos de culpa e horror incríveis. Ambos os sentimentos com freqüência levam a divisão no lar e à alienação dos maridos, desfazendo o lar e com freqüência colocando o marido contra a esposa. Segundo David C. Reardon, em seu artigo Aborto e Violência Doméstica, existe “uma importante conexão entre a violência no ventre e a violência no lar”. Segundo esta reportagem especializada, “a evidência apóia uma correlação entre o aborto e a violência entre mulheres e homens, ao menos em alguns casais. É tão claramente indiscutível que vai além… pois a violência gera violência”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A UNFPA chama à violência contra a mulher “o mais dominante e ainda menos reconhecido abuso dos direitos humanos no mundo”. Os que conformamos o PRI concordamos com isto. Porém, percebemos que organizações como a UNFPA e Planned Parenthood são os perpetradores desta violência.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;Acreditam que o aborto produz uma cultura de desprezo pelas mulheres, desprezo pela família e desprezo pelo valor da vida humana. A verdadeira violência se acha escondida aí e nas palavras da Madre Teresa, “qualquer país que aceita o aborto não está ensinando a sua gente a amar, pelo contrário está lhes ensinando a fazer uso da violência para conseguir o que eles queiram”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Colin Mason é o Diretor para a Produção de Comunicações do PRI &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt; Steve Mosher é Presidente do Population Research Institute, uma organização sem fins lucrativos dedicada a desfazer a mentira da superpopulação no mundo.&lt;br /&gt;(c) 2007 Population Research Institute.&lt;br /&gt;Permissão para reprodução concedida. Redistribuição de forma estendida. Os créditos são necessários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para inscrever-se na versão em português do Boletim Semanal envie um email para:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;boletin@lapop.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada do que foi escrito aqui deve ser interpretado como uma tentativa de ajudar ou dificultar a aprovação de projetos de lei no Congresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Population Research Institute dedica-se a acabar com os abusos contra os direitos humanos cometidos em nome do planejamento familiar e acabar com os contrários paradigmas sociais e econômicos derivados da mentira da "superpopulação".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na América Latina pode-se entrar em contato com:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Polo Samaniego&lt;br /&gt;Diretor do Escritório para a América Latina&lt;br /&gt;E-mail: carlospolo@lapop.org&lt;br /&gt;Telefone: (511) 719-6147&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jhenny Hurtado Oré &lt;br /&gt;Publicações - Escritório para a América Latina&lt;br /&gt;Correo Electrónico: jhenny@lapop.org&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-8343337972156807780?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/8343337972156807780/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=8343337972156807780' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8343337972156807780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/8343337972156807780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/violncia-oculta-por-trs-do-aborto-www.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4550915746894020852</id><published>2007-08-30T14:52:00.000-07:00</published><updated>2007-08-30T14:54:19.906-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Conselho de defesa dos direitos dos GLBTT&lt;br /&gt;Triste notícia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rede 3setor - 6 anos - Mais de 6.000 inscritos&lt;br /&gt;http://br.groups.yahoo.com/group/3setor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LEIA em http://www.erikakokay.com.br&lt;br /&gt;Atenciosamente,&lt;br /&gt;Jaques Jesus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deputada sugere a criação de um conselho de defesa dos direitos &lt;br /&gt;homossexuais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Distrito Federal poderá contar com um Conselho Distrital de &lt;br /&gt;Defesa dos Direitos dos LGBTT - Lésbicas, Gays, Bissexuais, &lt;br /&gt;Transgêneros e Travestis. NA FOTO: Integrantes do movimento LGBT, &lt;br /&gt;deputada Erika Kokay (centro) e o secretário de Justiça, Cidadania e &lt;br /&gt;Direitos Humanos Raimundo Ribeiro (direita)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta, de autoria da deputada Erika Kokay, foi aprovada em &lt;br /&gt;reunião extraordinária da Comissão de Direitos Humanos da Câmara &lt;br /&gt;Legislativa, nesta quinta-feira (09/08).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a presidente da comissão, a criação de um conselho pode &lt;br /&gt;contribuir para que o artigo 5º. da Constituição Federal, que &lt;br /&gt;estabelece que "todos são iguais perante a Lei" seja efetivamente &lt;br /&gt;cumprido. Erika Kokay não tem dúvida de que a instalação de um &lt;br /&gt;conselho fortalecerá a luta contra o preconceito e a discriminação que &lt;br /&gt;ainda prevalece em diversos segmentos da sociedade. Além da &lt;br /&gt;criação do conselho, a deputada Erika Kokay sugeriu, em outra &lt;br /&gt;indicação, que seja constituído um grupo de trabalho para elaborar o &lt;br /&gt;programa Brasília sem Homofobia. Segundo o documento, encaminhado ao &lt;br /&gt;secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, o grupo deverá ser &lt;br /&gt;composto por representantes do governo do Distrito Federal, da Câmara &lt;br /&gt;Legislativa do DF e do Ministério Público do DF. A distrital &lt;br /&gt;ressalta a importância de se implementar políticas públicas no sentido &lt;br /&gt;de assegurar proteção aos homossexuais. Erika justifica a proposta &lt;br /&gt;citando pesquisa realizada em 1999, na Bahia que indica que a cada dois &lt;br /&gt;dias um homossexual é assassinado no Brasil. Patricia Britto &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___ &lt;br /&gt;Mensagens neste tópico (1) Responder (através da web) | Adicionar um novo tópico &lt;br /&gt;Mensagens | Arquivos | Fotos | Links | Banco de dados | Enquetes &lt;br /&gt;- Rede 3setor ( Rede de Informação e Discussão do Terceiro Setor ) -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informações e inscrições no site http://br.groups.yahoo.com/group/3setor &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inscrição também pode ser feita enviando um e-mail em branco para: &lt;br /&gt;3setor-subscribe@yahoogrupos.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para enviar mensagem para a Rede utilize:&lt;br /&gt;3setor@yahoogrupos.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cancelar inscrição, envie mensagem para:&lt;br /&gt;3setor-unsubscribe@yahoogrupos.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBS: Se você tiver mais de um e-mail, ao enviar, utilize como emissor, o e-mail com o qual está inscrito na Rede. Se utilizar um e-mail diferente o site não reconhecerá a operação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contato com a moderação:&lt;br /&gt;3setor-owner@yahoogrupos.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOME: Rede 3setor&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVO&lt;br /&gt;Promover o conhecimento, o debate, a divulgação de eventos e compartilhar experiências, entre pessoas e instituições que tenham interesse em questões sociais, tais como: cidadania, projetos sociais e sócio-culturais e ambientais, responsabilidade social, comunicação e marketing na área social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMPORTAMENTO&lt;br /&gt;São bem-vindos: dicas de livros, textos, sites, cursos, palestras, seminários e etc, referentes ao tema. &lt;br /&gt;Não são bem-vindas e podem ocasionar a exclusão do emitente, o envio de mensagens que não correspondam ao objetivo da  Rede, assim como termos ofensivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FUNCIONAMENTO&lt;br /&gt;A Rede é moderada, nem tudo que é enviado é liberado.&lt;br /&gt;Funciona como um jornal com 1 edição diária, os e-mails são liberados em grupo, uma vez ao dia.&lt;br /&gt;As mensagens fora do foco ( puramente pessoais, agressões, fofocas), repetidas, com HTML e assuntos relacionados a administração da Rede não são liberadas.&lt;br /&gt;Os participantes são leitores, correspondentes, comentaristas, articulistas, divulgadores e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem mais de 6.000 inscritos de várias partes do Brasil e do exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Rede não tem HTML  nem anexos, as mensagens são leves e sem vírus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não existem taxas para participar da Rede, é gratuita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4550915746894020852?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4550915746894020852/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4550915746894020852' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4550915746894020852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4550915746894020852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/conselho-de-defesa-dos-direitos-dos.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-4792816081128722484</id><published>2007-08-30T14:30:00.000-07:00</published><updated>2007-08-30T14:36:15.681-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>HOMOSSEXUALISMO - Folha de São Paulo&lt;br /&gt;Segundo informações, Dom Robinson recebeu uma "irritada" resposta a carta abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A homossexualidade não foi retirada do rol de transtornos a serem tratados. Encontra-se no F66, CID 10, documento atual e oficial da OMS, embora parte da estratégia política dos ativistas do movimento pró-homossexualismo falar uma mentira muitas vezes, impondo-a como se fosse verdade para as pessoas acreditarem que a mentira é verdadeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message ----- &lt;br /&gt;From: Secretaria MCZ-IG &lt;br /&gt;To: abraceh@urbi.com.br &lt;br /&gt;Sent: Wednesday, August 22, 2007 11:18 PM&lt;br /&gt;Subject: Folha de São Paulo - 22/08/2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAINEL DO LEITOR &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HOMOSSEXUALISMO&lt;br /&gt;"Lamentável que o ministro Marco Aurélio Mello ("A igualdade é colorida", "Tendências/Debates", 19/8) deixe o papel arbitral, como ministro do Supremo Tribunal Federal, para fazer a apologia do comportamento moral de pretensos "18 milhões" de homossexuais, cuja dignidade e direitos civis não estão em questionamento e cujas agressões sofridas (assim como aquelas contra os heterossexuais, os gordos ou os baixos) se dão ou em situações de culpabilidade dos opressores ou dos agredidos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ministro deve ser cobrado sob suspeição em qualquer julgamento, como sobre o heterofóbico projeto de lei nº.5.003/2001, que impõe pena privativa de liberdade ao cidadão de bem que não aceitar a normalidade do estilo de vida homoerótica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A retirada do homossexualismo do rol das enfermidades não foi resultado de uma decisão científica, mas do "juridicamente correto". A intolerância dos tolerantes ameaça a paz social e o Estado de Direito. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exigimos a liberdade de consciência, a defesa da família e o direito de educarmos nossos filhos de acordo com a moral cristã." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DOM ROBINSON CAVALCANTI, bispo diocesano da Diocese do Recife da Igreja Anglicana do Cone Sul da América (Recife, PE).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Secretaria Diocesana Anglicana de Comunicação Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4792816081128722484?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4792816081128722484/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4792816081128722484' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4792816081128722484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4792816081128722484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/homossexualismo-folha-de-so-paulo.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7260896335187075873</id><published>2007-08-28T08:14:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T08:15:12.537-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A INQUISIÇÃO GAY&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTICIAS GLOBALES, Año X. Número 730, 42/07. Gacetilla nº 853. Buenos Aires, 25 agosto 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;853) REINO UNIDO-USA: LA INQUISICIÓN GAY (XII). Fuentes: Propias; Life Site 04 y 13-08-07. Por Juan Bacigaluppi&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escuela católica con director homosexual declarado. Persecución y cisma en la iglesia episcopaliana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El arzobispo de Liverpool, Mons. Patrick Nelly, comunicó a los fieles católicos de su arquidiócesis y a los padres de familia del colegio católico St. Cecilia's Primary School que no puede apartar de su cargo al director de la escuela, Charles Coyne, que se registró como “pareja homosexual” con otro profesor del mismo colegio, (The Daily Telegraph, 13-08-07). El escándalo se agrava porque la reunión social posterior se realizó en un salón parroquial. (Recordamos que la asociación católica Caballeros de Colón en Canadá, enfrenta un juicio por “discriminación” por negarse a alquilar un salón para el festejo de una unión lésbica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los abogados de la arquidiócesis informaron que debido a la legislación “antidiscriminatoria” llamada Sexual Orientation Regulations (SOR's) impuesta durante el gobierno de Tony Blair, no se pueden tomar medidas contra el director de la escuela católica, aunque su comportamiento atente pública y escandalosamente contra de la doctrina católica. Recordamos que en el Reino Unido las agencias de adopción de la Iglesia han dejado de prestar servicios debido a la misma legislación, ya que se veían obligadas a dar niños en adopción a parejas homosexuales. (Vid. NG 847).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Con respecto al caso Liverpool, según Daily Telegraph “a la posición titubeante de muchos obispos ingleses se enfrentan los padres que exigen definiciones claras”. Life Site entrevistó a Norman Wells, director de UK's Family Education Trust que declaró: “No es irracional que los padres que envían a sus niños a una escuela católica esperen que el director viva según esa fe”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No se debe definir a los padres como homófobos irracionales”, continuó Wells, “como a muchos otros ciudadanos les preocupan genuinamente las consecuencias morales y sociales del ‘estilo de vida homosexual’ y quieren que quienes influyen en la vida de sus hijos sean personas que comparten sus valores”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El caso de Liverpool podría trasformarse en un “caso testigo”. ¿Los fieles y la jerarquía católica están dispuestos a ser llevados ante los tribunales, a poner en juego sus bienes si son sentenciados a pagar multas, o a arriesgar la cárcel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Persecución y cisma en la iglesia episcopaliana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Según informó el Washington Times (03-08-07), el obispo episcopaliano de Virginia, Peter J. Lee, destituyó de su ministerio a 20 pastores. Éstos -al igual que los exonerados en 2005 (NG 712)- renunciaron a esa confesión protestante en diciembre pasado como consecuencia de la consagración episcopal en 2003 de Gene Robinson, un homosexual declarado, que fue nombrado obispo episcopaliano de New Hampshire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La sanción tiene un grave trasfondo doctrinal, aunque es puramente formal ya que llega meses después que 11 comunidades y su clero votaran abandonar la confesión episcopaliana y su diócesis de Virginia, para formar una circunscripción independiente, el Distrito Anglicano de Virginia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“La acción del obispo Lee llega no nos sorprende”, dijo Caleb H. Price, miembro de la asociación evangélica Focus on the Family. “A lo largo de todo el país (USA), diócesis tras diócesis, los obispos revisionistas liberales como Lee están persiguiendo a los ministros y a los laicos que adhieren fielmente a la fe histórica y apostólica”. “El centro del problema no son estos sacerdotes que han abandonado la iglesia episcopaliana, sino Lee y la jerarquía de la iglesia episcopal que han abandonado la fe”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Es de notar que otras importantes confesiones protestantes como la iglesia Metodista Unida y la iglesia Evangélica Luterana de los Estados Unidos, tomaron medidas opuestas a las adoptadas por la mayoría de la iglesia Episcopal, privando de todas sus funciones al clero homosexual. FIN, 25-08-07&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;________________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NOTICIAS GLOBALES es un boletín de noticias sobre temas que se relacionan con la PROMOCIÓN Y DEFENSA DE LA VIDA HUMANA Y LA FAMILIA. Editor: Pbro. Dr. Juan Claudio Sanahuja; E-mail: noticiasglobales@noticiasglobales.org ; http://www.noticiasglobales.org ; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando la fuente y el nombre del autor, se autoriza la reproducción total o parcial de los artículos contenidos en cada número del boletín.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ACLARACIÓN: A partir de aquí incluye publicidad el distribuidor de los correos. 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&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não ao PL 1135/91 que libera o Aborto no Brasil&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28/08/2007 (Porto Alegre) - Reunião preparatória para Formação da Frente Parlamentar em Defesa da Vida no RS&lt;br /&gt;- Horário: 13:30hrs&lt;br /&gt;- Local: Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul - Porto Alegre - RS &lt;br /&gt;Maiores Informações: mdv@defesadavida.com.br  (51) 9139-9436              &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;29/08/2007 (Brasília) - II Audiência Pública sobre o Aborto - Projeto de Lei 1135/91 que suprime do Código Penal Brasileiro os artigos 124, 126, 127 e 128&lt;br /&gt;- Horário: 09:30hrs&lt;br /&gt;- Local: Câmara dos Deputados - Comissão de Seguridade Social e Família - Brasília - DF&lt;br /&gt;- Participação: Gisela Zilsch - advogada membro da Comissão de Defesa da República e da democracia da OAB/SP (pró-vida)&lt;br /&gt;                      Cláudio Fonteles - sub-Procurador Geral da República (pró-vida)&lt;br /&gt;                      Maria José Rosado - coordenadora da ONG Católicas pelo Direito a Decidir (pró-aborto)&lt;br /&gt;                      Daniel Sarmento - professor de Direito Constitucional da UERJ (pró-aborto)&lt;br /&gt;Maiores Informações: www.camara.gov.br/internet/ordemdodia/integras/495865.htm&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;30/08/2007 (SãoSebastião do Caí) - Palestra Paternidade Responsável e o Direito à Vida&lt;br /&gt;- Horário: 20:00hrs&lt;br /&gt;- Local: Paróquia Nossa Senhora da Conceição - São Sebatião do Caí - RS &lt;br /&gt;- Palestrantes: Joice e Jerson Garcia &lt;br /&gt;Maiores Informações: (51) 3635-1012                      &lt;br /&gt;        &lt;br /&gt;31/08/2007 (São Paulo) - Entrevista Quem Financia e Quem se Beneficia com a Legalização do Aborto&lt;br /&gt;- Horário: 20:00hrs&lt;br /&gt;- Local: Programa Frente a Frente - TV Rede Vida - São Paulo - SP &lt;br /&gt;- Participação: Prof. Hermes Rodrigues Nery - coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e do Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté&lt;br /&gt;Maiores Informações: hrneryprovida@uol.com.br                      &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;01 e 02/09/2007 (São Leopoldo) - I Workshop sobre Gestação e Aborto&lt;br /&gt;- Horário: 08:00hrs às 18:00hrs&lt;br /&gt;- Local: IPPDH - Av João Correa, 191 - São Leopoldo - RS &lt;br /&gt;- Organização: IPPDH - Instituto de Psicologia e Pesquisa no Desenvolvimento Humano - São Leopoldo - RS&lt;br /&gt;Necessário inscrição &lt;br /&gt;Maiores Informações: (51) 3592-3787  (51) 9989-6890 ippdh@uol.com.br                       &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;02/09/2007 (Olinda) - Simpósio Aborto e o Direito à Vida&lt;br /&gt;- Horário: 14:00hrs&lt;br /&gt;- Local: Centro Espírita Irmã Angélica - Rio Doce - Olinda - PE&lt;br /&gt;- Palestrante: Ricardo Brasil&lt;br /&gt;- Organização: AJA - Associação Jamais Abortar Amigos da Vida&lt;br /&gt;Maiores Informações: ricardo_brasil_434@hotmail.com&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;08 e 09/09/2007 (Rio de Janeiro) - Assembléia Anual da Associação Mulheres pela Vida&lt;br /&gt;- Horário: 14:00hrs às 18:00hrs&lt;br /&gt;- Local: Rua Humaitá, 172 - Rio de Janeiro - RJ &lt;br /&gt;Maiores Informações: dorisprovida@ig.com.br &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;IMPORTANTE --&gt; mantenha-nos informado de todas as atividades pró-vida em sua cidade ou que tenha conhecimento... Queremos disponibilizar esta agenda semanalmente em nossa site ( www.defesadavida.com.br )... &lt;br /&gt;Desde já a Vida agradece...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;VIDA E PAZ PARA TODOS...&lt;br /&gt;                             &lt;br /&gt;MDV - Movimento em Defesa da Vida - mdv@defesadavida.com.br &lt;br /&gt;Jerson L. F. Garcia - joicejerson@defesadavida.com.br &lt;br /&gt;Porto Alegre - RS - Brasil&lt;br /&gt;1981/2007 - 26 anos em Defesa da Vida&lt;br /&gt;"Defenda a Vida desde a sua concepção" - clique www.defesadavida.com.br &lt;br /&gt;08/OUTUBRO - DIA NACIONAL PELO DIREITO À VIDA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__._,_.___ &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;*** MDV - MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA - www.defesadavida.com.br&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;*** Presidente Lula, DESISTA de legalizar o Aborto no Brasil&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;*** Defenda a vida desde a sua concepção&lt;br /&gt;***&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-4778342360905475982?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/4778342360905475982/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=4778342360905475982' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4778342360905475982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/4778342360905475982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/presidente-lula-desista-de-legalizar-o.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-2939205873398168803</id><published>2007-08-28T08:07:00.001-07:00</published><updated>2007-08-28T08:07:30.822-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Lei da Mordaça - Projeto pretende pôr na cadeia quem fala mal do homossexualismo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Élidi Miranda&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meados de março, enquanto o Brasil inteiro discutia quando, finalmente, o jogador Romário faria seu milésimo gol, outro debate, bem menos acalorado, mas envolvendo a violação do direito de alguns milhões de brasileiros, acontecia quase silencioso em uma das comissões do Senado Federal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A comissão era a de Direitos Humanos (CDH) e o projeto de lei em questão o PL 5003B/2001, que, no Senado, ganhou a numeração 122/2006.Nascido na Câmara pelas mãos da então deputada Iara Bernardes (PT-SP), foi aprovado naquela casa no apagar das luzes da última legislatura – mais precisamente no dia 23 de novembro de 2006 - com um pequeníssimo quorum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, mais conhecido como Lei da Homofobia, prevê justa punição de indivíduos violentos e insanos que se sentem no direito de insultar ou molestar outros cidadãos apenas em função da sua raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero -, embora o Código Penal já o faça há muito tempo. Entretanto, possui alguns pontos polêmicos, inclusive inconstitucionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu artigo 20, por exemplo, estabelece como crime o praticar, induzir ou incitar a discriminação, envolvendo a prática de qualquer ação violenta, constrangedora, intimatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica. Trocando em miúdos, o que esse artigo quer dizer é que qualquer brasileiro será considerado um criminoso se criticar ou manifestar-se contrário à prática da homossexualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto nº 122/2006 (numeração do Senado) restabelece o delito de opinião, que é uma das formas mais execráveis de opressão. [...] O direito de não considerar natural, próprio e conveniente, ou de qualificar como moral, filosófica ou psicologicamente inaceitável o comportamento homossexual não seria mais tolerado, observou o jurista Célio Borja, ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), no artigo intitulado A liberdade de pensar e julgar a homofobia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o mesmo ponto do projeto de lei, o filósofo e escritor Olavo de Carvalho escreveu em sua coluna no Jornal do Brasil de 29 de março de 2007: O movimento gay planeja tornar o homossexualismo, por lei, a única conduta humana superior às críticas. É a pretensão mais arrogante e ditatorial que algum grupo social já acalentou desde o tempo em que os imperadores romanos se autodenominaram deuses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Campanha na Internet&lt;br /&gt;Na opinião de alguns juristas, o projeto pode abrir precedentes jurídicos perigosos. Quem se o próximo passo não será proibir a utilização da Bíblia, já que, em uma passagem, São Paulo recrimina a conduta de homens que se deitam com homens? [...] É a face mais horrenda do totalitarismo: o Estado decretando uma suposta “verdade absoluta” – o homossexualismo é uma virtude – e proibindo qualquer oposição a essa “verdade” (sob pena de prisão), nada importando que a posição seja de cunho moral, ético, filosófico ou religioso, afirma o promotor de Justiça, Cláudio da Silva Leiria, em artigo publicado no site Ponto Jurídico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o advogado evangélico Zenóbio Fonseca, o projeto entra em conflito direto com os princípios irrevogáveis de garantia às liberdade de pensamento, de consciência e de religião expressos no Artigo 5º da Constituição Federal e, por isso, deveria ser sumariamente arquivado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“À luz do artigo 20, parágrafo 5º do projeto de lei, as pessoas que pregarem a Bíblia – valores éticos, morais, filosóficos ou psicológicos – poderão ser enquadrados e penalizados pela lei anti-homofobia. O fato é tão cristalino que já existe, no Brasil, psicólogo evangélico sendo processado por ajudar pessoas, em crise emocional, a deixarem a vivência da homossexualidade. Estamos a um passo de uma possível perseguição religiosa por expressar a fé e seus valores genuínos”, analisa o advogado, um dos responsáveis pela campanha deflagrada pela Internet, no mês de março, que mobilizou centenas – talvez milhares – de evangélicos e outros cristãos do Brasil contra a aprovação do projeto na CDH do Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu artigo A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs, amplamente divulgado via mensagem de correio eletrônico, ajudou a despertar cristãos e lideranças evangélicas para a tramitação do projeto que corria praticamente à surdina. A campanha incentivava os cidadãos a escreverem e-mails e telefonarem aos gabinetes dos senadores alertando para a gravidade da matéria que seria votada na CDH no dia 15 de março.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível mensurar todo o alcance do movimento, mas o fato é que, no dia marcado para a votação do projeto na comissão, sua relatora, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) – que dera parecer favorável à redação do texto -, pediu a retirada da matéria da pauta para que a comissão pudesse analisá-la melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso ocorreu em razão de diversas manifestações da sociedade que chegaram ao meu gabinete e também aos dos senadores membros da CDH. Foram manifestações que tratavam de diversos artigos do projeto. Então, pedi a retirada para dar a oportunidade às pessoas, inclusive senadores que não são membros da CDH, de apresentarem suas sugestões”, explica Fátima Cleide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o escritor evangélico Júlio Severo, autor do livro O movimento homossexual (Editora Betânia) e um dos responsáveis por deflagrar a campanha dos e-mails, a participação dos cristãos foi decisiva nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mobilização evangélica, com e-mails e telefonemas, ajudou a provocar uma pausa necessária. A partir do momento em que um alerta sério é veiculado pela internet, espalham-se as fagulhas, o fogo cresce e ninguém tem controlo sobre o incêndio. Muitos evangélicos e católicos estão se mobilizando contra o projeto anti-homofobia por perceberem que as implicações, cedo ou tarde, atingirão em cheio sua liberdade de expressar o que a Bíblia diz sobre o homossexualismo e também sua liberdade de tratar o homossexualismo do jeito que a Bíblia trata.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caminho perigoso&lt;br /&gt;Depois de retirado da pauta da CDH, o projeto passou a se analisado por um Grupo de Trabalho (GT), composto por alguns parlamentares. Os senadores Flávio Arns (PT-PR), Gilvam Borges (PMDB-AP), Paulo Paim (PT-RS), Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC), Demóstenes Torres (DEM-GO) e Marcelo Crivella (PRB-RJ), integrantes do GT, foram procurados por nossa reportagem, mas somente Torres e Crivella responderam às perguntas da redação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o senador Marcelo Crivella, o projeto de lei conduz a sociedade a um caminho perigoso. “Antigamente, homossexualismo era uma coisa escondida. Depois, passou a ser tolerável. Hoje é enaltecido. Com esse projeto, passa a ser protegido até de críticas. Temo que um dia se torne obrigatório”, ironiza o senador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Crivella, seu trabalho no GT consistia em tentar conscientizar seus colegas da inconstitucionalidade da matéria, por não respeitar o direito de opinião de quem é contrário ao homossexualismo e por poder interferir em questões de fé. “É inaceitável que uma lei proíba um sacerdote, seja católico ou protestante, de pregar do púlpito que o homossexualismo é pecado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É inaceitável também, que a lei tente interferir no direito de uma congregação de afastar um padre ou pastor, que, optando pelo homossexualismo, contrarie os princípios pelos quais se apóia a convenção religiosa daquela igreja”. Seu colega Demóstenes Torres discorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O que o projeto de lei busca proibir é a discriminação à pessoa. O entendimento religioso de censura acerca de determinada prática ou condição não será considerado crime. Condenar o homossexualismo é diferente de condenar (discriminar) o homossexual”, minimiza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, o fato é que os congressistas parecem ter pressa em relação à votação do projeto. O presidente da CDH, senador Paulo Paim, afirmou, segundo nota veiculada em sites dirigidos ao público homossexual, que o PL 122/2006 seria votado em 15 dias a contar da data da instalação do GT (29 de março) com ou sem acordo entre os parlamentares contrários e favoráveis ao texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), relatora do projeto na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) – para onde as matérias seguem, se aprovadas na CDH – já teria até um esboço de parecer favorável ao projeto de lei recomendando sua aprovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for aprovado nessas comissões, o projeto será levado ao plenário do Senado. Se não houver modificações, irá à sanção do presidente da República. Até o fechamento desta edição, a matéria permanecia no CDH, mas a julgar pela pressa tão incomum dos parlamentares para aprová-la – tantos outros projetos de lei de interesse nacional levam vários anos nas comissões até serem aprovados -, é possível que, ao ler essa reportagem o leitor já esteja vivendo em um país no qual a liberdade de opinião, de expressão e – quem sabe – de crença, jazam sufocadas pela bandeira do arco-íris.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: Revista Graça/ Show da Fé, maio de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;www.juliosevero.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-2939205873398168803?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/2939205873398168803/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=2939205873398168803' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2939205873398168803'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2939205873398168803'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/lei-da-mordaa-projeto-pretende-pr-na.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7187890894294542937</id><published>2007-08-28T08:04:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T08:06:09.497-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>MP investiga JAEL SAVELLI e não  LUIZ MOTT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caros amigos e pastores,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;recebi o e-mail abaixo sobre a nossa "irmã Jael Savelli", que escreveu um relevante artigo sobre a pedofilia no Brasil e os ativistas homossexuais. Após grande repercussão na internet, achamos que o ativista seria processado, mas o Brasil já não é mais o nosso Brasil. Esta havendo uma inversão de valores, A "Jael Saveli" esta sendo processada pelo Ministério Público federal......&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;PEÇO A TODOS QUE LEIAM O BLOG DA JAEL SAVELI, ONDE ESTA ESTE RELATO. IMPORTANTE A LEITURA DO TEXTO E SEUS LINKS, pois para aqueles que não sabem do assunto, a denúncia é grave e aponta para o futuro projeto de legalização da pedofilia no Brasil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;amigos não deixem de ler este relato no blog. É necessário a todo pai ou mãe saber a gravidade deste fato&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;blog:  http://jaelsavelli.blogspot.com&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;graça e paz&lt;br /&gt;Zenóbio Fonseca&lt;br /&gt;----- Original Message ----- &lt;br /&gt;From: ; &lt;br /&gt;Sent: Sunday, August 26, 2007 6:16 PM&lt;br /&gt;Subject: Jael Savelli sob fogo do Ministério Público&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimados amigos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Jael Savelli publicou excelente artigo desmascarando Luiz Mott defendendo a pedofilia. Mott é líder máximo do movimento homossexual no Brasil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Enfim, o Ministério Público está agindo. Mas, em vez de investigar Mott, está investigando a testemunha! Assim é o Brasil...&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Vejam qui o relato da atuação do Ministério Público: http://jaelsavelli.blogspot.com Neste mesmo link, há o artigo sobre Mott e pedofilia.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Será que ainda vão criar leis e prisões para quem denuncia pedofilia? Os criminosos ficarão a solta enquanto os inocentes vão para a cadeia?&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Julio Severo&lt;br /&gt;www.juliosevero.blogspot.com&lt;br /&gt;www.juliosevero.wordpress.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7187890894294542937?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7187890894294542937/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7187890894294542937' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7187890894294542937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7187890894294542937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/mp-investiga-jael-savelli-e-no-luiz.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-3798615114327906381</id><published>2007-08-28T07:54:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T08:03:27.678-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PASTOR PODE SER PRESO POR CRIME DE HOMOFOBIA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: UMESE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Aos Pastores de Sergipe e do Brasil, integrantes da Rede Eletrônica da Umese.&lt;br /&gt;ALERTA MÁXIMA -  &lt;br /&gt;CASO CONCRETO - PASTOR ADEMIR KREUTZFELD- SC.&lt;br /&gt;Sinto-me no dever cristão de enviar esta comunicação, urgente, para os colegas Pastores de todas as denominações.&lt;br /&gt;Por favor, abram os anexos e leiam, atentamente: o e-mail do Irmão Júlio Severo, os sites por êle indicados e principalmente a mensagem da esposa  do pastor KREUTZFELD, Luterano, que pastoreia  no Município Rancho Queimado, Santa Catarina, intimado a comparecer em Juízo, acusado de praticar  crime de homofobia. &lt;br /&gt;O que está acontecendo, no pequenino municipio Santacatarinense de Rancho Queimado, com o Pr ADEMIR KREUTZFELD, é uma pequeníssima sinalização do que acontecerá, em todo o Brasil, com qualquer um que se opuser à propaganda e à prática do homossexualismo, se aprovado um dos Projetos 122/2006 ou 6.418/2005, em tramitação no Senado e na Câmara. &lt;br /&gt;Prestem bem à atenção, isto é verdadeiro, o que está em jogo é a liberdade individual do cidadão brasileiro manifestar a sua convicção religiosa. O direito de aprovar ou desaprovar, de concordar ou discordar de qualquer comportamento individual ou coletivo. É a Lei da Mordaça.&lt;br /&gt;Nós Pastores, em tese, não ligamos muito para os fatos políticos, sociais e religiosos que estão acontecendo, como se já estivessemos no Céu, com Cristo, no seio de Abraão. &lt;br /&gt;O Caso do Pastor Kreutzfeld, não pode ser ignorado, despercebido, êle, hoje, poderá ser você amanhã. E, então? O quê fazer?&lt;br /&gt;1 - Assumir o dever de orar e levar suas Igrejas a orarem  pelo colega Ademir Kreutzfeld,  sua esposa e seus filhos;&lt;br /&gt;2 - enviar e-mail com mansagens de apoio moral e solidariedade. Nestes momentos, em especial, é muito confortante e fortalecedor saber que  outros são participantes na hora de prova da fé.&lt;br /&gt;3 - Divulgar, propagar, comentar, publicar, este fato com o maior número possível de pastores, igrejas e denominações; &lt;br /&gt;4 - Usar os meios de comunicação: Rádio, Televisão, Jornais da denominação, jornais seculares  para fazer o Brasil saber que a liberdade religiosa está ameaçada;&lt;br /&gt;5 - Reconhecer e assumir: a guerra está declarada, não contra  pessoas, quais quer que sejam, más contra as forças do mal, do inferno, forças tenebrosas que se levantam para amordaçar e calar, por intimidação e medo,  os que pregam a Palavra da Verdade. " se de todo te calares de outro lugar Deus levantará socorro..."&lt;br /&gt;Faço esta comunicação, consciente de que a hora é chegada das Igrejas do Senhor Jesus Cristo, no Brasil, se levantarem em unidade de proposito.&lt;br /&gt; Arivaldo José dos Santos&lt;br /&gt;Pastor Batista Nacional &lt;br /&gt;Presidente da União dos Ministros Evangélicos do Estado de Sergipe- Umese. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimados irmãos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em junho deste ano escrevi sobre a perseguição que o Pr. Ademir Kreutzfeld vem sofrendo de um raivoso militante gayzista em Santa Catarina. O artigo se encontra aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/pastor-perseguido-por-alertar-acerca-da.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O filósofo Olavo de Carvalho também mencionou o caso dele: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/conseqncias-mais-que-previsveis-da.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;O Jornal Opção também deu destaque a ele: http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&amp;idjornal=242&amp;idrep=2312&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Além disso, o sínodo local lhe deu apoio: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/igreja-evanglica-de-confisso-luterana.html&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Contudo, a perseguição continua, porque grupos gayzistas do Brasil e até do exterior estão pressionando as autoridades para punir o Pr. Ademir Kreutzfeld. Ontem ele recebeu nova intimação, e logo abaixo sua esposa explica o que está acontecendo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Peço então suas orações e apoio em favor do Pr. Ademir, sua esposa Sueli e filhos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eles precisam muito de nós neste momento.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Em Cristo,&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Julio Severo&lt;br /&gt;www.juliosevero.com.br&lt;br /&gt;www.juliosevero.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amados do Senhor!&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Meu nome é Sueli e sou esposa do P. Ademir Kreutzfeld.&lt;br /&gt;Acredito na palavra de Deus que diz: "Melhor é serem dois&lt;br /&gt;do que um...porque se cairem, um levanta o companheiro; &lt;br /&gt;ai, porém, do que estiver só: pois, caindo, não haverá quem &lt;br /&gt;o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se &lt;br /&gt;aquentarão; mas um só como se aquentará?" (Ec 4:9-11).&lt;br /&gt;Estes versos me estimulam a manifestar publicamente o &lt;br /&gt;meu apoio ao meu marido e a pedir as vossas orações e &lt;br /&gt;intercessões, visto que ontem, sexta-feira, esteve em nossa &lt;br /&gt;residência um Oficial de Justiça para entregar uma nova intimação &lt;br /&gt;ao P. Ademir pelo suposto "crime de homofobia". Por esta razão, &lt;br /&gt;dia 29 de agosto (quarta-feira), às 13 horas, o P. Ademir deverá&lt;br /&gt;comparecer, acompanhado de advogado, à Sala de Audiências &lt;br /&gt;da Vara única da Comarca de Santo Amaro da Imperatriz, SC. &lt;br /&gt;Como o P. Ademir não cometeu crime algum, pois não fez outra &lt;br /&gt;coisa do que prestar esclarecimentos, a partir da Palavra de Deus, &lt;br /&gt;sobre a prática do homossexualismo, peço que orem em &lt;br /&gt;nome de Jesus Cristo. Peçam a Deus que dê sabedoria ao P. &lt;br /&gt;Ademir, ao advogado e ao magistrado. Também rogem a Deus &lt;br /&gt;por um desfecho favorável à liberdade de expressão dos cristãos. &lt;br /&gt;Não estou preocupada apenas com  o meu esposo.  A minha &lt;br /&gt;preocupação é também com a Igreja de Jesus Cristo, pois o &lt;br /&gt;caso do meu marido poderá servir como referência para outros &lt;br /&gt;casos. Assim , se ele for condenado, é bem provável que outros &lt;br /&gt;também o serão. Portanto, a situação é séria e precisamos de &lt;br /&gt;apoio para que outros cristãos não sejam processados&lt;br /&gt;por pregar a Bíblia. Quando os cristãos se calam, o mal se &lt;br /&gt;espalha, por isso peço que enviem mensagens a  Comarca&lt;br /&gt;de Santo Amaro de Imperatriz - E-mail: sizuni@tj.sc.gov.br.&lt;br /&gt;Não queremos nada mais do que liberdade para pregar&lt;br /&gt;a Palavra de Deus. A nossa luta é pelas famílias e por ética&lt;br /&gt;na Igreja e na sociedade e como sei que este é o anseio de &lt;br /&gt;muitos de vós, atrevo-me a solicitar o vosso apoio. Também &lt;br /&gt;agradeço a todos que nos tem ouvido e apoiado até aqui.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Um abraço fraternal a todos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Sueli Kreutzfeld&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-3798615114327906381?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/3798615114327906381/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=3798615114327906381' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3798615114327906381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3798615114327906381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/pastor-pode-ser-preso-por-crime-de.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-5671474720644629190</id><published>2007-08-28T07:44:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T07:54:03.938-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>A ditadura da depravação&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;MOVIMENTO GAY &lt;br /&gt;http://www.jornalopcao.com.br/index.asp?secao=Reportagens&amp;idjornal=242&amp;idrep=2312&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao promover sexo grupal em banheiro de cinema, o movimento gay confessa que não está lutando contra a intolerância — o que quer é a leniência com a imoralidade &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Dentro do cine Gay Astor, você encontra na parte de baixo filmes hetero, na de cima, os de temática gay. Dentro do dark room e no banheiro, além das famosas pegações, ocorre também sexo de dupla e grupal. Por apenas cinco reais, a diversão vai até as dez da noite. Não esqueça de levar camisinha e gel.” &lt;br /&gt;Léo Mendes, Diário da Manhã &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ MARIA E SILVA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raphael Perez  &lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;O texto acima não é anúncio pornográfico de classificados de acompanhantes. Trata-se de uma nota jornalística publicada no domingo, 10, na Coluna do Meio, do Diário da Manhã, voltada para o movimento gay e assinada pelo jornalista Liorcino Mendes Pereira Filho (conhecido como Léo Mendes), presidente da Associação de Gays, Lésbicas e Transgêneros de Goiás. Nesta nota, Liorcino Mendes — que é membro-titular da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde, portanto, está revestido de autoridade pública — faz uma apologia escancarada da depravação. Léo Mendes prega — explicitamente — o sexo grupal entre homossexuais, sem levar em conta que o Diário da Manhã é um jornal aberto a todo tipo de público, inclusive as crianças das famílias que o assinam. Ora, o sexo grupal — em qualquer gênero, mesmo entre homens e mulheres — não pode ser objeto de apologia, a não ser em publicação pornográfica, voltada para um público específico. Qualquer pessoa que usasse um jornal para conclamar casais heterossexuais a praticarem sexo grupal em banheiro de cinema seria, no mínimo, criticada duramente, sem contar que poderia sofrer algum tipo de sanção, como a perda do emprego ou até um processo judicial. Mas os gays estão acima do bem e do mal e — sem que a sociedade se dê conta disso — estão implantando uma verdadeira ditadura no Brasil, que vai descambar em pedofilia e perseguição religiosa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas telenovelas e no discurso oficial do movimento gay, os casais homossexuais formam uma espécie de Sagrada Família do mesmo sexo. Para induzir a sociedade a aceitar a adoção de crianças por casais gays, a mídia vende a idéia de que os casais homossexuais vivem mais harmoniosamente do que os casais normais. Eles formariam pares sensíveis, regados por um amor profundo, verdadeira comunhão de almas que transcende a junção de corpos. Prova disso é que o movimento gay — um dos movimentos especializados na criação de novilínguas orwellianas — já está transmutando novamente o português e quer que os relacionamentos gays sejam chamados de “homoafetivos”, como se o que os diferisse dos demais seres humanos fosse um amor transcendente e não o desejo carnal que sentem por pessoas do mesmo sexo. É óbvio que o amor entre pai e filho, mãe e filha, irmão e irmão, irmã e irmã, amigo e amigo e amiga e amiga são todos “homoafetivos”, uma vez que se constituem do afeto de uma pessoa por alguém do seu próprio sexo. Logo, o que distingue o homossexual de todos eles não é o possível afeto que sente pelo igual, mas o desejo de transar com pessoas do mesmo sexo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nota de Léo Mendes é uma prova incontestável de que o movimento gay não deseja apenas a tolerância — ele exige ser tratado com leniência, mesmo quando está sendo apenas criminoso. Foi o que ocorreu, por exemplo, em São Paulo, por ocasião da Parada Gay. Reportagem do jornal Folha de S. Paulo, publicada na edição de 8 de junho, revelou que os organizadores da Parada Gay pretendiam distribuir, entre os participantes do evento, 40 mil exemplares de um panfleto — com logotipo do governo federal — que ensinava como usar drogas, inclusive cocaína. Sobre a maconha, o panfleto dizia: “Faça uma piteira de papel só para você quando for rolar um baseado”. Em relação à cocaína, o panfleto ensinava: “Para cheirar, prefira um canudo individual a notas de dinheiro”. Ouvido pela Folha, o delegado Wuppslander Ferreira Neto, do Departamento de Investigações sobre Narcóticos de São Paulo, classificou o panfleto como “aberração” e afirmou que ele “é um incentivo ao uso de drogas e ao tráfico, que são crimes”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pega em flagrante, a organização da Parada Gay decidiu suspender a distribuição do panfleto, mas emitiu uma nota criticando a Folha de S. Paulo por ter divulgado o fato. Mesmo apoiando a decisão dos organizadores da Parada Gay de não distribuir os panfletos, o Ministério da Saúde defendeu a iniciativa de elaborá-lo, alegando que ele se enquadra na política de redução de danos em relação às drogas, implantada pelo próprio ministério. O que é uma falácia. A política de redução de danos só é admissível em ambientes fechados, ou seja, dentro dos grupos que já são viciados e para os quais conselhos para abandonar as drogas já não têm serventia. Usar a linguagem dos viciados num ambiente aberto como a Parada Gay leva a duas hipóteses: ou o panfleto não quer reduzir danos coisa nenhuma e, sim, fazer a apologia das drogas, ou ele não passa de um reconhecimento explícito de que a Parada Gay é um desfile de viciados em sexo e drogas. A nota de Léo Mendes conclamando os gays a fazerem sexo grupal em banheiro público induz qualquer pessoa a pensar que a segunda hipótese tem mais chance de ser verdadeira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A princípio, a prática de sexo — hetero ou homo, em dupla ou grupal — não é da minha conta nem da conta de nenhum dos leitores. O sexo entre pessoas adultas é uma dimensão da vida privada e cada um deve cuidar do seu. O problema é que as bacanais do movimento gay — propagandeadas por Liorcino Mendes em jornal — são financiadas por todos os brasileiros. Hoje, o movimento gay é uma verdadeira estatal, que chafurda em verbas do Ministério da Saúde, do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça, entre outros órgãos públicos. Sem contar as bolsas de pesquisas distribuídas pelas universidades públicas para os “estudos de gênero”, que quase sempre não passam de apologia da depravação gay. Hoje, qualquer minúsculo grupo gay brasileiro, de qualquer cidade do país, pode pleitear as fartas verbas municipais, estaduais, federais e internacionais que estão à disposição do movimento, geralmente para promover campanhas de direitos humanos e de prevenção da Aids. O que é um contra-senso: o Ministério da Saúde, há anos, não vem dizendo que os gays deixaram de ser grupo de risco? Então por que os órgãos de saúde financiam as paradas gays em todo o país? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suponhamos que existisse um remédio que cortasse os efeitos do álcool e que o Ministério da Saúde passasse a distribuí-lo para a população. Suponhamos também que os Alcoólicos Anônimos fossem uma das entidades financiadas pelo Ministério da Saúde para realizar campanhas de prevenção da embriaguês. Faria algum sentido os Álcoolicos Anônimos promoverem festas regadas a bebidas alcoólicas, simplesmente recomendando aos participantes que tomassem o remédio que corta os efeitos do álcool? Obviamente, não. Ainda que não pensasse moralmente, os Alcoólicos Anônimos teriam de pensar economicamente. Promover festas movidas a álcool exigiria mais remédio de controle da embriaguês, o que significaria mais gastos com a compra do remédio por parte do governo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalista Liorcino Mendes Pereira Filho é membro-titular da Comissão Nacional de Aids, órgão que, entre outras coisas, tem responsabilidade na compra anual de milhões e milhões de camisinhas pelo governo, distribuídas gratuitamente nas escolas, nos postos de saúde e durante o carnaval. Logo, ainda que não seja capaz de pensar moralmente, o jornalista Liorcino Mendes — revestido da autoridade pública que a Comissão Nacional da Aids lhe confere — tem ao menos a obrigação de pensar economicamente. Porque, quanto mais promíscuas forem as pessoas, mais camisinhas serão necessárias — o que significa mais gastos para os cofres públicos, isto é, sangria no bolso do contribuinte. Cada vez que Liorcino Mendes convoca seus colegas do movimento gay para uma orgia em banheiro de cinema, quem paga a conta é o casal decente, que mantém fidelidade mútua e tenta criar os filhos segundo preceitos morais. Num país em que faltam remédios básicos para crianças e idosos, o movimento gay incentiva a promiscuidade total de uns poucos e ainda exige que ela seja financiada pela decência da maioria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Perseguição religiosa &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma prova de que o movimento gay não está lutando por tolerância e, sim, exigindo leniência com seus atos imorais é o Projeto de Lei 5.003, de 2001, chamado de “Lei Anti-Homofobia”, de autoria da deputada federal Iara Bernardi, do PT de São Paulo. Aprovado pelo plenário da Câmara em 28 de novembro do ano passado, o projeto criminaliza praticamente qualquer tipo de crítica aos homossexuais, equiparando-as ao crime de racismo. Com substitutivo final do deputado Luciano Zica, também do PT de São Paulo, a “Lei Anti-Homofobia” — que deverá ser aprovada em caráter definitivo pelo Senado — poderá desencadear uma verdadeira perseguição religiosa no país. Pastores e padres não poderão mais dizer que o homossexualismo é pecado sob pena de serem acusados de “homofobia”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, é o que já está acontecendo na prática. Em Rancho Queimado, um município com apenas 2.842 habitantes, em Santa Catarina, o pastor Ademir Kreutzfeld, da Igreja Evangélica Luterana do Brasil, está sendo acusado de homofobia. Em novembro de 2006, o jornal O Tropeiro, de Rancho Queimado, publicou uma matéria especial em que procura mostrar o homossexualismo como algo natural. Tão natural, segundo a matéria, que seria comum nas sociedades antigas e nas culturas indígenas. Usando seus direitos de consumidor e de líder religioso, o pastor Ademir Kreutzfeld ligou para comerciantes locais, questionando o patrocínio para aquele tipo de reportagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os comerciantes ficaram escandalizados com a matéria e retiraram os anúncios. O responsável pelo jornal, um ativista gay de Santa Catarina, transformou uma democrática disputa entre grupos de pressão da sociedade — muito comum em qualquer país desenvolvido — num caso de “homofobia”. Ele deu queixa contra o pastor numa delegacia, e o delegado, em vez de informar que a Lei Anti-Homofobia ainda não foi aprovada, aceitou a queixa, intimando o pastor, que teve de se explicar. E o pastor está sendo processado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, por ocasião da visita do Papa ao Brasil, o Grupo Gay da Bahia, liderado pelo antropólogo Luiz Mott, queimou fotos de Bento XVI, numa clara incitação à violência física. E o que é mais grave — queimou as fotos do Papa justamente na porta da Catedral da Sé, em Salvador, numa óbvia invasão da propriedade alheia. Um pastor não pode pedir — pacificamente — que um comerciante deixe de patrocinar um jornal gay, mas os gays podem invadir um templo e queimar — violentamente — a foto de um religioso. Ou seja, antes mesmo de aprovada a Lei Anti-Homofobia, já estamos sob a égide da ditadura gay. (José Maria e Silva)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-5671474720644629190?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/5671474720644629190/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=5671474720644629190' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5671474720644629190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/5671474720644629190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/ditadura-da-depravao-movimento-gay.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-2621162115631685852</id><published>2007-08-28T07:40:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T07:43:57.233-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>PLC 122/2006, PLC 6418-2005 - dia 10 de setembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: http://prarnaldooliveira.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos Líderes Evangélicos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saudações Cristãs,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Convenção Nacional de Ministros Evangélicos Pentecostais, por meio de seu Presidente, Bispo Jessé Mauricio e sua Diretoria, convida Vossa Senhoria, bem como a liderança sob os seus cuidados, para participarem do Grande Encontro Nacional de Líderes Evangélicos, o qual acontecerá no dia 10 de setembro de 2007, às 19 horas, no Templo da Assembléia de Deus Missão Apostólica da Fé, Campo de São Cristóvão, 200, Rio de Janeiro – RJ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O referido Evento tem como principal objetivo apresentar um Painel acerca da discriminação da homofobia, PLC 122/2006, PLC 6418-2005, com as lideranças eclesiásticas do Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oradores: Sen. Bp.Marcelo Crivella e Dep. Fed. Bp. Manoel Ferreira e outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certos de podermos contar com a vossa presença nesse Encontro de tamanha magnitude para o povo cristão no Brasil, ficamos imensamente agradecidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Unidos Pela Causa do Calvário,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pr.Arnaldo de Oliveira &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretário&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bispo Jessé Mauricio &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presidente&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-2621162115631685852?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/2621162115631685852/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=2621162115631685852' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2621162115631685852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/2621162115631685852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/plc-1222006-plc-6418-2005-dia-10-de.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-1469268696116936875</id><published>2007-08-28T07:26:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T07:40:09.768-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>LIVRE EXPRESSÃO DA ORIENTAÇÃO SEXUAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fantasia ou realidade? - Ativistas do movimento pró-homosexualismo podem estar envolvidos com a pedofilia?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lista de conversação dos ativistas do movimento pró-homossexualismo &lt;br /&gt;Fonte: http://jaelsavelli.blogspot.com/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Cmi-mulheres] repassando discussao - feminismo, diversidade sexual&lt;br /&gt;isadoralins em riseup.net isadoralins em riseup.net &lt;br /&gt;Sexta Abril 30 20:15:37 PDT 2004 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem anterior: [Cmi-mulheres] ligad@s na rede &lt;br /&gt;Próxima mensagem: [Cmi-mulheres] repassando (que nao deve ser repassada) discussao - feminismo, diversidade sexual &lt;br /&gt;Mensagens classificadas por: [ date ] [ thread ] [ subject ] [ author ] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou repassando uma msg da lista gls pra cá. É uma discussao muito boa e&lt;br /&gt;ilustrativa dos mais recentes embates dentro do movto. homossexual e&lt;br /&gt;feminsita, e acho que o jargao academico tah traduzidinho o suficiente.&lt;br /&gt;RECOMENDO LER DE BAIXO PRA CIMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aBRAÇO,&lt;br /&gt;iSA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem: 2&lt;br /&gt;     Data: Fri, 30 Apr 2004 05:00:54 -0300&lt;br /&gt;       De: "Regina Facchini" &lt;rfacchini em uol.com.br&gt;&lt;br /&gt;  Assunto: Re: Re: DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO p/ MOTT e&lt;br /&gt;demais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(este email foi escrito em meio a uma conversa entre eu e Luiz Mott a&lt;br /&gt;propósito de uma mensagem enviada por Leo Mendes à listagls, tomo a&lt;br /&gt;liberdade de manda-lo com cópia para as listas do Grupo Diversidade e do&lt;br /&gt;ENUDS - ambas listas de estudantes das quais participo - porque creio que&lt;br /&gt;esta é uma discussão que não cairá como algo fora do contexto por lá)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oi Mott e quem mais ler,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei do trabalho e estou sem sono, agora respondo melhor sua&lt;br /&gt;mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu email, vc fala de duas coisas que podem estar relacionadas na&lt;br /&gt;prática de alguns militantes, mas teoricamente não são idênticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira é como nomeamos nossa bandeira de luta: livre orientação&lt;br /&gt;sexual, livre expressão sexual ou pela aceitação/garantia da diversidade&lt;br /&gt;sexual. Nesse sentido, dizer qual a melhor delas não é tarefa de uma&lt;br /&gt;antropóloga. Essa é uma questão política: queremos lutar pela livre&lt;br /&gt;orientação sexual ou pela livre expressão ou para que as pessoas/sociedade&lt;br /&gt;aceitem a existência e a legitimidade de uma diversidade sexual? Do ponto&lt;br /&gt;de vista de conquistas jurídicas, provavelmente o mais interessante&lt;br /&gt;seja usar orientação sexual, exatamente pelo fato de circunscrever&lt;br /&gt;comportamentos sexuais a partir do sexo do objeto de desejo, deixando de fora&lt;br /&gt;manifestações da sexualidade humana menos aceitas socialmente, e tb por&lt;br /&gt;escapar à complexa tensão entre essencialismo (há uma essência para a&lt;br /&gt;orientação sexual de origem genética ou desenvolvida em tenra infância,&lt;br /&gt;que se manifesta de forma comparável em várias sociedades e épocas) e&lt;br /&gt;construcionismo social (o desejo sexual seria construído na interação&lt;br /&gt;entre sujeito e meio social, portanto, é produzido sócio-historicamente,&lt;br /&gt;no interior de sociedades concretas e está intimamente relacionado com&lt;br /&gt;outros aspectos dessas sociedades -essa definição é da antropóloga&lt;br /&gt;Carole Vance - o que não implica a variação necessária ao longo da vida do&lt;br /&gt;sujeito, nem a reversibilidade a partir de vontade racional), ou, pior,&lt;br /&gt;entre condição e opção. No entanto, no sentido que vc confere ao termo&lt;br /&gt;orientação sexual, ele já não se adequaria como bandeira de luta do&lt;br /&gt;movimento GLT ou GLBT, simplesmente pelo fato de que incluimos travestis e&lt;br /&gt;transexuais, que são manifestações da sexualidade que não se distinguem&lt;br /&gt;pelo objeto do desejo sexual, mas por não se adequarem aos papéis&lt;br /&gt;sociais atribuídos a alguém de seu sexo biológico de nascimento. Travestis e&lt;br /&gt;transexuais não necessariamente são homossexuais em seus desejos e&lt;br /&gt;práticas. Aliás, nesta semana, o Marcelo do Identidade me contava que as&lt;br /&gt;travestis que frequentam/fazem parte de um projeto do grupo têm levantado&lt;br /&gt;a questão de se, mesmo no caso de gostarem apenas de homens, essa&lt;br /&gt;relação é hetero ou homo, já que a ambiguidade da travesti torna essa&lt;br /&gt;definição complicada. Em termos de prevenção de HIV tudo bem, trata-se de&lt;br /&gt;sexo entre dois corpos biologicamente/anatomicamente masculinos. Mas em&lt;br /&gt;termos de relação social não é tão claro e a ambiguidade da travesti é&lt;br /&gt;explorada aí. Lembro-me de um rapaz numa reunião do Espaço B que dizia:&lt;br /&gt;"Eu gosto de mulheres e travestis." Travesti aí não é homem nem mulher&lt;br /&gt;exatamente, e a relação com ela, nesse sentido, não é hetero nem homo.&lt;br /&gt;Vale lembrar que travestis não são discriminadas apenas na medida em que&lt;br /&gt;transam com gente do mesmo sexo biológico, mas por terem&lt;br /&gt;corpos/aparências ambíguas em termos de gênero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoalmente, enquanto militante, não tenho claro se livre expressão&lt;br /&gt;sexual ou diversidade sexual são realmente bons termos. Eles não têm sido&lt;br /&gt;aplicados para finalidades jurídicas - garantia de direitos em lei.&lt;br /&gt;Precisaria observar melhor, mas creio que tais termos têm tido mais uso no&lt;br /&gt;sentido de produzir mudanças de mentalidade social por via&lt;br /&gt;não-jurídica, como é o caso de grupos que atuam em universidades ou que&lt;br /&gt;investem&lt;br /&gt;fortemente num contato "comunitário". Do ponto de vista da ciência&lt;br /&gt;política, sabe-se que independente de usar um termo mais amplo ou mais&lt;br /&gt;circunscrito, dificilmente um pedófilo viria a público reivindicar seus&lt;br /&gt;direitos ou que o movimento por diversidade sexual o defendesse,&lt;br /&gt;simplesmente pq é bastante forte a idéia de que a pedofilia é algo&lt;br /&gt;abominável na&lt;br /&gt;nossa sociedade. Claro que termos mais abrangentes aumentam as chances&lt;br /&gt;de crítica conservadora, mas isso é mais grave para ações na área&lt;br /&gt;jurídica/legal. Um termo como diversidade sexual me parece ter por foco&lt;br /&gt;combater a idéia de que há apenas uma sexualidade inteligível, a&lt;br /&gt;heterossexual reprodutiva que estabelece famílas sólidas e relações&lt;br /&gt;duradouras e&lt;br /&gt;monogâmicas. Talvez a atuação por esse caminho nas universidades, que&lt;br /&gt;são locais de formação de formadores de opinião, melhore as condições&lt;br /&gt;para a luta jurídica/legal num futuro próximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A outra coisa que vc cita no seu email é como enunciamos o sujeito&lt;br /&gt;político do movimento e toda a crítica à afirmação de identidades como&lt;br /&gt;estratégia política. Com esse tema tenho mais intimidade teórica. Para&lt;br /&gt;lidar com uma formulação teórica mais consistente e um objeto menos&lt;br /&gt;complicado, é interessante olharmos para o movimento feminista. Primeiro,&lt;br /&gt;falar em "o movimento feminista" não explica muita coisa. De qual feminismo&lt;br /&gt;falamos? Pois são vários. Num livro que discutimos ainda esta semana no&lt;br /&gt;curso de gênero na Unicamp - Antropología y feminismo, da antropóloga&lt;br /&gt;feminista (não se trata de uma filósofa pós-estruturalista como Judith&lt;br /&gt;Butler) Henrietta L. Moore - a autora diz que poderíamos tentar unificar&lt;br /&gt;e definir "o feminismo" como consciência da opressão feminina e luta&lt;br /&gt;contra ela. Isso pressupõe que: se deva tomar os interesses "da mulher"&lt;br /&gt;como um corpo unitário; tomar como premissa da política feminista uma&lt;br /&gt;identidade comum a todas as mulheres; e, que a coesão do movimento&lt;br /&gt;depende da existência de "uma opressão" compartilhada pelas mulheres.&lt;br /&gt;Parece-me que é assim que se posiciona tradicionalmente o movimento&lt;br /&gt;homossexual ao atuar pela afirmação de identidades. A antropologia&lt;br /&gt;feminista, que&lt;br /&gt;a princípio se colocava como fazendo "antropologia da mulher" se viu&lt;br /&gt;confrontando a própria possibilidade do fazer etnográfico - se os homens&lt;br /&gt;eram androcêntricos, só a mulher poderia estudar a mulher e a&lt;br /&gt;antropologia não poderia mais ser "o olhar para o outro nos termos do outro",&lt;br /&gt;como ensinava Malinowski. E, por outro lado, "a mulher" seria tomada como&lt;br /&gt;uma categoria universal, marcada por uma semelhança transcultural. A&lt;br /&gt;partir da tentativa de superar esses problemas, surge a categoria gênero,&lt;br /&gt;que se refere à forma de conhecimento cultural das diferenças sexuais,&lt;br /&gt;que se volta não para homens e mulheres, mas para os significados e&lt;br /&gt;valores culturalmente associados a masculinidade e femilidade. Claro que a&lt;br /&gt;transposição pura e simples do termo gênero como sujeito político do&lt;br /&gt;feminismo não é viável e, muitas vezes, ONGs que se dizem trabalhando com&lt;br /&gt;gênero estão apenas mudando o nome do trabalho com mulheres para tentar&lt;br /&gt;adequar-se a financiadores, o que é uma redução de sentido teórico do&lt;br /&gt;termo. Mas a aplicação crítica desse termo à ação política feminista&lt;br /&gt;gerou frutos interessantes: rompeu idéias como "a mulher", abrindo espaço&lt;br /&gt;para a visão da diversidade interna constituinte do termo "mulher" e&lt;br /&gt;questionou a legitimidade de que um grupo relativamente homogêneo de&lt;br /&gt;mulheres - brancas, da classe média e heterossexuais - falasse por todas as&lt;br /&gt;mulheres. Aí é que entram as reivindicações das mulheres negras e das&lt;br /&gt;mulheres lésbicas, que passaram a questionar um feminismo incapaz de&lt;br /&gt;alcançar e fazer frente às formas pelas quais vivenciavam a opressão.&lt;br /&gt;Claro que, ao passo em que se problematiza a universalidade desse sujeito&lt;br /&gt;político, a identidade comum e a idéia de "uma opressão" compartilhada,&lt;br /&gt;se colocam novas dificuldades para uma ação feminista. No entanto,&lt;br /&gt;cria-se a possibilidade de uma ação mais inclusiva e eficiente, no sentido&lt;br /&gt;de se aproximar de expressões mais concretas e específicas de opressão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crítica à afirmação identitária toma por foco esse questionamento de&lt;br /&gt;um sujeito político visto como universal e representado por uma&lt;br /&gt;identidade do tipo "o homossexual". A tentativa de saída mais interessante&lt;br /&gt;que&lt;br /&gt;conheço para esse impasse é dada por Judith Butler - agora sim uma&lt;br /&gt;pós-estruturalista, teórica dos queer studies, que toma Foucault como ponto&lt;br /&gt;de partida e o ultrapassa - num texto chamado "Fundamentos&lt;br /&gt;contingentes: o feminismo e a questão do 'pós-modernismo' ". Nesse texto,&lt;br /&gt;ela se&lt;br /&gt;afirma como filósofa pós-estruturalista e como feminista e tenta integrar&lt;br /&gt;teoria e prática política. Para tanto, ela assume a necessidade de&lt;br /&gt;sujeitos políticos claramente enunciados para a ação política, portanto a&lt;br /&gt;categoria "mulheres" não deve ser descartada. No entanto, deve-se ter&lt;br /&gt;claro o caráter aberto e inclusivo a ser atribuído a tal categoria, ou&lt;br /&gt;seja, "mulher" deve se libertar de suas potencialidades racistas,&lt;br /&gt;monoclassistas e heterossexistas e da associação exclusiva e necessária a&lt;br /&gt;temas como maternidade, que assinalariam "a condição feminina". "Mulher"&lt;br /&gt;deve ser operacionalizado, no cotidiano dos movimentos, como um termo&lt;br /&gt;sempre aberto a novas inclusões, um sujeito político que reconhece sua&lt;br /&gt;diversidade interna; e a luta feminista deve incorporar as demandas&lt;br /&gt;colocadas por essa diversidade de vivências da opressão, uma vez que o termo&lt;br /&gt;"mulher" não pode ser visto como tendo significado anterior às&lt;br /&gt;vivências concretas, marcadas por condicionamentos sócio-históricos e por&lt;br /&gt;diferenças de raça, idade, classe, sexualidade, etnia etc. Nesse sentido,&lt;br /&gt;não precisa haver uma única identidade que aglutine as diversas formas de&lt;br /&gt;opressão vivenciada pelas mulheres: alguém pode dizer-se "mulher&lt;br /&gt;negra", outra, "mulher negra homossexual" e por aí vai. O sujeito político&lt;br /&gt;"mulheres" não precisa pressupor uma identidade única, nem se voltar para&lt;br /&gt;uma forma específica de opressão. No campo da sexualidade, uma das&lt;br /&gt;possibilidades exploradas para se fazer isso tem sido afirmar-se como&lt;br /&gt;movimento pela diversidade sexual ou pela livre expressão sexual, ou ainda -&lt;br /&gt;fora do Brasil -  como movimento queer, e enunciar sujeitos políticos&lt;br /&gt;específicos apenas a partir de demandas formuladas acerca de casos&lt;br /&gt;concretos. Mas essa é apenas uma tentativa de resolver esse dilema da&lt;br /&gt;diversidade interna do sujeito político e das diferenças de vivências de&lt;br /&gt;opressão. Isso não significa que seja correta ou que não deva ser olhada&lt;br /&gt;criticamente e readequada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por conta dessas reflexões que tenho preferido falar que milito por&lt;br /&gt;direitos sexuais e, dentro disso, pesquiso saúde e corporalidades de&lt;br /&gt;mulheres com práticas não-heterossexuais. Afinal, as políticas não são&lt;br /&gt;construídas para identidades, mas para sujeitos com vivências concretas,&lt;br /&gt;que podem localizar-se no mundo a partir de diferentes formulações&lt;br /&gt;identitárias. O que acredito produzir fazendo isso é uma reflexão que&lt;br /&gt;colabore para uma eventual "política de saúde para mulheres lésbicas" que&lt;br /&gt;possa estar adequada a sujeitos concretos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa foi minha tentativa de pontapé teórico para um diálogo. Espero que&lt;br /&gt;eu tenha sido minimamente inteligível, eu tentei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abraço grande,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Regina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message -----&lt;br /&gt;From: "Regina" &lt;rfacchini em uol.com.br&gt;&lt;br /&gt;To: &lt;rfacchini em uol.com.br&gt;&lt;br /&gt;Sent: Friday, April 30, 2004 12:51 AM&lt;br /&gt;Subject: Fwd: Re: DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, "Regina" &lt;rfacchini em u...&gt; escreveu&lt;br /&gt;Olá Mott,&lt;br /&gt;Não tenho tempo de responder como se deve agora e creio que não há&lt;br /&gt;apenas uma discussão teórica a ser feita e muito menos, ainda que&lt;br /&gt;embasada teoricamente, uma construção a ser feita isoladamente.&lt;br /&gt;Também não acredito que as duas estratégias que você citou sejam&lt;br /&gt;mutuamente excludentes. Eu, por exemplo, sempre preferi a militância&lt;br /&gt;em grupos mistos, mas jamais argumentaria pelo fim dos grupos&lt;br /&gt;exclusivamente lésbicos. São duas estratégias diferentes que iluminam&lt;br /&gt;diferentes problemas relacionados às mulheres não-hetero. Por isso me&lt;br /&gt;assusta ver o tipo de associação que o Leo parece ter feito sair das&lt;br /&gt;mãos de um militante e não de um inimigo do movimento. Não vejo&lt;br /&gt;problemas no fato de que as duas estratégias coexistam, e acho que&lt;br /&gt;para além de uma argumentação isolada teoricamente embasada, devíamos&lt;br /&gt;reservar espaço num fórum do movimento para que militantes que&lt;br /&gt;preferem qualquer uma das duas formas de lutar por direitos sexuais&lt;br /&gt;possam expor aos outros os seus motivos, sem que se tenha por&lt;br /&gt;objetivo obrigar nenhum dos lados a adotar a forma de nomeação que o&lt;br /&gt;outro usa. Ainda que com isso - viajando ao máximo na maionese -&lt;br /&gt;tivéssemos algo como dois movimentos distintos, isso não seria&lt;br /&gt;problema, na medida em que poderiam ser movimentos estrategicamente&lt;br /&gt;aliados em alguns momentos.&lt;br /&gt;Acho realmente que o movimento homossexual (GLBT, GLT ou que nome se&lt;br /&gt;queira dar) se pensa muito pouco e que a autoreflexão poderia ajudar&lt;br /&gt;numa atuação mais consistente. Nem tudo é questão pra guerra. Ainda&lt;br /&gt;que não seja o tipo de trabalho que eu faria, reconheço a coleta de&lt;br /&gt;dados sobre assassinatos que vc faz como uma estratégia absolutamente&lt;br /&gt;genial para vencer a invisibilidade da violência contra homossexuais.&lt;br /&gt;O ideal seria, é claro, que esse diálogo entre diferentes posições&lt;br /&gt;pudesse contribuir para gerar uma terceira mais consistente ou para&lt;br /&gt;fortalecer cada uma das duas.&lt;br /&gt;Claro que posso dar um pontapé num debate dando alguns argumentos&lt;br /&gt;teóricos a serem debatidos nesse assunto. Mas o trabalho que vc me&lt;br /&gt;pede seria digno de uma tese de doutorado - e eu já estou fazendo uma&lt;br /&gt;e sem bolsa, além de tudo *risos - e creio que essa reflexão pode -&lt;br /&gt;ou só pode - ser construida coletivamente.&lt;br /&gt;Agradeço seu incentivo ao diálogo.&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;Regina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Luiz Mott &lt;luizmott em u...&gt; escreveu&lt;br /&gt;&gt; regiina&lt;br /&gt;&gt; como vai querida?&lt;br /&gt;&gt; otimo teu questionamento, pois assim voce poderia iniciar uma&lt;br /&gt;discussão&lt;br /&gt;&gt; teórica,&lt;br /&gt;&gt; já que és mestra em antropologia, a respeito do termo DIVERSIDADE&lt;br /&gt;SEXUAL.&lt;br /&gt;&gt; Sugiro também que&lt;br /&gt;&gt; se quiseres e puderes, faça o papel de advogada de defesa do termo&lt;br /&gt;LIVRE&lt;br /&gt;&gt; EXPRESSÃO SEXUAL,&lt;br /&gt;&gt; ambos termos  usados por alguns universitários pos-modernos e até&lt;br /&gt;por gays,&lt;br /&gt;&gt; com todo respeito,&lt;br /&gt;&gt; que não aprofundaram teoricamente tais termos. Há quem considere&lt;br /&gt;equivocada&lt;br /&gt;&gt; a afirmação indentitária translesbigay&lt;br /&gt;&gt; e preferem Diversidade e Livre Expressão  em vez de ORIENTAÇÃO&lt;br /&gt;SEXUAL, este&lt;br /&gt;&gt; sim, termo cientificamente conceituado e legalmente reconhecido&lt;br /&gt;&gt; pelas constituições e leis organicas de centenas de localidades no&lt;br /&gt;Brasil e&lt;br /&gt;&gt; exterior.&lt;br /&gt;&gt; Creio que Leo, sempre tão arguto e "agent provocateur", quiz chamar&lt;br /&gt;a&lt;br /&gt;&gt; atenção para tal polemica&lt;br /&gt;&gt; ao associar diversidade sexual  a pedofilia - que no meu entender,&lt;br /&gt;é&lt;br /&gt;&gt; perfeitamente associável, pois&lt;br /&gt;&gt; diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui apenas Homo, Hetero&lt;br /&gt;e&lt;br /&gt;&gt; Bissexualidade,&lt;br /&gt;&gt; a Diversidade e a LIvre Expressão sexual incluem todas&lt;br /&gt;manifestações&lt;br /&gt;&gt; libidionosas, inclusive&lt;br /&gt;&gt; as anti-sociais e ilegais. Estou aberto a discussão e&lt;br /&gt;dialeticamente, a&lt;br /&gt;&gt; mudar de ponto de vista,&lt;br /&gt;&gt; desde que os argumentos sejam sólidos e convincentes, de&lt;br /&gt;preferencia, com&lt;br /&gt;&gt; embasamento bibliográfico.&lt;br /&gt;&gt; Está lançada a sugestão. Conto contigo.&lt;br /&gt;&gt; Abraço amigo, Luiz Mott&lt;br /&gt;&gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;br /&gt;&gt; At 15:02 29/4/2004 +0000, you wrote:&lt;br /&gt;&gt; &gt;Desculpe, Leo, mas não entendi... Você quis estabelecer alguma&lt;br /&gt;&gt; &gt;relação entre os dois temas no título de sua mensagem? Se sim,&lt;br /&gt;qual a&lt;br /&gt;&gt; &gt;relação?&lt;br /&gt;&gt; &gt;Regina&lt;br /&gt;&gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt;--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Leo Mendes &lt;liorcino em y...&gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt;escreveu&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Jornal O Popular&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; 27.04.2004&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; C&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; ONFISSÃO&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Mecânico diz ter matado 12 meninos&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; São Paulo ­ O mecânico de bicicletas Francisco das Chagas&lt;br /&gt;Rodrigues&lt;br /&gt;&gt; &gt;Brito, de 34 anos, disse em depoimento à Polícia Civil do Maranhão&lt;br /&gt;&gt; &gt;ter sido o autor da morte de 12 meninos emasculados no município de&lt;br /&gt;&gt; &gt;Altamira (PA). A informação foi divulgada ontem pelo gerente de&lt;br /&gt;&gt; &gt;Segurança Pública do Maranhão, Raimundo Cutrim. Os crimes em&lt;br /&gt;Altamira&lt;br /&gt;&gt; &gt;ocorreram entre 1989 e 1993. Nove meninos entre 8 e 14 anos foram&lt;br /&gt;&gt; &gt;emasculados, sendo que seis deles foram mortos. Outras seis&lt;br /&gt;crianças&lt;br /&gt;&gt; &gt;estão desaparecidas. Cinco desses casos foram a julgamento no ano&lt;br /&gt;&gt; &gt;passado e quatro pessoas foram condenadas. Os envolvidos nos crimes&lt;br /&gt;&gt; &gt;supostamente participavam da seita Lineamento Universal Superior,&lt;br /&gt;que&lt;br /&gt;&gt; &gt;seria liderada por Valentina Andrade, também julgada e absolvida.&lt;br /&gt;&gt; &gt;(Agência Folha&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Léo Mendes&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; (62) 925 -8355&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Sec. Adjunto Ilga-Lac Brasil&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Tesoureiro ABGLT&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt; Presidente da AGLT&lt;br /&gt;&gt; &gt; &gt;&lt;br /&gt;&gt;&lt;br /&gt;&gt; LUIZ MOTT&lt;br /&gt;&gt; Cx.Postal 2552 - 40022.260, Salvador, Bahia&lt;br /&gt;&gt; Fone/Fax: (71) 328.3782 - 328.2262 - 9989.4748&lt;br /&gt;&gt; www.luizmott.cjb.net  www.ggb.org.br&lt;br /&gt;&gt;&lt;br /&gt;&gt; Per scientiam and justitiam.&lt;br /&gt;&gt;&lt;br /&gt;&gt; [As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]&lt;br /&gt;Fim da mensagem encaminhada ---&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[As partes desta mensagem que não continham texto foram removidas]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mensagem anterior: [Cmi-mulheres] ligad@s na rede &lt;br /&gt;Próxima mensagem: [Cmi-mulheres] repassando (que nao deve ser repassada) discussao - feminismo, diversidade sexual &lt;br /&gt;Mensagens classificadas por: [ date ] [ thread ] [ subject ] [ author ] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;Mais detalhes sobre a lista de discussão Cmi-mulheres&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-1469268696116936875?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/1469268696116936875/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=1469268696116936875' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1469268696116936875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/1469268696116936875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/livre-expresso-da-orientao-sexual.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-3955979453491195551</id><published>2007-08-28T07:23:00.000-07:00</published><updated>2007-08-28T07:26:34.019-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aritmética da fraude&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olavo de Carvalho&lt;br /&gt;Jornal do Brasil, 05 de julho de 2007&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando alguém quer acusar o Brasil de racista, alega que a proporção de negros entre as vítimas de homicídios é maior do que entre a população em geral. O argumento não prova que a causa do fenômeno seja o racismo branco, pois para isso seria preciso que os autores daqueles crimes fossem predominantemente brancos – e o fato é que não são. Mas o cálculo demonstra, em todo caso, que no Brasil é mais perigoso ser negro do que branco, independentemente da origem racial do perigo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que então não se usa jamais o mesmo método para provar que os gays são vítimas preferenciais de violência? O motivo é óbvio. Se os homossexuais são quatorze por cento da população, eles só podem ser considerados uma comunidade mais ameaçada que as outras caso a proporção deles no total de brasileiros assassinados exceda quatorze por cento. Mas, como já vimos nesta coluna, tudo o que os porta-vozes do movimento gay conseguiram, espremendo a amostragem ao máximo, foi mostrar que os homossexuais são 0,3 por cento daquele total. E olhem que aí estão incluídos até mesmo crimes sem motivação homofóbica provada. Assassinatos por homofobia são portanto uma fração infinitesimal no conjunto, e pretender fazer deles um risco máximo de segurança pública, uma calamidade endêmica necessitada de correção legal drástica, é uma empulhação estatística cujos autores, se todos os brasileiros fossem iguais perante a lei, deveriam ir para a cadeia por tentativa de obter privilégios do Estado por meios ilícitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior ainda é quando esses pilantras, vendo a fragilidade da gazua retórica que empregam, tentam se vacinar preventivamente contra a evidência matemática, alegando que têm poucos dados porque o medo de sofrer violência leva os gays a ocultar sua preferência sexual, diminuindo sua presença numérica nas estatísticas. A fraude aí é tripla. Primeiro, dá-se à falta de provas o valor de prova. Segundo, a presunção de violência anti- gay generalizada, que se alardeava provar mediante os altos números, é dada por provada a priori e usada retroativamente como prova de que os números baixos valem como se fossem altos. Terceiro: inverte-se brutalmente o significado estatístico da homossexualidade oculta. Se, como presume o raciocínio, a maior parte das vítimas reais é invisível por se constituir de homossexuais secretos, então só pode ter acontecido uma destas três coisas: ou seus assassinos não sabiam que eles eram homossexuais, ou o souberam por algum tipo de inside information , sendo freqüentadores usuais do ambiente gay e portanto gays ou simpatizantes eles próprios, ou então tinham dons paranormais. As duas primeiras hipóteses excluem, por definição, a possibilidade do ódio anti-homossexual como motivação dos crimes. Na terceira reside a única esperança matematicamente viável de provar que existe um estado endêmico de homofobia assassina no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a argumentação em favor da lei dita “anti-homofóbica” é fraude, é engodo, é estelionato. Vamos permitir que os vigaristas que a inventaram nos ponham na cadeia?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-3955979453491195551?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/3955979453491195551/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=3955979453491195551' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3955979453491195551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/3955979453491195551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/aritmtica-da-fraude-olavo-de-carvalho.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-7716077144590055513</id><published>2007-08-27T14:57:00.000-07:00</published><updated>2007-08-27T14:59:20.820-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Audiência pública  - PL 1135/91&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escreva uma mensagem para os Deputados não legalizarem o aborto. V. na mensagem seguinte mais informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segue a pauta da reunião da CSSF do dia 20.08. Audiência pública para discussão do PL 1135/91 que legaliza o aborto&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Humberto L. Vieira&lt;br /&gt;Presidente da PROVIDAFAMILIA&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;CÂMARA DOS DEPUTADOS  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA &lt;br /&gt;53ª Legislatura - 1ª Sessão Legislativa Ordinária &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOCAL: Plenário 02 do Anexo II &lt;br /&gt;HORÁRIO: 09h30min  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAUTA DE REUNIÃO ORDINÁRIA&lt;br /&gt;AUDIÊNCIA PÚBLICA &lt;br /&gt;DIA 29/08/2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A -  Audiência Pública: &lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Requerimento do Deputado Jorge Tadeu Mudalen)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tema:&lt;br /&gt;"Discutir o Projeto de Lei 1135/1991, que suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Convidados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GISELA ZILSCH&lt;br /&gt;Advogada membro da Comissão de Defesa da República e da Democracia da OAB- Secção São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CLÁUDIO FONTELES&lt;br /&gt;Sub-Procurador Geral da República&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARIA JOSÉ ROSADO&lt;br /&gt;Coordenadora da ONG Católicas pelo Direito de Decidir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DANIEL SARMENTO&lt;br /&gt;Professor de Direito Constitucional da Universidade Estadual do Rio de Janeiro - UERJ&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31070949-7716077144590055513?l=movimentodeapoio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/feeds/7716077144590055513/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31070949&amp;postID=7716077144590055513' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7716077144590055513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31070949/posts/default/7716077144590055513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://movimentodeapoio.blogspot.com/2007/08/audincia-pblica-pl-113591-escreva-uma.html' title=''/><author><name>Rozangela Justino</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31070949.post-6292904036214947396</id><published>2007-08-27T14:33:00.001-07:00</published><updated>2007-08-27T14:52:51.803-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>DIGA NÃO AO PL 1135/91, ESCREVA PARA OS DEPUTADOS DA COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já escrevi a minha mensagem (v. a seguir) . Leia toda a mensagem abaixo e a relação dos Deputados no Final. No amor de Jesus, Rozangela Justino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;----- Original Message ----- &lt;br /&gt;From: ROZANGELA &lt;br /&gt;To: dep.jorgetadeumudalen@camara.gov.br ; dep.alceniguerra@camara.gov.br ; dep.cleberverde@camara.gov.br ; dep.ribamaralves@camara.gov.br ; dep.angelaportela@camara.gov.br ; dep.armandoabilio@camara.gov.br ; dep.chicodangelo@camara.gov.br ; dep.cidadiogo@camara.gov.br ; dep.darcisioperondi@camara.gov.br ; dep.eduardoamorim@camara.gov.br ; dep.geraldoresende@camara.gov.br ; dep.henriqueeduardoalves@camara.gov.br ; dep.henriquefontana@camara.gov.br ; dep.joselinhares@camara.gov.br ; dep.jofranfrejat@camara.gov.br ; dep.marcelocastro@camara.gov.br ; dep.raimundogomesdematos@camara.gov.br ; dep.mauriciotrindade@camara.gov.br ; DF Dep Neilton Mulin ; dep.pepevargas@camara.gov.br ; dep.dr.talmir@camara.gov.br ; dep.ritacamata@camara.gov.br ; dep.robertobritto@camara.gov.br ; dep.saraivafelipe@camara.gov.br ; dep.solangealmeida@camara.gov.br ; dep.dr.pinotti@camara.gov.br ; dep.eduardobarbosa@camara.gov.br ; dep.germanobonow@camara.gov.br ; dep.joaobittar@camara.gov.br ; dep.rafaelguerra@camara.gov.br ; dep.marioheringer@camara.gov.br ; dep.jomoraes@camara.gov.br ; dep.antoniobulhoes@camara.gov.br ; dep.clodovilhernandes@camara.gov.br ; dep.dr.rosinha@camara.gov.br ; dep.eduardodafonte@camara.gov.br ; dep.goretepereira@camara.gov.br ; dep.guilhermemenezes@camara.gov.br ; dep.irisdearaujo@camara.gov.br ; dep.janeterochapieta@camara.gov.br ; dep.lelocoimbra@camara.gov.br ; dep.lucenirapimentel@camara.gov.br ; dep.lucianacosta@camara.gov.br ; dep.nazarenofonteles@camara.gov.br ; dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br ; dep.professorsetimo@camara.gov.br ; dep.vitaldoregofilho@camara.gov.br ; dep.simaosessim@camara.gov.br ; dep.andredepaula@camara.gov.br ; dep.efraimfilho@camara.gov.br ; dep.geraldothadeu@camara.gov.br ; dep.indiodacosta@camara.gov.br ; dep.leandrosampaio@camara.gov.br ; dep.leonardovilela@camara.gov.br ; dep.nicelobao@camara.gov.br ; dep.thelmadeoliveira@camara.gov.br ; dep.aliceportugal@camara.gov.br ; dep.marcondesgadelha@camara.gov.br ; dep.dr.nechar@camara.gov.br ; dep.sebastiaobalarocha@camara.gov.br &lt;br /&gt;Sent: Friday, August 24, 2007 8:31 PM&lt;br /&gt;Subject: NÃO AO PL 1135/91&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EXMOS. Srs. Deputados,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cidadã brasileira, eleitora, psicóloga (desde 1981 - CRP 05/4917) ,  não concordo com a aprovação desta lei, pois entendo que a pessoa deve ser respeitada desde a sua concepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deixem envolver com o interesse das organizações internacionais que estão a serviço do extermínio do povo brasileiro, e que fazem parte do MOVIMENTO DA DESCONSTRUÇÃO SOCIAL - 'QUEER'.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não cedam a pressões do Governo Federal. Pensem se os Senhores gostariam de terem sido abortados ou de partes do seu corpo serem vendidas para organizações internacionais, em nome dos direitos humanos,  por interesses escusos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam no blog do movimento de apoio, notícias do movimento em defesa da vida,  o que parece estar por trás dos interesses da legalização do aborto: http://movimentodeapoio.blogspot.com&lt;br /&gt;Rozangela Justino&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;sdv@pesquisasedocumentos.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexta feira, 24 de agosto de 2007 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TODOS OS QUE COMPREENDEM O VALOR DA &lt;br /&gt;VIDA HUMANA: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ESTÁ NOVAMENTE PARA SER VOTADO NA &lt;br /&gt;COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E &lt;br /&gt;FAMÍLIA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS EM &lt;br /&gt;BRASÍLIA O MONSTRUOSO PROJETO DE LEI DE &lt;br /&gt;AUTORIA DO GOVERNO LULA QUE PRETENDE &lt;br /&gt;LEGALIZAR NO BRASIL O ABORTO, POR &lt;br /&gt;QUALQUER MOTIVO, DURANTE TODOS OS NOVE &lt;br /&gt;MESES DA GRAVIDEZ. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto, que tramita na Câmara sob o nome de PL 1135/91, &lt;br /&gt;não conseguiu ser votado no ano de 2005, foi desarquivado no &lt;br /&gt;início de 2007 a pedido do deputado José Genoíno e será votado &lt;br /&gt;nas próximas semanas no Congresso Nacional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É NECESSÁRIA A SUA AJUDA PARA IMPEDIR A &lt;br /&gt;LEGALIZAÇÃO DESTE HEDIONDO PROJETO QUE &lt;br /&gt;ATENTA CONTRA OS DIREITOS HUMANOS MAIS &lt;br /&gt;ELEMENTARES. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2005 o projeto não conseguiu sequer ser votado, graças à &lt;br /&gt;pressão do povo brasileiro que se posicionou abertamente a favor da &lt;br /&gt;vida e totalmente contrário à legalização do aborto. O povo &lt;br /&gt;brasileiro entende, em sua grande maioria, a obviedade de que existe &lt;br /&gt;vida antes do nascimento, que o ser humano desde antes de seu &lt;br /&gt;nascimento não é um objeto desprovido de direitos e que a supressão &lt;br /&gt;de sua vida constitui um assassinato e um atentado contra o direito &lt;br /&gt;fundamental à vida. Agora necessita-se novamente e ciom urgência de &lt;br /&gt;sua ajuda para defender a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por favor, leia atentamente sobre o que está acontecendo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NÃO SE IMPORTE COM O TAMANHO DA &lt;br /&gt;MENSAGEM. Defender uma democracia custa caro, e todos nós &lt;br /&gt;sabemos disso. A perda dos direitos fundamentais e do ideal &lt;br /&gt;democrático custará muito mais caro do que ler e estudar esta &lt;br /&gt;mensagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRECISAMOS DE SEU CONHECIMENTO PARA &lt;br /&gt;PODER DETER ESTE GENOCÍDIO. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ler e inteirar-se do que está acontecendo, é necessário &lt;br /&gt;divulgar esta mensagem para toda a sua lista de contatos e &lt;br /&gt;manifestar-se junto aos deputados federais em Brasília, para &lt;br /&gt;alertá-los sobre as verdadeiras dimensões do assunto. Muitos sabem &lt;br /&gt;tão pouco sobre o tema quantro a maioria das pessoas que está &lt;br /&gt;recebendo esta mensagem. Escreva vários e-mails para os deputados e &lt;br /&gt;por favor, não deixe de entrar em contato telefônico com eles para &lt;br /&gt;explicar-lhes a verdadeiro pensamento do povo brasileiro a respeito &lt;br /&gt;deste gravíssimo atentado contra os direitos humanos fundamentais cujo &lt;br /&gt;principal autor e patrocinador é a Presidência da República. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ALBERTO R. S. MONTEIRO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;albertorsmonteiro@papilio.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O QUE ESTÁ ACONTECENDO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto que agora tramita sob o nome de PL 1135/91 e que &lt;br /&gt;pretende legalizar o aborto de modo a transformá-lo em um direito e &lt;br /&gt;torná-lo totalmente livre para qualquer caso durante todos os nove &lt;br /&gt;meses da gravidez foi elaborado pela Comissão Tripartite organizada &lt;br /&gt;pelo governo do presidente Lula na primeira metade do ano de 2005. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Envolve também um compromisso estabelecido entre o governo brasileiro &lt;br /&gt;e a Organização das Nações Unidas pelo qual o governo Lula se &lt;br /&gt;comprometeu a abolir no Brasil todas as restrições legais à prática &lt;br /&gt;do aborto. O projeto segue a orientação mais recente dos organismos &lt;br /&gt;internos às Nações Unidas que pretendem que a personalidade &lt;br /&gt;jurídica somente é reconhecida pelo Direito Internacional após o &lt;br /&gt;nascimento, pelo que somente quem já é nascido possuiria direito à &lt;br /&gt;vida. Esta suposta ausência de personalidade jurídica, que não &lt;br /&gt;seria reconhecida pelo Direito Internacional, ao contrário dos &lt;br /&gt;muitos direitos reconhecidos às mulheres nos diversos tratados da &lt;br /&gt;ONU, tem sido o principal argumento utilizado pelas ONGs que &lt;br /&gt;trabalham junto aos vários Comitês de Direitos Humanos da ONU e &lt;br /&gt;pelos próprios Comitês para exigirem, desde 1996, a &lt;br /&gt;legalização do aborto por parte dos governos da América Latina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta linha, apesar da esmagadora maioria do povo brasileiro ser &lt;br /&gt;contra a legalização do aborto, o governo Lula assumiu diversos &lt;br /&gt;compromissos internacionais para legalizar e liberar totalmente a &lt;br /&gt;prática do aborto no Brasil. No relatório entregue ao Comitê de &lt;br /&gt;Direitos Humanos da ONU em abril de 2005, por exemplo, o &lt;br /&gt;governo Lula declara que: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O atual governo brasileiro assumiu o compromisso de revisar a &lt;br /&gt;legislação repressiva do aborto para que se respeite plenamente o &lt;br /&gt;princípio da livre eleição no exercício da sexualidade de cada um. &lt;br /&gt;O Código Penal brasileiro que data de 1940 contém cláusulas &lt;br /&gt;discriminatórias ao estabelecer duras penas para quem aborta, exceto &lt;br /&gt;em casos de risco iminente para a mãe e nas gestações frutos de &lt;br /&gt;estupro. A legislação brasileira ainda não se ajustou à &lt;br /&gt;recomendação da Plataforma de Ação da Conferência Mundial de &lt;br /&gt;1995 sobre a Mulher, realizada em Pequim, na qual o aborto foi &lt;br /&gt;definido como questão de saúde pública. O Governo do Brasil &lt;br /&gt;confia que o Congresso Nacional leve em consideração um dos projetos &lt;br /&gt;de lei que foram encaminhados até ele para que seja corrigido o modo &lt;br /&gt;repressivo com que se trata atualmente o problema do aborto". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Confira o texto no Segundo Relatório Periódico do Brasil ao &lt;br /&gt;Comitê de Direitos Humanos da ONU encontrado no site da ONU no &lt;br /&gt;endereço: &lt;br /&gt;http://www.ohchr.org/english/bodies/hrc/hrcs85.htm] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto de 2005, conforme texto citado em mensagens anteriores, &lt;br /&gt;o governo Lula também reconheceu o aborto como um direito humano em &lt;br /&gt;documento entregue ao Comitê do CEDAW na ONU. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Veja a respeito o Sexto Informe Periódico do Brasil ao Comitê &lt;br /&gt;da ONU para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher. &lt;br /&gt;Para acessar o documento, abra no site da ONU o endereço &lt;br /&gt;http://www.un.org/womenwatch/daw/cedaw/reports.htm, role o &lt;br /&gt;arquivo até o ítem 'Brazil', clique em "Sixth periodic report" &lt;br /&gt;e vá até as páginas 9 e 10 do documento]. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 27 de setembro de 2005, após reunir-se com o &lt;br /&gt;Presidente Lula para obter o seu aval, a Ministra Nilcéia Freire &lt;br /&gt;entregou a proposta do governo para a total descriminalização do &lt;br /&gt;aborto no Brasil à Câmara dos Deputados. Por iniciativa da ex &lt;br /&gt;deputada Jandira Feghali, que a partir deste momento passou a ser a &lt;br /&gt;principal aliada do governo no poder Legislativo para a defesa desta &lt;br /&gt;proposta, o projeto passou a tramitar na Câmara sob o título de &lt;br /&gt;substitutivo do Projeto de Lei 1135/91. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redação do projeto foi propositalmente enganosa, pois os dois &lt;br /&gt;primeiros artigos parecem dar a entender que o aborto somente será &lt;br /&gt;legalizado até os primeiros três meses, quando o projeto na realidade &lt;br /&gt;libera tyotalmente o aborto durante todos os nove meses da gestação, &lt;br /&gt;desde a concepção até o momento do parto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No início do projeto, os artigos primeiro e segundo declaram que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 1º Toda mulher tem o direito à interrupção voluntária de &lt;br /&gt;sua gravidez, realizada por médico e condicionada ao consentimento &lt;br /&gt;livre e esclarecido da gestante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Art. 2º Fica assegurada a interrupção voluntária da gravidez &lt;br /&gt;até doze semanas de gestação". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o último artigo do projeto modifica completamente todo o sentido &lt;br /&gt;do que enganosamente havia sido estabelecido nos dois primeiros. O &lt;br /&gt;artigo nono do projeto estabelece que: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Art. 9º Revogam-se os arts. 124, 126, 127 e 128 &lt;br /&gt;do Código Penal". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como a maioria das pessoas não sabem de memória o que são os artigos &lt;br /&gt;124, 126, 127 e 128 do Código Penal, passa-lhes &lt;br /&gt;desapercebido o verdadeiro sentido do legislador. Os artigos revogados &lt;br /&gt;são nada mais nada menos do que todos os dispositivos do Código &lt;br /&gt;Penal que definem o crime do aborto, exceto aquele que declara &lt;br /&gt;constituir delito provocar o aborto sem o consentimento da gestante. &lt;br /&gt;Isto significa que a parte principal do projeto é justamente o último &lt;br /&gt;artigo, e não os oito anteriores, e que a verdadeira causa por que o &lt;br /&gt;aborto deixará de ser crime não é o artigo 2 mas o 9, o qual &lt;br /&gt;extingue completamente qualquer tipificação do crime de aborto do &lt;br /&gt;sistema penal brasileiro, desde que não seja praticado contra a &lt;br /&gt;vontade da gestante. Ora, se não existe mais qualquer crime de &lt;br /&gt;aborto, ele poderá ser praticado em qualquer momento, por qualquer &lt;br /&gt;motivo, em qualquer fase da gravidez. Eleitores e legisladores que &lt;br /&gt;pensavam estarem diante de um projeto que legaliza o aborto até o &lt;br /&gt;terceiro mês, terão aprovado uma uma lei onde o aborto estará &lt;br /&gt;permitido durante todos os nove meses da gravidez, desde a concepção &lt;br /&gt;até o momento do parto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A armadilha foi denunciada por vários grupos a favor da vida desde o &lt;br /&gt;momento em que o projeto foi apresentado, mas nunca foi publicada uma &lt;br /&gt;única palavra a respeito por nenhum jornal, nenhuma estação de &lt;br /&gt;rádio e nenhum canal de televisão, com exceção do Diário do &lt;br /&gt;Comércio de São Paulo, um periódico normalmente lido apenas por &lt;br /&gt;economistas paulistas. Ao contrário, toda a mídia tem repetido &lt;br /&gt;incessantemente para o público brasileiro que o projeto pretende &lt;br /&gt;legalizar o aborto apenas durante os três primeiros meses da &lt;br /&gt;gestação, e isto mesmo após os jornalistas terem sido alertados &lt;br /&gt;inúmeras vezes a este respeito pelos vários grupos que defendem a vida &lt;br /&gt;no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se examinar todo a tramitação do PL 1135/91 no link &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=16299 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e o texto completo do projeto no final do arquivo contido no seguinte &lt;br /&gt;endereço: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.camara.gov.br/sileg/integras/431375.pdf &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, apesar da intensa propaganda realizada pela máquina do &lt;br /&gt;governo, o projeto não conseguiu ser votado no ano de 2005 devido &lt;br /&gt;à pressão junto aos deputados federais por parte do povo brasileiro, &lt;br /&gt;cuja esmagadora maioria é contrária à legalização do aborto. A &lt;br /&gt;deputada Jandira Feghali, relatora e principal aliada do governo &lt;br /&gt;Lula na Câmara para a tramitação deste monstruoso projeto, chegou &lt;br /&gt;a perder no final de 2006, somente por este motivo, uma eleição &lt;br /&gt;praticamente ganha para o Senado, após um histórico de quatro &lt;br /&gt;mandatos consecutivos facilmente vencidos para a Câmara dos &lt;br /&gt;Deputados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo isto não impediu tanto o Partido dos Trabalhadores quanto o &lt;br /&gt;próprio presidente Lula de incorporar a legalização do aborto aos &lt;br /&gt;seus programas de governo para o segundo mandato presidencial &lt;br /&gt;2007-2010. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em abril de 2006 a descriminalização do aborto foi oficialmente &lt;br /&gt;incluída pelo PT como diretriz do programa de governo para o segundo &lt;br /&gt;mandato do presidente Lula, conforme documento intitulado &lt;br /&gt;"Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo", &lt;br /&gt;oficialmente aprovado pelo Partido dos Trabalhadores no 13º &lt;br /&gt;Encontro Nacional do PT ocorrido em São Paulo entre os dias 28 &lt;br /&gt;e 30 de abril de 2006. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Posteriormente, quatro dias antes do primeiro turno das eleições, &lt;br /&gt;em 27 de setembro de 2006, o próprio presidente Lula incluiu o &lt;br /&gt;aborto em seu programa pessoal de governo para o segundo mandato, em um &lt;br /&gt;caderno de 24 páginas intitulado "LULA PRESIDENTE: &lt;br /&gt;COMPROMISSO COM AS MULHERES, PROGRAMA &lt;br /&gt;SETORIAL DE MULHERES 2007-2010", no qual &lt;br /&gt;reafirmou seu compromisso em legalizar o aborto no Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reeleito, o presidente Lula afirmou, em uma entrevista dada a 154 &lt;br /&gt;emissoras de rádio católicas durante a visita do Papa Bento XVI &lt;br /&gt;ao Brasil, ser a favor do aborto. Embora afirmasse ser pessoalmente &lt;br /&gt;contrário ao aborto, o presidente logo em seguida acrecentou que esta &lt;br /&gt;não poderá ser a sua posição como Chefe de Estado. A posição &lt;br /&gt;particular do presidente, porém, para todos os efeitos práticos, &lt;br /&gt;somente possui alguma utilidade diante dos seus familiares e das pessoas &lt;br /&gt;que partilham da íntimidade do presidente. Para o povo brasileiro, o &lt;br /&gt;que importa é unicamente a sua posição como estadista, e a este &lt;br /&gt;respeito Lula declarou claramente às emissoras católicas: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu tenho duas posições. Eu tenho a posição de pai e de marido, &lt;br /&gt;e de cidadão, e tenho um comportamento de presidente da República. &lt;br /&gt;São duas coisas totalmente distintas. O Estado precisa tratar isso &lt;br /&gt;[a questão do aborto] como uma questão de saúde pública". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0805200707.htm] &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. A POSIÇÃO DO POVO BRASILEIRO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;============================== &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil não somente é esmagadoramente contra a legalização do &lt;br /&gt;aborto como também a oposição ao aborto tem aumentado constantemente &lt;br /&gt;de ano para ano há mais de uma década. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003 uma pesquisa feita pelo IBOBE encomendada pelo CCR &lt;br /&gt;em uma amostra de 2000 pessoas de todo o Brasil revelou que à &lt;br /&gt;pergunta se a permissão legal ao aborto deveria ser ampliada para além &lt;br /&gt;do estupro e do risco de vida da mãe somente 10% responderam &lt;br /&gt;afirmativamente. Já em 2005, a mesma pesquisa, repetida pelo &lt;br /&gt;IBOPE por encomenda da ONG que trabalha a favor do aborto, &lt;br /&gt;enganosamente autodenominada de Católicas pelo Direito de Decidir, &lt;br /&gt;encontrou que para a mesma pergunta o número das respostas afirmativas &lt;br /&gt;havia baixado para 3%. Os documentos originais destas pesquisas já &lt;br /&gt;não estão mais disponíveis na Internet, mas as cópias podem ser &lt;br /&gt;assessadas nos endereços &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.pesquisasedocumentos.com.br/PesquisaIbope2003.pdf &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.pesquisasedocumentos.com.br/PesquisaIbope2005.pdf. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Católicas pelo Direito de Decidir encomendaram uma pesquisa &lt;br /&gt;semelhante ao IBOPE em 2007, mas, conforme pode-se ver na &lt;br /&gt;notícia publicada a respeito pelo Estado de São Paulo, desta vez &lt;br /&gt;decidiram não incluir mais a mesma pergunta sobre se a permissão legal &lt;br /&gt;ao aborto deveria ser ampliada para além do estupro e do risco de vida &lt;br /&gt;da mãe, ao que tudo indica para evitar a divulgação de um resultado &lt;br /&gt;encontrado ainda mais baixo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowEspeciais!destaque.action?destaque.idEspeciais=295 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em São Paulo o instituto DataFolha anunciou, em 25 de janeiro &lt;br /&gt;de 2004, haver detectado uma queda "abissal" da aprovação ao &lt;br /&gt;aborto em São Paulo. Segundo o relato dos repórteres da Folha de &lt;br /&gt;São Paulo, intitulado "Posições extremadas sobre aborto &lt;br /&gt;surpreendem estudiosos", &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"um dos aspectos que mais atraíram a atenção das pessoas ouvidas &lt;br /&gt;pela Folha a respeito dos resultados das chamadas "questões morais" &lt;br /&gt;da pesquisa Datafolha foi a queda abissal no índice de moradores de &lt;br /&gt;São Paulo que apóiam a legalização do aborto. Saíu de 43% em &lt;br /&gt;1994, quando a maioria da população se declarava a favor da &lt;br /&gt;descrimininalização, para 21% em 1997, para apenas 11% na &lt;br /&gt;pesquisa atual, uma diferença de 32 pontos percentuais em relação &lt;br /&gt;ao primeiro levantamento". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/especial/fj2501200421.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 8 de abril deste corrente ano de 2007 a Folha de São &lt;br /&gt;Paulo publicou a notícia de que o Data Folha havia encontrado o &lt;br /&gt;menor índice de aprovação ao aborto em toda a história brasileira &lt;br /&gt;desde 1993, ano em que este tipo de pesquisa havia começado a ser &lt;br /&gt;realizado. Segundo a Folha de São Paulo, um jornal notoriamente a &lt;br /&gt;favor da legalização do aborto e que por isso mesmo não deixa de &lt;br /&gt;suavizar o impacto dos dados encontrados, para 65% da população a &lt;br /&gt;legislação sobre o tema deve ficar como está atualmente, isto é, &lt;br /&gt;somente permitindo o aborto em casos de estupro e risco de vida para a &lt;br /&gt;mãe. Conforme pode inferir-se da a leitura mais atenta do restante &lt;br /&gt;da reportagem, estes 65% referem-se não aos que não querem que a &lt;br /&gt;lei seja ampliada, mas a todos os que acham que a lei deve ficar &lt;br /&gt;exatamente como está, não incluindo portanto neste número a parcela &lt;br /&gt;igualmente significativa dos brasileiros que acham que a lei não deve &lt;br /&gt;ficar como está porque deveria ser restringida de modo a não permitir &lt;br /&gt;nem sequer o aborto em casos de estupro. Conforme afirma a reportagem &lt;br /&gt;da Folha de São Paulo: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"O índice é recorde e vem crescendo constantemente desde 1993. &lt;br /&gt;Enquanto o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, defende a &lt;br /&gt;realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto, a &lt;br /&gt;maioria dos brasileiros se diz contra a mudança da lei atual, que só &lt;br /&gt;permite a interrupção da gravidez em casos de estupro e de risco de &lt;br /&gt;morte para a mãe. Segundo o levantamento realizado nos dias 19 e &lt;br /&gt;20 de março, 65% dos entrevistados defendem que a legislação &lt;br /&gt;sobre aborto continue como está, sem ampliação. O índice é o &lt;br /&gt;maior já verificado desde quando a pesquisa começou a ser feita, em &lt;br /&gt;1993. Desde então, o percentual dos favoráveis a deixar a lei &lt;br /&gt;como está tem crescido constantemente". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0804200705.htm &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como que ignorando estes dados revelados pelas pesquisas, o Ministro &lt;br /&gt;da Saúde José Gomes Temporão que, para evitar o desgaste &lt;br /&gt;político do presidente, tem sido o porta voz das idéias que guiam o &lt;br /&gt;governo do presidente Lula em matéria de aborto, mencionou em &lt;br /&gt;entrevista à imprensa o caso de Portugal que recentemente legalizou o &lt;br /&gt;aborto, afirmando poucos dias atrás em entrevista à BBC que &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"o aborto é uma tendência mundial". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/08/070818_temporao_mc_ac.shtml &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trata-se de um blefe por parte do Ministro. O aborto é uma &lt;br /&gt;tendência na Europa, onde as pessoas pouco se visitam, pouco se &lt;br /&gt;falam entre si e são mais facilmente manipu
