Tuesday, July 03, 2007

Luiz Mott: Pedofilia já! Enquanto ainda 'estou com tudo em cima'.

Veja o blog: http://jaelsavelli.blogspot.com/2007/06/luiz-mott-pedofilia-j-enquanto-ainda.html

Jael Savelli

Torre forte é o nome do Senhor; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio. PV.18:10
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"Se Deus não existe, então tudo é permitido". Dostoievski


"Tudo é permitido a quem age a favor da revolução". Collot d'Herbois

"Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem das trevas luz e da luz, trevas; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!" Isaias 5:20

"Não vos enganeis, de Deus não se zomba, pois tudo o que o homem semear, isto também ceifará". (Gálatas 6:7)

Luiz Mott é decano do Movimento Homossexual no Brasil; fundador do Grupo Gay da Bahia; autor de um artigo satânico em que afirma que Jesus era um sodomita ativo e o evangelista São João, seu amante favorito. http://www.gaybrasil.com.br/mott.asp?Categoria=Artigos&Codigo=256
Professor Titular do Departamento de Antropologia da UFBa; membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde - CNAIDS e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça, agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente FHC.
http://colunafactorama.blogspot.com/2006_10_01_archive.html
Luiz Mott é mentor e principal articulador do Projeto de Lei 122/2006, a chamada Lei Anti-Homofobia, aguardando aprovação pelo Senado, e de inúmeras leis semelhantes que estão sendo votadas e aprovadas nos estados e municípios da União, sem alarde: "Já há quase 80 municípios que proíbem a discriminação contra os homossexuais. Em São Paulo, além a capital, Cabreúva e São Bernardo do Campo. Lutamos para que seja incluída na Constituição Federal a proibição de discriminar por "orientação sexual", como acontece na Constituição da África do Sul" - http://br.geocities.com/luizmottbr/entrev13.html
Eu não sabia que pedófilos agora chamam carinhosamente a si mesmos de "homens que amam meninos". À repulsa que experimentamos ante a possibilidade de crianças serem atraídas, seduzidas e usadas sexualmente por adultos, eles chamam jocosamente de 'pânico moral' ou de 'histeria da opinião pública'. O Doutor Luiz Mott provê adiante uma amostra exemplar da idéia que eles fazem de 'amor'.


Luiz Mott, por ele mesmo:

http://br.geocities.com/luizmottbr/autobio.html
"Meu nome é Luiz Roberto de Barros Mott. Nasci em 6 de maio de 1946".

"Eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona”. www.terra.com.br/istoegente/43/reportagens/rep_gays.htm

"No seminário, tanto quanto no noviciado, fui um adolescente marcado pela espiritualidade... Realmente vivia o dia todo pensando em Deus"...

"Ainda tinha um pouco de preocupação cristã na faculdade, mas... Com a Leitura de A Ideologia Alemã... e depois estudando antropologia, me dei conta que as minhas verdades absolutas, em termos de cristianismo, eram relativas"...

"Como sentia atração homoerótica ... fui vendo como o cristianismo era intolerante, repressor e equivocado em relação a isso. Neste sentido, o materialismo histórico poderia ... resolver as minhas angústias existenciais".

"Com o tempo deixei de acreditar em Deus". "Portanto, deixei de ter qualquer tipo de consciência pesada, no que refere a essa forma de relação".

"Casualmente, encontrei um rapaz numa dessas aventuras noturnas... Na época, eu devia ter uns trinta anos e ele uns dezoito ou dezenove. Este foi um grande encontro! ...

"Queria estar apenas com ele, realmente mudar de vida e assumir-me exclusivamente homossexual. Isso após cinco anos de um casamento tranqüilo. Foi um processo extremamente traumático. Na época, minha mulher estava fazendo o mestrado. ... Ela reagiu negativamente... Isso causou um trauma familiar enorme".

"Minha ex-mulher mudou para sua cidade natal... Fiquei em Campinas, morando com ele... numa outra casa que comprei. Após um ano de felicidades, notamos que éramos muito diferentes e resolvemos nos separar".

"Campinas se tornou muito pequena para mim... muito familista. Há muito tempo possuía uma fantasia de viver no nordeste... na Bahia. Era o lugar do Brasil onde me sentia mais desejado sexualmente. Ao mesmo tempo, onde encontrava os parceiros que mais preenchiam minhas fantasias sexuais... sempre gostei de negros".
"hoje, após 30 anos de separação, não arrependo um só minuto desta decisão. Para mim, a homossexualidade foi uma graça!

"Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes".

Mas... “para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um "homem" e sim um meninão. Um "efebo" do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e... Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erostimo... Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho... contente de ser minha cara metade. Quero um moleque fogoso... Sem pudor, sem tabu. Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero...” Meu Moleque Ideal http://br.geocities.com/luizmottbr/cronica6.html

"Sonho é sonho qual é o problema de querer demais?!"

Se as minhas pesquisas acadêmicas provam e os meus dados científicos mostram que...

"uma educação diferenciada... poderá fazer desabrochar em todo o menino, o seu lado feminino e em toda menina, o seu lado masculino. Afinal, as crianças nascem para serem felizes...".

No útero o bebê já tem ereção e a libido infantil é aceita por todos, logo... As leis devem ser mudadas para que crianças e adolescentes sejam totalmente livres, até para escolher um adulto como parceiro afetivo e sexual

Afinal...

"Estudos comprovam que ainda no útero o bebê já tem ereção e a teoria de Freud sobre a libido infantil hoje é aceita por todos... O princípio secularmente imposto pelo cristianismo de que o sexo só é permitido após a bênção nupcial, fere um direito humano fundamental, inclusive dos jovens e adolescentes: o direito ao exercício de sua sexualidade e respeito à sua livre orientação sexual. Direito inclusive que têm os jovens em escolher eventualmente um adulto como seu parceiro afetivo e sexual"...

“que nossas leis sejam mudadas e sobretudo, que se mudem as mentalidades (...) daqueles que, sob a desculpa de proteger a inocência dos mais jovens, negam o direito inalienável das crianças e adolescentes de terem respeitadas sua livre orientação sexual e sua liberdade sexual”.

O que foi bom para bárbaros e gregos deve ser melhor ainda para crianças e adolescentes brasileiros.

Inseminação aos primeiros sinais de puberdade com penetração anal por três anos e sexo oral praticado por meninos nos homens e rapazes mais velhos...

"Estudos antropológicos, acerca do comportamento das tribos em Papua (Nova Guiné) e nas ilhas da Melanésia, fornecem dados que evidenciam a atividade homoerótica, com graus de diferenciação, mas pautadas num mesmo princípio: de modo geral, acreditava-se que os meninos não produziam seu esperma naturalmente, daí, surgia a necessidade de inseminá-los aos primeiros sinai s de puberdade,
num processo de transição da infância para vida adulta".
"Ao término da infância, todo menino era separado da mãe e retirado da casa das mulheres para dormir na casa dos homens, cabia ao tio materno a penetração anal, pelo período aproximado de três anos, assim, o esperma seria fornecido à criança, juntamente com suas propriedades de força e coragem necessárias à vida adulta".

Para os Sambia, que viviam no interior da selva de Papua, o ritual de iniciação tinha um caráter processual: a inseminação ocorria pelo sexo oral, em que, num primeiro estágio, os meninos praticavam nos homens e rapazes mais velhos. Gradualmente, havia uma inversão dos papéis, em que o menino passava ensinar a felação aos iniciados. Ao atingir a maturidade sexual, era realizada uma cerimônia, na qual, já adulto, o menino era incorporado ao grupo dos homens e tornava-se caçador".

"Na Nova Guiné, entre os baruia, o sexo oral entre os homens de diferentes gerações e status é uma regra social e culturalmente aceita: nesse grupo cultural existe a crença de que a energia vital é transmitida pelo esperma, assim, os homens mais novos e as mulheres devem ser alimentados pelos homens mais velhos com essa energia".

Grécia Antiga - "entre os atenienses, apenas os homens eram considerado s cidadãos e tinham, portanto, direito e acesso ao conhecimento. Era comum e legítimo o relacionamento sexual entre o professor e o aluno, considerado o relacionamento amoroso mais sublime entre dois homens".

" No Candomblé a sexualidade é entendida como um processo de troca de energias (“axé”) e para lidar com as divindades é preciso estar cheio dessa energia. Desta forma, em determinados períodos rituais, o ato sexual é proibido sem haver, contudo, interdições referentes à homossexualidade ou à bissexualidade, que são reconhecidas como formas legítimas de vivenciar a sexualidade humana".

ATENÇÃO para o endereço do site onde estão armazenas estas informações de grande utilidade como suporte teórico à legalização da PEDOFILIA 'num futuro próximo':
fonte: Guia de Prevenção das DST/Aids e Cidadania para Homossexuais
organizadora: Lilia Rossi Ministério da Saúde Secretaria de Políticas de Saúde
Coordenação Nacional de DST e Aids Setembro 2002

http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5DAF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7BBDD340E2-7A14-4210-B4B9-DD5E8522C088%7D/guia_prevencao_dst_aids_cidadania_homossexuais.pdf

CONSPIRAÇÕES POR E-MAIL

Mais grave e mais depravado que o 'ideal' pedófilo de Luiz Mott é o ideal totalitário registrado na troca de e-mail entre Mott, Leo Mendes, representante dos homossexuais na Comissão de articulação dos movimentos sociais em Aids do PN/Aids e tesoureiro da Associação brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros, e Regina Facchini, antropóloga e vice-presidente da Parada do Orgulho Gay de SP, onde aparecem conspirando descaradamente sobre como e quando (Mott tem muita pressa!) começar a manobrar os ativistas das bases do movimento homossexual a assumirem a 'bandeira de luta' pela legalização da pedofilia, utilizando-se de artifícios semânticos manipulativos da realidade, numa aula prática sobre o modo como são tramadas e arquitetadas as revoluções sociais, posteriormente apresentadas como espontâneas, pura obra de engenharia comportamental, psicológica, política e social, há muito tempo denunciadas por Olavo de Carvalho.

Na verdade, percebe-se naquele e-mail que Luiz Mott tenta manipular a própria 'companheira de luta', a fim de que ela 'dê o pontapé inicial' na 'discussão', e ela, espertamente, esquiva-se de tão árdua tarefa argumentando que
"Do ponto de vista da ciência política, sabe-se que independente de usar um termo mais amplo ou mais circunscrito, dificilmente um pedófilo viria a público reivindicar seus direitos ou que o movimento por diversidade sexual o defendesse, simplesmente pq é bastante forte a idéia de que a pedofilia é algo abominável na nossa sociedade".

Mas, ela não lhe tira de todo a esperança, pede apenas que ele aguarde até que os formadores de formadores de opinião tenham sido formados e passem a formar... advinhem 'qual' opinião!

"Um termo como diversidade sexual me parece ter por foco combater a idéia de que há apenas uma sexualidade inteligível, a heterossexual reprodutiva que estabelece famílas sólidas e relações duradouras e monogâmicas. Talvez a atuação por esse caminho nas universidades, que são locais de formação de formadores de opinião, melhore as condições para a luta jurídica/legal num futuro próximo".

Eles chamam a esta tramóia diabólica de "guerrilha moral".

PEDÓFILOS ASSASSINOS E DIVERSIDADE SEXUAL

Mott pede a Regina que utilize sua capacitação acadêmica para convencer o segmento das lésbicas do movimento homossexual a adotar o lema 'diversidade sexual' e 'livre expressão sexual' em vez de 'orientação sexual', pois, aqueles, por serem mais amplos, permitem a inclusão de todas as formas imagináveis e inimagináveis de obtenção de prazer sexual.

O título das msgs, escolhido por Leo Mendes, é: PEDÓFILOS ASSASSINOS E DIVERSIDADE SEXUAL

e o 'gancho' utilizado para introduzir o assunto 'provocador' é uma notícia de jornal sobre o caso mal esclarecido de meninos emasculados e sacrificados em rituais satânicos a cerca de 15 anos atrás no Pará:

"Meninos, com idade entre 8 e 14 anos, foram seqüestrados e castrados na cidade de Altamira, localizada a 777km de Belém. Segundo o Ministério Público, os crimes que aconteceram entre 1989 e 1993 foram motivados por rituais de magia negra. As crianças encontradas, mortas ou vivas, estavam nuas, algumas com orifícios de arma de fogo, queimaduras de cigarro, olhos arrancados, pulsos cortados, órgãos sexuais extirpados cirurgicamente, sofreram abuso sexual e sevícias".

http://www.google.com/search?q=meninos+emasculados+parana+&rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&ie=UTF-8&oe=UTF-8&sourceid=ie7&rlz=1I7GGLG

É absolutamente chocante a atitude fria e cínica com que pessoas que não param de brandir seus títulos de professores, doutores, comendadores e de representantes dos Direitos Humanos no Brasil e na ONU decidem usar um acontecimento macabro e degradante como este para tratar de seus projetos sexuais. É revelador do verdadeiro sentimento que nutrem pelo ser humano real que não pertence ao 'coletivo'.

A seguir trechos dos e-mail trocados entre LUIZ MOTT e REGINA FACCHINI.

DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO
http://archives.lists.indymedia.org/cmi-mulheres/2004-April/001006.html

Assunto: Re: Re: DIVERSIDADE SEXUAL - PEDÓFILO ASSASSINO p/ MOTT e
demais

[Cmi-mulheres] repassando (que nao deve ser repassada) discussao - feminismo, diversidade sexual
isadoralins em riseup.net isadoralins em riseup.net

Sexta Abril 30 20:46:08 PDT 2004
Mensagem anterior: [Cmi-mulheres] repassando discussao - feminismo, diversidade sexual
Mensagens classificadas por: [ date ] [ thread ] [ subject ] [ author ]

>Gente, Achei tao interessante a discussao q repassei pra cah meio sem pensar.
>Agora acho q posso ter feito algo nao muito legal, pq tirei uma discussao do seu contexto, q as pessoas escreveram pra uma outra lista e taquei aqui. Peço encarecidamente que nao repassem por ai. Beijos,Isa.

>Estou repassando uma msg da lista gls pra cá. É uma discussao muito boa e ilustrativa dos mais recentes embates dentro do movto. homossexual e feminsita, e acho que o jargao academico tah traduzidinho o suficiente.
>--- Em listagls em yahoogrupos.com.br, Luiz Mott
>Regina, como vai querida?

>otimo teu questionamento, pois assim voce poderia iniciar uma discussão teórica,

>já que és mestra em antropologia, a respeito do termo DIVERSIDADE SEXUAL.

>Sugiro também que, se quiseres e puderes, faça o papel de advogada de defesa do termo
>LIVRE EXPRESSÃO SEXUAL pois, diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui >apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a Livre Expressão sexual >incluem todas manifestações libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais.
>Estou aberto a discussão e, dialeticamente, a mudar de ponto de vista, desde que os >argumentos sejam sólidos e convincentes, de preferencia, com embasamento bibliográfico.

>Está lançada a sugestão. Conto contigo.

>Abraço amigo, Luiz Mott

CONTEÚDO INTEGRAL DOS E-MAIL AQUI:
http://archives.lists.indymedia.org/cmi-mulheres/2004-April/001006.html

ou aqui, quando o conteúdo do link for removido.

Esta troca de e-mail aconteceu em maio/abril-2004, de fato, pode-se observar que os termos diversidade e livre expressão sexual passaram a ser mais amplamente utilizados pelo movimento homossexual desde então.

LINKS PARA ESTA POSTAGEM
Excelente artigo de Jael Savelli desmascarando Luiz Mott na ...
Excelente artigo de Jael Savelli desmascarando Luiz Mott na questão da pedofilia. Mott é o líder máximo do movimento homossexual do Brasil. Para ler o artigo, clique em Luiz Mott: Pedofilia já! Enquanto ainda 'estou com tudo em cima'.
Postado porJulio Severo às3 de Julho de 2007 06:19
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PLC 122/2006 - andamento do processo

O Senador Wilson Matos (PR) apresentou 6 emendas ao PCL 122/2006. Estas serão discutidas e se forem aceitas o PLC volta à Câmara dos Deputados Federais.

Entre no site do Senado para obter informações atualizadas.

http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=79604

Em 03 07 07 - PLC 122/2006 - Outros números CD PL. 05003 / 2001

Autor DEPUTADO - Iara Bernardi
Ementa Altera a Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, dá nova redação ao § 3º do art. 140 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, e ao art. 5º da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e dá outras providências.
Indexação APLICAÇÃO, PENALIDADE, PESSOA JURÍDICA, REALIZAÇÃO, AUTORIZAÇÃO, DISCRIMINAÇÃO SEXUAL, ORIENTAÇÃO SEXUAL, PESSOAS, HOSTILIZAÇÃO, PRETERIÇÃO, ALUGUEL, LOCAÇÃO, AQUISIÇÃO, IMÓVEL, SELEÇÃO, EMPRÊGO, INGRESSO, LOCAL, COAÇÃO FÍSICA, VIOLÊNCIA, PENALIDADE, INFRATOR, INABILITAÇÃO, CONTRATO, PODER PÚBLICO, EMPRÉSTIMO, ISENÇÃO FISCAL, ANISTIA, GARANTIA, ORIENTAÇÃO, LIBERDADE SEXUAL, DIREITOS HUMANOS.
Comissões CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa Relatores : Fátima Cleide (atual)


Ver : Emendas apresentadas nas Comissões
Tramitações Inverter ordenação de tramitações (Data Ascendente)


PLC 00122 / 2006
21/06/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Anexei: As páginas nº 15 à 19 a minuta do relatório da Senadora Fátima Cleide, apresentado em 07/03/2007 e divulgado na pauta da 8ª reunião da CDH, realizada em 15/03/07, quando a presente matéria foi retirada de pauta, para reexame, pela relatora. Às páginas nº 20 o Requerimentos nº 21, de 2007-CDH. Às páginas nº 21 o Requerimento nº 30, de 2007-CDH. Às páginas 22 à 27 as Emendas nº 01 à 06, de autorias do Senador Wilson Matos e Às páginas 28 o Requerimento nº 44, de2007-CDH. Matéria aguardando a realização de audiência pública em conformidade com os Requerimetos de nº 30 e 44

21/06/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Recebido nesta data 6 (seis) Emendas, de autoria do Senador Wilson Matos, pré-enumeradas de 01 até 06.

21/06/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Reunida a Comissão é aprovado (extrapauta) o Requerimento nº 44, de 2007-CDH, para a realização de audiência pública visando orientar a presente matéria. Autor: Senador Paulo Paim.

24/05/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Aprovado o Requerimento nº. 30, de 2007 - CDH, de autoria dos Senadores Flávio Arns e Eduardo Suplicy, de Audiência Pública, tendo como convidado Otávio Brito Lopes - Vice-procurador Geral do Trabalho.

23/05/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Realizada Audiência Pública, para instruir a presente matéria, conforme Requerimento CDH, nº. 21, de 2007, com os seguintes convidados: Lívia Nascimento Tinôco - Procuradora da República; Jean Wyllys de Matos Santos - Professor Universitário; Paulo Fernando Melo da Costa - Advogado; Ivair Augusto dos Santos - Secretário Executivo do Conselho Nacional de Combate à Discriminação; Paulo Leão - Presidente da Associação Católica de Juristas do Rio de Janeiro; Reverendo Guilhermino Cunha - Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil; Evandro Piza - Mestre em Direito Penal.

23/05/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AUDIÊNCIA PÚBLICA
Devolvido pelo Gabinete da Senadora Fátima Cleide

15/03/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: MATÉRIA COM A RELATORIA
Reunida a Comissão, o Presidente passa a palavra a Senadora Fátima Cleide, que pede a retirada do projeto de pauta para reexame da matéria. Ao Gabinete da relatora para reexame da matéria.

07/03/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: PRONTO PARA A PAUTA NA COMISSÃO
Devolvido pela Senadora Fátima Cleide, com voto favorável a aprovação do Projeto. Matéria pronta para a pauta.

07/02/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: MATÉRIA COM A RELATORIA
Ao Gabinete da Senadora Fátima Cleide, para relatar a matéria.

01/02/2007 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Situação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR
Recebido nesta comissão. Matéria aguardando designação de relator.

28/12/2006 SGM - SECRETARIA GERAL DA MESA
A presente proposição continua a tramitar, nos termos dos incisos do art. 332 do Regimento Interno e do Ato nº 97, de 2002, do Presidente do Senado Federal. A matéria volta à Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.

20/12/2006 CDH - Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
Á Secretaria Geral da Mesa em atendimento ao of. SGM nº 658/2006 e para os efeitos do § 2º do art. 89 do RISF.

14/12/2006 ATA-PLEN - SUBSECRETARIA DE ATA - PLENÁRIO
Leitura. Às Comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa, e de Constituição, Justiça e Cidadania.
Publicação em 15/12/2006 no DSF Página(s): 38854 - 38858 ( Ver Diário )

12/12/2006 SSCLSF - SUBSEC. COORDENAÇÃO LEGISLATIVA DO SENADO
Situação: AGUARDANDO LEITURA
Juntei às fls. nºs 13 e 14, legislação citada no Projeto. Matéria aguardando leitura.

12/12/2006 PLEG - PROTOCOLO LEGISLATIVO
Este processo contém 12 (doze) folhas numeradas e rubricadas. À SCLSF.
O Evangelho segundo Luiz Mott
Olavo de Carvalho

O líder gay Luiz Mott, que se diz “Professor Doutor” e talvez o seja mesmo, já que os portadores desses títulos abundam nesta parte do universo, enviou ao jornal eletrônico Mídia Sem Máscara uma carta em que faz restrições literárias e teológicas ao meu artigo “Conspiração de Iniqüidades” (aqui publicado em 25 de junho, http://www.olavodecarvalho.org/semana/070625dc.html).

Sob o primeiro aspecto, ele o chama de “prolixo e pedante texto”. Achei particularmente adorável esse negócio de “tetexto” logo na entrada de uma reprimenda estilística. Mas deixemos isso para lá. Os professores doutores, no Brasil, escrevem assim mesmo, e de há muito já desisti de fazer algo por eles.

No que diz respeito ao conteúdo, meu artigo, segundo o referido, “peca pelo abuso dos silogismos e calúnias contra a estratégia do Movimento Homossexual Brasileiro em ter reconhecidos seus direitos elementares de cidadania: do mesmo modo como os pastores e padres não podem nos púlpitos ou nas suas televisões citar e defender os versículos bíblicos que estimulam e abençoam o racismo, a discriminação contra as mulheres e a intolerância religiosa, assim também, a Lei deve proteger os homossexuais dos ataques e calúnias de quantos abusam do santo nome de Deus para semear o ódio contra cidadãos homossexuais que jamais foram condenados pelo Filho de Deus, Nosso Senhora Jesus Cristo.

Portanto, Olavo de Carvalho, o Papa Ratzinger, os pastores fundamentalistas et caterva podem espernear a vontade, pois a história mais cedo que se espera, fará justiça contra esses fariseus, reconhecendo que também os homossexuais são templos do Espírito Santo e revelam, quando discriminados, a verdadeira face de Jesus. É legal ser homossexual!”

Eu gostaria de responder a isso, mas creio que não posso fazê-lo. A mensagem, breve o quanto seja, traz tantos pressupostos subentendidos que o simples esforço de elucidar o seu sentido vai consumir praticamente todo o espaço desse artigo.

Em primeiro lugar, se há na Bíblia “versículos que estimulam e abençoam o racismo, a discriminação contra as mulhres e a intolerância religiosa”, então, evidentemente, o delito nefando de homofobia não está só nuns quantos padres, pastores e rabinos que “abusam do santo nome de Deus”, e sim na própria Bíblia.

O livro sagrado dos cristãos e judeus, segundo o Professor Doutor Mott, é criminoso em si. O Professor Doutor se faz de humilde e inofensivo, fingindo criticar apenas uns tantos abusados, quando na verdade ataca e criminaliza duas religiões na sua base mesma, na raiz da sua tradição.

O Professor Doutor não prega abertamente a proibição do livro, mas deixa claro que só está disposto a permitir sua leitura em voz alta se ele for expurgado de todos os trechos considerados inconvenientes. A pergunta “Quem fará a seleção?” é ociosa, pois, de um lado, o Professor Doutor já considerou desqualificados para essa função “o Papa Ratzinger, os pastores fundamentalistas et caterva”, subentendendo por esta expressão latina todos os desafetos do movimento gay; de outro lado, ele próprio já fixou o critério seletivo: devem ser excluídos todos os versículos desagradáveis aos gays, às feministas, aos abortistas, aos adeptos de religiões fetichistas e animistas, bem como aos não-cristãos e não-judeus em geral, que se sentem barbaramente discriminados ao ouvir dizer que os primeiros são Filhos de Deus e os segundos são o Povo Eleito.

Também não é preciso perguntar o que sobrará da Bíblia depois dessa amputação. Não sobrará nada daquilo que hoje se entende por judaísmo ou cristianismo. O resíduo final não soará ofensivo a ninguém, exceto aos cristãos e judeus, esses discriminadores malditos.

Com relação aos versículos condenados, o Professor Doutor afirma taxativamente que os sacerdotes “não podem” citá-los ou defendê-los nem mesmo dentro de seus templos respectivos. Notem bem. Ele não diz que eles “não devem” fazê-lo. Ele não diz que eles “não poderão” fazê-lo se for aprovada uma lei que os proíba. Ele diz simplesmente “não podem”, no presente do indicativo. A proibição vigora, portanto desde já, independentemente de aprovado ou não o projeto de lei dito “anti-homofóbico”.

E não estão proibidos só os versículos anti-homossexuais, mas também os anti-feministas, anti-fetichistas, etc. etc. Estão proibidos não por alguma lei aprovada no Congresso, mas pela decisão soberana do Professor Doutor. Mais ainda: a expressão “não poder” não significa apenas ilegalidade ou proibição. Significa impedimento real, impossibilidade objetiva. Tão logo o Professor Doutor anunciou sua vontade, ela se impõe por si mesma como uma lei cósmica, e contrariá-la se torna tão inviável quanto reverter o curso dos astros ou fazer com que dois mais dois dêem cinco.

Se os leitores duvidam que a autoridade do Professor Doutor é divina, onipotente e onipresente, leiam com atenção. Ele acaba de impugnar o texto da Bíblia, e no instante seguinte fala em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. Só podemos concluir que a fonte de onde ele recebeu a mensagem divina não é a Bíblia nem as tradições baseadas nela. É uma revelação direta, que revoga a anterior e traz ao mundo um novo corpo de mandamentos.

Mas, se os senhores, com algum ceticismo, perguntam como chegou ao Professor Doutor essa revelação, é porque não entenderam a dupla afirmativa essencial da sua carta: “Os homossexuais são templos do Espírito Santo e revelam, quando discriminados, a verdadeira face de Jesus”. Com relação à primeira parte, é claro que templos do Espírito Santo somos todos nós, membros da espécie humana. O Professor Doutor não iria descer do seu pedestal só para repetir uma mensagem velha de dois mil anos.

A novidade que ele introduz aí é formidável: os homossexuais são templos do Espírito Santo não enquanto meros seres humanos, mas enquanto homossexuais. Há portanto uma forma especial de ser templo do Espírito Santo, a qual não deriva da condição humana em geral, mas da prática do homossexualismo. O macho da espécie torna-se um templo do Espírito Santo no instante em que vai para a cama com outro igual. A sodomia tornou-se o oitavo sacramento, revelado ao mundo pelo Professor Doutor.

Mas não pensem, por favor, que ele é apenas um profeta a mais, um Jeremias ou Isaías qualquer. Seu verdadeiro estatuto espiritual, infinitamente superior, é elucidado na segunda parte da afirmativa, onde ele declara que o homossexual discriminado – ele próprio, modéstia à parte – “revela a verdadeira face de Jesus”.

Eis aí resolvido o enigma das fontes da revelação. O Professor Doutor não “recebeu” a revelação de parte alguma, ele simplesmente é a revelação, é o Logos encarnado que vem ao mundo castigar os fariseus, rasgar as páginas da Bíblia e instaurar a nova legalidade cósmica com a lista do que pode e do que não pode.

A diferença, a novidade radical desse acontecimento é que Cristo, na sua primeira vinda ao mundo, excluiu categoricamente a possibilidade de mudar uma só letra que fosse da Lei e dos profetas. O Segundo Advento copidesca, modifica e exclui páginas inumeráveis, institui o sacramento da sodomia e destina às penas do inferno todos aqueles que, como os profetas hebraicos, enxerguem nessa prática alguma coisa de errado.

Tão logo compreendido o sentido da mensagem do Professor Doutor, nota-se facilmente que ela não pode ser respondida. Não se discute com a autoridade divina, sobretudo quando ela não vem pelos canais indiretos da profecia e da tradição, mas pela própria presença do Verbo que se fez banhas e foi sacudi-las na Parada Gay.

Tudo o que posso fazer diante de acontecimento de tal magnitude é imergir em profundo silêncio contemplativo.

***

Não poder responder à mensagem do Professor Doutor não impede, no entanto, que eu faça a respeito uma distinção básica entre o paranóico megalômano ostensivo e o camuflado. O primeiro declara abertamente que é Deus. O segundo deixa isso subentendido nas entrelinhas.

O primeiro desmoraliza-se a si mesmo instantaneamente. O segundo fascina a platéia com um discurso apenas vagamente incoerente, mas ao mesmo tempo envolto na aura misteriosa de uma autoridade desconhecida. Uma vez analisado o discurso, ele se revela, ao contrário do que parecia, uma construção lógica perfeitamente coerente, com um só ponto absurdo: a premissa oculta que o sustenta, a fonte mesma da sua credibilidade.

Assim, por exemplo, o Professor Doutor pode ao mesmo tempo impugnar a autoridade da Bíblia e falar em nome do Cristo que a consagrou como definitiva e imutável. Parece incoerente, não é mesmo? Vindos logo em seguida um ao outro, esses dois trechos revelariam na mente do seu autor uma desatenção patológica, uma incompreensão radical do sentido do que ele próprio diz.

O Professor Doutor Mott, nesse caso, seria apenas um idiota. Mas, por favor, compreendam que o Professor Doutor é o próprio Cristo reencarnado, e a impressão de incoerência se dissipará no mesmo instante. O megalômano ostensivo é apenas um louco vulgar inflado de mania de grandeza. No megalômano camuflado, a mania de grandeza soma-se à astúcia de um sociopata manipulador, capaz de fazer da sua própria loucura uma fonte de autoridade. Ele é muito mais louco, evidentemente, do que o megalômano vulgar, mas não é nem um pouco idiota, como não o era o Doutor Mabuse. É esperto ao ponto de vender sua loucura, com sucesso, como sabedoria divina.

A eficácia hipnótica desse tipo de discurso deriva, na verdade, de um truque bem elementar. A mensagem tem de vir simultaneamente em dois planos: o da contradição aparente e o da premissa oculta que a resolve trocando-a por uma absurdidade substantiva. A contradição, entrevista de longe, provoca no ouvinte um vago desconforto intelectual.

Mas, se é um ouvinte de boa vontade, disposto a aceitar o orador como guia confiável, ele atribuirá essa contradição a um erro de percepção dele próprio, não do orador, e por mero automatismo apostará na existência de alguma explicação mais profunda que lhe escapa no momento.

Como essa explicação profunda existe realmente, mas o ouvinte não sabe que ela é absurda, a absurdidade oculta adquire então a força estupefaciente de um atrativo mágico, de uma fonte de autoridade secreta e inapreensível. Só a análise integral do raciocínio implícito pode desfazer o encantamento, mas raros ouvintes terão a prudência – e os meios intelectuais – de realizá-la.

Se o Professor Doutor houvesse inventado essa técnica ele seria, além de Deus, um gênio. Mas ela é de uso corrente no movimento revolucionário desde o século XIV pelo menos. O homem são sabe quanto é difícil agir com justiça para com seus próximos. Mas desde aquela época têm aparecido milhões de pessoas que se julgam habilitadas a implantar o reino da justiça no planeta inteiro.

Implícita nessa promessa está a pretensão de deslocar o Juízo Final da eternidade para o tempo. De passagem mística para o supratempo que transcende o fim da História, o Dia do Juízo torna-se um episódio da própria História, trazido ao mundo pelas mãos humanas dos revolucionários gnósticos. Cada revolucionário é portanto o próprio Cristo vingador, que baixa dos céus com o látego divino para castigar todos os fariseus, entre os quais, é claro, “Olavo de Carvalho, o Papa Ratzinger, os pastores fundamentalistas et caterva”.

Não há, pois, grande originalidade no ardil empregado pelo Professor Doutor. Original, sim, é o ato falho que ele comete logo no início da sua mensagem, ao imputar ao meu artigo o delito de “abuso de silogismos”. A acusação é monstruosamente extemporânea, pois esse artigo é uma descrição e análise psicológica de certos fatos, e não uma demonstração silogística do que quer que seja.

Ao proferi-la, o Professor Doutor nada disse a meu respeito, mas também não atirou no vazio. Acertou em si mesmo. Não pode haver maior abuso da técnica silogística do que usar uma contradição como anzol para fisgar o ouvinte numa premissa oculta absurda, psicótica em sentido estrito.

Para a desgraça da humanidade, esse tipo de discurso é o de uso mais freqüente entre os revolucionários, profetas do mundo novo e justiceiros globais em geral. Tão freqüente, que já o empregam por mero automatismo e rotina, sem nem precisar conscientizar a intenção maligna com que o fazem.

Se o Professor Doutor usa desse ardil demoníaco para se fazer de portador do Espírito Santo, podem estar cientes de que isso é bem mais grave do que todos os pecados sexuais – homossexuais ou heterossexuais, pouco importa -- que ele possa ter cometido ao longo da vida. Quando o Apóstolo disse : “Nossa luta não é contra a carne e o sangue, mas contra os principados e as potestades das trevas”, estava aí implícita a seguinte distinção: o que leva o ser humano aos pecados do sexo é o apelo da carne e do sangue.

Nenhum crente genuíno e inteligente “combate” esses pecados, nem em si mesmo nem nos outros, mas tenta, com suavidade e paciência, canalizar para algum objetivo espiritualmente legítimo o impulso primário que os move, sabendo, como disse Agostinho, que “as virtudes são feitas da mesma matéria dos vícios”. Mas carne nenhuma e sangue nenhum podem inspirar a um ser humano a idéia satânica de fazer-se passar pelo Verbo Divino encarnado para rasgar as páginas do livro que Ele declarou sagrado e intocável.

Essa inspiração não tem nada a ver com sexualidade, homo ou hetero: ela vem diretamente dos principados e das potestades, e estes não podem ser melhorados ou transmutados. Não há alquimia, humana ou divina, que devolva o demônio à sua condição originária de anjo. Espiritualmente, o Professor Doutor está numa encrenca dos diabos, no sentido mais literal da expressão.

No fundo, ele sabe disso perfeitamente. Não espanta que deposite suas esperanças não no Deus eterno cuja autoridade ele usurpa, e sim na pretensa justiça da deusa História, essa velha prostituta que muda de clientes a cada geração, servindo a quem lhe pague mais.

Fonte: Diário do Comércio, 2 de julho de 2007.
Pedofilia e Abuso Sexual
Julio Severo

Kinsey e os Pedófilos

Dois excelentes livros escritos pela Drª Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.

Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família:

Kinsey zombava da idéia… Kinsey… afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro].

Essa revelação deixa de ser estranha pelo fato de que Kinsey colaborava e mantinha amizade com o filósofo francês Rene Guyon, que era pedófilo. Ele também era amigo do Dr. Harry Benjamin, inglês que apoiava a pedofilia. Pedofilia é o termo geral que define a relação sexual, hetero ou homo, entre adultos e crianças. Pederastia só se aplica à relação homossexual entre homens e meninos.
Guyon, que era jurista, propunha leis para defender o relacionamento sexual de adultos com crianças como necessidade tão normal quanto a alimentação e a respiração. No livro A Ética dos Atos Sexuais, de Guyon, há menções ao Relatório Kinsey e a introdução foi escrita pelo próprio Kinsey.

Pornografia & Pedofilia

Um fato também interessante é que foi o Relatório Kinsey que inspirou Hugh Hefner a fundar a revista Playboy. Na década de 1960, a Fundação Playboy, de Hefner, foi o principal patrocinador do Instituto Masters e Johnson, que ajudou a moldar a visão dos especialistas na área sexual no mundo inteiro. Graças a essa nova visão, as pessoas (casadas ou não, hetero ou homo, adultos ou menores) foram ensinadas a se abrir para gozar todos os tipos de sexo genital, anal, oral, etc. A Fundação Playboy também deu a primeira verba para dar início ao maior programa para a educação sexual nas escolas americanas.

Parece que a pornografia pode ter sérias ligações com o crime de pedofilia, conforme já constatou o Centro de Crianças Desaparecidas e Exploradas, uma organização de investigação de Washington, DC, financiada pelo Ministério da Justiça dos EUA. Essa organização relata que a revista Playboy (que é o mais acessível, aceitável e atraente tipo de pornografia) é tipicamente usada por pedófilos hetero e homossexuais para sexualmente atrair as crianças e levá-las a cair em armadilhas sexuais. Em seu testemunho no Senado americano sobre os efeitos da pornografia nas mulheres e crianças, John Rabun, diretor dessa organização, disse que em 100% dos casos os pedófilos tinham em sua posse, no momento da prisão, a Playboy e outras publicações pornográficas.

Em seu testemunho também no Senado, o Detetive William Dworin menciona o caso de um pedófilo:

Trabalho como detetive na Unidade de Crianças Sexualmente Exploradas do Departamento de Polícia de Los Angeles… Relatarei o caso de um pedófilo que investigamos:

John Duncan era diretor do setor de parques e recreações da cidade de Los Angeles. Em nossas investigações temos visto que os pedófilos freqüentemente procuram empregos ou preferem trabalhar como voluntários em ocupações onde há crianças. Eles querem ficar perto de crianças porque elas são o interesse sexual preferido deles…

Duncan usava o seguinte método de aproximação. Ele se tornava um amigo de confiança da família, um tipo de pai substituto para as crianças. Então ele as levava para a Disneylândia e lhes comprava roupas e brinquedos, e tornava-se assim o melhor amigo delas.

Quando as crianças começavam a visitar a casa dele, Duncan espalhava pela casa revistas com fotos de meninos e meninas apenas sem roupa. Ele não as forçava a pegar as revistas. Ele simplesmente as deixava ao alcance delas. Os pedófilos sabem que as crianças são curiosas e acabarão olhando para algo que estiver ao alcance dos olhos delas. E era isso mesmo que elas faziam.

As crianças então perguntavam para Duncan o motivo por que os meninos e as meninas das fotos estavam sem roupa. E ele explicava que não havia nada de errado em estar nu, que o corpo é belo, que as pessoas precisam ver o corpo e sentir orgulho em estar nu.

Ele elogiava as crianças seduzidas, comparando-as com as fotos das revistas: “Você é muito mais bonito do que essas crianças”. Ele então prometia levá-las à Disneylândia se elas não contassem nada para suas mães sobre as revistas. Ele explicava que suas mães não entenderiam. Então as crianças guardavam esse segredo. Ele não as forçava a fazer nada. Era pura sedução. Ele apenas dava condições lhes favoráveis para olhar para as revistas.

Quando ele tinha certeza de que elas guardariam seu segredo, na próxima visita ele deixaria perto delas revistas pornográficas mais fortes. Essas revistas mostravam crianças no ato sexual: sexo oral, sexo genital, sodomia, masturbação, etc. As crianças olhavam para as fotos e perguntavam: “Isso não dói? Isso não é errado?” A resposta do pedófilo era que tudo o que estava nas fotos não doía, mas dava uma sensação muito boa. Esse é o começo do abuso sexual.

A principal função da pornografia infantil é diminuir as inibições naturais da criança e mostrar-lhe que é normal as crianças se envolverem em atividade sexual… O pedófilo usa sedução, e essa sedução vem na forma de afeição e atenção.

Os pedófilos se orgulham do que fazem. Eles crêem que a sociedade está errada em condenar esse tipo de atividade. Eles não vêem nada de errado no fato de um adulto ter relações sexuais com uma criança que consente. Há organizações que realmente incentivam a atividade sexual entre adultos e crianças que consentem. Por exemplo: A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) e a Sociedade Rene Guyon que tem um lema: “A melhor relação sexual é antes dos oitos anos de idade. Depois é tarde demais”.

No caso de Duncan, quando fizemos a investigação, descobrimos que ele estava se correspondendo com umas trezentas pessoas no mundo inteiro, gabando-se de sua atividade sexual com crianças e até enviando fotos para provar isso.
No andamento das investigações, identificamos dezesseis crianças, de bebês até adolescentes de 16 anos de idade, que ele estava abusando.

Pesquisa Aponta a Metodologia Fraudulenta de Kinsey

Além do envolvimento de Kinsey com conhecidos pedófilos como Rene Guyon, há indicações que mostram a ligação dele com experimentos sexuais de um número incontável de bebês e crianças. O Dr. John Gagnon, sócio do Instituto Kinsey, confessou a ilegalidade desses experimentos. Em seu livro Sexualidades Humanas, o Dr. Gagnon diz que esses experimentos “envolviam contato sexual entre adultos e crianças”.

Em seu trabalho, Kinsey contava com uma equipe de “pesquisadores qualificados”. Wardell Pomeroy, um dos sócios de Kinsey, descreve um desses “pesquisadores”:

“Esse homem teve relações homossexuais com 600 meninos, relações heterossexuais com 200 meninas e relações sexuais com adultos de ambos os sexos, com animas de muitas espécies e tinha além disso criado elaboradas técnicas de masturbação. Dos trinta e três membros de sua família, ele teve contato sexual com dezessete. Sua avó o introduziu à relação sexual, e sua primeira experiência sexual foi com seu pai.”

Não é sem razão, pois, que até a imprensa especializada esteja finalmente duvidando das suposições de Kinsey. A revista médica britânica The Lancet, por exemplo, declarou que a valiosa pesquisa científica da Drª Reisman demoliu o Relatório Kinsey. Poucos sabem que o desejo real de Kinsey era, conforme relata o Dr. Gagnon, “justificar estilos desaprovados de conduta sexual mediante um apelo a origens biológicas… [Por exemplo:] A colocação de um número percentual em frente de um assunto convence mais”. De fato, foi com métodos desse tipo que Kinsey conseguiu convencer muitos especialistas. Gershon Legman, um dos colaboradores de Kinsey, revelou:

“A intenção de Kinsey, que não era segredo, era fazer com que o homossexualismo e certas perversões sexuais passassem a receber respeito… Ele não hesitava em extrapolar suas amostras insuficientes e inconclusivas e aplicá-las à população americana como um todo, sem mencionar o mundo inteiro… Isso é pura propaganda, e está bem longe da ciência estatística e matemática que fingia apresentar.”

Se a pesquisa da Drª Reisman tivesse aparecido há mais tempo, em 1973 o movimento homossexual não teria conseguido, com base no Relatório Kinsey, pressionar a Associação Psiquiátrica Americana (APA) para remover o homossexualismo da categoria de desordens de seu Manual Estatístico e Diagnóstico de Desordens Psiquiátricas. Em 1995, só 22 anos depois de normalizar o homossexualismo, a APA, numa ação mais ousada, removeu também o sadismo e a pedofilia da categoria de desordens de seu manual. Esse manual é uma importante obra de referência usada por toda a classe médica americana para uniformemente definir as patologias do paciente nos hospitais e nos tribunais.

Como parece que o Brasil não quer, infelizmente, ficar atrás nessas inovações, o Conselho Federal de Psicologia já tomou as primeiras medidas para imitar a APA, declarando que o homossexualismo “não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão”.

O que Estudos Mais Sérios Dizem

Embora o Relatório Kinsey tenha por muitos anos servido de fonte de referência para os meios de comunicação com relação à questão homossexual, estão começando a aparecer pesquisas científicas melhores e mais sérias sobre o assunto.
O Dr. Thomas E. Schmidt diz:

Entre os homossexuais, “o uso de drogas e álcool, depressão e suicídio são problemas epidêmicos virtualmente inegáveis, mas esses não são os únicos problemas. Outra preocupação que merece atenção é o número desproporcional de homossexuais masculinos que preferem se relacionar sexualmente com meninos. Os homens homossexuais não são necessariamente pedófilos. No entanto, embora vários estudos revelem que menos de 2% dos homens adultos sejam homossexuais, aproximadamente 35% dos pedófilos são homossexuais.

Além disso, já que os homossexuais pedófilos violentam um número muito maior de crianças do que os heterossexuais pedófilos, aproximadamente 80% das vítimas de pedofilia são meninos que foram violentados por homens adultos. O número de meninos americanos violentados é aproximadamente 3 milhões. É impossível apurar o número de pedófilos masculinos, mas eles podem constituir até 10% dos homossexuais masculinos.

Repito, isso não significa que qualquer homem homossexual também seja pedófilo, mas apenas que a pedofilia é, proporcionalmente, um problema bem maior entre os homossexuais do que entre os heterossexuais… o que piora ainda mais o problema é o fato de que muitos pedófilos negam que a pedofilia seja um problema e reivindicam ser plenamente incluídos no movimento de liberação homossexual. A resposta dos revisionistas aos problemas que descrevi [tais como suicídio, promiscuidade sexual, pedofilia, etc.] é que esses problemas têm origem não no homossexualismo, mas na homofobia.

Isto é, os homossexuais ‘internalizam’ as atitudes negativas da sociedade se envolvendo em comportamentos auto-destrutivos. Embora esse nível de negação possa revelar ainda outra forma de psicopatologia, deixo para os especialistas a tarefa de fazer a diferença entre a questão política e a realidade — se é que eles puderem realmente entrar em acordo entre si de que há uma diferença”.

Em 1985 a revista Los Angeles Times entrevistou 2.628 adultos nos EUA. Nesse estudo, 27% das mulheres e 16% dos homens afirmaram ter sido estuprados. De cada 10 estupros, pelo menos 4 foram cometidos por homossexuais.

A Luta dos Ativistas Gays em Favor da Liberação Sexual das Crianças

A organização não-governamental Family Research Council de Washington, DC, publicou um importante documento intitulado Homosexual Activists Work to Lower the Age of Sexual Consent (Os Ativistas Homossexuais Estão Trabalhando para Abaixar a Idade Legal de Consentimento Sexual). Esse documento revela:

Embora a maioria dos ativistas homossexuais negue publicamente que querem acesso a meninos, muitos grupos homossexuais em vários países estão trabalhando agressivamente para abaixar a idade legal de consentimento sexual. Sua causa está recebendo a ajuda de entidades profissionais de psiquiatria e psicologia. Nos anos recentes, essas entidades têm começado a apoiar a normalização da pedofilia, da mesma forma como fizeram com relação à questão homossexual no começo da década de 1970.

Kevin Bishop, um pederasta (pedófilo) confesso, está promovendo o trabalho da Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) na África do Sul. Bishop, que foi violentado aos 6 anos de idade, é também um confesso homossexual que não tenta esconder a ligação que há entre o homossexualismo e a pedofilia. “Tire a capa do homossexual comum e você encontrará um pedófilo”, disse Bishop em entrevista no jornal Electronic Mail & Guardian de 30 de junho de 1997.

Bishop começou a estudar a questão da pedofilia quando era estudante na Universidade de Rhodes. Ali ele também descobriu a literatura socialista de Karl Marx, que o ajudou a formar suas opiniões.

Bishop está em campanha na África do Sul para ajudar a abolir as leis que limitam a idade para o consentimento sexual. Ele diz que as crianças devem receber o direito a uma educação “que lhes ensine sobre os relacionamentos amorosos na infância e que dê a elas a oportunidade de tomar decisões conscientes de ter relações sexuais”.

Os grupos de ativistas homossexuais no mundo inteiro estão trabalhando para abaixar ou abolir as leis de idade de consentimento sexual a fim de “liberar” as crianças das restrições sociais. Kate Millett, uma feminista radical e teórica marxista, descreveu essa filosofia numa entrevista publicada no livro homossexual Amando Meninos. Millett afirma: “Um dos direitos mais importantes das crianças é expressar-se sexualmente, principalmente umas com as outras, mas também com adultos. Então, a liberdade sexual das crianças é uma parte importante de toda revolução sexual”. Millett diz que a revolução sexual começa trazendo a emancipação das mulheres e termina trazendo a emancipação homossexual…

Os ativistas homossexuais estão suavizando a opinião pública com respeito à questão da relação sexual entre adultos e crianças usando várias instituições: os meios de comunicação, o sistema educacional e principalmente a classe psiquiátrica e psicológica.

Num importante estudo em 1985, o Dr. Paul Cameron, psicólogo americano, descobriu que o abuso sexual contra as crianças é um problema muito mais grave e elevado entre os homens homossexuais do que entre os homens heterossexuais. Aqui estão suas descobertas:

• 153 pederastas homossexuais tinham estuprado 22.981 meninos por um período, em média, de 22 anos.
• 224 pedófilos heterossexuais tinham estuprado 4.435 meninas por um período, em média, de 18 anos.
• Cada pederasta homossexual violentou em média 150 meninos, enquanto cada pedófilo heterossexual violentou em média 20 meninas.

De acordo com a pesquisa do Family Research Council, graças aos esforços do movimento homossexual os “especialistas” na área de abuso de crianças, inclusive psicólogos e psiquiatras, estão dando acobertamento para os pedófilos. Para piorar ainda mais a delicada situação de proteção das crianças, escritores e filmes popularizam o relacionamento sexual entre adultos e crianças.

A Normalização da Pedofilia?

Como parte das campanhas para normalizar a relação sexual com crianças, alguns ativistas homossexuais estão promovendo a idéia de que impedir as crianças de ter relações sexuais é realmente uma forma de abuso contra elas. Aliás, uma revista homossexual elogiou os pedófios como profetas da revolução sexual. Um editorial na edição de julho de 1995 da revista Guide declarou:

Até o momento as crianças estão aprendendo mentiras destrutivas sobre o sexo. Elas são ensinadas que antes de alcançarem a maioridade… qualquer expressão sexual delas equivale a um ato criminoso. Podemos nos orgulhar de que o movimento gay abriga em seu meio indivíduos que têm tido a coragem de declarar publicamente que as crianças têm uma natureza sexual e que elas merecem o direito de se expressar sexualmente com quem quiserem… Contudo, nem sempre podemos nos orgulhar do modo como a sociedade trata nossos profetas…

Precisamos dar atenção aos nossos profetas. Em vez de ficarmos com medo de nos considerarem pedófilos, devemos ter orgulho de proclamar que o sexo é bom, inclusive a sexualidade das crianças… Embora vivamos cercados de moralistas religiosos que pregam destrutivas regras contra o sexo, é nosso dever não ter vergonha de quebrar essas regras e demonstrar que somos leais a um conceito mais elevado de amor. Temos de fazer isso por amor às crianças.

Por razões óbvias, muitos ativistas gays preferem, por enquanto, não defender a pederastia diante do público. Veja o que um deles comenta:

“Do ponto de vista de quem quer ter uma boa apresentação diante do público, é puro desastre deixar que indivíduos que defendem a legalização do ‘amor’ entre homens e meninos participem de marchas do orgulho gay. Não vem ao caso se o sexo entre homens e meninos é bom ou mal. O que é importante considerar é que é difícil refutar as opiniões contra a pederastia. Além disso, a maioria das pessoas a vê com nojo, sem mencionar que em todo o mundo há rígidas sanções legais contra essa prática.”

Em que os Pedófilos Acreditam?
Vejam o que eles mesmos dizem:

NOSSO CREDO

(1) Cremos que todo adulto e criança tem o direito de decidir por si sua própria orientação sexual.
(2) Cremos que todo indivíduo ou grupo que condena o homossexualismo como errado ou pecaminoso é culpado de intolerância.
(3) Cremos que toda criança tem o direito a aulas de educação sexual livres de discriminação e sem interferência dos pais… e o direito de cumprir seu destino de acordo com sua orientação sexual.
(4) Definimos orientação sexual como toda e qualquer inclinação ou impulso que a natureza dá a uma pessoa [então isso significa que também devemos reconhecer os impulsos dos que querem sexo com animais?].
(5) Rejeitamos a noção de que qualquer conduta ou ato praticado em particular entre adultos ou crianças que consentem é antinatural e anormal.
(6) Reivindicamos que o homossexualismo seja reconhecido como um estilo de vida alternativo igual em todos os aspectos aos estilos de vida tradicionais.
(7) Reivindicamos ações judiciais, legislativas e executivas para proteger nossa orientação e preferência sexual.
(8) Condenamos todos os grupos — religiosos ou não — que pregam a intolerância e a discriminação sexual.
(9) Condenamos os pais mal informados que impõem em seus filhos preconceitos contra o homossexualismo.
(10) Declaramos que nada é mais elevado do que a própria pessoa decidir seus próprios valores morais e éticos e que deus criou o homem supremo.
(11) Defendemos o direito dos ateus, anarquistas e agnósticos de viver de acordo com seus valores e crenças.

A NAMBLA, uma organização gay, tem a seguinte filosofia:

“A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (NAMBLA) é uma organização fundada em resposta à extrema opressão que sofrem homens e os meninos envolvidos em relacionamentos sexuais consensuais e outros relacionamentos uns com os outros. A NAMBLA aceita como membros todos os indivíduos simpatizantes da liberdade sexual em geral, mas principalmente do amor entre homens e meninos. A NAMBLA se opõe fortemente às leis de consentimento sexual e outras restrições que impedem os adultos e os jovens de ter pleno prazer físico e controle sobre suas vidas. A meta da NAMBLA é acabar com a antiga opressão contra os homens e meninos envolvidos em relacionamentos mutuamente consensuais. A NAMBLA pretende alcançar essa meta:
(1) construindo uma rede de apoio para tais homens e meninos;
(2) educando o público acerca da natureza benéfica do amor entre homens e meninos;
(3) apoiando a liberação das pessoas de todas as idades do preconceito e opressão sexual.”

“Objetivo Geral: Melhorar a condição social e a imagem pública dos pedófilos, eliminar as sanções legais contra a conduta pedófila e conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças. Pretendemos alcançar esse objetivo:

1. Buscando melhorar a imagem pública dos pedófilos mediante:

A. Supervisão de currículos de aulas de psicologia e educação sexual em escolas públicas, faculdades e universidades, buscando eliminar os velhos estereótipos e falsidades com relação à pedofilia e à sexualidade das crianças.
B. Consulta com autoridades na área de doença mental e conduta sexual humana para encorajar uma atitude compassiva para com a pedofilia.
C. Lobby legislativo para reduzir as sanções legais contra a conduta pedófila em particular e contra toda conduta sexual em geral, e para aumentar os direitos da criança para que ela possa decidir o que quiser.
D. Alianças com grupos feministas e outras organizações para estabelecer o princípio de que os objetivos de todos os grupos de liberação são essencialmente os mesmos: a eliminação de leis sexistas e autoritárias que controlam a vida humana: e que a liberação das crianças é a essência de toda liberação humana.

2. Publicação e disseminação de literatura apoiando as metas da liberação pedófila.

3. Publicação e disseminação de literatura para conscientizar o público acerca das necessidades emocionais e sexuais das crianças, principalmente à luz das pesquisas do desenvolvimento cognitivo.”

O que os Ativistas Gays Dizem?
A seguir estão declarações de vários ativistas gays:

“O amor entre homens e meninos é o alicerce do homossexualismo… Não devemos deixar que a imprensa e o governo nos seduzam e nos façam acreditar em informações erradas. O estupro de crianças realmente existe, mas há também as relações sexuais boas. E precisamos apoiar os homens e os meninos nesses relacionamentos.”

“A maioria dos pedófilos (pessoas que sentem interesse sexual em crianças) são gentis e amorosos. Eles não são perigosos do jeito que os estupradores de crianças são considerados, por estereótipo, perigosos.”

“Pode ser que a pedofilia seja não um desvio sexual, mas uma orientação sexual. Isso nos leva a perguntar se os pedófilos podem ter direitos.”

“Naqueles casos onde crianças têm relações sexuais com um irmão mais velho que é homossexual… minha opinião é que muitas vezes é a própria criança que deseja essa relação, e talvez a peça, por curiosidade natural… ou porque ela é homossexual e instintivamente sabe disso… Diferente de casos de meninas e mulheres estupradas à força e traumatizadas, a maioria dos gays tem boas memórias de seus primeiros encontros sexuais quando eram crianças.”

“Os amantes de meninos e as lésbicas que têm amantes mais jovens são as únicas pessoas que estão se oferecendo para ajudar os jovens… Eles não são estupradores de crianças. Os estupradores de crianças são os padres, os professores, os terapeutas, os policiais e os pais que forçam os jovens, que estão sob sua responsabilidade, a aceitar sua moralidade fora de moda. Em vez de condenar os pedófilos por seu envolvimento com jovens gays e lésbicas, devíamos apoiá-los.”

“Na minha opinião, a pederastia devia receber o selo de aprovação. Acho que é verdade que os amantes de meninos [os pederastas] são muito melhores para as crianças do que os pais…”

“Sexo entre jovens e adultos é uma das questões mais difíceis no movimento gay. Quando é que um jovem tem o direito e a autoridade de fazer suas próprias decisões sexuais? De que modo as leis contra sexo entre adultos e crianças são usadas especificamente para mirar os gays?”

“Se eu fosse examinar o caso de um menino de 10 ou 11 anos que sente intensa atração por um homem de 20 ou 30 anos, se o relacionamento é totalmente mútuo e o amor é totalmente mútuo, então eu não chamaria isso de doentio de forma alguma… Quando os ativistas gays começaram suas campanhas políticas, não havia suficientes informações científicas com que basear sua luta para promover os direitos gays. Mas não se precisa de informações cientificas essenciais a fim de se trabalhar ativamente para promover uma ideologia específica, enquanto se está preparado para ir para a cadeia. Não é desse jeito realmente que sempre ocorrem as mudanças sociais?”


“Nosso trabalho só estará concluído quando pudermos dizer que o mundo todo virou gay”.

“Nos casos de consentimento mútuo e atração sexual mútua, a própria atividade sexual [entre homens e meninos] parece não produzir nenhum efeito danoso. Espera-se que isso possa tranqüilizar os pais e ajudá-los a evitar preocupações e desilusões desnecessárias.”

Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual (Editora Betânia) e membro do Howard Center for Family, Religion & Society, de Rockford, EUA.
Copyright Ó 2001 de Julio Severo. É proibida a reprodução deste documento sem a autorização expressa de seu autor.

Fonte: MOSES e http://juliosevero.blogspot.com
APEP apóia VINACC na Campanha em Defesa da Família e das Garantias Constitucionais

A APEP – Associação de Pastores Evangélicos da Paraíba, vem, através do presente, solidarizar-se com o MANIFESTO apresentado pela VINACC à sociedade paraibana em defesa da família, tão maltratada pelos problemas morais e sociais que a tem atingido nos últimos anos, e da constituição, que nos garante o exercício da liberdade de manifestação do nosso pensamento.
Entendemos que o posicionamento da VINACC é cristão, e profundamente sério, neste momento em que a nação brasileira, especialmente, a comunidade evangélica, aguarda uma resposta equilibrada do senado federal quanto à chamada lei da homofobia.
Nem a VINACC, nem a comunidade evangélica brasileira, tem se levantado contra qualquer grupo neste momento histórico de nossa nação. Apenas, entendemos que, com cidadãos brasileiros e, especialmente, como cristãos, não poderemos ser tolhidos na nossa responsabilidade de declarar as sublimes verdades das Escrituras Sagradas do Velho e Novo Testamento.
Atenciosamente,
Rev. Aguinaldo Melo do Nascimento
presidente
Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Arcebispo da Paraíba parabeniza campanha da VINACC em defesa da Família e da Constituição

ARQUIDIOCESE DA PARAÍBA
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João Pessoa, 21 de Junho de 2007


Caríssimos Pr Euder Faber e Pr Jadiel Davi

Ao apresentar-lhes os meus fraternais cumprimentos, desejo que a Paz do Senhor Jesus esteja com todos os que Ele mesmo congrega em sua Caridade, por amor ao seu Santo Nome!

Com alegria acuso o recebimento do oficio expedido por VV. RR, relativo às iniciativas da VINACC. Presto-lhes a minha solidariedade e efusivos votos de louvor e gratidão a Deus, bem como aos que oportunamente empreendem a presente mobilização pela moralização e liberdade de expressão de pensamento humanista e cristão.

Dignos de sinceras considerações de apreço e aplausos registro a minha admiração aos que redigiram o Manifesto, doravante divulgado. Merecem, pois, o apoio da sociedade organizada. Encarecendo o valor de tais iniciativas que, certamente serão reproduzidas, atrairão a atenção dos que não devem deixar se enganar por falácias e engodos de propagandas malsãs, contrárias às orientações da Palavra de Deus e da sadia tradição cristã.

Parabenizo a coragem com a qual VV. RR. e suas respectivas Comunidades Evangélicas passam atuar no campo sócio-político, em defesa e promoção da liberdade de expressão ética e democrática, restaurando a formação da civilização cristã, enaltecendo os princípios morais, consubstanciados na doutrina de Jesus Cristo, conformes os seus exemplos no Evangelho.

Que o Senhor os abençoe ricamente, com as iniciativas em curso, conseguindo pleno êxito!



Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Metropolitano da Paraíba

Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Instituições religiosas e civis realizam ato em defesa da Família e dos princípios bíblicos

A VINACC, ao promover a campanha em defesa da família e dos princípios consagrados na Bíblia Sagrada, programou para o dia 22 de Junho de 2007, às 9h, uma manifestação pública na Praça da Bandeira – conhecido ponto de manifestações de pensamentos e opiniões em Campina Grande, Estado da Paraíba.

A manifestação referida foi interrompida, entretanto, por determinação da Justiça Paraibana, que atendeu pedido formulado em ação inominada proposta por instituições não governamentais.

Tal interrupção, porém, não impediu que os objetivos traçados inicialmente fossem alcançados, já que diversas instituições uniram-se à VINACC no sentido de expressar suas opiniões e alertar à sociedade para o risco de se estar ignorando os princípios cristãos.

Na oportunidade, diversos líderes se pronunciaram sobre o projeto de lei nº 122/2006 que está tramitando no Congresso Nacional e que, entre outras proibições, tem em seu texto, explicitadas intenções de impedir que os cristãos se pronunciem sobre relacionamentos que não estejam previstos na Bíblia Sagrada.

Pessoas de várias camadas sociais de Campina Grande, e de várias faixas etárias, acorreram à Praça da Bandeira objetivando prestar apoio moral e espiritual à VINACC.

Em determinado momento, o Representante Legal da VINACC recebeu a visita de um Oficial de Justiça que, cumprindo um mandado de intimação, esclareceu que a instituição não poderia realizar o evento, vez que havia sido deferida uma liminar que determinava a suspensão do mesmo.

A VINACC atendeu, prontamente, a determinação judicial que foi comunicada aos presentes. No entanto, As manifestações não deixaram de ser realizadas, pois como dito, outras instituições – que não foram proibidas de expressar suas opiniões – estavam no local e resolveram fazer uso desse direito constitucional.

Com isto, embora impedida de fazer uso de um direito que é garantido na Constituição Federal, a VINACC levou a sociedade a debater sobre um tema que, no entendimento daqueles que a fazem, não pode ficar restrito ao Congresso Nacional.

Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Grupos ligados aos movimentos homossexuais promovem ato de intolerância durante manifestação evangélicas

A VINACC promoveu campanha em defesa da família e dos princípios consagrados na Bíblia Sagrada, programada para o dia 22 de Junho de 2007, às 9h, com uma manifestação pública na Praça da Bandeira – conhecido ponto de manifestações de pensamentos e opiniões em Campina Grande, Estado da Paraíba.

Por volta das 10:30 da manhã a VINACC foi intimada a suspender a campanha levantada em defesa da Família e da Constituição, iniciada nesta sexta-feira (15). Obedecendo à decisão jurídica o seu representante legal, Pr Euder Faber, se retirou do local suspendendo assim o ato público.

No entanto durante o período da realização do manifesto patrocinado pela Vinacc e o Projeto Jonas, manifestantes do movimento gay tentaram impedir a realização do ato com gritos de guerra, apitos, acenos desrespeitosos, fazendo barulhos com tampas de panela e carro de som. A força policial foi acionada, onde policiais fizeram uma corrente humana a fim de evitar que houvesse confrontos. Contudo a igreja do Senhor permaneceu no local de maneira pacífica, orando e louvando a Deus pela libertação e salvação dos manifestantes.

Segundo o pastor Euder Faber, Isso tem demonstrado uma terrível contradição, dentro do movimento homossexual, que tem um discurso em defesa da tolerância, mas ao mesmo tempo age com extrema intolerância contra todos que levantam sua voz, contra o movimento homossexual, completou.

Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Pastores podem ir para a cadeia se for aprovada lei da mordaça

Pe. Luiz Carlos L. da Cruz
Diretor da Fundação Pró-Vida

Há um atentado à vida e a família bem mais iminente do que a legalização do aborto, e que tem suscitado tímidas reações entre os cristãos. Trata-se do projeto de incriminar a “homofobia”, ou seja, de punir como criminosos todos aqueles que criticam o homossexualismo (caso essa lei seja aprovada no Senado, um pastor pode parar na cadeira, se instruir suas ovelhas acerca do que diz a Palavra de Deus sobre o homossexualismo, se um ativista gay provar que está sendo discriminado).

A história do projeto

No dia 07/08/2001, a deputada Iara Bernardi (PT/SP) apresentou na Câmara um projeto que “determina sanções às práticas discriminatórias em razão da orientação sexual das pessoas”. Em 23/11/2006, ele foi aprovado pela Câmara e encaminhado ao Senado. No Senado, o projeto recebeu o número PLC 122/2006 e, no dia 07/02/2007, foi encaminhado ao gabinete da Senadora Fátima Cleide (PT/RO), designada como relatora na Comissão de Direitos Humanos (CDH).

No dia 07/03/2007, a relatora apresentou voto favorável à aprovação do projeto. A proposição já estava pronta para a pauta quando a relatora, em 15/03/2007, pediu a sua retirada para “reexame da matéria”. Foi uma retirada estratégica, pois o Senado estava recebendo várias mensagens de protesto. No entanto, o projeto pode ser votado — e aprovado — a qualquer momento (...) O perigo é iminente, mas parecemos estar “deitados eternamente em berço esplêndido”.

O que já está acontecendo

Em 10 de abril deste ano, a BBC noticiou que o arcebispo de Gênova (Itália), presidente da CEI (Conferência Episcopal Italiana) foi colocado sob escolta policial depois de ter recebido ameaças de morte de ativistas homossexuais. Na Inglaterra, o bispo anglicano de Hereford, Anthony Priddis, está sendo processado por ter-se recusado a empregar um homossexual declarado (lá foi aprovada a “Lei de Orientação Sexual”, semelhante àquela que nosso presidente pretende sancionar).

Na Suécia, em julho de 2004, o pastor Ake Green foi condenado a um mês de prisão por ter feito um sermão contra o homossexualismo. No Brasil, em 2004, o arcebispo emérito do Rio de Janeiro Dom Eugênio Sales foi ameaçado com uma enxurrada de processos vindos de homossexuais, incomodados por artigos de jornal que criticavam suas condutas (...)

O que está para acontecer

A lei que pretende conceder privilégios ao homossexualismo, criando a figura penal da “homofobia”, está muito longe de ser inofensiva. Já agora os homossexuais militantes, organizados em associações, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação social, vêm obtendo, junto ao Judiciário, indenizações por “danos morais”, pensão alimentícia após a morte do “companheiro” e inclusive o direito de adotar crianças! Há juízes e tribunais decidindo contra a lei, à semelhança daqueles que “autorizam” a prática de um aborto de bebê anencéfalo.

O PLC 122/2006, se convertido em lei, conforme compromisso do presidente, acarretará uma perseguição religiosa sem precedentes em nosso país. Vejamos:

• A proposta pretende punir com 2 a 5 anos de reclusão aquele que ousar proibir ou impedir a prática pública de um ato obsceno (“manifestação de afetividade”) por homossexuais (art. 7°).
• Na mesma pena incorrerá a dona-de-casa que dispensar a babá que cuida de suas crianças após descobrir que ela é lésbica (art. 4°).
• A conduta de um sacerdote (ou pastor) que, em uma homilia, condenar o homossexualismo poderá ser enquadrada no artigo 8°, (“ação [...] constrangedora [...] de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica”).
• A punição para o reitor de um seminário que não admitir o ingresso de um aluno homossexual está prevista para 3 a 5 anos de reclusão (art. 5°)

O cerne da questão

O motivo central pelo qual esse projeto deve ser totalmente rejeitado é que ele pretende dar direitos ao vício. O homossexualismo não acrescenta direitos a ninguém. Se um homossexual praticante tem algum direito, conserva-o apesar de ser homossexual, e não por ser homossexual. O mesmo se pode dizer de qualquer outro vício. O bêbado, o adúltero, a prostituta... só têm direitos como pessoas, mas não por causa da embriaguez, do adultério ou da prostituição.

O homossexual, por ter escolhido livremente praticar esse vício, deve arcar com o ônus de sua opção. Não pode exigir que um seminário o acolha para que ele se torne sacerdote ou pastor. Nem pode querer impedir que, em uma homilia, um pregador reprove sua conduta. Não pode queixar-se de seu empregador querer demiti-lo temendo a corrupção moral de sua empresa.

Não pode exigir que um juiz da infância lhe dê uma criança para adotar. Não pode obrigar uma mãe de família a confiar nele para cuidar de seus bebês. Não pode forçar a população a tolerar seus atos de obscenidade praticados em público.

A simples promulgação dessa lei (Deus não o permita!), independentemente de qualquer efeito persecutório, será uma horrenda mudança qualitativa em nossa legislação. Se aprovada essa lei, por ação ou omissão dos brasileiros, este país ter-se-á rebelado contra Deus, transformando em direito aquele pecado “muito grande” (Gn 18,20) que clamava aos Céus por castigo. É de se temer que nossa pátria tenha um destino semelhante ao que teve a cidade de Sodoma (Gn 19).

MANIFESTE-SE contra esse projete de Lei usando o “Alô Senado”. É grátis: 0800 612211 como também enviando e-mail, carta e fax. endereços dos senadores no site www.vinacc.org.br
VINACC realiza campanha em defesa da Família e da Constituição com grande êxito

A VINACC promoveu uma campanha de 15 a 22 de junho deste ano, em defesa da família e dos princípios consagrados na Bíblia Sagrada, programado para o dia 22 , às 9h, uma manifestação pública na Praça da Bandeira – conhecido ponto de manifestações de pensamentos e opiniões em Campina Grande, Estado da Paraíba.

Um dia antes do ato púbico, a VINACC recebeu uma carta do arcebispo da Paraíba, D. Aldo Pagotto, prestando-lhe solidariedade pela iniciativa da campanha em se mobilizar “pela moralização e liberdade de expressão de pensamento humanista e cristão”.

Ele falou de sua admiração por aqueles que redigiram o Manifesto da Campanha em defesa da Família e da Constituição afirmando que os mesmos merecem o apoio da sociedade organizada.

O arcebispo ainda parabenizou a coragem dos que participaram da mobilização que segundo ele, “passam atuar no campo sócio-político, em defesa e promoção da liberdade de expressão ética e democrática, restaurando a formação da civilização cristã, enaltecendo os princípios morais, consubstanciados na doutrina de Jesus Cristo, conformes os seus exemplos no Evangelho”.

Na sexta-feira (22) por volta das 10:30 da manhã a VINACC foi intimada a suspender a campanha levantada em defesa da Família e da Constituição. Obedecendo à decisão jurídica o seu representante legal, Pr Euder Faber, se retirou do local suspendendo assim o ato público.

No entanto durante o período da realização do manifesto patrocinado pela Vinacc e o Projeto Jonas, manifestantes do movimento gay tentaram impedir a realização do ato com gritos de guerra, apitos, acenos desrespeitosos, fazendo barulhos com tampas de panela e carro de som.

A força policial foi acionada, onde policiais fizeram uma corrente humana a fim de evitar que houvesse confrontos. Contudo a igreja do Senhor permaneceu no local de maneira pacífica, orando e louvando a Deus pela libertação e salvação dos manifestantes.

Segundo o pastor Euder Faber, isso tem demonstrado uma terrível contradição, dentro do movimento homossexual, que tem um discurso em defesa da tolerância, mas ao mesmo tempo age com extrema intolerância contra todos que levantam sua voz, contra o movimento homossexual, completou.

A campanha teve uma repercussão em todo país, sendo noticiada e acompanhada pelos principais veículos de comunicação, desde os portais de notícias a redes de televisão.

Para o pastor Euder a campanha teve grande êxito por ter despertado a igreja evangélica e toda sociedade sobre o risco da aprovação do projeto de lei 122/2006 que se encontra no Senado Federal.
Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Deus reconhece apenas dois sexos
29/06/2007

Ao chegar nas escadarias da Universidade (UEPB) deparei-me com um texto que me chamou atenção: “Love Knows No Gender” (em anexo). Parei nas escadarias e li espantado o texto, cuja tradução do título é: “O amor desconhece Gênero”. O teor do texto criticava “chocado” a Campanha em Defesa da Família e das Garantias Constitucionais de Liberdade de Pensamento, Expressão e de Religião”, promovida pela VINACC e defendia o Projeto de Lei nº 122/2006 que iguala a homofobia ao crime de preconceito social, religioso e racial.

O texto não possui a indicação do autor, o que talvez torne minha crítica mais ideologizada e livre de qualquer direção pessoal, já que nem sequer conheço o autor, percebendo apenas seu sexo devido às marcas textuais deixadas no texto. Talvez a própria falta de indicação de autoria do texto dá-se por um medo de se comprometer e de ser posto entre um dos GLBT’s.

Por outro lado, o autor do texto se auto denomina cristã, muito embora defenda o projeto de lei que condena qualquer discurso contrário ao homossexualismo. Esta auto-denominação prova mais uma vez o quanto que os conceitos no tempo pós-moderno estão cada vez mais relativizados, sendo possível alguém se auto intitular “cristão” e, ainda assim, condenar o discurso cristão, defendido, inclusive na própria base de fé do cristianismo, a Bíblia Sagrada.

O autor do texto considera uma lavagem cerebral a campanha da VINACC, mas não se apercebe que verdadeira lavagem cerebral é a que o Governo Federal faz quando capacita professores para lidar com nossas crianças nas escolas, direcionando suas consciências para se submeterem ao homossexualismo como algo normal, e abandonarem o conceito tradicional, verdadeiramente normal e natural dos dois sexos.

Não escrevo com a intenção de provocar perseguição ao homossexualismo, pois embora respeite o direito de qualquer ser humano viver o comportamento homossexual, não posso admiti-lo como algo natural que deva ser reconhecido legalmente, pois do ponto de vista bíblico, físico, psicológico e moral, o comportamento é maléfico e prejudicial. O homossexualismo é um comportamento adquirido em certas condições até mesmo familiares. Conforme pesquisas reconhecem, grande parte dos homossexuais foram abusados sexualmente na infância, o que na maioria das vezes provoca este comportamento.

Segundo o texto, a intenção do referido projeto de lei seria “penalizar as mentes fechadas que acabassem por cometer algum tipo de violência” contra os LGBT’s. A título de exemplo de violência, o autor cita uma pesquisa de que, “em média, a cada três dias um LGBT é assassinado no Brasil [que é] campeão mundial de homicídios contra gays, seguido do México e dos Estados Unidos” (acréscimo nosso). Entretanto o dado é incompleto.

O site do Grupo Gay da Bahia apresenta que nos últimos 25 anos 2.511 homossexuais foram assassinados. Neste mesmo período 800 mil homens, mulheres e crianças também foram assassinados, o que significa que tal número de homossexuais assassinados não significa sequer um por cento da população assassinada no mesmo período. Deste modo, a cada dia são assassinados em torno de quase 90 brasileiros, o que representa a cada 270 homens, mulheres e crianças assassinadas, 1 homossexual apenas.

Além disso, esse projeto de Lei vai criminalizar grupos que não são causadores desta violência. É certo que o discurso da Igreja, católica ou protestante, na verdade o discurso bíblico, não é o causador dos crimes cometidos contra os homossexuais. Não existe nenhum grupo secreto cristão provocando homocídio (homicídio de homossexuais) no Brasil.

Entretanto, a maioria destes homicídios à classe do LGBT é cometido porque grande parte destes dão-se à prostituição nas noites, quando ficam à mercê de criminosos que, além de abusar sexualmente, lhes matam. O site do Grupo Gay da Bahia apresenta 24 travestis assassinados em 2005 e 15 destes eram “profissionais do sexo”. O mesmo tipo de crime ocorre com prostitutas, e a solução para esta violência não está em reconhecermos legalmente a prostituição como profissão.

Ao contrário do que o autor do texto faz crer, a VINACC nem as Igrejas Evangélicas não querem coibir o direito de nenhum indivíduo optar sobre sua própria vida, nem mesmo violentá-lo fisicamente, como se sugere. Desejamos apenas a liberdade de dizer que isto não é normal, nem natural, mas que fere os desígnos do Deus Verdadeiro que inspirou a Bíblia Sagrada.

A intenção da campanha não é promover um “jihad religioso” contra os homossexuais, eliminando-os do planeta como outro charge publicado na internet e exposto nas ruas sugere, mas conscientizar a população de que este comportamento não é natural; pode até ser pessoal e livre para qualquer pessoa experimentá-lo, mas não natural, a ponto de nossos representantes aprovarem uma lei que proíba qualquer mensagem contrária ao comportamento homossexual.

A Igreja Evangélica não odeia os homossexuais, não tem fobia a eles, e nem considera o homossexualismo o pior de todos os pecados. A mensagem bíblica e evangélica vê o homossexualismo como um pecado igual a outros tantos, para o qual há perdão e libertação se houver arrependimento e conversão sincera, pois, como diz as Escrituras, “os que as confessa e deixa alcança misericórdia” (Pv. 28.13). Deus ama o homossexual, embora repudie o homossexualismo como prática pecaminosa e anti-natural.

Os templos evangélicos estão repletos de ex-homossexuais que foram libertos pela mensagem do Evangelho que é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm. 1.16) e vivem abençoados, casados e pais de filhos em verdadeira família. Há vida em Cristo para qualquer pecador, inclusive o homossexual que pode ser livre do poder do pecado pelo poder de Jesus Cristo.

Isto ocorre porque o homossexualismo não é uma condição natural do ser, mas um comportamento pecaminoso adquirido. A VINACC tem direito de citar o que a Bíblia diz acerca de Deus ter criado no princípio homem e mulher e ter visto que isso era bom. Este discurso não é dela, mas de Deus nas Escrituras. Do mesmo modo que os homossexuais querem o direito de viver o seu comportamento, os cristãos desejam permanecer com a liberdade de pregar as Escrituras, o que nos é um direito conquistado pela liberdade de consciência e de crença da Constituição Federal.

Por Pr. Weber Firmino Alves
Bel. em Teologia com Concentração em Missiologia pelo Betel Brasileiro,
Licenciando em Letras pela UEPB,
Pastor da Congregação da IEC El-Shaddai em Esperança-PB
prweberalves@yahoo.com.br
Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
Heterofóbicos atacam novamente
Postado por Mauro Meister

Esta breve postagem é só uma continuidade de outras anteriores tratando da chamada lei contra a homofobia, o PLC 122/2006, que cria uma casta especial de cidadãos homossexuais, com direitos especiais, que ninguém mais tem, proibindo o direito da liberdade de expressão de quem quer que seja. A lei legaliza a heterofobia. Se quiser se inteirar sobre o assunto neste blog, leia:

• A Sociedade Refém da Visão Homossexual de Vida
• A lei da homofilia, para leigos...
• Mensagem Presbiteriana Sobre Aborto e Homofobia

Já começou, e para mim fica evidente, o que esta lei vai provocar: bagunça e tumulto.

Está por todos os jornais e noticiários o que aconteceu em Campina Grande, na Paraíba. Uma associação evangélica local resolveu se manifestar contra o tal projeto e contra a prática homossexual, algo condenado pelas Escrituras judaico-cristãs (http://www.conscienciacrista.org.br/).

Resultado: uma juíza local proibiu a manifestação através de outdoors e também uma manifestação pública pacífica onde o direito da liberdade de expressão foi cerceado.

Os outdoors foram retirados e a manifestação só aconteceu porque a ordem expedida pela juíza não chegou a tempo. (veja nos links abaixo as reportagens da TV para ver os outdoors, porque em Campina Grande foram retirados, e a imagem no site, também):

http://www.youtube.com/watch?v=EzuehhPHuJM&mode=related&search=
http://www.youtube.com/watch?v=hcKLksg2xY0
http://video.globo.com/videos/player/noticias/0,,gim692002-7823-polemica+em+outdoors+de+campina+grande,00.html (é claro que as matérias, principalmente da Globo, têm uma certa inclinação, mas não precisa dizer prá que lado...).

A alegação contra a associação é que seus outdoors e a manifestação pública promovem a homofobia. É mentira, mais uma mentira dentro deste conjunto nefasto de associações que querem, com o apoio total do governo, nos colocar reféns desta visão de mundo (veja a postagem acima, do Solano).

Concordo com Olavo Carvalho, esta lei vai promover a homofobia (JB Online, Porcaria de Lei)! Em uma das reportagens acima, o entrevistado, presidente da rede nacional Vivendo e Convivendo com HIV/ AIDS diz que o Ministério da Saúde lhes enviou correspondência instruindo que tomassem providências legais a respeito do caso!

Outdoor virou motivo de manifestação do Ministério da Saúde que acusa a campanha por internet e os outdoors como desrespeito aos direitos humanos e que fere vários dispositivos constitucionais! O Ministério da Saúde coloca a sua acessória jurídica "totalmente a disposição" para que a associação efetive a orientação dada.

Antigamente, quando havia crime, o ministério público era o encarregado. Onde vamos parar?

Para não ficar só no negativo, vejo um lado interessante: o episódio heterofóbico em Campina Grande servirá como um teste quando recursos surgirem nos tribunais superiores e um alerta maior à população mais esclarecida do país quanto à ditadura homossexual que se planeja impor por lei, mas que na prática já está funcionando.

Já se ouve relatos de líderes religiosos sendo perseguidos assim como de políticos contra a lei que estão sendo pressionados por seus partidos para votarem a favor do projeto. Daqui a alguns dias, quando voltarem ao Tempora, pode ser que encontrem mensagens do tipo: "Post retirado do ar por ordem judicial"! "Blogueiros presos: favor voltar em três (3) anos".

Um colega, pastor, enviou a seguinte carta aos Procuradores do Estado da Paraíba,ilustrativa do tipo de ação que devemos tomar:

Exmos. Senhores Procuradores do Estado da Paraíba,

Tenho acompanhado pela mídia o caso dos out-doors em Campina Grande-PB e fiquei estarrecido e muito preocupado com a decisão judicial contra a exposição da mensagem dos referidos cartazes.

Pois trata-se tão somente da manifestação da convicção religiosa de cidadãos brasileiros da Paraíba, que simplesmente transcreveram um texto da Bíblia, sem nenhum traço de violência ou de incitação à mesma.

Porque será que um grupo pode manifestar livremente as suas opiniões e convicções e outros não? Será que temos em nosso país, brasileiros que sejam mais brasileiros do que os demais? Será que temos uma casta de brasileiros da qual ninguém pode discordar? É crime ter opinião e expressa-la?

Senhores isto é muito sério, pois tal decisão fere o sagrado direito à liberdade de consciência e de expressão;

POR ISSO SOLICITO A INTERVENÇÃO DOS SENHORES NESTA SITUAÇÃO FAZENDO VALER OS DIREITOS CONSTITUCIONAIS DAQUELES QUE, RESPEITOSAMENTE, SE MANIFESTARAM CONTRA A PRÁTICA HOMOSSEXUAL.

Rev. Paulo Fontes
Igreja Presbiteriana Ebenézer, SP

Pensamentos posteriores:

1. Foi anunciado em alta voz o assassinato de um homossexual francês depois da parada gay. Dizem que foi homofobia. Pois bem, um garçom, brasileiro mesmo, foi assassinado na mesma região. Será que agora vão incluir na lei os garçons?

2. As emissoras de televisão e governo não chegam a um acordo quanto à questão do grupo que deve fazer a classificação da programação nas emissoras. O governo quer colocar seus representantes e as emissoras insistem em fazer auto-gestão. O temor das emissoras é a 'censura'. Não vi nenhum dos artistas ativistas falando contra a censura aos outdoors e site da VINAAC.

Fonte: http://tempora-mores.blogspot.com/2007/06/heterofbicos-atacam- novamente.html
OEA privilegia o homossexualismo

Governo do Brasil apresentou na Organização dos Estados Americanos (OEA) uma resolução que proíbe discriminação por “orientação sexual”, e agora essa resolução está sendo usado por grupos homossexuais internacionais para avançar a ideologia homossexual em todo o continente americano.

O homossexualismo na OEA. Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS (agência da ONU que trabalha na questão da AIDS). Aliança com o feminismo. Nomes e organizações.

O movimento GLTB (gays, lésbicas, transexuais e bissexuais) anunciou seu “desembarque no sistema interamericano”, patrocinado pelo Secretário Geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza. Uma amostra a mais da perversão do sistema internacional de direitos humanos (NG 738, 747, 749 entre outros).

Segundo declarações do lobby homossexual, a ausência na Organização dos Estados Americanos (OEA) de representantes da Santa Sé e dos países islâmicos transforma esse fórum em lugar ideal para impor o homossexualismo com a força do direito internacional (NG 769).

Como informamos reiteradamente, o movimento homossexual internacional pretende mudar os sistemas jurídicos para criminalizar, perseguir, prender e privar de todos os direitos civis todos os que afirmarem que os atos homossexuais constituem uma desordem antinatural, e no melhor dos casos são devidos a uma enfermidade.

Segundo o projeto da Convenção Interamericana contra a Discriminação, também serão castigados aqueles que forem suspeitos de “inspiração homofóbica” (NG 708 y 758).

Como no caso do reconhecimento do aborto como “direito humano”, que as ONGs abortistas davam por garantido na década de 1990 e que logo se transformou na legislação iníqua de muitos países, os poderosos que influem na opinião pública e nos ambientes políticos proclamam agora que: “Tribunais nacionais e internacionais, organizações encarregadas de vigiar o cumprimento dos tratados de direitos humanos e especialistas já reconhecem que as pessoas são expostas regularmente à violência ou discriminação por causa de sua orientação sexual, identidade de gênero ou expressão de gênero, reais ou percebidas”, discriminação que é exagerado ou simplesmente falso (NG 758).

Homossexualismo na OEA: na Assembléia Geral

“Durante a 37ª Assembléia Geral da OEA (Panamá, 3 a 5 de junho de 2007) nas reuniões de Debates dos Ministros de Assuntos Externos com representantes da sociedade civil, a Organização dos Estados Americanos (OEA) recebeu contribuições e sugestões de organizações de minorias sexuais”, disse em seu comunicado oficial uma organização de ativistas homossexuais.

O presidente da Organização de Transexuais pela Dignidade da Diversidade, Andrés Rivera, leu as queixas do movimento homossexual internacional: “nossa diversidade, que é uma contribuição para a riqueza da humanidade, em lugar de ser celebrada, é castigada através de formas múltiplas de discriminação e violência que restringem nossos direitos e seu pleno gozo”.

Os homossexuais entregaram aos representantes dos países americanos uma declaração cuja finalidade pretende “garantir o desenvolvimento pleno e sustentável para as pessoas”. A declaração diz: “Apelando para a Declaração Americana dos Direitos e Deveres do Homem e a Declaração dos Direitos Humanos, as minorias sexuais recomendam os seguintes pontos à OEA:

“Que os Estados investiguem seriamente todas as denúncias de violações dos direitos humanos das pessoas LGBTTTI, que atentem contra a vida, dignidade e integridade psicológica, física e sexual”. OBS do NCI: Convenientemente, não definem o que se quer dizer com “atentar contra a dignidade e integridade”...

“Que os Estados apliquem sanções aos responsáveis das violações, ofereçam indenizações efetivas às vítimas, instruam à polícia e tomem medidas preventivas para que essas violações não voltem a ocorrer”.

“Que os Estados revoguem as leis que criminalizam condutas sexuais consensuais entre pessoas adultas e elaborem, implementem e executem leis antidiscriminação e revisem sua legislação para eliminar toda norma que penalize e discrimine as pessoas por sua orientação sexual, expressão e identidade de gênero”. OBS do NCI: Convenientemente, não definem o que se quer dizer com “penalizar e discriminar pessoas por sua orientação sexual”, nem o que seja “expressão” da orientação sexual da pessoa. E se, como tem sido cada vez mais freqüente, essa “expressão” for um ato abusivo e impune que se aproveita dessa condição única e especial de “protegido”? Por exemplo, considera-se normal restringir “expressões” de heterossexuais em local público (na rua, no shopping, num restaurante, num cinema, numa igreja etc.) que causem constrangimento aos freqüentadores do local; porém, quando forem um homossexuais causando o mesmo tipo de constrangimento, não se pode agir de igual maneira?Para os que responderem que sim, pode-se agir de igual maneira, é bom se informarem sobre como a realidade JÁ É a de violenta reação dos ativistas GLBT quando se sentem incomodados por qualquer tentativa de restrição de sua “expressão”, não importa onde estejam, recorrendo a “beijaços” coletivos no local, até coisas absurdas como acusação formal com boletim de ocorrência (alegando, falsamente, tratar-se de “homofobia” ou “discriminação”), prisões, sanções e até ameaças de morte...

“Que os Estados implementem políticas de igualdade para superar a exclusão social da comunidade LGBTTTI; desenvolvam campanhas contra a homofobia, lesbofobia, transfobia, bifobia, interfobia que incluam capacitação para funcionários estatais e para a comunidade em geral, e instituam o 17 de maio como Dia Internacional de Luta contra todas as formas de Intolerância”. OBS do NCI: Mais uma vez, convenientemente, não definem o que querem dizer com “campanhas”. Isso abre portas para os disparates inaceitáveis que temos visto, como doutrinamento de crianças nas escolas para que adotem a ideologia ativista homossexual, entre outras agressões.

“Que a Assembléia Geral adote o projeto de resolução CP/CAJP-2513/07, Projeto da Convenção Interamericana contra o Racismo e Todas as Formas de Discriminação e Intolerância, e os Estados se comprometam a avançar nas negociações para aprovar num período razoável o Anteprojeto da Convenção, incluindo as formas relacionados com a orientação sexual, a identidade e a expressão de gênero”.

“Que os Estados implementem as recomendações emanadas dos informes apresentados pelas organizações LGBTTTI perante o Sistema Internacional e Regional de Direitos Humanos”.

“Que os Estados eliminem os obstáculos que limitam a liberdade de associação e impedem a participação efetiva das organizações da comunidade LGBTTTI no sistema da OEA”. OBS do NCI: Será que os Estados e a OEA abrirão o mesmo espaço, com a mesma amplitude e influência, para, por exemplo, a associação de organizações da comunidade cristã que representem as muitas vítimas da intolerância, discriminação, censura, perseguição e ameaças por parte do ativismo GLBT, vendo caçados e negados seus direitos mais básicos, dentre eles o da liberdade de crença, de culto e de opinião?

“Que os Estados se comprometam a garantir que a composição da Comissão Interamericana de Direitos Humanos inclua a diversidade da comunidade das Américas, inclusive a igualdade de gênero”.

“Que em todos os documentos oficiais referentes à discriminação se inclua a orientação sexual, expressão e identidade de gênero como categorias protegidas”. OBS do NCI: De novo, convenientemente não definem o que se está chamando de “orientação” e de “expressão”, e ainda se aproveitam para, declaradamente, exigirem “proteção”, sem esclarecer como, de que tipo e para que, abrindo espaço para legitimar aquilo que já é fato: a comunidade GLBT como uma casta privilegiada, intocável e acima de toda e qualquer direito de outrem.

Plano e estratégias com o apoio da UNAIDS. Aliança do feminismo.

Com referência aos dias que antecederam a Assembléia Geral, outro comunicado da imprensa oficial dos grupos gays e lésbicos afirmou: “Como parte de um processo coletivo, Global Rights, Mulabi-Espacio Latinoamericano de Sexualidades y Derechos e IGLHRC (Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos) começamos a trabalhar juntos no final de 2006 para promover uma participação maior do movimento LGBTTTI na Organização dos Estados Americanos utilizando como catalizador o Antreprojeto da Convenção Interamericana contra o Racismo e Outras Formas de Discriminação e Intolerância proposto pelo Brasil, o qual inclui a proibição de discriminar por “orientação sexual”. OBS do NCI: Mais uma vez, perceba-se o perigo extremo desse tipo de abordagem, ao mesmo tempo vaga e unilateral, que põe em franco perigo qualquer cidadão que ouse apenas pensar diferente da ideologia GLBT e tiver a ingenuidade de emitir essa opinião para terceiros...

“De 31 de maio a 1 de junho, nós, 20 ativistas provenientes de mais de 14 países que representam 16 organizações, nos reunimos num evento paralelo à 37 Assembléia Geral da OEA que ocorreu na cidade do Panamá de 3 a 5 de junho. A realização desse evento foi possível graças ao apoio da Astraea Lesbian Foundation for Justice, UNAIDS, o Fundo Centro-americano de Mulheres e Global Rights”. Os diferentes grupos elaboraram “um plano e estratégias para executar ações entre 2007 e 2008”.

“Estabelecemos alianças e compromissos de trabalho em conjunto com representantes do movimento afrodescendente e do movimento feminista que participam da OEA há anos e com cuja experiência estamos aprendendo. O evento contou também com a participação de Arístides Royo (ex-presidente da República do Panamá e chefe da missão permanente do Panamá perante a OEA), Carlos Quesada (coordenador do Programa para a América Latina de Global Rights), Dante Negro (diretor da Secretaria de Direito Internacional da OEA), Jéssica Grebeldinger (especialista da Secretaria das Cúpulas das Américas), Julieta Montaño (candidata à Comissião Interamericana de Direitos Humanos recomendada pelo movimento feminista) e Aparicio Robles (representante alternativa do Panamá perante a OEA)”.

Durante a Assembléia Geral pudemos conversar também com o presidente da Comissão Interamericana de Direitos Humanos, Florentín Menéndez, que se mostrou muito interessado nas informações que lhe fornecemos”.

Assinam: Integrantes do movimiento LGBTTTI e aliados presentes na 37 Assembléia Geral da OEA: Alejandra Sardá (Mulabi, Argentina), Andrés Rivera (Organización de Transexuales por la Dignidad de la Diversidad, Chile), Angela Figueroa (ativista independente, Poerto Rico/Panamá), Belissa Andia (Instituto Runa-ILGALAC, Perú), Caleb Orozco (United Belice Advocacy Movement, Belize), Edmilson Medeiros (Grupo CORSA, Brasil), Evelyn Flores (Puntos de Encuentro, Nicarágua), Jermaine Grant (Society Against Sexual Orientation Discrimination, SASOD, Guyana), Lorena Espinoza (Colectiva Mujer y Salud, Ecuador/República Dominicana), Marcela Romero (Red LAC/Trans e Federación Argentina de Lesbianas, Gays, Bisexuales y Trans), Marcelo Ferreyra (IGLHRC, Argentina), Marina Bernal (Mulabi, México), Marlene Vivas (Asociación Gay Lésbica Trans Intermunicipal de Nicaragua), Mirla Hernández (ativista independente, República Dominicana/Panamá), Natasha Jiménez (Mulabi, Costa Rica), Ricardo Eloy Beteta (Asociación Hombres y Mujeres Nuevos, Panamá), Sandra Montealegre (Mesa Joven de la Diversidad Sexual, Colombia), Silvia Martínez (Red LAC/Trans, Nicaragua), Stefano Fabeni (Global Rights, Italia/EEUU), Tatiana Cordero (Taller Comunicación Mujer, Ecuador).

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Fonte: OEA PRIVILEGIA EL HOMOSEXUALISMO, NOTICIAS GLOBALES, Año X. Número 717, 29/07. Informe nº 840. Buenos Aires, Argentina, 20 de junho de 2007.

OBS do NCI: Ai daqueles que se descuidarem e se mantiverem alienados do que está acontecendo, das tendências que estão abrindo e pavimentando o caminho do Anticristo e sua “nova ordem” mundial, prevista nas Escrituras. “Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Projetos vão avaliar homofobia e violência contra gays

Brasília - O Ministério da Saúde vai financiar 12 projetos de pesquisa sobre homofobia e violência contra gays e outros homens que fazem sexo com homens, lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros. A relação dos projetos aprovados está disponível no site do Programa Nacional de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) e Aids.

Será estudada, por exemplo, a responsabilidade da escola na prevenção da violência sexual e da infecção pelas doenças sexualmente transmissíveis e pelo HIV nas crianças e jovens brasileiros. Outras pesquisas vão analisar a linguagem dos meios de comunicação de massa e dos livros didáticos utilizados nas escolas e sua relação com os preconceitos contra os gays.

A iniciativa é uma parceria com o Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC).

Fonte: Agência Brasil
29/06/2007
66,24% aprovam Campanha em defesa da Família e da Constituição
Para quem achava que a sociedade em sua maioria discordava da Campanha em defesa da Família e da Constituição levantada pela VINACC e o Projeto JONAS teve uma surpresa esta semana.

Devido à repercussão nacional que a campanha tomou o portal WSCOM, um dos principais sites de notícias do estado da Paraíba, realizou uma enquete com a seguinte pergunta: Você concorda com a campanha da igreja contra o homossexualismo?

O resultado final foi de que 66,24% dos internautas concordavam com a iniciativa da campanha, enquanto 33,76% votaram contra a sua realização.

A campanha que foi realizada de 15 a 22 de junho, vem repercutindo não só na impressa local, mas vem abrindo um debate acalorado em todo o país sobre o projeto de lei 122/2006 que se encontra no Senado Federal.

Assessoria de Comunicação da VINACC
http://www.conscienciacrista.org.br
Instituições religiosas e civis realizam ato em defesa da Família e dos princípios bíblicos

A VINACC, ao promover a campanha em defesa da família e dos princípios consagrados na Bíblia Sagrada, programou para o dia 22 de Junho de 2007, às 9h, uma manifestação pública na Praça da Bandeira – conhecido ponto de manifestações de pensamentos e opiniões em Campina Grande, Estado da Paraíba.

A manifestação referida foi interrompida, entretanto, por determinação da Justiça Paraibana, que atendeu pedido formulado em ação inominada proposta por instituições não governamentais.

Tal interrupção, porém, não impediu que os objetivos traçados inicialmente fossem alcançados, já que diversas instituições uniram-se à VINACC no sentido de expressar suas opiniões e alertar à sociedade para o risco de se estar ignorando os princípios cristãos.

Na oportunidade, diversos líderes se pronunciaram sobre o projeto de lei nº 122/2006 que está tramitando no Congresso Nacional e que, entre outras proibições, tem em seu texto, explicitadas intenções de impedir que os cristãos se pronunciem sobre relacionamentos que não estejam previstos na Bíblia Sagrada.

Pessoas de várias camadas sociais de Campina Grande, e de várias faixas etárias, acorreram à Praça da Bandeira objetivando prestar apoio moral e espiritual à VINACC.

Em determinado momento, o Representante Legal da VINACC recebeu a visita de um Oficial de Justiça que, cumprindo um mandado de intimação, esclareceu que a instituição não poderia realizar o evento, vez que havia sido deferida uma liminar que determinava a suspensão do mesmo.

A VINACC atendeu, prontamente, a determinação judicial que foi comunicada aos presentes. No entanto, As manifestações não deixaram de ser realizadas, pois como dito, outras instituições – que não foram proibidas de expressar suas opiniões – estavam no local e resolveram fazer uso desse direito constitucional.

Com isto, embora impedida de fazer uso de um direito que é garantido na Constituição Federal, a VINACC levou a sociedade a debater sobre um tema que, no entendimento daqueles que a fazem, não pode ficar restrito ao Congresso Nacional.

Fonte: http://www.conscienciacrista.org.br
A Bíblia e o homossexualismo
Julio Severo

Alguns em nossa época insinuam que a Bíblia é ambígua com relação à questão homossexual. Dizem que são cristãos e acreditam em Deus, porém pensam que a Bíblia não dá respostas claras sobre o homossexualismo.

O cristão verdadeiro não gosta de se envolver em discussões, porém o que há para discutir? A Bíblia não é suficientemente clara? O Antigo Testamento classifica o homossexualismo como abominação, um dos pecados que Deus odeia. O Novo Testamento considera o homossexualismo como paixão vergonhosa e contra a natureza, com seus atos indecentes e perversão (veja Romanos 1:26-27), e alerta que todos os que o praticam perdem o direito de entrar no Reino de Deus (veja 1 Coríntios 6:10).

Os ativistas gays não querem acreditar nisso. Talvez até você não acredite nisso. Mas isso não muda a realidade: a Bíblia é clara sobre essa questão. Não há nada na Palavra de Deus sugerindo que Deus pode ter mais de um posicionamento sobre o homossexualismo.

Vamos então a um estudo bíblico bem básico.

No Antigo Testamento Deus diz: "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação". (Levítico 18:22 RA)

Para mim, o que Deus declara nessa passagem parece ser perfeitamente claro. Talvez você tenha outra interpretação. Com certeza, os militantes gays têm. No capítulo 18 do livro de Levítico, Deus afirma que as práticas homossexuais, e outros pecados que ele vê como abominação, contaminam a terra, expondo-a a maldições. De acordo com a Bíblia, a maior causa de tragédias nacionais, como secas, é provocada pela tolerância ao pecado.

Então no Novo Testamento, Paulo escreve:

"Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos e trocaram a glória do Deus imortal por imagens feitas segundo a semelhança do homem mortal, bem como de pássaros, quadrúpedes e répteis. Por isso Deus os entregou à impureza sexual, segundo os desejos pecaminosos do seu coração, para a degradação do seu corpo entre si. Trocaram a verdade de Deus pela mentira, e adoraram e serviram a coisas e seres criados, em lugar do Criador, que é bendito para sempre. Amém. Por causa disso Deus os entregou a paixões vergonhosas. Até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão". (Romanos 1:22-27)

Apesar das muitas tentativas de teólogos pró-homossexualismo de distorcer a Palavra de Deus, ainda não apareceu nenhum que pudesse apresentar um único versículo que indique uma posição de Deus mais "tolerante" para com o homossexualismo.

Falando de modo geral, o melhor que os ativistas gays conseguem sugerir é que Jesus nunca falou nada contra o homossexualismo.

Há dois problemas com relação a esse tipo de pensamento.

Primeiro, as leis do Antigo Testamento são declaradamente contra o comportamento homossexual. Então, qual é a posição de Jesus com relação a essas leis? Ele mesmo diz:

"Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra". (Mateus 5:17-18 RA)

Jesus não veio destruir o Antigo Testamento, mas cumpri-lo. Portanto, ele nunca contradisse as leis do Antigo Testamento, fossem sobre estupro, assassinato ou homossexualismo. Pelo contrário, ele costumava citar, ensinar, explicar e confirmar o Antigo Testamento. E não podia ser diferente, pois ele é a própria Palavra de Deus.

Segundo, Jesus deixou bem clara sua posição sobre a sexualidade humana. Ele disse:

"Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem". (Mateus 19:4-6 RC)

Nessa passagem, Jesus ensina e confirma que o Criador criou na humanidade apenas macho e fêmea. Citando o livro de Gênesis no Antigo Testamento, ele mostra que a sexualidade humana envolve exclusivamente homem e mulher e seu chamado para o casamento, onde se tornam uma só pessoa diante de Deus. Assim, por determinação divina, o chamado para o casamento e sexo tem alvo específico: o homem e a mulher. A única isenção que Jesus concede é para os eunucos, pessoas que fizeram o compromisso de renunciar ao casamento a fim de dedicar a vida completamente para o serviço de Deus. Eunucos também são as pessoas que, por algum acidente ou deficiência física, não podem gerar nova vida. Jesus nunca insinuou que os homossexuais, lésbicas, transexuais, travestis ou bissexuais são eunucos ou estão incluídos no chamado de casamento e sexo que Deus deu à humanidade.

Ainda que os ativistas pró-homossexualismo ensinem que é possível crer na Bíblia e no homossexualismo como uma conduta aceitável, a Palavra de Deus não dá espaço para dúvidas e para outras interpretações na questão da relação entre homens e mulheres. Enquanto eles se esforçam para encontrar um só versículo que apresente o homossexualismo como algo diferente de abominação, vergonha e perversão, podemos fazer a escolha de crer na Bíblia ou não. Contudo, o que não podemos fazer é afirmar que a Palavra de Deus diz sobre o homossexualismo algo que realmente nunca disse.

Sobre o texto e o autor:
Texto baseado no artigo The Bible and homosexuality, escrito por Joseph Farah, dono do site de notícias www.wnd.com Uma versão deste artigo, escrita por Julio Severo, foi publicada pela primeira na revista Defesa da Fé de maio de 2004, pelo Instituto Cristão de Pesquisas. Copyright 2004 Julio Severo. Proibida a reprodução deste artigo sem a autorização expressa de seu autor. Julio Severo é autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia. Se desejar publicar este artigo em seu site ou revista, entre em contato com o autor. E-mail: juliosevero@hotmail.com

Fonte: www.jesussite.com.br