Friday, May 04, 2007

CAMPANHA NACIONAL BRASIL SEM ABORTO

09/05/2007 - 19h17
Papa defende a vida 'da concepção ao natural declínio'
Da Redação
http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/papanobrasil/ultnot/2007/05/09/ult4563u127.jhtm
Papa Bento 16 faz, em português, seu primeiro discurso durante visita ao Brasil
Em discurso logo após chegar ao aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, Bento 16 disse que durante a Conferência Geral do Episcopado em Aparecida seria promovido "o respeito pela vida, desde a sua concepção até o seu natural declínio".

VATICANO PROPÕE ACORDO ANTIABORTO ANTES DA VISITA DO PAPA
http://www.dnoticias.pt/Default.aspx?file_id=dn01010507070507&id_user=
Acordo pretende que o governo brasileiro se comprometa a adoptar providências legais para proibir a prática do aborto
Diário de Notícias, 07-05-2007
A poucos dias da visita do papa Bento XVI ao Brasil, o Vaticano propôs ao governo a assinatura de um acordo antiaborto, anunciou domingo o diário brasileiro Folha de S. Paulo.
Segundo o jornal, o acordo pretende que o governo brasileiro se comprometa a adoptar providências legais para proibir a prática do aborto neste país. A proposta foi feita por meios diplomáticos estando neste momento a ser analisada, mas o mesmo jornal adianta que o governo brasileiro está relutante em assinar o protocolo.
Este tema estará certamente na agenda da visita de Bento XVI, que manterá reuniões com o Presidente brasileiro Lula da Silva, durante o encontro entre os dois, na próxima quinta-feira.
Neste momento a prática de aborto é proibida no Brasil, onde é considerado crime, excepto quando a gravidez ocorre por violação ou representa perigo de morte para a mãe.
A questão do alargamento da excepção aos casos de má formação do feto é discutida há muito tempo no Congresso, uma vez que se verificam pontualmente abortos autorizados por juízes nestes casos.
A igreja católica condena o aborto em qualquer circunstância, pelo que o acordo procura evitar a abertura da lei a estes casos, e que não sejam introduzidas novas excepções no ordenamento jurídico do país.
O acordo sugerido pelo Vaticano inclui ainda outros compromissos, como o de tornar obrigatório o ensino da religião católica no sistema público de ensino brasileiro, o que contraria o estabelecido na Constituição brasileira, que o define como um país laico, consagrando o direito fundamental à liberdade de culto.
Neste momento as atenções em torno da visita papal dividem-se entre este acordo e a polémica causada pela recusa de Bento XVI em receber os índios brasileiros.
Ao contrário do que aconteceu nas três visitas de João Paulo II em 1980, 1991 e 1997, os índios brasileiros não serão
recebidos pelo actual papa durante a sua presença, de 09 a 13 de Maio, ao país.
De acordo com o vice-presidente do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Saulo Feitosa, a entidade recebeu diversas
cartas de comunidades indígenas pedindo um encontro, mas a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) respondeu alegando que a agenda do papa já estaria cheia.

LULA EVITARÁ DISCUTIR COM PAPA PROPOSTAS FEITAS PELO VATICANO
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc0705200715.htm
São Paulo, segunda-feira, 07 de maio de 2007
Santa Sé quer ensino religioso obrigatório na rede pública e garantias que dificultem eventual legalização do aborto
Presidente é orientado pelo Itamaraty a prolongar as negociações sobre eventual tratado; encontro com Bento 16 acontece na quinta Kennedy Alencar, da sucursal de Brasília; Leandro Beguoci, enviado especial a Roma; Rafael Cariello, da reportagem local.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva priorizará temas sociais na visita que Bento 16 fará ao Brasil entre os dias 9 e 13 deste mês. Lula pretende evitar temas polêmicos, como a eventual legalização do aborto.
Segundo a Folha apurou, um tratado (o termo técnico é Concordata) proposto pelo Vaticano ao Brasil sofre fortes restrições do Itamaraty. Atualmente, não há esse tipo de tratado entre Brasil e Vaticano.
Na proposta do Vaticano, o Brasil deveria tornar obrigatório o ensino religioso nas escolas públicas e instituir garantias legais e constitucionais que dificultassem eventual legalização do aborto fora dos casos permitidos (estupro e risco à vida da gestante). O papa é contra inclusive nessas hipóteses.
O Itamaraty aconselhou o presidente a evitar a assinatura de eventual novo tratado e a prolongar as negociações, de modo que nada seja oficializado agora (e talvez nem no futuro). É o que Lula pretende dizer ao papa, polidamente, no encontro marcado para a próxima quinta-feira, em São Paulo.
Para o Ministério das Relações Exteriores, os termos propostos pelo Vaticano contrariam o princípio de separação entre Estado e igreja. E provavelmente desagradaria a outras igrejas, que poderiam tentar influenciar a pauta do governo caso fossem feitas concessões.
Por isso, o presidente pretende falar de suas iniciativas de combate à pobreza, como o Bolsa Família. Essa agenda agrada aos setores progressistas da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que são identificados com o PT.
A Igreja Católica, contudo, não dá sinais de que pretende desistir do acordo. À Folha, o cardeal Tarcisio Bertone, número dois da hierarquia da Santa Sé, disse que o Vaticano elabora um acordo global e que espera que esse tratado possa ser ultimado ainda neste ano, "para poder orientar Igreja e Estado, Igreja e comunidade política para o bem das pessoas e para a resolução de problemas que possam subsistir".
O acordo interessa também a uma boa parte dos bispos do Brasil. Quando d. Claudio Hummes foi nomeado "ministro" do papa no Vaticano, reservadamente bispos disseram que o acordo poderia sair mais rápido, diante da sua amizade com Lula. O tema, contudo, é mantido em mistério. A declaração de Bertone é a única frase pública sobre o assunto.
A agenda do Vaticano ainda inclui oposição aos métodos contraceptivos, à eutanásia, à união civil entre pessoas do mesmo
sexo e à pesquisa com embriões humanos.
Lula já se manifestou contra o aborto, mas é dúbio a respeito da eventual ampliação de possibilidade de interrupção da gravidez, além das hipóteses atuais. Pesquisa Datafolha de abril mostrou que 65% dos entrevistados avaliam que a atual legislação não deve mudar.
Pesquisas com embriões inviáveis para gravidez são defendidas pelo governo, e Lula se disse favorável à união civil entre pessoas do mesmo sexo, mas quer evitar esses temas no encontro da próxima quinta.

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VIDA E PAZ PARA TODOS...

MDV - Movimento em Defesa da Vida - mdv@defesadavida.com.br
Jerson L. F. Garcia - joicejerson@defesadavida.com.br
Porto Alegre - RS - Brasil
1981/2007 - 26 anos em Defesa da Vida
"Defenda a Vida desde a sua concepção" - clique www.defesadavida.com.br
08/OUTUBRO - DIA NACIONAL PELO DIREITO À VIDA

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*** MDV - MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA - www.defesadavida.com.br
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*** Presidente Lula, DESISTA de legalizar o Aborto no Brasil
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*** Defenda a vida desde a sua concepção
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1 comment:

Marco Antonyo said...

Que triste ler isso em um blog. Me sinto na Idade Média!